Técnico Judiciário (Área Administrativa) - Português - TRT

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Médio
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  • 📖 Texto associado
    O país é o mesmo. O dia, mês e ano também. Brasil,
    28 de abril de 2009. No Rio Grande do Sul, o índice de chuvas
    está 96% abaixo do que seria normal neste período. A taxa de
    umidade despencou para menos de 20%, enquanto o saudável
    é praticamente o dobro. Tudo é seca e insolação. Brasil, 28 de
    abril de 2009. No Piauí os moradores enfrentam as piores
    cheias dos últimos 25 anos. Chove sem parar. Cidades estão
    ilhadas. Cerca de 100 mil pessoas ficaram desabrigadas.

    "O tempo anda louco", eis a frase leiga e padrão que
    mais se fala e mais se ouve nas queixas em relação às radicais
    discrepâncias climáticas. Vale para o Norte e Nordeste do país,
    vale para a região Sul também. A mais nova e polêmica
    explicação para tais fenômenos é uma revolucionária teoria
    sobre as chuvas, chamada "bomba biótica", e pode mudar os
    conceitos da meteorologia tradicional.

    Olhemos, agora, por exemplo, não para a loucura do
    tempo em um único país, mas sim para a "loucura a dois". Por
    que chove tanto em algumas regiões distantes da costa, como
    no interior da Amazônia, enquanto países como a Austrália se
    transformam em deserto? Dois cientistas russos sustentam,
    embasados na metodologia da bomba biótica, que as florestas
    são responsáveis pela criação dos ventos e a distribuição da
    chuva ao redor do planeta - como uma espécie de coração que
    bombeia a umidade. Esse modelo questiona a meteorologia
    convencional, que explica a movimentação do ar sobretudo pela
    diferença de temperatura entre os oceanos e a terra. Ao falarem
    de chuva aqui e de seca acolá, eles acabam falando de um dos
    mais atuais e globalizados temas: a devastação das matas.

    Para o biogeoquímico Donato Nobre, do Instituto
    Nacional de Pesquisas da Amazônia e principal proponente da
    linha da bomba biótica no Brasil, somente ela é que explica com
    clareza a contradição entre a seca e a aridez que estão
    minguando as lavouras na região Sul e as chuvas intensas que
    transbordam o Norte e o Nordeste.

    De acordo, porém, com o professor americano David
    Adams, da Universidade do Estado do Amazonas, os físicos
    russos estão supervalorizando a força da bomba biótica.

    (Adaptado de Maíra Magro. Istoé, 6/5/2009, p. 98-99)
    A frase que sintetiza corretamente o assunto do texto é:
  • 📖 Texto associado
    O país é o mesmo. O dia, mês e ano também. Brasil,
    28 de abril de 2009. No Rio Grande do Sul, o índice de chuvas
    está 96% abaixo do que seria normal neste período. A taxa de
    umidade despencou para menos de 20%, enquanto o saudável
    é praticamente o dobro. Tudo é seca e insolação. Brasil, 28 de
    abril de 2009. No Piauí os moradores enfrentam as piores
    cheias dos últimos 25 anos. Chove sem parar. Cidades estão
    ilhadas. Cerca de 100 mil pessoas ficaram desabrigadas.

    "O tempo anda louco", eis a frase leiga e padrão que
    mais se fala e mais se ouve nas queixas em relação às radicais
    discrepâncias climáticas. Vale para o Norte e Nordeste do país,
    vale para a região Sul também. A mais nova e polêmica
    explicação para tais fenômenos é uma revolucionária teoria
    sobre as chuvas, chamada "bomba biótica", e pode mudar os
    conceitos da meteorologia tradicional.

    Olhemos, agora, por exemplo, não para a loucura do
    tempo em um único país, mas sim para a "loucura a dois". Por
    que chove tanto em algumas regiões distantes da costa, como
    no interior da Amazônia, enquanto países como a Austrália se
    transformam em deserto? Dois cientistas russos sustentam,
    embasados na metodologia da bomba biótica, que as florestas
    são responsáveis pela criação dos ventos e a distribuição da
    chuva ao redor do planeta - como uma espécie de coração que
    bombeia a umidade. Esse modelo questiona a meteorologia
    convencional, que explica a movimentação do ar sobretudo pela
    diferença de temperatura entre os oceanos e a terra. Ao falarem
    de chuva aqui e de seca acolá, eles acabam falando de um dos
    mais atuais e globalizados temas: a devastação das matas.

    Para o biogeoquímico Donato Nobre, do Instituto
    Nacional de Pesquisas da Amazônia e principal proponente da
    linha da bomba biótica no Brasil, somente ela é que explica com
    clareza a contradição entre a seca e a aridez que estão
    minguando as lavouras na região Sul e as chuvas intensas que
    transbordam o Norte e o Nordeste.

    De acordo, porém, com o professor americano David
    Adams, da Universidade do Estado do Amazonas, os físicos
    russos estão supervalorizando a força da bomba biótica.

    (Adaptado de Maíra Magro. Istoé, 6/5/2009, p. 98-99)
    A expressão "loucura a dois" refere-se, no 3º parágrafo,
  • 📖 Texto associado
    O país é o mesmo. O dia, mês e ano também. Brasil,
    28 de abril de 2009. No Rio Grande do Sul, o índice de chuvas
    está 96% abaixo do que seria normal neste período. A taxa de
    umidade despencou para menos de 20%, enquanto o saudável
    é praticamente o dobro. Tudo é seca e insolação. Brasil, 28 de
    abril de 2009. No Piauí os moradores enfrentam as piores
    cheias dos últimos 25 anos. Chove sem parar. Cidades estão
    ilhadas. Cerca de 100 mil pessoas ficaram desabrigadas.

    "O tempo anda louco", eis a frase leiga e padrão que
    mais se fala e mais se ouve nas queixas em relação às radicais
    discrepâncias climáticas. Vale para o Norte e Nordeste do país,
    vale para a região Sul também. A mais nova e polêmica
    explicação para tais fenômenos é uma revolucionária teoria
    sobre as chuvas, chamada "bomba biótica", e pode mudar os
    conceitos da meteorologia tradicional.

    Olhemos, agora, por exemplo, não para a loucura do
    tempo em um único país, mas sim para a "loucura a dois". Por
    que chove tanto em algumas regiões distantes da costa, como
    no interior da Amazônia, enquanto países como a Austrália se
    transformam em deserto? Dois cientistas russos sustentam,
    embasados na metodologia da bomba biótica, que as florestas
    são responsáveis pela criação dos ventos e a distribuição da
    chuva ao redor do planeta - como uma espécie de coração que
    bombeia a umidade. Esse modelo questiona a meteorologia
    convencional, que explica a movimentação do ar sobretudo pela
    diferença de temperatura entre os oceanos e a terra. Ao falarem
    de chuva aqui e de seca acolá, eles acabam falando de um dos
    mais atuais e globalizados temas: a devastação das matas.

    Para o biogeoquímico Donato Nobre, do Instituto
    Nacional de Pesquisas da Amazônia e principal proponente da
    linha da bomba biótica no Brasil, somente ela é que explica com
    clareza a contradição entre a seca e a aridez que estão
    minguando as lavouras na região Sul e as chuvas intensas que
    transbordam o Norte e o Nordeste.

    De acordo, porém, com o professor americano David
    Adams, da Universidade do Estado do Amazonas, os físicos
    russos estão supervalorizando a força da bomba biótica.

    (Adaptado de Maíra Magro. Istoé, 6/5/2009, p. 98-99)
    Em relação ao 1º parágrafo do texto, está correto o que se afirma em:
  • 📖 Texto associado
    O país é o mesmo. O dia, mês e ano também. Brasil,
    28 de abril de 2009. No Rio Grande do Sul, o índice de chuvas
    está 96% abaixo do que seria normal neste período. A taxa de
    umidade despencou para menos de 20%, enquanto o saudável
    é praticamente o dobro. Tudo é seca e insolação. Brasil, 28 de
    abril de 2009. No Piauí os moradores enfrentam as piores
    cheias dos últimos 25 anos. Chove sem parar. Cidades estão
    ilhadas. Cerca de 100 mil pessoas ficaram desabrigadas.

    "O tempo anda louco", eis a frase leiga e padrão que
    mais se fala e mais se ouve nas queixas em relação às radicais
    discrepâncias climáticas. Vale para o Norte e Nordeste do país,
    vale para a região Sul também. A mais nova e polêmica
    explicação para tais fenômenos é uma revolucionária teoria
    sobre as chuvas, chamada "bomba biótica", e pode mudar os
    conceitos da meteorologia tradicional.

    Olhemos, agora, por exemplo, não para a loucura do
    tempo em um único país, mas sim para a "loucura a dois". Por
    que chove tanto em algumas regiões distantes da costa, como
    no interior da Amazônia, enquanto países como a Austrália se
    transformam em deserto? Dois cientistas russos sustentam,
    embasados na metodologia da bomba biótica, que as florestas
    são responsáveis pela criação dos ventos e a distribuição da
    chuva ao redor do planeta - como uma espécie de coração que
    bombeia a umidade. Esse modelo questiona a meteorologia
    convencional, que explica a movimentação do ar sobretudo pela
    diferença de temperatura entre os oceanos e a terra. Ao falarem
    de chuva aqui e de seca acolá, eles acabam falando de um dos
    mais atuais e globalizados temas: a devastação das matas.

    Para o biogeoquímico Donato Nobre, do Instituto
    Nacional de Pesquisas da Amazônia e principal proponente da
    linha da bomba biótica no Brasil, somente ela é que explica com
    clareza a contradição entre a seca e a aridez que estão
    minguando as lavouras na região Sul e as chuvas intensas que
    transbordam o Norte e o Nordeste.

    De acordo, porém, com o professor americano David
    Adams, da Universidade do Estado do Amazonas, os físicos
    russos estão supervalorizando a força da bomba biótica.

    (Adaptado de Maíra Magro. Istoé, 6/5/2009, p. 98-99)
    Ao falarem de chuva ... (3º parágrafo)

    A frase acima está corretamente transcrita, sem alteração do sentido original, em:
  • 📖 Texto associado
    O país é o mesmo. O dia, mês e ano também. Brasil,
    28 de abril de 2009. No Rio Grande do Sul, o índice de chuvas
    está 96% abaixo do que seria normal neste período. A taxa de
    umidade despencou para menos de 20%, enquanto o saudável
    é praticamente o dobro. Tudo é seca e insolação. Brasil, 28 de
    abril de 2009. No Piauí os moradores enfrentam as piores
    cheias dos últimos 25 anos. Chove sem parar. Cidades estão
    ilhadas. Cerca de 100 mil pessoas ficaram desabrigadas.

    "O tempo anda louco", eis a frase leiga e padrão que
    mais se fala e mais se ouve nas queixas em relação às radicais
    discrepâncias climáticas. Vale para o Norte e Nordeste do país,
    vale para a região Sul também. A mais nova e polêmica
    explicação para tais fenômenos é uma revolucionária teoria
    sobre as chuvas, chamada "bomba biótica", e pode mudar os
    conceitos da meteorologia tradicional.

    Olhemos, agora, por exemplo, não para a loucura do
    tempo em um único país, mas sim para a "loucura a dois". Por
    que chove tanto em algumas regiões distantes da costa, como
    no interior da Amazônia, enquanto países como a Austrália se
    transformam em deserto? Dois cientistas russos sustentam,
    embasados na metodologia da bomba biótica, que as florestas
    são responsáveis pela criação dos ventos e a distribuição da
    chuva ao redor do planeta - como uma espécie de coração que
    bombeia a umidade. Esse modelo questiona a meteorologia
    convencional, que explica a movimentação do ar sobretudo pela
    diferença de temperatura entre os oceanos e a terra. Ao falarem
    de chuva aqui e de seca acolá, eles acabam falando de um dos
    mais atuais e globalizados temas: a devastação das matas.

    Para o biogeoquímico Donato Nobre, do Instituto
    Nacional de Pesquisas da Amazônia e principal proponente da
    linha da bomba biótica no Brasil, somente ela é que explica com
    clareza a contradição entre a seca e a aridez que estão
    minguando as lavouras na região Sul e as chuvas intensas que
    transbordam o Norte e o Nordeste.

    De acordo, porém, com o professor americano David
    Adams, da Universidade do Estado do Amazonas, os físicos
    russos estão supervalorizando a força da bomba biótica.

    (Adaptado de Maíra Magro. Istoé, 6/5/2009, p. 98-99)
    ... eles acabam falando de um dos mais atuais e globalizados temas: a devastação das matas. (3º parágrafo)

    O emprego dos dois-pontos assinala, no contexto,
  • 📖 Texto associado
    O país é o mesmo. O dia, mês e ano também. Brasil,
    28 de abril de 2009. No Rio Grande do Sul, o índice de chuvas
    está 96% abaixo do que seria normal neste período. A taxa de
    umidade despencou para menos de 20%, enquanto o saudável
    é praticamente o dobro. Tudo é seca e insolação. Brasil, 28 de
    abril de 2009. No Piauí os moradores enfrentam as piores
    cheias dos últimos 25 anos. Chove sem parar. Cidades estão
    ilhadas. Cerca de 100 mil pessoas ficaram desabrigadas.

    "O tempo anda louco", eis a frase leiga e padrão que
    mais se fala e mais se ouve nas queixas em relação às radicais
    discrepâncias climáticas. Vale para o Norte e Nordeste do país,
    vale para a região Sul também. A mais nova e polêmica
    explicação para tais fenômenos é uma revolucionária teoria
    sobre as chuvas, chamada "bomba biótica", e pode mudar os
    conceitos da meteorologia tradicional.

    Olhemos, agora, por exemplo, não para a loucura do
    tempo em um único país, mas sim para a "loucura a dois". Por
    que chove tanto em algumas regiões distantes da costa, como
    no interior da Amazônia, enquanto países como a Austrália se
    transformam em deserto? Dois cientistas russos sustentam,
    embasados na metodologia da bomba biótica, que as florestas
    são responsáveis pela criação dos ventos e a distribuição da
    chuva ao redor do planeta - como uma espécie de coração que
    bombeia a umidade. Esse modelo questiona a meteorologia
    convencional, que explica a movimentação do ar sobretudo pela
    diferença de temperatura entre os oceanos e a terra. Ao falarem
    de chuva aqui e de seca acolá, eles acabam falando de um dos
    mais atuais e globalizados temas: a devastação das matas.

    Para o biogeoquímico Donato Nobre, do Instituto
    Nacional de Pesquisas da Amazônia e principal proponente da
    linha da bomba biótica no Brasil, somente ela é que explica com
    clareza a contradição entre a seca e a aridez que estão
    minguando as lavouras na região Sul e as chuvas intensas que
    transbordam o Norte e o Nordeste.

    De acordo, porém, com o professor americano David
    Adams, da Universidade do Estado do Amazonas, os físicos
    russos estão supervalorizando a força da bomba biótica.

    (Adaptado de Maíra Magro. Istoé, 6/5/2009, p. 98-99)
    ... eis a frase leiga e padrão que "mais se fala e mais se ouve" nas queixas ... (2º parágrafo)

    O segmento DESTACADO acima pode ser corretamente substituído, sem alteração do sentido original, por:
  • 📖 Texto associado

    O país é o mesmo. O dia, mês e ano também. Brasil,
    28 de abril de 2009. No Rio Grande do Sul, o índice de chuvas
    está 96% abaixo do que seria normal neste período. A taxa de
    umidade despencou para menos de 20%, enquanto o saudável
    é praticamente o dobro. Tudo é seca e insolação. Brasil, 28 de
    abril de 2009. No Piauí os moradores enfrentam as piores
    cheias dos últimos 25 anos. Chove sem parar. Cidades estão
    ilhadas. Cerca de 100 mil pessoas ficaram desabrigadas.

    "O tempo anda louco", eis a frase leiga e padrão que
    mais se fala e mais se ouve nas queixas em relação às radicais
    discrepâncias climáticas. Vale para o Norte e Nordeste do país,
    vale para a região Sul também. A mais nova e polêmica
    explicação para tais fenômenos é uma revolucionária teoria
    sobre as chuvas, chamada "bomba biótica", e pode mudar os
    conceitos da meteorologia tradicional.

    Olhemos, agora, por exemplo, não para a loucura do
    tempo em um único país, mas sim para a "loucura a dois". Por
    que chove tanto em algumas regiões distantes da costa, como
    no interior da Amazônia, enquanto países como a Austrália se
    transformam em deserto? Dois cientistas russos sustentam,
    embasados na metodologia da bomba biótica, que as florestas
    são responsáveis pela criação dos ventos e a distribuição da
    chuva ao redor do planeta - como uma espécie de coração que
    bombeia a umidade. Esse modelo questiona a meteorologia
    convencional, que explica a movimentação do ar sobretudo pela
    diferença de temperatura entre os oceanos e a terra. Ao falarem
    de chuva aqui e de seca acolá, eles acabam falando de um dos
    mais atuais e globalizados temas: a devastação das matas.

    Para o biogeoquímico Donato Nobre, do Instituto
    Nacional de Pesquisas da Amazônia e principal proponente da
    linha da bomba biótica no Brasil, somente ela é que explica com
    clareza a contradição entre a seca e a aridez que estão
    minguando as lavouras na região Sul e as chuvas intensas que
    transbordam o Norte e o Nordeste.

    De acordo, porém, com o professor americano David
    Adams, da Universidade do Estado do Amazonas, os físicos
    russos estão supervalorizando a força da bomba biótica.

    (Adaptado de Maíra Magro. Istoé, 6/5/2009, p. 98-99)

    "Olhemos", agora, por exemplo... (3º parágrafo)

    O verbo flexionado de forma idêntica à do DESTACADO acima está também grifado na frase:

  • 📖 Texto associado
    O país é o mesmo. O dia, mês e ano também. Brasil,
    28 de abril de 2009. No Rio Grande do Sul, o índice de chuvas
    está 96% abaixo do que seria normal neste período. A taxa de
    umidade despencou para menos de 20%, enquanto o saudável
    é praticamente o dobro. Tudo é seca e insolação. Brasil, 28 de
    abril de 2009. No Piauí os moradores enfrentam as piores
    cheias dos últimos 25 anos. Chove sem parar. Cidades estão
    ilhadas. Cerca de 100 mil pessoas ficaram desabrigadas.

    "O tempo anda louco", eis a frase leiga e padrão que
    mais se fala e mais se ouve nas queixas em relação às radicais
    discrepâncias climáticas. Vale para o Norte e Nordeste do país,
    vale para a região Sul também. A mais nova e polêmica
    explicação para tais fenômenos é uma revolucionária teoria
    sobre as chuvas, chamada "bomba biótica", e pode mudar os
    conceitos da meteorologia tradicional.

    Olhemos, agora, por exemplo, não para a loucura do
    tempo em um único país, mas sim para a "loucura a dois". Por
    que chove tanto em algumas regiões distantes da costa, como
    no interior da Amazônia, enquanto países como a Austrália se
    transformam em deserto? Dois cientistas russos sustentam,
    embasados na metodologia da bomba biótica, que as florestas
    são responsáveis pela criação dos ventos e a distribuição da
    chuva ao redor do planeta - como uma espécie de coração que
    bombeia a umidade. Esse modelo questiona a meteorologia
    convencional, que explica a movimentação do ar sobretudo pela
    diferença de temperatura entre os oceanos e a terra. Ao falarem
    de chuva aqui e de seca acolá, eles acabam falando de um dos
    mais atuais e globalizados temas: a devastação das matas.

    Para o biogeoquímico Donato Nobre, do Instituto
    Nacional de Pesquisas da Amazônia e principal proponente da
    linha da bomba biótica no Brasil, somente ela é que explica com
    clareza a contradição entre a seca e a aridez que estão
    minguando as lavouras na região Sul e as chuvas intensas que
    transbordam o Norte e o Nordeste.

    De acordo, porém, com o professor americano David
    Adams, da Universidade do Estado do Amazonas, os físicos
    russos estão supervalorizando a força da bomba biótica.

    (Adaptado de Maíra Magro. Istoé, 6/5/2009, p. 98-99)
    A concordância verbal e nominal está inteiramente correta na frase:
  • 📖 Texto associado
    O país é o mesmo. O dia, mês e ano também. Brasil,
    28 de abril de 2009. No Rio Grande do Sul, o índice de chuvas
    está 96% abaixo do que seria normal neste período. A taxa de
    umidade despencou para menos de 20%, enquanto o saudável
    é praticamente o dobro. Tudo é seca e insolação. Brasil, 28 de
    abril de 2009. No Piauí os moradores enfrentam as piores
    cheias dos últimos 25 anos. Chove sem parar. Cidades estão
    ilhadas. Cerca de 100 mil pessoas ficaram desabrigadas.

    "O tempo anda louco", eis a frase leiga e padrão que
    mais se fala e mais se ouve nas queixas em relação às radicais
    discrepâncias climáticas. Vale para o Norte e Nordeste do país,
    vale para a região Sul também. A mais nova e polêmica
    explicação para tais fenômenos é uma revolucionária teoria
    sobre as chuvas, chamada "bomba biótica", e pode mudar os
    conceitos da meteorologia tradicional.

    Olhemos, agora, por exemplo, não para a loucura do
    tempo em um único país, mas sim para a "loucura a dois". Por
    que chove tanto em algumas regiões distantes da costa, como
    no interior da Amazônia, enquanto países como a Austrália se
    transformam em deserto? Dois cientistas russos sustentam,
    embasados na metodologia da bomba biótica, que as florestas
    são responsáveis pela criação dos ventos e a distribuição da
    chuva ao redor do planeta - como uma espécie de coração que
    bombeia a umidade. Esse modelo questiona a meteorologia
    convencional, que explica a movimentação do ar sobretudo pela
    diferença de temperatura entre os oceanos e a terra. Ao falarem
    de chuva aqui e de seca acolá, eles acabam falando de um dos
    mais atuais e globalizados temas: a devastação das matas.

    Para o biogeoquímico Donato Nobre, do Instituto
    Nacional de Pesquisas da Amazônia e principal proponente da
    linha da bomba biótica no Brasil, somente ela é que explica com
    clareza a contradição entre a seca e a aridez que estão
    minguando as lavouras na região Sul e as chuvas intensas que
    transbordam o Norte e o Nordeste.

    De acordo, porém, com o professor americano David
    Adams, da Universidade do Estado do Amazonas, os físicos
    russos estão supervalorizando a força da bomba biótica.

    (Adaptado de Maíra Magro. Istoé, 6/5/2009, p. 98-99)
    A frase em que há palavras escritas de modo INCORRETO é:
  • 📖 Texto associado
    O país é o mesmo. O dia, mês e ano também. Brasil,
    28 de abril de 2009. No Rio Grande do Sul, o índice de chuvas
    está 96% abaixo do que seria normal neste período. A taxa de
    umidade despencou para menos de 20%, enquanto o saudável
    é praticamente o dobro. Tudo é seca e insolação. Brasil, 28 de
    abril de 2009. No Piauí os moradores enfrentam as piores
    cheias dos últimos 25 anos. Chove sem parar. Cidades estão
    ilhadas. Cerca de 100 mil pessoas ficaram desabrigadas.

    "O tempo anda louco", eis a frase leiga e padrão que
    mais se fala e mais se ouve nas queixas em relação às radicais
    discrepâncias climáticas. Vale para o Norte e Nordeste do país,
    vale para a região Sul também. A mais nova e polêmica
    explicação para tais fenômenos é uma revolucionária teoria
    sobre as chuvas, chamada "bomba biótica", e pode mudar os
    conceitos da meteorologia tradicional.

    Olhemos, agora, por exemplo, não para a loucura do
    tempo em um único país, mas sim para a "loucura a dois". Por
    que chove tanto em algumas regiões distantes da costa, como
    no interior da Amazônia, enquanto países como a Austrália se
    transformam em deserto? Dois cientistas russos sustentam,
    embasados na metodologia da bomba biótica, que as florestas
    são responsáveis pela criação dos ventos e a distribuição da
    chuva ao redor do planeta - como uma espécie de coração que
    bombeia a umidade. Esse modelo questiona a meteorologia
    convencional, que explica a movimentação do ar sobretudo pela
    diferença de temperatura entre os oceanos e a terra. Ao falarem
    de chuva aqui e de seca acolá, eles acabam falando de um dos
    mais atuais e globalizados temas: a devastação das matas.

    Para o biogeoquímico Donato Nobre, do Instituto
    Nacional de Pesquisas da Amazônia e principal proponente da
    linha da bomba biótica no Brasil, somente ela é que explica com
    clareza a contradição entre a seca e a aridez que estão
    minguando as lavouras na região Sul e as chuvas intensas que
    transbordam o Norte e o Nordeste.

    De acordo, porém, com o professor americano David
    Adams, da Universidade do Estado do Amazonas, os físicos
    russos estão supervalorizando a força da bomba biótica.

    (Adaptado de Maíra Magro. Istoé, 6/5/2009, p. 98-99)

    O vapor liberado pela transpiração das árvores sobe na atmosfera.
    O vapor encontra camadas de ar frio.
    O vapor se condensa e forma as nuvens.

    As frases acima encontram-se articuladas em um único período, com clareza, correção e lógica, em:

COMENTÁRIOS (16)

  • Bruno Matos Menezes
    Bruno Matos Menezes
    04/11/2011 • 18:08
    Mais uma gabaritada!
  • LUANA PAMELA
    LUANA PAMELA
    19/01/2012 • 17:24
    Estou gostando muito...apesar de não estar gabaritando, sei que estou exercitando o raciocínio e colocando em prática o que aprendi.
  • Juliana Fanzeres
    Juliana Fanzeres
    19/01/2012 • 17:41
    Poderia ser mais dificil.
  • Vivian Cristine Assunção  Alfredo
    Vivian Cristine Assunção Alfredo
    24/04/2012 • 13:12
    70% numa prova do TJ é muita emoção. :)
  • Rafael
    Rafael
    08/08/2012 • 15:50
    Fiz 90%..não gabaritei,mas que provinha dada..errei uma bobeira
  • Eliezen Soares
    Eliezen Soares
    28/08/2012 • 15:16
    acertei 9, mas não esperava esse resultado, pensei que acertaria umas 6 ou 7 só
  • Alex da Silva Mendes
    Alex da Silva Mendes
    13/09/2012 • 10:49
    6 foi oq eu tava esperando mesmo. tempo sem estudar pra um retorno ate q ta bom pena que ñ fiz essa media na pra pois se fissese apenas mais um pontinho nessa mesma materia estaria dentro das proximas etapas do concurso mais debatido do momento!( SEAP)
    O melhor de Deus ainda estar por vir!
  • claudia cristina moreira da silva
    claudia cristina moreira da silva
    15/09/2012 • 15:24
    Erro primário: questão nº05, emprego dos dois-pontos. O restante foi fácil!
  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    02/11/2012 • 21:50
    Putz, 90% de acertos. Ainda não está bom.
  • Daniela
    Daniela
    17/01/2013 • 19:50
    Errei a 6 não havia entendido!
  • Eder Elias
    Eder Elias
    21/03/2013 • 16:06
    Bem puxada.. faltou 1 pra gabarita-la.
  • Carlos Anderson Carneiro Vasconcelos
    Carlos Anderson Carneiro Vasconcelos
    17/04/2013 • 11:58
    Ficou entre médio e difícil. Havia algumas questões bem capciosas, mas deu pra gabaritar sem mais problemas.
  • Eliana Galego
    Eliana Galego
    14/06/2013 • 15:25
    Gabaritado, porém, exige um pouco de atenção...
  • Fabiane Brito Furtado
    Fabiane Brito Furtado
    08/09/2014 • 13:24
    Tive um pouco de dificuldade, só acertei
    50%. Preciso me dedicar mais e mais.
    Avante!
  • eduardo cesar da silva
    eduardo cesar da silva
    21/10/2014 • 17:44
    gabaritei. tinha umas questões ruins!
  • Bruna vitorino
    Bruna vitorino
    27/12/2014 • 23:09
    60% de aproveitamento, foi questão de atenção!

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