Técnico - TRE SP - Português - Interpretação de Textos - FCC

Simulado com questões de prova: Técnico - TRE SP - Português - Interpretação de Textos - FCC. Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
25
Resoluções
67%
Média
Médio
Dificuldade
  • 📖 Texto associado

    Durante os períodos eleitorais, muito se fala do voto
    como expressão do exercício de cidadania. No entanto, o conceito
    de cidadania não se esgota no direito de eleger e de ser
    eleito para compor os órgãos estatais incumbidos de elaborar,
    executar ou fazer cumprir as leis. Ao contrário, o conceito de
    cidadania, como um dos fundamentos da República, é mais que
    o mero exercício do direito do voto.
    A cidadania compreende, além disso, o direito de
    apresentar projetos de lei diretamente às casas legislativas, de
    peticionar ou de representar aos poderes públicos. Em verdade,
    a cidadania exige, no Estado Democrático de Direito, que os
    cidadãos participem nos negócios públicos - elegendo ou sendo
    eleitos como representantes do povo -, principalmente intervindo
    no processo de elaboração e na fiscalização das leis, não
    apenas em defesa de interesses próprios, mas dos de toda a
    sociedade.

    Vê-se, pois, como é conveniente que os cidadãos
    tenham pelo menos boasnoções de processo legislativo, para
    saber como e quando devem nele intervir, em defesa do
    interesse comum. A educação, por exemplo, é assunto de
    interesse público, porque sempre foi não apenas a ferramenta
    essencial da construção da cultura e da civilização, mas o
    instrumento supremo da sobrevivência humana e de sua
    evolução. Foi ela que permitiu aos homens, cada vez mais, uma
    elaborada adaptação ao meio ambiente, ao longo de incontáveis
    eras. Foi e continua sendo o grande diferencial na história
    evolutiva da humanidade.
    Por sua reconhecida importância estratégica para a vida
    das pessoas e do País, a educação é apresentada como
    prioridade nos diferentes programas de candidatos a cargos
    executivos e legislativos.

    (Adaptado de Cláudio Fonseca, Jornal dos Professores, CPP,
    p. 7, julho de 2006)

    Por sua reconhecida importância estratégica para a vida das pessoas e do País, a educação é apresentada como prioridade... (último parágrafo)

    Iniciando-se o período acima por A educação é apresentada como prioridade o segmento grifado terá o mesmo sentido original, com outras palavras, em

  • 📖 Texto associado

    Na primeira metade do século XIX, as ferrovias surgiam
    como o meio quase mágico que permitiria transpor enormes
    distâncias com rapidez e grande capacidade de carga, atravessando
    qualquer tipo de terreno. No Brasil, onde a era ferroviária
    se iniciou em 1854, algumas vozes apontaram o
    descompasso que tenderia a se verificar entre as modestas
    dimensões da economia nacional e os grandes investimentos
    requeridos para as construções ferroviárias. Mas pontos de
    vista como esse foram vencidos pela fascinação exercida pelo
    trem de ferro e pela fé em seu poder de transformar a realidade.

    De um ponto de vista econômico, não seria propriamente
    incorreto dizer que a experiência ferroviária no Brasil não
    passou de um relativo fracasso - que se traduziria, hoje, no
    predomínio das rodovias, ao contrário do ocorrido em outros
    países de grandes dimensões. De acordo com supostas
    explicações, o triunfo das rodovias no Brasil teria sido obtido
    graças a um complô queenvolveria governos e grandes
    empresas petrolíferas e automobilísticas. Mas a verdade é que,
    além de outras deficiências estruturais, o setor ferroviário nacional
    nunca chegou a formar uma autêntica rede cobrindo todo
    o território. Como a economia dependia da agroexportação, o
    problema consistia simplesmente em ligar as regiões produtoras
    aos portos marítimos.
    A partir dos anos 30, quando se colocou o desafio da
    efetiva integração econômica do país como parte do processo
    de expansão do mercado interno, os transportes rodoviários
    mais ágeis, necessitando de uma infra-estrutura muito menor
    que a das vias férreas - demonstraram uma flexibilidade que o
    trem não tinha como acompanhar. Isso não significa que as
    ferrovias não tenham desempenhado um importante papel
    econômico no país. Elas foram fundamentais no período dominado
    pela agroexportação e continuaram a ser importantes
    também no contexto da industrialização acelerada.

    Mas as estradas de ferro nãopodem ser analisadas
    apenas mediante critérios estritamente econômicos. No Brasil,
    as ferrovias criaram novas cidades, como Porto Velho, e revitalizaram
    antigas. Representaram uma experiência indelével, freqüentemente
    dramática, para os trabalhadores mobilizados nas
    construções. Objeto de fascínio, elas impuseram um novo ritmo
    de vida, marcado pelos horários dos trens, e reorganizaram
    espaços urbanos, nos quais as estações se destacavam como
    "catedrais" da ciência e da técnica.

    (Adaptado de Paulo Roberto Cimó Queiroz, Folha [Sinapse],
    p. 20-22, 22 de fevereiro de 2005)

    O último parágrafo do texto salienta

  • 📖 Texto associado

    Na primeira metade do século XIX, as ferrovias surgiam
    como o meio quase mágico que permitiria transpor enormes
    distâncias com rapidez e grande capacidade de carga, atravessando
    qualquer tipo de terreno. No Brasil, onde a era ferroviária
    se iniciou em 1854, algumas vozes apontaram o
    descompasso que tenderia a se verificar entre as modestas
    dimensões da economia nacional e os grandes investimentos
    requeridos para as construções ferroviárias. Mas pontos de
    vista como esse foram vencidos pela fascinação exercida pelo
    trem de ferro e pela fé em seu poder de transformar a realidade.

    De um ponto de vista econômico, não seria propriamente
    incorreto dizer que a experiência ferroviária no Brasil não
    passou de um relativo fracasso - que se traduziria, hoje, no
    predomínio das rodovias, ao contrário do ocorrido em outros
    países de grandes dimensões. De acordo com supostas
    explicações, o triunfo das rodovias no Brasil teria sido obtido
    graças a um complô queenvolveria governos e grandes
    empresas petrolíferas e automobilísticas. Mas a verdade é que,
    além de outras deficiências estruturais, o setor ferroviário nacional
    nunca chegou a formar uma autêntica rede cobrindo todo
    o território. Como a economia dependia da agroexportação, o
    problema consistia simplesmente em ligar as regiões produtoras
    aos portos marítimos.
    A partir dos anos 30, quando se colocou o desafio da
    efetiva integração econômica do país como parte do processo
    de expansão do mercado interno, os transportes rodoviários
    mais ágeis, necessitando de uma infra-estrutura muito menor
    que a das vias férreas - demonstraram uma flexibilidade que o
    trem não tinha como acompanhar. Isso não significa que as
    ferrovias não tenham desempenhado um importante papel
    econômico no país. Elas foram fundamentais no período dominado
    pela agroexportação e continuaram a ser importantes
    também no contexto da industrialização acelerada.

    Mas as estradas de ferro nãopodem ser analisadas
    apenas mediante critérios estritamente econômicos. No Brasil,
    as ferrovias criaram novas cidades, como Porto Velho, e revitalizaram
    antigas. Representaram uma experiência indelével, freqüentemente
    dramática, para os trabalhadores mobilizados nas
    construções. Objeto de fascínio, elas impuseram um novo ritmo
    de vida, marcado pelos horários dos trens, e reorganizaram
    espaços urbanos, nos quais as estações se destacavam como
    "catedrais" da ciência e da técnica.

    (Adaptado de Paulo Roberto Cimó Queiroz, Folha [Sinapse],
    p. 20-22, 22 de fevereiro de 2005)

    O autor do texto

  • 📖 Texto associado

    Na primeira metade do século XIX, as ferrovias surgiam
    como o meio quase mágico que permitiria transpor enormes
    distâncias com rapidez e grande capacidade de carga, atravessando
    qualquer tipo de terreno. No Brasil, onde a era ferroviária
    se iniciou em 1854, algumas vozes apontaram o
    descompasso que tenderia a se verificar entre as modestas
    dimensões da economia nacional e os grandes investimentos
    requeridos para as construções ferroviárias. Mas pontos de
    vista como esse foram vencidos pela fascinação exercida pelo
    trem de ferro e pela fé em seu poder de transformar a realidade.

    De um ponto de vista econômico, não seria propriamente
    incorreto dizer que a experiência ferroviária no Brasil não
    passou de um relativo fracasso - que se traduziria, hoje, no
    predomínio das rodovias, ao contrário do ocorrido em outros
    países de grandes dimensões. De acordo com supostas
    explicações, o triunfo das rodovias no Brasil teria sido obtido
    graças a um complô queenvolveria governos e grandes
    empresas petrolíferas e automobilísticas. Mas a verdade é que,
    além de outras deficiências estruturais, o setor ferroviário nacional
    nunca chegou a formar uma autêntica rede cobrindo todo
    o território. Como a economia dependia da agroexportação, o
    problema consistia simplesmente em ligar as regiões produtoras
    aos portos marítimos.
    A partir dos anos 30, quando se colocou o desafio da
    efetiva integração econômica do país como parte do processo
    de expansão do mercado interno, os transportes rodoviários
    mais ágeis, necessitando de uma infra-estrutura muito menor
    que a das vias férreas - demonstraram uma flexibilidade que o
    trem não tinha como acompanhar. Isso não significa que as
    ferrovias não tenham desempenhado um importante papel
    econômico no país. Elas foram fundamentais no período dominado
    pela agroexportação e continuaram a ser importantes
    também no contexto da industrialização acelerada.

    Mas as estradas de ferro nãopodem ser analisadas
    apenas mediante critérios estritamente econômicos. No Brasil,
    as ferrovias criaram novas cidades, como Porto Velho, e revitalizaram
    antigas. Representaram uma experiência indelével, freqüentemente
    dramática, para os trabalhadores mobilizados nas
    construções. Objeto de fascínio, elas impuseram um novo ritmo
    de vida, marcado pelos horários dos trens, e reorganizaram
    espaços urbanos, nos quais as estações se destacavam como
    "catedrais" da ciência e da técnica.

    (Adaptado de Paulo Roberto Cimó Queiroz, Folha [Sinapse],
    p. 20-22, 22 de fevereiro de 2005)

    ... como o meio quase mágico que permitiria transpor enormes distâncias ...

    O emprego da forma verbal grifada acima denota, no contexto,

  • 📖 Texto associado

    Na primeira metade do século XIX, as ferrovias surgiam
    como o meio quase mágico que permitiria transpor enormes
    distâncias com rapidez e grande capacidade de carga, atravessando
    qualquer tipo de terreno. No Brasil, onde a era ferroviária
    se iniciou em 1854, algumas vozes apontaram o
    descompasso que tenderia a se verificar entre as modestas
    dimensões da economia nacional e os grandes investimentos
    requeridos para as construções ferroviárias. Mas pontos de
    vista como esse foram vencidos pela fascinação exercida pelo
    trem de ferro e pela fé em seu poder de transformar a realidade.

    De um ponto de vista econômico, não seria propriamente
    incorreto dizer que a experiência ferroviária no Brasil não
    passou de um relativo fracasso - que se traduziria, hoje, no
    predomínio das rodovias, ao contrário do ocorrido em outros
    países de grandes dimensões. De acordo com supostas
    explicações, o triunfo das rodovias no Brasil teria sido obtido
    graças a um complô queenvolveria governos e grandes
    empresas petrolíferas e automobilísticas. Mas a verdade é que,
    além de outras deficiências estruturais, o setor ferroviário nacional
    nunca chegou a formar uma autêntica rede cobrindo todo
    o território. Como a economia dependia da agroexportação, o
    problema consistia simplesmente em ligar as regiões produtoras
    aos portos marítimos.
    A partir dos anos 30, quando se colocou o desafio da
    efetiva integração econômica do país como parte do processo
    de expansão do mercado interno, os transportes rodoviários
    mais ágeis, necessitando de uma infra-estrutura muito menor
    que a das vias férreas - demonstraram uma flexibilidade que o
    trem não tinha como acompanhar. Isso não significa que as
    ferrovias não tenham desempenhado um importante papel
    econômico no país. Elas foram fundamentais no período dominado
    pela agroexportação e continuaram a ser importantes
    também no contexto da industrialização acelerada.

    Mas as estradas de ferro nãopodem ser analisadas
    apenas mediante critérios estritamente econômicos. No Brasil,
    as ferrovias criaram novas cidades, como Porto Velho, e revitalizaram
    antigas. Representaram uma experiência indelével, freqüentemente
    dramática, para os trabalhadores mobilizados nas
    construções. Objeto de fascínio, elas impuseram um novo ritmo
    de vida, marcado pelos horários dos trens, e reorganizaram
    espaços urbanos, nos quais as estações se destacavam como
    "catedrais" da ciência e da técnica.

    (Adaptado de Paulo Roberto Cimó Queiroz, Folha [Sinapse],
    p. 20-22, 22 de fevereiro de 2005)

    De acordo com o texto, houve o predomínio das rodovias no Brasil porque

  • 📖 Texto associado

    Durante os períodos eleitorais, muito se fala do voto
    como expressão do exercício de cidadania. No entanto, o conceito
    de cidadania não se esgota no direito de eleger e de ser
    eleito para compor os órgãos estatais incumbidos de elaborar,
    executar ou fazer cumprir as leis. Ao contrário, o conceito de
    cidadania, como um dos fundamentos da República, é mais que
    o mero exercício do direito do voto.
    A cidadania compreende, além disso, o direito de
    apresentar projetos de lei diretamente às casas legislativas, de
    peticionar ou de representar aos poderes públicos. Em verdade,
    a cidadania exige, no Estado Democrático de Direito, que os
    cidadãos participem nos negócios públicos - elegendo ou sendo
    eleitos como representantes do povo -, principalmente intervindo
    no processo de elaboração e na fiscalização das leis, não
    apenas em defesa de interesses próprios, mas dos de toda a
    sociedade.

    Vê-se, pois, como é conveniente que os cidadãos
    tenham pelo menos boasnoções de processo legislativo, para
    saber como e quando devem nele intervir, em defesa do
    interesse comum. A educação, por exemplo, é assunto de
    interesse público, porque sempre foi não apenas a ferramenta
    essencial da construção da cultura e da civilização, mas o
    instrumento supremo da sobrevivência humana e de sua
    evolução. Foi ela que permitiu aos homens, cada vez mais, uma
    elaborada adaptação ao meio ambiente, ao longo de incontáveis
    eras. Foi e continua sendo o grande diferencial na história
    evolutiva da humanidade.
    Por sua reconhecida importância estratégica para a vida
    das pessoas e do País, a educação é apresentada como
    prioridade nos diferentes programas de candidatos a cargos
    executivos e legislativos.

    (Adaptado de Cláudio Fonseca, Jornal dos Professores, CPP,
    p. 7, julho de 2006)

    No entanto, o conceito de cidadania não se esgota no direito de eleger e de ser eleito para compor os órgãos estatais incumbidos de elaborar, executar ou fazer cumprir as leis.

    A frase que reproduz corretamente, em outras palavras, o sentido original do segmento transcrito acima é:

  • 📖 Texto associado

    Apesar da queda relativa, a Região Sudeste ainda responde
    por mais da metade do PIB nacional. O Estado de São
    Paulo apresentou a maior queda relativa nos últimos anos, mas
    responde por cerca de um terço da riqueza produzida no País.
    Historicamente baseado na agricultura e na indústria, o Sudeste
    está rapidamente descortinando sua vocação para os serviços.
    O chamado setor terciário - que engloba o comércio, a
    área financeira e todos os tipos de serviços - já é majoritário
    nos quatro Estados da Região. Segundo o professor de
    economia da Universidade de São Paulo, Carlos Azzoni, a
    região está se sofisticando e se especializando na prestação de
    serviços. O Sudeste está se transformando numa referência na
    América Latina nas áreas de saúde, educação, tecnologia e
    informática. O setor financeiro mais sofisticado deve permanecer
    concentrado na região por longos anos.
    Para o mercado de trabalho, a mudança da vocação
    regional significa a perda de vagas fixas e aabertura de muitas
    oportunidades de trabalho menos rígidas. A agricultura deverá
    manter sua força na Região, mas precisa investir em culturas
    extensivas para garantir a competitividade. A tendência será
    concentrar a produção em culturas com maior produtividade que
    se encaixam nesse perfil, como a cana-de-açúcar, a laranja e as
    flores.

    Embora as facilidades logísticas desobriguem as
    empresas de produzir junto ao mercado, a força de consumo do
    Sudeste ainda cria muitas oportunidades. Alguns centros no
    interior de São Paulo e Minas Gerais têm força equivalente à de
    capitais de Estados menores. Essas cidades médias possuem,
    além do mercado, mão-de-obra qualificada e custos reduzidos
    em relação aos grandes centros. Por isso, a interiorização do
    desenvolvimento é uma tendência irreversível, segundo os
    especialistas. Outra aposta recorrente está na área de logística
    e distribuição, da qual as empresas dependem cada vez mais,
    por ser um setor que se desenvolvenecessariamente junto aos
    grandes mercados.

    (Adaptado de Karla Terra, Novo mapa do Brasil, O Estado de
    S. Paulo,
    H2, 11 de dezembro de 2005)

    Há sérias questões a serem enfrentadas como custos indiretos da concentração econômica.
    São Paulo sofre com os congestionamentos.
    A violência parece não ter limites.
    A Região Sudeste deve confirmar sua nova vocação.

    As frases acima articulam-se em um único período, com lógica, clareza e correção, em:

  • 📖 Texto associado

    Durante os períodos eleitorais, muito se fala do voto
    como expressão do exercício de cidadania. No entanto, o conceito
    de cidadania não se esgota no direito de eleger e de ser
    eleito para compor os órgãos estatais incumbidos de elaborar,
    executar ou fazer cumprir as leis. Ao contrário, o conceito de
    cidadania, como um dos fundamentos da República, é mais que
    o mero exercício do direito do voto.
    A cidadania compreende, além disso, o direito de
    apresentar projetos de lei diretamente às casas legislativas, de
    peticionar ou de representar aos poderes públicos. Em verdade,
    a cidadania exige, no Estado Democrático de Direito, que os
    cidadãos participem nos negócios públicos - elegendo ou sendo
    eleitos como representantes do povo -, principalmente intervindo
    no processo de elaboração e na fiscalização das leis, não
    apenas em defesa de interesses próprios, mas dos de toda a
    sociedade.

    Vê-se, pois, como é conveniente que os cidadãos
    tenham pelo menos boasnoções de processo legislativo, para
    saber como e quando devem nele intervir, em defesa do
    interesse comum. A educação, por exemplo, é assunto de
    interesse público, porque sempre foi não apenas a ferramenta
    essencial da construção da cultura e da civilização, mas o
    instrumento supremo da sobrevivência humana e de sua
    evolução. Foi ela que permitiu aos homens, cada vez mais, uma
    elaborada adaptação ao meio ambiente, ao longo de incontáveis
    eras. Foi e continua sendo o grande diferencial na história
    evolutiva da humanidade.
    Por sua reconhecida importância estratégica para a vida
    das pessoas e do País, a educação é apresentada como
    prioridade nos diferentes programas de candidatos a cargos
    executivos e legislativos.

    (Adaptado de Cláudio Fonseca, Jornal dos Professores, CPP,
    p. 7, julho de 2006)

    A cidadania compreende, além disso, o direito de apresentar projetos de lei ... (início do 2º parágrafo)

    A expressão pronominal grifada acima evita a repetição, no contexto, do segmento:

  • 📖 Texto associado

    É melhor ser alegre que ser triste, já dizia Vinicius de
    Moraes. Sem dúvida. O poeta ia mais longe, entoando em rima
    e em prosa que tristeza não tem fim. Já a felicidade, sim. Até
    hoje, muita gente chora ao ouvir esses versos porque eles
    tocam num ponto nevrálgico da vida humana: os sentimentos. E
    quando tais sentimentos provocam algum tipo de dor, fica difícil
    esquecer - e ainda mais suportar. A tristeza, uma das piores
    sensações da nossa existência, funciona mais ou menos assim:
    parece bonita apenas nas músicas. Na vida real, ninguém gosta
    dela, ninguém a quer.
    Tristeza é um sentimento que responde a estímulos
    internos, como recordações, memórias, vivências; ou externos,
    como a perda de um emprego ou de um amor. Não se trata de
    uma emoção, que é uma resposta imediata a um estímulo. No
    caso da tristeza, nosso organismo elabora e amadurece a
    emoção, antes de manifestá-la. É uma resposta natural a
    situações de perda ou de frustrações, em que sãoliberados
    hormônios cerebrais responsáveis por angústia, melancolia ou
    coração apertado.
    "A tristeza é uma resposta que faz parte de nossa forma
    de ser e de estar no mundo. Passamos o dia flutuando entre
    pólos de alegria e infelicidade", afirma o médico psiquiatra
    Ricardo Moreno. Se passamos o dia entre esses pólos de
    flutuação, é bom não levar tão a sério os comerciais de
    margarina em que a família é linda, perfeita, alegre e até os
    cachorros parecem sorrir o tempo inteiro. Vivemos uma época
    em que a felicidade constante é praticamente um dever de
    todos. É fato: ser feliz o tempo todo está virando uma obrigação
    a ponto de causar angústia.
    Especialistas, no entanto, afirmam que estar infeliz é
    mais do que natural, é necessário à condição humana. A
    tristeza é um dos raros momentos que nos permite reflexão,
    uma volta para nós mesmos, uma possibilidade de nos conhecermos
    melhor. De saber o que queremos, do que gostamos. E
    somente com essa clareza de dados éque podemos buscar
    atividades que nos dão prazer, isto é, que nos fazem felizes.
    Assim como a dor e o medo, a tristeza nos ajuda a sobreviver.
    Sim, porque se não sentíssemos medo, poderíamos nos atirar
    de um penhasco. E se não tivéssemos dor, como o organismo
    poderia nos avisar de que algo não vai bem?

    (Adaptado de Mariana Sgarioni, Emoção & Inteligência, Superinteressante,
    p. 18-20)

    Ninguém recebe só boas notícias o dia todo. Não há como fugir do sentimento de tristeza. Entender as causas do sentimento de tristeza é importante.

    As frases acima articulam-se em um único período, com lógica, clareza e correção, em:

  • 📖 Texto associado

    Durante os períodos eleitorais, muito se fala do voto
    como expressão do exercício de cidadania. No entanto, o conceito
    de cidadania não se esgota no direito de eleger e de ser
    eleito para compor os órgãos estatais incumbidos de elaborar,
    executar ou fazer cumprir as leis. Ao contrário, o conceito de
    cidadania, como um dos fundamentos da República, é mais que
    o mero exercício do direito do voto.
    A cidadania compreende, além disso, o direito de
    apresentar projetos de lei diretamente às casas legislativas, de
    peticionar ou de representar aos poderes públicos. Em verdade,
    a cidadania exige, no Estado Democrático de Direito, que os
    cidadãos participem nos negócios públicos - elegendo ou sendo
    eleitos como representantes do povo -, principalmente intervindo
    no processo de elaboração e na fiscalização das leis, não
    apenas em defesa de interesses próprios, mas dos de toda a
    sociedade.

    Vê-se, pois, como é conveniente que os cidadãos
    tenham pelo menos boasnoções de processo legislativo, para
    saber como e quando devem nele intervir, em defesa do
    interesse comum. A educação, por exemplo, é assunto de
    interesse público, porque sempre foi não apenas a ferramenta
    essencial da construção da cultura e da civilização, mas o
    instrumento supremo da sobrevivência humana e de sua
    evolução. Foi ela que permitiu aos homens, cada vez mais, uma
    elaborada adaptação ao meio ambiente, ao longo de incontáveis
    eras. Foi e continua sendo o grande diferencial na história
    evolutiva da humanidade.
    Por sua reconhecida importância estratégica para a vida
    das pessoas e do País, a educação é apresentada como
    prioridade nos diferentes programas de candidatos a cargos
    executivos e legislativos.

    (Adaptado de Cláudio Fonseca, Jornal dos Professores, CPP,
    p. 7, julho de 2006)

    Considere as afirmativas abaixo:

    I. O conceito de cidadania engloba participação ativa nos negócios públicos e ultrapassa o simples ato de votar nos dias de eleição.

    II. A escolha dos candidatos a cargos públicos, especialmente os que envolvem função legislativa, deve valorizar aqueles que se preocupam prioritariamente com a educação pública.

    III. A evolução da humanidade só foi coroada de êxito a partir da definição e da aceitação de um conceito comum de educação.

    Considerando-se o contexto, está correto o que se afirma SOMENTE em

  • 📖 Texto associado

    Apesar da queda relativa, a Região Sudeste ainda responde
    por mais da metade do PIB nacional. O Estado de São
    Paulo apresentou a maior queda relativa nos últimos anos, mas
    responde por cerca de um terço da riqueza produzida no País.
    Historicamente baseado na agricultura e na indústria, o Sudeste
    está rapidamente descortinando sua vocação para os serviços.
    O chamado setor terciário - que engloba o comércio, a
    área financeira e todos os tipos de serviços - já é majoritário
    nos quatro Estados da Região. Segundo o professor de
    economia da Universidade de São Paulo, Carlos Azzoni, a
    região está se sofisticando e se especializando na prestação de
    serviços. O Sudeste está se transformando numa referência na
    América Latina nas áreas de saúde, educação, tecnologia e
    informática. O setor financeiro mais sofisticado deve permanecer
    concentrado na região por longos anos.
    Para o mercado de trabalho, a mudança da vocação
    regional significa a perda de vagas fixas e aabertura de muitas
    oportunidades de trabalho menos rígidas. A agricultura deverá
    manter sua força na Região, mas precisa investir em culturas
    extensivas para garantir a competitividade. A tendência será
    concentrar a produção em culturas com maior produtividade que
    se encaixam nesse perfil, como a cana-de-açúcar, a laranja e as
    flores.

    Embora as facilidades logísticas desobriguem as
    empresas de produzir junto ao mercado, a força de consumo do
    Sudeste ainda cria muitas oportunidades. Alguns centros no
    interior de São Paulo e Minas Gerais têm força equivalente à de
    capitais de Estados menores. Essas cidades médias possuem,
    além do mercado, mão-de-obra qualificada e custos reduzidos
    em relação aos grandes centros. Por isso, a interiorização do
    desenvolvimento é uma tendência irreversível, segundo os
    especialistas. Outra aposta recorrente está na área de logística
    e distribuição, da qual as empresas dependem cada vez mais,
    por ser um setor que se desenvolvenecessariamente junto aos
    grandes mercados.

    (Adaptado de Karla Terra, Novo mapa do Brasil, O Estado de
    S. Paulo,
    H2, 11 de dezembro de 2005)

    É correto afirmar, considerando-se o contexto, que a Região Sudeste

  • 📖 Texto associado

    Durante os períodos eleitorais, muito se fala do voto
    como expressão do exercício de cidadania. No entanto, o conceito
    de cidadania não se esgota no direito de eleger e de ser
    eleito para compor os órgãos estatais incumbidos de elaborar,
    executar ou fazer cumprir as leis. Ao contrário, o conceito de
    cidadania, como um dos fundamentos da República, é mais que
    o mero exercício do direito do voto.
    A cidadania compreende, além disso, o direito de
    apresentar projetos de lei diretamente às casas legislativas, de
    peticionar ou de representar aos poderes públicos. Em verdade,
    a cidadania exige, no Estado Democrático de Direito, que os
    cidadãos participem nos negócios públicos - elegendo ou sendo
    eleitos como representantes do povo -, principalmente intervindo
    no processo de elaboração e na fiscalização das leis, não
    apenas em defesa de interesses próprios, mas dos de toda a
    sociedade.

    Vê-se, pois, como é conveniente que os cidadãos
    tenham pelo menos boasnoções de processo legislativo, para
    saber como e quando devem nele intervir, em defesa do
    interesse comum. A educação, por exemplo, é assunto de
    interesse público, porque sempre foi não apenas a ferramenta
    essencial da construção da cultura e da civilização, mas o
    instrumento supremo da sobrevivência humana e de sua
    evolução. Foi ela que permitiu aos homens, cada vez mais, uma
    elaborada adaptação ao meio ambiente, ao longo de incontáveis
    eras. Foi e continua sendo o grande diferencial na história
    evolutiva da humanidade.
    Por sua reconhecida importância estratégica para a vida
    das pessoas e do País, a educação é apresentada como
    prioridade nos diferentes programas de candidatos a cargos
    executivos e legislativos.

    (Adaptado de Cláudio Fonseca, Jornal dos Professores, CPP,
    p. 7, julho de 2006)

    A idéia central do texto consiste na discussão de

  • 📖 Texto associado

    É melhor ser alegre que ser triste, já dizia Vinicius de
    Moraes. Sem dúvida. O poeta ia mais longe, entoando em rima
    e em prosa que tristeza não tem fim. Já a felicidade, sim. Até
    hoje, muita gente chora ao ouvir esses versos porque eles
    tocam num ponto nevrálgico da vida humana: os sentimentos. E
    quando tais sentimentos provocam algum tipo de dor, fica difícil
    esquecer - e ainda mais suportar. A tristeza, uma das piores
    sensações da nossa existência, funciona mais ou menos assim:
    parece bonita apenas nas músicas. Na vida real, ninguém gosta
    dela, ninguém a quer.
    Tristeza é um sentimento que responde a estímulos
    internos, como recordações, memórias, vivências; ou externos,
    como a perda de um emprego ou de um amor. Não se trata de
    uma emoção, que é uma resposta imediata a um estímulo. No
    caso da tristeza, nosso organismo elabora e amadurece a
    emoção, antes de manifestá-la. É uma resposta natural a
    situações de perda ou de frustrações, em que sãoliberados
    hormônios cerebrais responsáveis por angústia, melancolia ou
    coração apertado.
    "A tristeza é uma resposta que faz parte de nossa forma
    de ser e de estar no mundo. Passamos o dia flutuando entre
    pólos de alegria e infelicidade", afirma o médico psiquiatra
    Ricardo Moreno. Se passamos o dia entre esses pólos de
    flutuação, é bom não levar tão a sério os comerciais de
    margarina em que a família é linda, perfeita, alegre e até os
    cachorros parecem sorrir o tempo inteiro. Vivemos uma época
    em que a felicidade constante é praticamente um dever de
    todos. É fato: ser feliz o tempo todo está virando uma obrigação
    a ponto de causar angústia.
    Especialistas, no entanto, afirmam que estar infeliz é
    mais do que natural, é necessário à condição humana. A
    tristeza é um dos raros momentos que nos permite reflexão,
    uma volta para nós mesmos, uma possibilidade de nos conhecermos
    melhor. De saber o que queremos, do que gostamos. E
    somente com essa clareza de dados éque podemos buscar
    atividades que nos dão prazer, isto é, que nos fazem felizes.
    Assim como a dor e o medo, a tristeza nos ajuda a sobreviver.
    Sim, porque se não sentíssemos medo, poderíamos nos atirar
    de um penhasco. E se não tivéssemos dor, como o organismo
    poderia nos avisar de que algo não vai bem?

    (Adaptado de Mariana Sgarioni, Emoção & Inteligência, Superinteressante,
    p. 18-20)

    Identifica-se a idéia principal do texto em:

  • 📖 Texto associado

    Na primeira metade do século XIX, as ferrovias surgiam
    como o meio quase mágico que permitiria transpor enormes
    distâncias com rapidez e grande capacidade de carga, atravessando
    qualquer tipo de terreno. No Brasil, onde a era ferroviária
    se iniciou em 1854, algumas vozes apontaram o
    descompasso que tenderia a se verificar entre as modestas
    dimensões da economia nacional e os grandes investimentos
    requeridos para as construções ferroviárias. Mas pontos de
    vista como esse foram vencidos pela fascinação exercida pelo
    trem de ferro e pela fé em seu poder de transformar a realidade.

    De um ponto de vista econômico, não seria propriamente
    incorreto dizer que a experiência ferroviária no Brasil não
    passou de um relativo fracasso - que se traduziria, hoje, no
    predomínio das rodovias, ao contrário do ocorrido em outros
    países de grandes dimensões. De acordo com supostas
    explicações, o triunfo das rodovias no Brasil teria sido obtido
    graças a um complô queenvolveria governos e grandes
    empresas petrolíferas e automobilísticas. Mas a verdade é que,
    além de outras deficiências estruturais, o setor ferroviário nacional
    nunca chegou a formar uma autêntica rede cobrindo todo
    o território. Como a economia dependia da agroexportação, o
    problema consistia simplesmente em ligar as regiões produtoras
    aos portos marítimos.
    A partir dos anos 30, quando se colocou o desafio da
    efetiva integração econômica do país como parte do processo
    de expansão do mercado interno, os transportes rodoviários
    mais ágeis, necessitando de uma infra-estrutura muito menor
    que a das vias férreas - demonstraram uma flexibilidade que o
    trem não tinha como acompanhar. Isso não significa que as
    ferrovias não tenham desempenhado um importante papel
    econômico no país. Elas foram fundamentais no período dominado
    pela agroexportação e continuaram a ser importantes
    também no contexto da industrialização acelerada.

    Mas as estradas de ferro nãopodem ser analisadas
    apenas mediante critérios estritamente econômicos. No Brasil,
    as ferrovias criaram novas cidades, como Porto Velho, e revitalizaram
    antigas. Representaram uma experiência indelével, freqüentemente
    dramática, para os trabalhadores mobilizados nas
    construções. Objeto de fascínio, elas impuseram um novo ritmo
    de vida, marcado pelos horários dos trens, e reorganizaram
    espaços urbanos, nos quais as estações se destacavam como
    "catedrais" da ciência e da técnica.

    (Adaptado de Paulo Roberto Cimó Queiroz, Folha [Sinapse],
    p. 20-22, 22 de fevereiro de 2005)

    O segmento que aparece reescrito com o mesmo sentido original é:

  • 📖 Texto associado

    É melhor ser alegre que ser triste, já dizia Vinicius de
    Moraes. Sem dúvida. O poeta ia mais longe, entoando em rima
    e em prosa que tristeza não tem fim. Já a felicidade, sim. Até
    hoje, muita gente chora ao ouvir esses versos porque eles
    tocam num ponto nevrálgico da vida humana: os sentimentos. E
    quando tais sentimentos provocam algum tipo de dor, fica difícil
    esquecer - e ainda mais suportar. A tristeza, uma das piores
    sensações da nossa existência, funciona mais ou menos assim:
    parece bonita apenas nas músicas. Na vida real, ninguém gosta
    dela, ninguém a quer.
    Tristeza é um sentimento que responde a estímulos
    internos, como recordações, memórias, vivências; ou externos,
    como a perda de um emprego ou de um amor. Não se trata de
    uma emoção, que é uma resposta imediata a um estímulo. No
    caso da tristeza, nosso organismo elabora e amadurece a
    emoção, antes de manifestá-la. É uma resposta natural a
    situações de perda ou de frustrações, em que sãoliberados
    hormônios cerebrais responsáveis por angústia, melancolia ou
    coração apertado.
    "A tristeza é uma resposta que faz parte de nossa forma
    de ser e de estar no mundo. Passamos o dia flutuando entre
    pólos de alegria e infelicidade", afirma o médico psiquiatra
    Ricardo Moreno. Se passamos o dia entre esses pólos de
    flutuação, é bom não levar tão a sério os comerciais de
    margarina em que a família é linda, perfeita, alegre e até os
    cachorros parecem sorrir o tempo inteiro. Vivemos uma época
    em que a felicidade constante é praticamente um dever de
    todos. É fato: ser feliz o tempo todo está virando uma obrigação
    a ponto de causar angústia.
    Especialistas, no entanto, afirmam que estar infeliz é
    mais do que natural, é necessário à condição humana. A
    tristeza é um dos raros momentos que nos permite reflexão,
    uma volta para nós mesmos, uma possibilidade de nos conhecermos
    melhor. De saber o que queremos, do que gostamos. E
    somente com essa clareza de dados éque podemos buscar
    atividades que nos dão prazer, isto é, que nos fazem felizes.
    Assim como a dor e o medo, a tristeza nos ajuda a sobreviver.
    Sim, porque se não sentíssemos medo, poderíamos nos atirar
    de um penhasco. E se não tivéssemos dor, como o organismo
    poderia nos avisar de que algo não vai bem?

    (Adaptado de Mariana Sgarioni, Emoção & Inteligência, Superinteressante,
    p. 18-20)

    A afirmativa correta, de acordo com o texto, é:

  • 📖 Texto associado

    Apesar da queda relativa, a Região Sudeste ainda responde
    por mais da metade do PIB nacional. O Estado de São
    Paulo apresentou a maior queda relativa nos últimos anos, mas
    responde por cerca de um terço da riqueza produzida no País.
    Historicamente baseado na agricultura e na indústria, o Sudeste
    está rapidamente descortinando sua vocação para os serviços.
    O chamado setor terciário - que engloba o comércio, a
    área financeira e todos os tipos de serviços - já é majoritário
    nos quatro Estados da Região. Segundo o professor de
    economia da Universidade de São Paulo, Carlos Azzoni, a
    região está se sofisticando e se especializando na prestação de
    serviços. O Sudeste está se transformando numa referência na
    América Latina nas áreas de saúde, educação, tecnologia e
    informática. O setor financeiro mais sofisticado deve permanecer
    concentrado na região por longos anos.
    Para o mercado de trabalho, a mudança da vocação
    regional significa a perda de vagas fixas e aabertura de muitas
    oportunidades de trabalho menos rígidas. A agricultura deverá
    manter sua força na Região, mas precisa investir em culturas
    extensivas para garantir a competitividade. A tendência será
    concentrar a produção em culturas com maior produtividade que
    se encaixam nesse perfil, como a cana-de-açúcar, a laranja e as
    flores.

    Embora as facilidades logísticas desobriguem as
    empresas de produzir junto ao mercado, a força de consumo do
    Sudeste ainda cria muitas oportunidades. Alguns centros no
    interior de São Paulo e Minas Gerais têm força equivalente à de
    capitais de Estados menores. Essas cidades médias possuem,
    além do mercado, mão-de-obra qualificada e custos reduzidos
    em relação aos grandes centros. Por isso, a interiorização do
    desenvolvimento é uma tendência irreversível, segundo os
    especialistas. Outra aposta recorrente está na área de logística
    e distribuição, da qual as empresas dependem cada vez mais,
    por ser um setor que se desenvolvenecessariamente junto aos
    grandes mercados.

    (Adaptado de Karla Terra, Novo mapa do Brasil, O Estado de
    S. Paulo,
    H2, 11 de dezembro de 2005)

    O texto está corretamente resumido da seguinte maneira:

COMENTÁRIOS (0)

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência. Política de Privacidade.