Gêneros Textuais - Exame Nacional do Ensino Médio - Português - ENEM

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Desempenho Global
25
Resoluções
32%
Média
Difícil
Dificuldade
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  • 📖 Texto associado
    A última edição deste periódico apresenta mais uma vez tema relacionado ao tratamento dado ao lixo caseiro, aquele que produzimos no dia a dia. A informação agora passa pelo problema do material jogado na estrada vicinal que liga o município de Rio Claro ao distrito de Ajapi. Infelizmente, no local em questão, a reportagem encontrou mais uma forma errada de destinação do lixo: material atirado ao lado da pista como se isso fosse o ideal. Muitos moradores, por exemplo, retiram o lixo de suas residências e, em vez de um destino correto, procuram dispensá-lo em outras regiões. Uma situação no mínimo incômoda. Se você sai de casa para jogar o lixo em outra localidade, por que não o fazer no local ideal? É muita falta de educação achar que aquilo que não é correto para sua região possa ser para outra. A reciclagem do lixo doméstico é um passo inteligente e de consciência. Olha o exemplo que passamos aos mais jovens! Quem aprende errado coloca em prática o errado. Um perigo!
    Disponível em: http://jornaldacidade.uol.com.br. Acesso em: 10 ago. 2012 (adaptado).
    Esse editorial faz uma leitura diferenciada de uma notícia veiculada no jornal. Tal diferença traz à tona uma das funções sociais desse gênero textual, que é
  • 📖 Texto associado
    O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.
    ROSA, J. G. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
    No romance Grande sertão: veredas, o protagonista Riobaldo narra sua trajetória de jagunço.
    A leitura do trecho permite identificar que o desabafo de Riobaldo se aproxima de um(a):
  • 📖 Texto associado
    FABIANA, arrepelando-se de raiva — Hum! Ora, eis aí está para que se casou meu filho, e trouxe a mulher para minha casa. É isto constantemente. Não sabe o senhor meu filho que quem casa quer casa…. Já não posso, não posso, não posso! (Batendo com o pé). Um dia arrebento, e então veremos!
    PENA, M. Quem casa quer casa. www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: 7 dez. 2012.
    As rubricas em itálico, como as trazidas no trecho de Martins Pena, em uma atuação teatral, constituem
  • 📖 Texto associado
    O negócio
    Grande sorriso do canino de ouro, o velho Abílio propõe às donas que se abastecem de pão e banana:
    — Como é o negócio?
    De cada três dá certo com uma. Ela sorri, não responde ou é uma promessa a recusa:
    — Deus me livre, não! Hoje não…
    Abílio interpelou a velha:
    — Como é o negócio?
    Ela concordou e, o que foi melhor, a filha também aceitou o trato. Com a dona Julietinha foi assim. Ele se chegou:
    — Como é o negócio?
    Ela sorriu, olhinho baixo. Abílio espreitou o cometa partir. Manhã cedinho saltou a cerca. Sinal combinado, duas batidas na porta da cozinha. A dona saiu para o quintal, cuidadosa de não acordar os filhos. Ela trazia a capa de viagem, estendida na grama orvalhada.
    O vizinho espionou os dois, aprendeu o sinal. Decidiu imitar a proeza. No crepúsculo, pum-pum, duas pancadas fortes na porta. O marido em viagem, mas não era dia do Abílio. Desconfiada, a moça surgiu à janela e o vizinho repetiu:
    — Como é o negócio?
    Diante da recusa, ele ameaçou:
    — Então você quer o velho e não quer o moço? Olhe que eu conto!
    TREVISAN, D. Mistérios de Curitiba. Rio de Janeiro: Record, 1979 (fragmento).
    Quanto à abordagem do tema e aos recursos expressivos, essa crônica tem um caráter
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