Escriturário - Interpretação de Textos - Banco do Brasil - i

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Desempenho Global
155
Resoluções
46%
Média
Difícil
Dificuldade
  • 📖 Texto associado

    Será a felicidade necessária?

    Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
    felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
    fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
    uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
    escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
    até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
    em busca de uma resposta.

    Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
    tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
    parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
    feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
    a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
    na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
    Uma resposta consequente exige colocar na balança a
    experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
    Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

    Ospais de hoje costumam dizer que importante é que os
    filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
    das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
    faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
    bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
    é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
    esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
    da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
    desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
    que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
    caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


    (Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
    março de 2010, p. 142)

    A afirmativa correta, em relação ao texto, é:

  • 📖 Texto associado

    Desde o início da evolução humana, buscamos formas
    alternativas para o nosso desenvolvimento, seja por meio da
    fala, de ferramentas ou de associações para superar barreiras.
    Nos últimos tempos, nos acostumamos à expressão Tecnologia
    Social, sem compreender exatamente o que isso significa.

    Para a Fundação Banco do Brasil, o conceito de Tecnologia
    Social percorre as experiências desenvolvidas nas comunidades
    urbanas e rurais, nos movimentos sociais, nos centros
    de pesquisa e nas universidades ? que podem produzir métodos,
    técnicas ou produtos que contribuam para a inclusão e a
    transformação social, em particular quando desenvolvidas em
    um processo no qual se soma e se compartilha o conhecimento
    científico com o saber popular.

    Muitas experiências foram desenvolvidas no Brasil, nos
    últimos anos, tendo como perspectiva a construção do desenvolvimento
    local, com sustentabilidade. Nesse processo, o objetivo
    é, ao mesmo tempo, dinamizar as potencialidadeslocais e
    desbloquear aqueles entraves que impedem esse potencial de
    se realizar. Grupos e comunidades organizadas, ou em organização,
    presentes em todo o país, buscam levar adiante projetos
    de geração de trabalho e renda nas mais diversas realidades,
    seja no campo, seja nas pequenas, médias e grandes cidades.

    Nos povoados com características do mundo rural, esses
    projetos aparecem em atividades tradicionais que vão do
    artesanato, casas de farinha, criação de galinha caipira, produção
    de rapadura ou de cachaça até às atividades mais novas da
    apicultura, piscicultura, fruticultura. Nas grandes cidades, na
    reciclagem, nos espaços de inclusão digital e nas rádios comunitárias,
    entre outras atividades, milhares de pessoas desenvolvem
    empreendimentos econômicos e solidários, dos quais
    muitos contam com a parceria da Fundação Banco do Brasil.


    (Adaptado de artigo de Jacques de Oliveira Pena.
    http://www.fbb.org.br/portal/pages/publico/expandir.fbb?cod
    ConteudoLog=8577, acessado em 15 de janeiro de 2011)

    O texto afirma que

  • 📖 Texto associado

    Será a felicidade necessária?

    Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
    felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
    fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
    uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
    escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
    até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
    em busca de uma resposta.

    Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
    tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
    parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
    feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
    a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
    na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
    Uma resposta consequente exige colocar na balança a
    experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
    Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

    Ospais de hoje costumam dizer que importante é que os
    filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
    das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
    faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
    bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
    é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
    esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
    da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
    desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
    que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
    caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


    (Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
    março de 2010, p. 142)

    O segmento cujo sentido original está reproduzido com outras palavras é:

  • 📖 Texto associado

    Será a felicidade necessária?

    Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
    felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
    fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
    uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
    escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
    até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
    em busca de uma resposta.

    Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
    tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
    parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
    feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
    a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
    na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
    Uma resposta consequente exige colocar na balança a
    experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
    Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

    Ospais de hoje costumam dizer que importante é que os
    filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
    das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
    faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
    bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
    é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
    esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
    da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
    desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
    que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
    caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


    (Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
    março de 2010, p. 142)

    Nos pares de frases abaixo, é correto afirmar que o sentido expresso na frase I está sendo retomado com outras palavras na frase II APENAS em:

  • 📖 Texto associado

    Desde o início da evolução humana, buscamos formas
    alternativas para o nosso desenvolvimento, seja por meio da
    fala, de ferramentas ou de associações para superar barreiras.
    Nos últimos tempos, nos acostumamos à expressão Tecnologia
    Social, sem compreender exatamente o que isso significa.

    Para a Fundação Banco do Brasil, o conceito de Tecnologia
    Social percorre as experiências desenvolvidas nas comunidades
    urbanas e rurais, nos movimentos sociais, nos centros
    de pesquisa e nas universidades ? que podem produzir métodos,
    técnicas ou produtos que contribuam para a inclusão e a
    transformação social, em particular quando desenvolvidas em
    um processo no qual se soma e se compartilha o conhecimento
    científico com o saber popular.

    Muitas experiências foram desenvolvidas no Brasil, nos
    últimos anos, tendo como perspectiva a construção do desenvolvimento
    local, com sustentabilidade. Nesse processo, o objetivo
    é, ao mesmo tempo, dinamizar as potencialidadeslocais e
    desbloquear aqueles entraves que impedem esse potencial de
    se realizar. Grupos e comunidades organizadas, ou em organização,
    presentes em todo o país, buscam levar adiante projetos
    de geração de trabalho e renda nas mais diversas realidades,
    seja no campo, seja nas pequenas, médias e grandes cidades.

    Nos povoados com características do mundo rural, esses
    projetos aparecem em atividades tradicionais que vão do
    artesanato, casas de farinha, criação de galinha caipira, produção
    de rapadura ou de cachaça até às atividades mais novas da
    apicultura, piscicultura, fruticultura. Nas grandes cidades, na
    reciclagem, nos espaços de inclusão digital e nas rádios comunitárias,
    entre outras atividades, milhares de pessoas desenvolvem
    empreendimentos econômicos e solidários, dos quais
    muitos contam com a parceria da Fundação Banco do Brasil.


    (Adaptado de artigo de Jacques de Oliveira Pena.
    http://www.fbb.org.br/portal/pages/publico/expandir.fbb?cod
    ConteudoLog=8577, acessado em 15 de janeiro de 2011)

    A afirmativa correta, segundo o texto, é:

  • 📖 Texto associado

    Desde o início da evolução humana, buscamos formas
    alternativas para o nosso desenvolvimento, seja por meio da
    fala, de ferramentas ou de associações para superar barreiras.
    Nos últimos tempos, nos acostumamos à expressão Tecnologia
    Social, sem compreender exatamente o que isso significa.

    Para a Fundação Banco do Brasil, o conceito de Tecnologia
    Social percorre as experiências desenvolvidas nas comunidades
    urbanas e rurais, nos movimentos sociais, nos centros
    de pesquisa e nas universidades ? que podem produzir métodos,
    técnicas ou produtos que contribuam para a inclusão e a
    transformação social, em particular quando desenvolvidas em
    um processo no qual se soma e se compartilha o conhecimento
    científico com o saber popular.

    Muitas experiências foram desenvolvidas no Brasil, nos
    últimos anos, tendo como perspectiva a construção do desenvolvimento
    local, com sustentabilidade. Nesse processo, o objetivo
    é, ao mesmo tempo, dinamizar as potencialidadeslocais e
    desbloquear aqueles entraves que impedem esse potencial de
    se realizar. Grupos e comunidades organizadas, ou em organização,
    presentes em todo o país, buscam levar adiante projetos
    de geração de trabalho e renda nas mais diversas realidades,
    seja no campo, seja nas pequenas, médias e grandes cidades.

    Nos povoados com características do mundo rural, esses
    projetos aparecem em atividades tradicionais que vão do
    artesanato, casas de farinha, criação de galinha caipira, produção
    de rapadura ou de cachaça até às atividades mais novas da
    apicultura, piscicultura, fruticultura. Nas grandes cidades, na
    reciclagem, nos espaços de inclusão digital e nas rádios comunitárias,
    entre outras atividades, milhares de pessoas desenvolvem
    empreendimentos econômicos e solidários, dos quais
    muitos contam com a parceria da Fundação Banco do Brasil.


    (Adaptado de artigo de Jacques de Oliveira Pena.
    http://www.fbb.org.br/portal/pages/publico/expandir.fbb?cod
    ConteudoLog=8577, acessado em 15 de janeiro de 2011)

    ...que impedem esse potencial de se realizar.(3º parágrafo)

    A expressão grifada acima retoma, considerando-se o contexto, o sentido de

  • 📖 Texto associado

    A média universal do Índice de Desenvolvimento Humano
    aumentou 18% desde 1990. Mas a melhora estatística está
    longe de animar os autores do Relatório de 2010. Eles argumentam
    que, embora os números reflitam avanços em determinadas
    áreas, o mundo continua a conviver com problemas
    graves, que exigem uma nova perspectiva política.

    O cenário apresentado pelo Relatório não é animador. O
    documento adverte que, nestes 20 anos, parte dos países enfrentou
    sérios problemas, sobretudo na saúde, anulando em alguns
    anos os ganhos de várias décadas. Além disso, o crescimento
    econômico tem sido desigual. Os padrões de produção
    e consumo atuais são considerados inadequados.

    Embora não queira apresentar receitas prontas, o Relatório
    traça caminhos possíveis. Entre eles, o reconhecimento da
    ação pública na regulação da economia para proteger grupos
    mais vulneráveis. Outro aspecto ressaltado é a necessidade de
    considerar pobreza, crescimento e desigualdade comotemas
    interligados. "Crescimento rápido não deve ser o único objetivo
    político, porque ignora a distribuição do rendimento e negligencia
    a sustentabilidade do crescimento", informa o texto.

    Um aspecto importante revelado pelo Relatório é que
    muitas das ações para melhoria da saúde e da educação não
    necessitam de grande investimento financeiro. Isso está mais
    presente sobretudo onde os indicadores são ruins. "Numa
    primeira etapa, medidas simples como inclusão do soro caseiro
    e lavagem das mãos já trazem impacto relevante", avalia Flávio
    Comim, economista do Programa das Nações Unidas para o
    Desenvolvimento.


    (Adaptado de Lígia Formenti. O Estado de S. Paulo, A30 Vida,
    5 de novembro de 2010)

    De acordo com o texto, o Relatório de 2010

  • 📖 Texto associado

    Desde o início da evolução humana, buscamos formas
    alternativas para o nosso desenvolvimento, seja por meio da
    fala, de ferramentas ou de associações para superar barreiras.
    Nos últimos tempos, nos acostumamos à expressão Tecnologia
    Social, sem compreender exatamente o que isso significa.

    Para a Fundação Banco do Brasil, o conceito de Tecnologia
    Social percorre as experiências desenvolvidas nas comunidades
    urbanas e rurais, nos movimentos sociais, nos centros
    de pesquisa e nas universidades ? que podem produzir métodos,
    técnicas ou produtos que contribuam para a inclusão e a
    transformação social, em particular quando desenvolvidas em
    um processo no qual se soma e se compartilha o conhecimento
    científico com o saber popular.

    Muitas experiências foram desenvolvidas no Brasil, nos
    últimos anos, tendo como perspectiva a construção do desenvolvimento
    local, com sustentabilidade. Nesse processo, o objetivo
    é, ao mesmo tempo, dinamizar as potencialidadeslocais e
    desbloquear aqueles entraves que impedem esse potencial de
    se realizar. Grupos e comunidades organizadas, ou em organização,
    presentes em todo o país, buscam levar adiante projetos
    de geração de trabalho e renda nas mais diversas realidades,
    seja no campo, seja nas pequenas, médias e grandes cidades.

    Nos povoados com características do mundo rural, esses
    projetos aparecem em atividades tradicionais que vão do
    artesanato, casas de farinha, criação de galinha caipira, produção
    de rapadura ou de cachaça até às atividades mais novas da
    apicultura, piscicultura, fruticultura. Nas grandes cidades, na
    reciclagem, nos espaços de inclusão digital e nas rádios comunitárias,
    entre outras atividades, milhares de pessoas desenvolvem
    empreendimentos econômicos e solidários, dos quais
    muitos contam com a parceria da Fundação Banco do Brasil.


    (Adaptado de artigo de Jacques de Oliveira Pena.
    http://www.fbb.org.br/portal/pages/publico/expandir.fbb?cod
    ConteudoLog=8577, acessado em 15 de janeiro de 2011)

    Nesse processo, o objetivo é, ao mesmo tempo, dinamizar as potencialidades locais e desbloquear aqueles entraves que impedem esse potencial de se realizar. (3º parágrafo)

    Os dois segmentos grifados acima podem ser substituídos, mantendo-se o mesmo sentido, na ordem, por:

  • 📖 Texto associado

    Será a felicidade necessária?

    Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
    felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
    fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
    uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
    escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
    até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
    em busca de uma resposta.

    Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
    tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
    parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
    feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
    a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
    na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
    Uma resposta consequente exige colocar na balança a
    experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
    Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

    Ospais de hoje costumam dizer que importante é que os
    filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
    das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
    faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
    bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
    é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
    esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
    da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
    desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
    que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
    caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


    (Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
    março de 2010, p. 142)

    O que espero, eis a resposta correta, é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. (3º parágrafo)

    Com a palavra grifada, o autor

  • 📖 Texto associado

    A média universal do Índice de Desenvolvimento Humano
    aumentou 18% desde 1990. Mas a melhora estatística está
    longe de animar os autores do Relatório de 2010. Eles argumentam
    que, embora os números reflitam avanços em determinadas
    áreas, o mundo continua a conviver com problemas
    graves, que exigem uma nova perspectiva política.

    O cenário apresentado pelo Relatório não é animador. O
    documento adverte que, nestes 20 anos, parte dos países enfrentou
    sérios problemas, sobretudo na saúde, anulando em alguns
    anos os ganhos de várias décadas. Além disso, o crescimento
    econômico tem sido desigual. Os padrões de produção
    e consumo atuais são considerados inadequados.

    Embora não queira apresentar receitas prontas, o Relatório
    traça caminhos possíveis. Entre eles, o reconhecimento da
    ação pública na regulação da economia para proteger grupos
    mais vulneráveis. Outro aspecto ressaltado é a necessidade de
    considerar pobreza, crescimento e desigualdade comotemas
    interligados. "Crescimento rápido não deve ser o único objetivo
    político, porque ignora a distribuição do rendimento e negligencia
    a sustentabilidade do crescimento", informa o texto.

    Um aspecto importante revelado pelo Relatório é que
    muitas das ações para melhoria da saúde e da educação não
    necessitam de grande investimento financeiro. Isso está mais
    presente sobretudo onde os indicadores são ruins. "Numa
    primeira etapa, medidas simples como inclusão do soro caseiro
    e lavagem das mãos já trazem impacto relevante", avalia Flávio
    Comim, economista do Programa das Nações Unidas para o
    Desenvolvimento.


    (Adaptado de Lígia Formenti. O Estado de S. Paulo, A30 Vida,
    5 de novembro de 2010)

    O texto informa claramente que

  • 📖 Texto associado

    Será a felicidade necessária?

    Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
    felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
    fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
    uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
    escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
    até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
    em busca de uma resposta.

    Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
    tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
    parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
    feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
    a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
    na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
    Uma resposta consequente exige colocar na balança a
    experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
    Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

    Ospais de hoje costumam dizer que importante é que os
    filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
    das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
    faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
    bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
    é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
    esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
    da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
    desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
    que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
    caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


    (Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
    março de 2010, p. 142)

    De acordo com o texto,

  • 📖 Texto associado

    Será a felicidade necessária?

    Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas
    felicidade é pesada. Diante da pergunta "Você é feliz?", dois
    fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar
    uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma
    escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde
    até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se,
    em busca de uma resposta.

    Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se
    tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo
    parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá
    feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como
    a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível,
    na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência.
    Uma resposta consequente exige colocar na balança a
    experiência passada, o estado presente e a expectativa futura.
    Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

    Ospais de hoje costumam dizer que importante é que os
    filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo
    das teses libertárias dos anos 1960. É irrelevante que entrem na
    faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam
    bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta,
    é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É
    esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas
    da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os
    desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco,
    que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher
    caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.


    (Trecho do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 24 de
    março de 2010, p. 142)

    Considere as alterações feitas nos segmentos abaixo grifados.

    I. Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara. Dá trabalho, e a conclusão não pode ser clara.

    II. Nesse processo, depara-se com armadilhas. Depara-se com armadilhas nesse processo.

    III. Não dá para preencher caderno de encargos mais cruel para a pobre criança.

    Não dá para preencher caderno de encargos mais cruel para a criança pobre.

    Com as modificações feitas na 2a frase, altera-se o sentido do que foi afirmado na 1a frase em

COMENTÁRIOS (1)

  • thauane maria
    thauane maria
    20/08/2021 • 22:38
    GRATIDÃO PELOS SIMULADOS ajudam de maissssss

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