Soldado - Português - Interpretação Textual - PM SP

Simulado com questões de prova: Soldado - Português - Interpretação Textual - PM SP. Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
208
Resoluções
52%
Média
Médio
Dificuldade
publicidade
  • Sem prejuízo de sentido ao texto, o trecho – As empresas tentam reduzir suas folhas de pagamento, mesmo que
    isso signifique mais horas extras. (5° parágrafo) – está corretamente reescrito em:
  • 📖 Texto associado
                                                                             Uso de inteligência artificial pode aumentar
                                                                                   desemprego no Brasil, diz FGV
    Responsável por reduzir burocracias, automatizar processos e aumentar a eficiência, o uso de inteligência artificial (IA) pode aumentar o
    desemprego no País em quase 4 pontos porcentuais nos próximos 15 anos. Os dados são de um estudo desenvolvido pelo professor Felipe
    Serigatti, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com a Microsoft.
    Para simular o impacto da adoção de IA na economia brasileira, a pesquisa estipulou três cenários: um conservador, no qual a taxa de
    crescimento da adoção de IA pelo mercado brasileiro é de 5%, durante 15 anos. Nesse panorama, a economia também cresce menos do
    que o estimado para os próximos anos. No cenário intermediário, o número é de 10%, com crescimento estável. Já no mais agressivo, em
    um mundo em que a economia tem projeção otimista de crescimento, a adoção de IA subiria 26% no período – é nesse último que o
    desemprego pode aumentar em 3,87 pontos porcentuais, no saldo geral da população.
    No mais severo dos cenários, os mais afetados serão os trabalhadores menos qualificados, que poderão ver o desemprego aumentar em
    5,14 pontos porcentuais; já o número de vagas qualificadas pode subir com a adoção massiva de inteligência artificial, em até 1,56 ponto
    percentual. “A inteligência artificial aumentará a desigualdade”, alertou Serigatti, que é professor de Economia da FGV.
    A pesquisa analisou seis segmentos diferentes da economia: agricultura, pecuária, óleo e gás, mineração e extração, transporte e
    comércio e setor público (educação, saúde, defesa e administração pública). Os trabalhadores mais afetados no cenário mais agressivo são
    os mais qualificados dos setores de óleo e gás e de agricultura, dois dos principais pilares da economia brasileira. O primeiro tem redução
    nos empregos de 23,57%, e o segundo, de 21,55%.
    (Bruno Romani, “Uso de inteligência artificial pode aumentar desemprego no Brasil, diz FGV”. https://link.estadao.com.br. Adaptado)

    As informações textuais deixam evidente que

  • De acordo com a norma-padrão, o título do texto está corretamente reescrito e pontuado em:
  • 📖 Texto associado
                                                                                           Mais ócio, por favor
    Quando o sociólogo italiano Domenico De Masi lançou o conceito de “ócio criativo”, em seu livro homônimo de 2000, foi alçado à
    condição de pensador revolucionário e à lista dos mais vendidos.
    O sucesso se deveu à explicação do espírito daquele tempo, ao apontar que tão essencial ao crescimento profissional quanto o estudo e
    o trabalho eram os momentos de desconexão com a labuta que abririam as portas para a criatividade e para “pensar fora da caixinha”. A
    intenção era alcançar uma fusão entre estudo, trabalho e lazer para aprimorar o conhecimento, vivenciar diferentes experiências e instigar a
    criatividade.
    Com o lançamento de “Uma Simples Revolução”, um best-seller, o sociólogo prega uma nova guinada no pensamento empresarial.
    Ao analisar as taxas de desemprego e de desocupação, para De Masi, a única saída é reduzir a carga de trabalho individual e abrir novas
    vagas. “Se as regras do jogo não mudarem, o desemprego – aberto ou oculto – está destinado a crescer em dimensão patológica”, escreve.
    O Brasil é um dos países que vivem essa realidade, com um desemprego de mais de 13 milhões de pessoas, segundo dados mais
    recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mais de 5 milhões de pessoas procuram trabalho no país há um ano ou
    mais, o que representa quase 40% desse total.
    A lógica do mercado não ajuda a melhorar esses números. As empresas tentam reduzir suas folhas de pagamento, mesmo que isso
    signifique mais horas extras.
    Só que, de acordo com o sociólogo, quanto mais horas um indivíduo trabalha, mais ele contribui para a taxa de desocupação. “Na
    Alemanha, onde todos trabalham, em média, 1400 horas, o desemprego está em 3,8% e o emprego está em 79%. Já na Itália, onde um
    italiano trabalha em média 1800 horas, o desemprego está em 11% e o emprego está em 58%”, detalha.
    “Para eliminar o desemprego, o único remédio válido é reduzir as horas de trabalho, mantendo o salário e aumentando o número de
    vagas”, diz, em entrevista ao UOL.
    (Lúcia Valentim Rodrigues, “Mais ócio, por favor”. https://noticias.uol.com.br. Adaptado)
    As informações do texto, fundamentadas no pensamento de Domenico De Masi, evidenciam que
  • 📖 Texto associado
    Considere as passagens:
    • Quando o sociólogo italiano Domenico De Masi lançou o conceito de “ócio criativo” [...], foi alçado à condição
    de pensador revolucionário... (1° parágrafo)
    • A intenção era alcançar uma fusão entre estudo, trabalho e lazer para aprimorar o conhecimento, vivenciar
    diferentes experiências e instigar a criatividade. (2° parágrafo)
    • “Se as regras do jogo não mudarem, o desemprego – aberto ou oculto – está destinado a crescer em dimensão
    patológica”, escreve. (4° parágrafo)
    No contexto em que estão empregados, os termos significam, correta e respectivamente:
  • 📖 Texto associado
    Considere as passagens do texto:
    • Para simular o impacto da adoção de IA na economia brasileira, a pesquisa estipulou três cenários... (2°
    parágrafo)
    • No mais severo dos cenários, os mais afetados serão os trabalhadores menos qualificados, que poderão ver o
    desemprego aumentar em 5,14 pontos porcentuais... (3° parágrafo)
    Os termos destacados são responsáveis por articular os enunciados do texto, estabelecendo entre eles,
    respectivamente, relações de sentido de
  • De acordo com a norma-padrão, as passagens “os momentos de desconexão com a labuta que abririam as portas
    para a criatividade” (2° parágrafo), “para De Masi, a única saída é reduzir a carga de trabalho individual” (3°
    parágrafo) e “A lógica do mercado não ajuda a melhorar esses números.” (6° parágrafo) estão corretamente
    reescritas em:
  • 📖 Texto associado
                                                                                                     Mais ócio, por favor
    Quando o sociólogo italiano Domenico De Masi lançou o conceito de “ócio criativo”, em seu livro homônimo de 2000, foi alçado à
    condição de pensador revolucionário e à lista dos mais vendidos.
    O sucesso se deveu à explicação do espírito daquele tempo, ao apontar que tão essencial ao crescimento profissional quanto o estudo e
    o trabalho eram os momentos de desconexão com a labuta que abririam as portas para a criatividade e para “pensar fora da caixinha”. A
    intenção era alcançar uma fusão entre estudo, trabalho e lazer para aprimorar o conhecimento, vivenciar diferentes experiências e instigar a
    criatividade.
    Com o lançamento de “Uma Simples Revolução”, um best-seller, o sociólogo prega uma nova guinada no pensamento empresarial.
    Ao analisar as taxas de desemprego e de desocupação, para De Masi, a única saída é reduzir a carga de trabalho individual e abrir novas
    vagas. “Se as regras do jogo não mudarem, o desemprego – aberto ou oculto – está destinado a crescer em dimensão patológica”, escreve.
    O Brasil é um dos países que vivem essa realidade, com um desemprego de mais de 13 milhões de pessoas, segundo dados mais
    recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mais de 5 milhões de pessoas procuram trabalho no país há um ano ou
    mais, o que representa quase 40% desse total.
    A lógica do mercado não ajuda a melhorar esses números. As empresas tentam reduzir suas folhas de pagamento, mesmo que isso
    signifique mais horas extras.
    Só que, de acordo com o sociólogo, quanto mais horas um indivíduo trabalha, mais ele contribui para a taxa de desocupação. “Na
    Alemanha, onde todos trabalham, em média, 1400 horas, o desemprego está em 3,8% e o emprego está em 79%. Já na Itália, onde um
    italiano trabalha em média 1800 horas, o desemprego está em 11% e o emprego está em 58%”, detalha.
    “Para eliminar o desemprego, o único remédio válido é reduzir as horas de trabalho, mantendo o salário e aumentando o número de
    vagas”, diz, em entrevista ao UOL.
    (Lúcia Valentim Rodrigues, “Mais ócio, por favor”. https://noticias.uol.com.br. Adaptado)
    Assinale a alternativa em que se transcreve uma passagem do texto na qual o termo destacado é empregado em
    sentido figurado.
  • Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada expressa sentido de projeção futura.
  • 📖 Texto associado
                                                                     Uso de inteligência artificial pode aumentar
                                                                                   desemprego no Brasil, diz FGV
    Responsável por reduzir burocracias, automatizar processos e aumentar a eficiência, o uso de inteligência artificial (IA) pode aumentar o
    desemprego no País em quase 4 pontos porcentuais nos próximos 15 anos. Os dados são de um estudo desenvolvido pelo professor Felipe
    Serigatti, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com a Microsoft.
    Para simular o impacto da adoção de IA na economia brasileira, a pesquisa estipulou três cenários: um conservador, no qual a taxa de
    crescimento da adoção de IA pelo mercado brasileiro é de 5%, durante 15 anos. Nesse panorama, a economia também cresce menos do
    que o estimado para os próximos anos. No cenário intermediário, o número é de 10%, com crescimento estável. Já no mais agressivo, em
    um mundo em que a economia tem projeção otimista de crescimento, a adoção de IA subiria 26% no período – é nesse último que o
    desemprego pode aumentar em 3,87 pontos porcentuais, no saldo geral da população.
    No mais severo dos cenários, os mais afetados serão os trabalhadores menos qualificados, que poderão ver o desemprego aumentar em
    5,14 pontos porcentuais; já o número de vagas qualificadas pode subir com a adoção massiva de inteligência artificial, em até 1,56 ponto
    percentual. “A inteligência artificial aumentará a desigualdade”, alertou Serigatti, que é professor de Economia da FGV.
    A pesquisa analisou seis segmentos diferentes da economia: agricultura, pecuária, óleo e gás, mineração e extração, transporte e
    comércio e setor público (educação, saúde, defesa e administração pública). Os trabalhadores mais afetados no cenário mais agressivo são
    os mais qualificados dos setores de óleo e gás e de agricultura, dois dos principais pilares da economia brasileira. O primeiro tem redução
    nos empregos de 23,57%, e o segundo, de 21,55%.
    (Bruno Romani, “Uso de inteligência artificial pode aumentar desemprego no Brasil, diz FGV”. https://link.estadao.com.br. Adaptado)
    Assinale a alternativa em que a informação apresentada é coerente com o exposto no texto.
  • 📖 Texto associado
                                                                                         Mais ócio, por favor
    Quando o sociólogo italiano Domenico De Masi lançou o conceito de “ócio criativo”, em seu livro homônimo de 2000, foi alçado à
    condição de pensador revolucionário e à lista dos mais vendidos.
    O sucesso se deveu à explicação do espírito daquele tempo, ao apontar que tão essencial ao crescimento profissional quanto o estudo e
    o trabalho eram os momentos de desconexão com a labuta que abririam as portas para a criatividade e para “pensar fora da caixinha”. A
    intenção era alcançar uma fusão entre estudo, trabalho e lazer para aprimorar o conhecimento, vivenciar diferentes experiências e instigar a
    criatividade.
    Com o lançamento de “Uma Simples Revolução”, um best-seller, o sociólogo prega uma nova guinada no pensamento empresarial.
    Ao analisar as taxas de desemprego e de desocupação, para De Masi, a única saída é reduzir a carga de trabalho individual e abrir novas
    vagas. “Se as regras do jogo não mudarem, o desemprego – aberto ou oculto – está destinado a crescer em dimensão patológica”, escreve.
    O Brasil é um dos países que vivem essa realidade, com um desemprego de mais de 13 milhões de pessoas, segundo dados mais
    recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mais de 5 milhões de pessoas procuram trabalho no país há um ano ou
    mais, o que representa quase 40% desse total.
    A lógica do mercado não ajuda a melhorar esses números. As empresas tentam reduzir suas folhas de pagamento, mesmo que isso
    signifique mais horas extras.
    Só que, de acordo com o sociólogo, quanto mais horas um indivíduo trabalha, mais ele contribui para a taxa de desocupação. “Na
    Alemanha, onde todos trabalham, em média, 1400 horas, o desemprego está em 3,8% e o emprego está em 79%. Já na Itália, onde um
    italiano trabalha em média 1800 horas, o desemprego está em 11% e o emprego está em 58%”, detalha.
    “Para eliminar o desemprego, o único remédio válido é reduzir as horas de trabalho, mantendo o salário e aumentando o número de
    vagas”, diz, em entrevista ao UOL.
    (Lúcia Valentim Rodrigues, “Mais ócio, por favor”. https://noticias.uol.com.br. Adaptado)
    De acordo com Domenico De Masi, uma ação que tem efeito negativo no sistema produtivo das empresas é
publicidade

COMENTÁRIOS (2)

  • Gabriela Sanches de Siqueira
    Gabriela Sanches de Siqueira
    08/09/2021 • 22:57
    Bem difícil...
  • tafarel dos santos menezes
    tafarel dos santos menezes
    10/07/2023 • 21:50
    Gabaritei... só questão melzinho hahahah
🍪

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.