Cabo da Polícia Militar - Português - Interpretação Textual - PM SP

Simulado com questões de prova: Cabo da Polícia Militar - Português - Interpretação Textual - PM SP. Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
105
Resoluções
77%
Média
Fácil
Dificuldade
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  • 📖 Texto associado
    Leia o texto para responder às questões de números 08 a 12.
        Quem vai viajar e passar dias fora de casa, deve ficar
    atento ao que vai postar nas redes sociais: elas podem vi-
    rar uma arma para os assaltantes de plantão. O alerta é da
    Polícia Militar e do Sindicato das Empresas de Segurança
    Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp).
        “Se a pessoa posta que está saindo de férias ou pelo me-
    nos deixa subentendido, dá um prato cheio para o bandido,
    que saberá que a casa está vazia. Mesmo que se publique
    apenas para os amigos, a informação vai passando, circu-
    lando. A pessoa acaba preparando uma armadilha para si
    mesma”, afirma o capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM.
        O vice-presidente da Sesvesp, João Palhuca, concorda:
    “O bandido sempre vai procurar o caminho mais fácil e as re-
    des sociais estão funcionando como uma ferramenta facili-
    tadora. Não dá mais para se preocupar apenas com um vizinho
    mal-intencionado”.
        Segundo Palhuca, “as pessoas entram nas redes sociais
    com um espírito de compartilhamento, mas não se dão con-
    ta de que também há ladrões lá, querendo levantar informa-
    ções. O ideal é jamais fornecer dados como o número de
    posses e propriedades. A recomendação é nunca mostrar
    ostentação”, diz.
        O uso adequado da internet, no entanto, é apenas um
    dos cuidados que precisam ser tomados por quem planeja
    “abandonar” o lar para aproveitar as férias ou a merecida
    pausa no trabalho.
    (http://www.g1.globo/sao-paulo. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
    No terceiro e quarto paragráfos, segundo João Palhuca,
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto para responder às questões de números 03 a 06.
                                              O início
        O ato da criação da Polícia Militar pode ser confirmado
    pelos registros da reunião do conselho da Província de São
    Paulo, presidida pelo Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, rea-
    lizada em 15 de dezembro de 1831. O efetivo inicial era com-
    posto por 100 homens a pé e 30 a cavalo. A partir de março
    de 1832, a Instituição, pela falta de aquartelamento próprio,
    foi instalada na ala térrea do Convento do Carmo, situada no
    quadrilátero da Sé e, hoje, demolida.
        A milícia paulista, nos seus 185 anos de existência, foi
    organizada e reorganizada diversas vezes.
    Inicialmente, recebeu o nome de Guarda Municipal
    Permanente. No século 20, foi denominada Força Policial,
        Força Pública, entre outras denominações. Em 1926, foi cria-
    da a Guarda-Civil de São Paulo, como instituição auxiliar da
    Força Pública, mas sem o caráter militar desta.
        A menor unidade da Guarda Municipal Permanente, em
    1831, era a esquadra, formada por um cabo e 24 soldados.
    (http://www.policiamilitar.sp.gov. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
    O tema central do texto pode ser definido como
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto para responder às questões de números 08 a 12.
        Quem vai viajar e passar dias fora de casa, deve ficar
    atento ao que vai postar nas redes sociais: elas podem vi-
    rar uma arma para os assaltantes de plantão. O alerta é da
    Polícia Militar e do Sindicato das Empresas de Segurança
    Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp).
        “Se a pessoa posta que está saindo de férias ou pelo me-
    nos deixa subentendido, dá um prato cheio para o bandido,
    que saberá que a casa está vazia. Mesmo que se publique
    apenas para os amigos, a informação vai passando, circu-
    lando. A pessoa acaba preparando uma armadilha para si
    mesma”, afirma o capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM.
        O vice-presidente da Sesvesp, João Palhuca, concorda:
    “O bandido sempre vai procurar o caminho mais fácil e as re-
    des sociais estão funcionando como uma ferramenta facili-
    tadora. Não dá mais para se preocupar apenas com um vizinho
    mal-intencionado”.
        Segundo Palhuca, “as pessoas entram nas redes sociais
    com um espírito de compartilhamento, mas não se dão con-
    ta de que também há ladrões lá, querendo levantar informa-
    ções. O ideal é jamais fornecer dados como o número de
    posses e propriedades. A recomendação é nunca mostrar
    ostentação”, diz.
        O uso adequado da internet, no entanto, é apenas um
    dos cuidados que precisam ser tomados por quem planeja
    “abandonar” o lar para aproveitar as férias ou a merecida
    pausa no trabalho.
    (http://www.g1.globo/sao-paulo. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
    De acordo com o último parágrafo, antes de alguém deixar a casa e sair de férias, é importante 
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto a seguir para responder às questões de números 15 a 19.
                                A disciplina do amor
    Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um
    jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,
    ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pou-
    co antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-
    rendo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o
    com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira
    já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-
    -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o
    caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava,
    atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em
    que seu dono apontava lá longe.
    Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
    convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-
    tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele úni-
    co ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse
    indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinada-
    mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao
    posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
    pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Qui-
    seram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegan-
    do aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido,
    todos os dias.
    Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecen-
    do do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do
    soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros
    familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já
    velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continu-
    ou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam,
    mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era
    inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
    (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9a ed. 1998.Adaptado)
    O tema principal abordado no texto diz respeito
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto a seguir para responder às questões de números 15 a 19.
                                A disciplina do amor
    Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um
    jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,
    ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pou-
    co antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-
    rendo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o
    com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira
    já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-
    -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o
    caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava,
    atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em
    que seu dono apontava lá longe.
    Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
    convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-
    tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele úni-
    co ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse
    indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinada-
    mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao
    posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
    pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Qui-
    seram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegan-
    do aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido,
    todos os dias.
    Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecen-
    do do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do
    soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros
    familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já
    velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continu-
    ou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam,
    mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era
    inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
    (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9a ed. 1998.Adaptado)
    No trecho em que o narrador faz uma advertência – Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. –, o termo destacado pode ser substituído, preservando-se o sentido do texto, por
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto para responder às questões de números 03 a 06.
                                              O início
        O ato da criação da Polícia Militar pode ser confirmado
    pelos registros da reunião do conselho da Província de São
    Paulo, presidida pelo Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, rea-
    lizada em 15 de dezembro de 1831. O efetivo inicial era com-
    posto por 100 homens a pé e 30 a cavalo. A partir de março
    de 1832, a Instituição, pela falta de aquartelamento próprio,
    foi instalada na ala térrea do Convento do Carmo, situada no
    quadrilátero da Sé e, hoje, demolida.
        A milícia paulista, nos seus 185 anos de existência, foi
    organizada e reorganizada diversas vezes.
    Inicialmente, recebeu o nome de Guarda Municipal
    Permanente. No século 20, foi denominada Força Policial,
        Força Pública, entre outras denominações. Em 1926, foi cria-
    da a Guarda-Civil de São Paulo, como instituição auxiliar da
    Força Pública, mas sem o caráter militar desta.
        A menor unidade da Guarda Municipal Permanente, em
    1831, era a esquadra, formada por um cabo e 24 soldados.
    (http://www.policiamilitar.sp.gov. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
    Da leitura do trecho – ... pela falta de aquartelamento próprio, foi instalada na ala térrea do Convento do Carmo... –, entende-se que
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto para responder às questões de números 08 a 12.
        Quem vai viajar e passar dias fora de casa, deve ficar
    atento ao que vai postar nas redes sociais: elas podem vi-
    rar uma arma para os assaltantes de plantão. O alerta é da
    Polícia Militar e do Sindicato das Empresas de Segurança
    Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp).
        “Se a pessoa posta que está saindo de férias ou pelo me-
    nos deixa subentendido, dá um prato cheio para o bandido,
    que saberá que a casa está vazia. Mesmo que se publique
    apenas para os amigos, a informação vai passando, circu-
    lando. A pessoa acaba preparando uma armadilha para si
    mesma”, afirma o capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM.
        O vice-presidente da Sesvesp, João Palhuca, concorda:
    “O bandido sempre vai procurar o caminho mais fácil e as re-
    des sociais estão funcionando como uma ferramenta facili-
    tadora. Não dá mais para se preocupar apenas com um vizinho
    mal-intencionado”.
        Segundo Palhuca, “as pessoas entram nas redes sociais
    com um espírito de compartilhamento, mas não se dão con-
    ta de que também há ladrões lá, querendo levantar informa-
    ções. O ideal é jamais fornecer dados como o número de
    posses e propriedades. A recomendação é nunca mostrar
    ostentação”, diz.
        O uso adequado da internet, no entanto, é apenas um
    dos cuidados que precisam ser tomados por quem planeja
    “abandonar” o lar para aproveitar as férias ou a merecida
    pausa no trabalho.
    (http://www.g1.globo/sao-paulo. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
    Considere os termos destacados nos trechos do texto. 
    Quem vai viajar e passar dias fora de casa, deve ficar atento ao que vai postar nas redes sociais...
     ... cuidados que precisam ser tomados por quem planeja “abandonar” o lar para aproveitar as férias...  
    Esses termos estabelecem entre as ideias, correta e respectivamente, as relações de
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto para responder às questões de números 03 a 06.
                                              O início
        O ato da criação da Polícia Militar pode ser confirmado
    pelos registros da reunião do conselho da Província de São
    Paulo, presidida pelo Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, rea-
    lizada em 15 de dezembro de 1831. O efetivo inicial era com-
    posto por 100 homens a pé e 30 a cavalo. A partir de março
    de 1832, a Instituição, pela falta de aquartelamento próprio,
    foi instalada na ala térrea do Convento do Carmo, situada no
    quadrilátero da Sé e, hoje, demolida.
        A milícia paulista, nos seus 185 anos de existência, foi
    organizada e reorganizada diversas vezes.
    Inicialmente, recebeu o nome de Guarda Municipal
    Permanente. No século 20, foi denominada Força Policial,
        Força Pública, entre outras denominações. Em 1926, foi cria-
    da a Guarda-Civil de São Paulo, como instituição auxiliar da
    Força Pública, mas sem o caráter militar desta.
        A menor unidade da Guarda Municipal Permanente, em
    1831, era a esquadra, formada por um cabo e 24 soldados.
    (http://www.policiamilitar.sp.gov. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
    O texto tem como finalidade principal transmitir
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto para responder às questões de números 03 a 06.
                                              O início
        O ato da criação da Polícia Militar pode ser confirmado
    pelos registros da reunião do conselho da Província de São
    Paulo, presidida pelo Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, rea-
    lizada em 15 de dezembro de 1831. O efetivo inicial era com-
    posto por 100 homens a pé e 30 a cavalo. A partir de março
    de 1832, a Instituição, pela falta de aquartelamento próprio,
    foi instalada na ala térrea do Convento do Carmo, situada no
    quadrilátero da Sé e, hoje, demolida.
        A milícia paulista, nos seus 185 anos de existência, foi
    organizada e reorganizada diversas vezes.
    Inicialmente, recebeu o nome de Guarda Municipal
    Permanente. No século 20, foi denominada Força Policial,
        Força Pública, entre outras denominações. Em 1926, foi cria-
    da a Guarda-Civil de São Paulo, como instituição auxiliar da
    Força Pública, mas sem o caráter militar desta.
        A menor unidade da Guarda Municipal Permanente, em
    1831, era a esquadra, formada por um cabo e 24 soldados.
    (http://www.policiamilitar.sp.gov. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
    Ao substituir a expressão destacada em – O ato da criação da Polícia Militar pode ser confirmado pelos registros da reunião do conselho da Província de São Paulo... – por – Os atos da criação –, o trecho deve ser reescrito, estando a concordância conforme a norma-padrão, com as seguintes alterações:
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto a seguir para responder às questões de números 15 a 19.
                                A disciplina do amor
    Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um
    jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,
    ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pou-
    co antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-
    rendo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o
    com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira
    já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-
    -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o
    caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava,
    atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em
    que seu dono apontava lá longe.
    Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
    convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-
    tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele úni-
    co ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse
    indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinada-
    mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao
    posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
    pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Qui-
    seram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegan-
    do aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido,
    todos os dias.
    Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecen-
    do do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do
    soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros
    familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já
    velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continu-
    ou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam,
    mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era
    inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
    (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9a ed. 1998.Adaptado)
    . Ao afirmar que – as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. –, o narrador sugere que
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto para responder às questões de números 08 a 12.
        Quem vai viajar e passar dias fora de casa, deve ficar
    atento ao que vai postar nas redes sociais: elas podem vi-
    rar uma arma para os assaltantes de plantão. O alerta é da
    Polícia Militar e do Sindicato das Empresas de Segurança
    Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp).
        “Se a pessoa posta que está saindo de férias ou pelo me-
    nos deixa subentendido, dá um prato cheio para o bandido,
    que saberá que a casa está vazia. Mesmo que se publique
    apenas para os amigos, a informação vai passando, circu-
    lando. A pessoa acaba preparando uma armadilha para si
    mesma”, afirma o capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM.
        O vice-presidente da Sesvesp, João Palhuca, concorda:
    “O bandido sempre vai procurar o caminho mais fácil e as re-
    des sociais estão funcionando como uma ferramenta facili-
    tadora. Não dá mais para se preocupar apenas com um vizinho
    mal-intencionado”.
        Segundo Palhuca, “as pessoas entram nas redes sociais
    com um espírito de compartilhamento, mas não se dão con-
    ta de que também há ladrões lá, querendo levantar informa-
    ções. O ideal é jamais fornecer dados como o número de
    posses e propriedades. A recomendação é nunca mostrar
    ostentação”, diz.
        O uso adequado da internet, no entanto, é apenas um
    dos cuidados que precisam ser tomados por quem planeja
    “abandonar” o lar para aproveitar as férias ou a merecida
    pausa no trabalho.
    (http://www.g1.globo/sao-paulo. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
    Assinale a alternativa que contém palavra ou expressão empregada com sentido figurado.
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto a seguir para responder às questões de números 15 a 19.
                                A disciplina do amor
    Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um
    jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,
    ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pou-
    co antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-
    rendo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o
    com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira
    já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-
    -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o
    caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava,
    atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em
    que seu dono apontava lá longe.
    Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
    convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-
    tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele úni-
    co ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse
    indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinada-
    mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao
    posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no
    pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Qui-
    seram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegan-
    do aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido,
    todos os dias.
    Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecen-
    do do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do
    soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros
    familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já
    velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continu-
    ou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam,
    mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era
    inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
    (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9a ed. 1998.Adaptado)
    Conforme o narrador relata no segundo parágrafo,
  • O cartaz tem como principal objetivo
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