Contador Judiciário - Português - Interpretação Textual - TJ SP

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Desempenho Global
32
Resoluções
41%
Média
Difícil
Dificuldade
  • 📖 Texto associado
    O próximo governo não encontrará um ambiente econômico internacional sereno. Dúvidas sobre a continuidade do crescimento do Produto Interno Bruto global, juros em alta nos EUA, riscos de conflitos comerciais e de queda do fluxo de capitais para países emergentes são apenas alguns dos itens de um cardápio de problemas potenciais. Tudo indica, assim, que o governo brasileiro terá de lidar de pronto com as fragilidades domésticas, em especial o rombo das contas públicas. Não tardará até que investidores hoje aparentemente otimistas comecem a cobrar resultados concretos. As projeções para o avanço do PIB mundial têm sido reduzidas nos últimos meses. O Fundo Monetário Internacional cortou sua previsão para 2018 e 2019 em 0,2 ponto percentual – 3,7% em ambos os anos – e apontou um cenário de menor sincronia entre os principais motores regionais. Se até o início deste ano EUA, Europa e China davam sinais de vigor, agora acumulam-se decepções nos dois últimos casos. Mesmo com juros ainda perto de zero, a zona do euro não deverá crescer mais que 1,5% neste ano. Há crescente insegurança no âmbito político, neste momento centrada na Itália e seu governo de direita populista, que propõe expansão do déficit de um setor público já endividado em excesso. Não é animador que a Comissão Europeia tenha tomado a decisão inédita de rejeitar a proposta orçamentária da administração italiana. Embora o país ainda conserve o selo de bom pagador, os juros cobrados no mercado para financiar sua dívida dispararam. Quanto à China, sua economia mostra menos vigor, e as autoridades precisam tomar decisões difíceis entre conter as dívidas já exageradas e estimular o crescimento. O risco de escalada nos conflitos comerciais também é concreto, dado que o governo americano ameaça impor uma terceira rodada de tarifas, desta vez sobre os US$ 270 bilhões em vendas anuais chinesas que ainda não foram taxadas. Nos EUA, a alta dos juros, num contexto de emprego elevado e inflação perto da meta, já leva parte do mercado a temer uma desaceleração abrupta do PIB em 2019. A vantagem do Brasil, hoje, é que há ampla ociosidade nas empresas, baixa inflação e, portanto, espaço para uma retomada mais forte.
     (Editorial. Folha de S.Paulo, 01.11.2018. Adaptado)
    O editorial aponta como elementos que fragilizam a economia dos países:
  • 📖 Texto associado
    O próximo governo não encontrará um ambiente econômico internacional sereno. Dúvidas sobre a continuidade do crescimento do Produto Interno Bruto global, juros em alta nos EUA, riscos de conflitos comerciais e de queda do fluxo de capitais para países emergentes são apenas alguns dos itens de um cardápio de problemas potenciais. Tudo indica, assim, que o governo brasileiro terá de lidar de pronto com as fragilidades domésticas, em especial o rombo das contas públicas. Não tardará até que investidores hoje aparentemente otimistas comecem a cobrar resultados concretos. As projeções para o avanço do PIB mundial têm sido reduzidas nos últimos meses. O Fundo Monetário Internacional cortou sua previsão para 2018 e 2019 em 0,2 ponto percentual – 3,7% em ambos os anos – e apontou um cenário de menor sincronia entre os principais motores regionais. Se até o início deste ano EUA, Europa e China davam sinais de vigor, agora acumulam-se decepções nos dois últimos casos. Mesmo com juros ainda perto de zero, a zona do euro não deverá crescer mais que 1,5% neste ano. Há crescente insegurança no âmbito político, neste momento centrada na Itália e seu governo de direita populista, que propõe expansão do déficit de um setor público já endividado em excesso. Não é animador que a Comissão Europeia tenha tomado a decisão inédita de rejeitar a proposta orçamentária da administração italiana. Embora o país ainda conserve o selo de bom pagador, os juros cobrados no mercado para financiar sua dívida dispararam. Quanto à China, sua economia mostra menos vigor, e as autoridades precisam tomar decisões difíceis entre conter as dívidas já exageradas e estimular o crescimento. O risco de escalada nos conflitos comerciais também é concreto, dado que o governo americano ameaça impor uma terceira rodada de tarifas, desta vez sobre os US$ 270 bilhões em vendas anuais chinesas que ainda não foram taxadas. Nos EUA, a alta dos juros, num contexto de emprego elevado e inflação perto da meta, já leva parte do mercado a temer uma desaceleração abrupta do PIB em 2019. A vantagem do Brasil, hoje, é que há ampla ociosidade nas empresas, baixa inflação e, portanto, espaço para uma retomada mais forte.
     (Editorial. Folha de S.Paulo, 01.11.2018. Adaptado)
    Assinale a alternativa em que está transcrita do texto uma expressão em sentido figurado, acompanhada da correta indicação do seu sentido.
  • 📖 Texto associado
    O próximo governo não encontrará um ambiente econômico internacional sereno. Dúvidas sobre a continuidade do crescimento do Produto Interno Bruto global, juros em alta nos EUA, riscos de conflitos comerciais e de queda do fluxo de capitais para países emergentes são apenas alguns dos itens de um cardápio de problemas potenciais. Tudo indica, assim, que o governo brasileiro terá de lidar de pronto com as fragilidades domésticas, em especial o rombo das contas públicas. Não tardará até que investidores hoje aparentemente otimistas comecem a cobrar resultados concretos. As projeções para o avanço do PIB mundial têm sido reduzidas nos últimos meses. O Fundo Monetário Internacional cortou sua previsão para 2018 e 2019 em 0,2 ponto percentual – 3,7% em ambos os anos – e apontou um cenário de menor sincronia entre os principais motores regionais. Se até o início deste ano EUA, Europa e China davam sinais de vigor, agora acumulam-se decepções nos dois últimos casos. Mesmo com juros ainda perto de zero, a zona do euro não deverá crescer mais que 1,5% neste ano. Há crescente insegurança no âmbito político, neste momento centrada na Itália e seu governo de direita populista, que propõe expansão do déficit de um setor público já endividado em excesso. Não é animador que a Comissão Europeia tenha tomado a decisão inédita de rejeitar a proposta orçamentária da administração italiana. Embora o país ainda conserve o selo de bom pagador, os juros cobrados no mercado para financiar sua dívida dispararam. Quanto à China, sua economia mostra menos vigor, e as autoridades precisam tomar decisões difíceis entre conter as dívidas já exageradas e estimular o crescimento. O risco de escalada nos conflitos comerciais também é concreto, dado que o governo americano ameaça impor uma terceira rodada de tarifas, desta vez sobre os US$ 270 bilhões em vendas anuais chinesas que ainda não foram taxadas. Nos EUA, a alta dos juros, num contexto de emprego elevado e inflação perto da meta, já leva parte do mercado a temer uma desaceleração abrupta do PIB em 2019. A vantagem do Brasil, hoje, é que há ampla ociosidade nas empresas, baixa inflação e, portanto, espaço para uma retomada mais forte.
     (Editorial. Folha de S.Paulo, 01.11.2018. Adaptado)
    Assinale a alternativa em que a reescrita de passagem do texto está correta quanto à norma-padrão de pontuação e mantém o sentido original.
  • 📖 Texto associado
    Carta-Poema
    Excelentíssimo Prefeito
    Senhor Hildebrando de Góis,
    Permiti que, rendido o preito
    A que faz jus por quem sois,
    Um poeta já sexagenário,
    Que não tem outra aspiração
    Senão viver de seu salário
    Na sua limpa solidão,
    Peça vistoria e visita
    A este pátio para onde dá
    O apartamento que ele habita
    No Castelo há dois anos já.
    É um pátio, mas é via pública,
    E estando ainda por calçar,
    Faz a vergonha da República
    Junto à Avenida Beira-Mar!
    Indiferentes ao capricho
    Das posturas municipais,
    A ele jogam todo o seu lixo
    Os moradores sem quintais.
    (Manuel Bandeira, As cidades e as musas. Org. Antonio Carlos Secchin)
    Ao dirigir-se ao Prefeito, o eu lírico o faz com
  • 📖 Texto associado
    O próximo governo não encontrará um ambiente econômico internacional sereno. Dúvidas sobre a continuidade do crescimento do Produto Interno Bruto global, juros em alta nos EUA, riscos de conflitos comerciais e de queda do fluxo de capitais para países emergentes são apenas alguns dos itens de um cardápio de problemas potenciais. Tudo indica, assim, que o governo brasileiro terá de lidar de pronto com as fragilidades domésticas, em especial o rombo das contas públicas. Não tardará até que investidores hoje aparentemente otimistas comecem a cobrar resultados concretos. As projeções para o avanço do PIB mundial têm sido reduzidas nos últimos meses. O Fundo Monetário Internacional cortou sua previsão para 2018 e 2019 em 0,2 ponto percentual – 3,7% em ambos os anos – e apontou um cenário de menor sincronia entre os principais motores regionais. Se até o início deste ano EUA, Europa e China davam sinais de vigor, agora acumulam-se decepções nos dois últimos casos. Mesmo com juros ainda perto de zero, a zona do euro não deverá crescer mais que 1,5% neste ano. Há crescente insegurança no âmbito político, neste momento centrada na Itália e seu governo de direita populista, que propõe expansão do déficit de um setor público já endividado em excesso. Não é animador que a Comissão Europeia tenha tomado a decisão inédita de rejeitar a proposta orçamentária da administração italiana. Embora o país ainda conserve o selo de bom pagador, os juros cobrados no mercado para financiar sua dívida dispararam. Quanto à China, sua economia mostra menos vigor, e as autoridades precisam tomar decisões difíceis entre conter as dívidas já exageradas e estimular o crescimento. O risco de escalada nos conflitos comerciais também é concreto, dado que o governo americano ameaça impor uma terceira rodada de tarifas, desta vez sobre os US$ 270 bilhões em vendas anuais chinesas que ainda não foram taxadas. Nos EUA, a alta dos juros, num contexto de emprego elevado e inflação perto da meta, já leva parte do mercado a temer uma desaceleração abrupta do PIB em 2019. A vantagem do Brasil, hoje, é que há ampla ociosidade nas empresas, baixa inflação e, portanto, espaço para uma retomada mais forte.
     (Editorial. Folha de S.Paulo, 01.11.2018. Adaptado)
    Considere as passagens: 
    • O próximo governo não encontrará um ambiente econômico internacional sereno. (1° parágrafo) 
    • Não tardará até que investidores hoje aparentemente otimistas comecem a cobrar resultados concretos. (2° parágrafo) 
    • Nos EUA, a alta dos juros, num contexto de emprego elevado e inflação perto da meta, já leva parte do mercado a temer uma desaceleração abrupta do PIB em 2019. (9° parágrafo)
     Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
  • 📖 Texto associado
    Carta-Poema
    Excelentíssimo Prefeito
    Senhor Hildebrando de Góis,
    Permiti que, rendido o preito
    A que faz jus por quem sois,
    Um poeta já sexagenário,
    Que não tem outra aspiração
    Senão viver de seu salário
    Na sua limpa solidão,
    Peça vistoria e visita
    A este pátio para onde dá
    O apartamento que ele habita
    No Castelo há dois anos já.
    É um pátio, mas é via pública,
    E estando ainda por calçar,
    Faz a vergonha da República
    Junto à Avenida Beira-Mar!
    Indiferentes ao capricho
    Das posturas municipais,
    A ele jogam todo o seu lixo
    Os moradores sem quintais.
    (Manuel Bandeira, As cidades e as musas. Org. Antonio Carlos Secchin)
    Assinale a alternativa cujo enunciado atende aos sentidos do texto, em conformidade com a norma-padrão
  • 📖 Texto associado
    Carta-Poema
    Excelentíssimo Prefeito
    Senhor Hildebrando de Góis,
    Permiti que, rendido o preito
    A que faz jus por quem sois,
    Um poeta já sexagenário,
    Que não tem outra aspiração
    Senão viver de seu salário
    Na sua limpa solidão,
    Peça vistoria e visita
    A este pátio para onde dá
    O apartamento que ele habita
    No Castelo há dois anos já.
    É um pátio, mas é via pública,
    E estando ainda por calçar,
    Faz a vergonha da República
    Junto à Avenida Beira-Mar!
    Indiferentes ao capricho
    Das posturas municipais,
    A ele jogam todo o seu lixo
    Os moradores sem quintais.
    (Manuel Bandeira, As cidades e as musas. Org. Antonio Carlos Secchin)
    Assinale a alternativa que contém informações coerentes com o poema, organizadas em conformidade com norma-padrão. 
  • 📖 Texto associado
    No que respeita ___ democracia, a liberdade de expressão é direito fundamental diretamente correlato __ garantia de voz aos cidadãos na manifestação de suas várias correntes políticas e ideológicas. É certo que ___ proteção da liberdade de expressão não é suficiente para assegurar a participação popular no debate político, pois os direitos fundamentais efetivam-se de modo interdependente: _____ eficácia de um direito fundamental depende da eficácia dos demais. Porém, não restam dúvidas de que, para que tal liberdade se concretize, é imprescindível que aqueles que desejem manifestar-se na esfera pública tenham como fazê-lo e não sejam reprimidos por isso. (https://www12.senado.leg.br. Adaptado)
    Na frase final do texto, na oração “tenham como fazê-lo”, o pronome destacado refere-se à seguinte informação:
  • 📖 Texto associado
    O próximo governo não encontrará um ambiente econômico internacional sereno. Dúvidas sobre a continuidade do crescimento do Produto Interno Bruto global, juros em alta nos EUA, riscos de conflitos comerciais e de queda do fluxo de capitais para países emergentes são apenas alguns dos itens de um cardápio de problemas potenciais. Tudo indica, assim, que o governo brasileiro terá de lidar de pronto com as fragilidades domésticas, em especial o rombo das contas públicas. Não tardará até que investidores hoje aparentemente otimistas comecem a cobrar resultados concretos. As projeções para o avanço do PIB mundial têm sido reduzidas nos últimos meses. O Fundo Monetário Internacional cortou sua previsão para 2018 e 2019 em 0,2 ponto percentual – 3,7% em ambos os anos – e apontou um cenário de menor sincronia entre os principais motores regionais. Se até o início deste ano EUA, Europa e China davam sinais de vigor, agora acumulam-se decepções nos dois últimos casos. Mesmo com juros ainda perto de zero, a zona do euro não deverá crescer mais que 1,5% neste ano. Há crescente insegurança no âmbito político, neste momento centrada na Itália e seu governo de direita populista, que propõe expansão do déficit de um setor público já endividado em excesso. Não é animador que a Comissão Europeia tenha tomado a decisão inédita de rejeitar a proposta orçamentária da administração italiana. Embora o país ainda conserve o selo de bom pagador, os juros cobrados no mercado para financiar sua dívida dispararam. Quanto à China, sua economia mostra menos vigor, e as autoridades precisam tomar decisões difíceis entre conter as dívidas já exageradas e estimular o crescimento. O risco de escalada nos conflitos comerciais também é concreto, dado que o governo americano ameaça impor uma terceira rodada de tarifas, desta vez sobre os US$ 270 bilhões em vendas anuais chinesas que ainda não foram taxadas. Nos EUA, a alta dos juros, num contexto de emprego elevado e inflação perto da meta, já leva parte do mercado a temer uma desaceleração abrupta do PIB em 2019. A vantagem do Brasil, hoje, é que há ampla ociosidade nas empresas, baixa inflação e, portanto, espaço para uma retomada mais forte.
     (Editorial. Folha de S.Paulo, 01.11.2018. Adaptado)
    De acordo com o texto, o ambiente econômico internacional mostra-se 
  • 📖 Texto associado
    Carta-Poema
    Excelentíssimo Prefeito
    Senhor Hildebrando de Góis,
    Permiti que, rendido o preito
    A que faz jus por quem sois,
    Um poeta já sexagenário,
    Que não tem outra aspiração
    Senão viver de seu salário
    Na sua limpa solidão,
    Peça vistoria e visita
    A este pátio para onde dá
    O apartamento que ele habita
    No Castelo há dois anos já.
    É um pátio, mas é via pública,
    E estando ainda por calçar,
    Faz a vergonha da República
    Junto à Avenida Beira-Mar!
    Indiferentes ao capricho
    Das posturas municipais,
    A ele jogam todo o seu lixo
    Os moradores sem quintais.
    (Manuel Bandeira, As cidades e as musas. Org. Antonio Carlos Secchin)
    No verso “É um pátio, mas é via pública”, o poeta reforça o fato de o local ser

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