Analista Censitário - IBGE - Interpretação Textual

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Desempenho Global
98
Resoluções
58%
Média
Médio
Dificuldade
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  • 📖 Texto associado
    TEXTO I
    O último paradoxo da vida moderna: por que
    ficamos presos ao celular, mas odiamos falar
    por telefone?
    Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa
    e confusa série de mensagens de WhatsApp
    SILVIA LÓPEZ
    Para iniciar um texto, Hemingway dizia
    a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira
    que você conhece”. Neste caso, seria: a
    psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu
    por meio de mensagens de áudio às perguntas
    que lhe enviamos por email. Essa curiosidade
    metajornalística não tem importância, não
    altera a qualidade de suas respostas, só ilustra
    a variedade e fluidez de opções com as quais
    podemos nos comunicar hoje. Recebemos um
    email? Respondemos com um áudio. Chegou um
    áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto.
    Recebemos um telefonema? Não respondemos.
    Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você
    me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”.
    O paradoxo do grande vício do século XXI é que
    estamos presos ao celular, mas temos fobia das
    ligações telefônicas.
    A ligação telefônica - que, até não
    muito tempo atrás, esperávamos com alegria
    ou tolerávamos com resignação, mas nunca
    evitávamos com uma rejeição universal - se
    tornou uma presença intrusiva e incômoda,
    perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das
    razões é que quando recebemos uma ligação,
    ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou
    simplesmente não temos vontade de falar nesse
    momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez.
    “Por outro lado, também exige de nós uma
    resposta imediata, ao contrário do que ocorre
    na comunicação escrita, que nos permite pensar
    bem no que queremos dizer. E a terceira razão
    seria o fato de não poder saber de antemão qual
    será a duração do telefonema”, acrescenta.
    Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019
    É um sinônimo da palavra “ligação” o vocábulo
  • 📖 Texto associado
    TEXTO I
    O último paradoxo da vida moderna: por que
    ficamos presos ao celular, mas odiamos falar
    por telefone?
    Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa
    e confusa série de mensagens de WhatsApp
    SILVIA LÓPEZ
    Para iniciar um texto, Hemingway dizia
    a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira
    que você conhece”. Neste caso, seria: a
    psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu
    por meio de mensagens de áudio às perguntas
    que lhe enviamos por email. Essa curiosidade
    metajornalística não tem importância, não
    altera a qualidade de suas respostas, só ilustra
    a variedade e fluidez de opções com as quais
    podemos nos comunicar hoje. Recebemos um
    email? Respondemos com um áudio. Chegou um
    áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto.
    Recebemos um telefonema? Não respondemos.
    Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você
    me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”.
    O paradoxo do grande vício do século XXI é que
    estamos presos ao celular, mas temos fobia das
    ligações telefônicas.
    A ligação telefônica - que, até não
    muito tempo atrás, esperávamos com alegria
    ou tolerávamos com resignação, mas nunca
    evitávamos com uma rejeição universal - se
    tornou uma presença intrusiva e incômoda,
    perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das
    razões é que quando recebemos uma ligação,
    ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou
    simplesmente não temos vontade de falar nesse
    momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez.
    “Por outro lado, também exige de nós uma
    resposta imediata, ao contrário do que ocorre
    na comunicação escrita, que nos permite pensar
    bem no que queremos dizer. E a terceira razão
    seria o fato de não poder saber de antemão qual
    será a duração do telefonema”, acrescenta.
    Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019
    Assinale a alternativa que apresenta a reescrita adequada, sintática e semanticamente, para o seguinte excerto: “ [...] ‘Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever’.”.
  • 📖 Texto associado
    TEXTO II
    Você é o que você se diz: a ciência do
    diálogo interno
    PILAR JERICÓ
    Se você quiser variar a percepção que tem
    sobre você, precisa alterar seu diálogo interior.
    A forma como você conversa consigo mesmo
    condiciona sua capacidade de enfrentar as
    dificuldades e determina a tomada de decisões.
    A autoafirmação, ou pensar coisas positivas
    sobre nós mesmos, é uma ferramenta muito útil
    para reforçar a autoestima. Entretanto, não vale
    qualquer comentário. Já ficou comprovado que
    frases como “aguento tudo” ou “sou uma pessoa
    superagradável” não ajudam muito. Quem as
    expressa não está realmente convencido disso,
    então essas expressões podem ter efeito contrário.
    A ciência do diálogo interior nos dá pistas sobre
    as técnicas que tornam nossas autoafirmações
    eficazes: devemos imaginar futuras situações
    agradáveis e nos tratar na segunda pessoa.
    Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/05/ciencia/1557083642_455016.html>. Acesso em: 25 jun. 2019.
    De acordo com o texto, é correto afirmar que
  • 📖 Texto associado
    TEXTO I
    O último paradoxo da vida moderna: por que
    ficamos presos ao celular, mas odiamos falar
    por telefone?
    Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa
    e confusa série de mensagens de WhatsApp
    SILVIA LÓPEZ
    Para iniciar um texto, Hemingway dizia
    a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira
    que você conhece”. Neste caso, seria: a
    psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu
    por meio de mensagens de áudio às perguntas
    que lhe enviamos por email. Essa curiosidade
    metajornalística não tem importância, não
    altera a qualidade de suas respostas, só ilustra
    a variedade e fluidez de opções com as quais
    podemos nos comunicar hoje. Recebemos um
    email? Respondemos com um áudio. Chegou um
    áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto.
    Recebemos um telefonema? Não respondemos.
    Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você
    me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”.
    O paradoxo do grande vício do século XXI é que
    estamos presos ao celular, mas temos fobia das
    ligações telefônicas.
    A ligação telefônica - que, até não
    muito tempo atrás, esperávamos com alegria
    ou tolerávamos com resignação, mas nunca
    evitávamos com uma rejeição universal - se
    tornou uma presença intrusiva e incômoda,
    perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das
    razões é que quando recebemos uma ligação,
    ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou
    simplesmente não temos vontade de falar nesse
    momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez.
    “Por outro lado, também exige de nós uma
    resposta imediata, ao contrário do que ocorre
    na comunicação escrita, que nos permite pensar
    bem no que queremos dizer. E a terceira razão
    seria o fato de não poder saber de antemão qual
    será a duração do telefonema”, acrescenta.
    Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019
    Em relação ao excerto “Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp”, é correto afirmar que
  • 📖 Texto associado
    TEXTO I
    O último paradoxo da vida moderna: por que
    ficamos presos ao celular, mas odiamos falar
    por telefone?
    Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa
    e confusa série de mensagens de WhatsApp
    SILVIA LÓPEZ
    Para iniciar um texto, Hemingway dizia
    a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira
    que você conhece”. Neste caso, seria: a
    psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu
    por meio de mensagens de áudio às perguntas
    que lhe enviamos por email. Essa curiosidade
    metajornalística não tem importância, não
    altera a qualidade de suas respostas, só ilustra
    a variedade e fluidez de opções com as quais
    podemos nos comunicar hoje. Recebemos um
    email? Respondemos com um áudio. Chegou um
    áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto.
    Recebemos um telefonema? Não respondemos.
    Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você
    me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”.
    O paradoxo do grande vício do século XXI é que
    estamos presos ao celular, mas temos fobia das
    ligações telefônicas.
    A ligação telefônica - que, até não
    muito tempo atrás, esperávamos com alegria
    ou tolerávamos com resignação, mas nunca
    evitávamos com uma rejeição universal - se
    tornou uma presença intrusiva e incômoda,
    perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das
    razões é que quando recebemos uma ligação,
    ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou
    simplesmente não temos vontade de falar nesse
    momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez.
    “Por outro lado, também exige de nós uma
    resposta imediata, ao contrário do que ocorre
    na comunicação escrita, que nos permite pensar
    bem no que queremos dizer. E a terceira razão
    seria o fato de não poder saber de antemão qual
    será a duração do telefonema”, acrescenta.
    Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019
    De acordo com o texto, é correto afirmar que
  • 📖 Texto associado
    TEXTO I
    O último paradoxo da vida moderna: por que
    ficamos presos ao celular, mas odiamos falar
    por telefone?
    Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa
    e confusa série de mensagens de WhatsApp
    SILVIA LÓPEZ
    Para iniciar um texto, Hemingway dizia
    a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira
    que você conhece”. Neste caso, seria: a
    psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu
    por meio de mensagens de áudio às perguntas
    que lhe enviamos por email. Essa curiosidade
    metajornalística não tem importância, não
    altera a qualidade de suas respostas, só ilustra
    a variedade e fluidez de opções com as quais
    podemos nos comunicar hoje. Recebemos um
    email? Respondemos com um áudio. Chegou um
    áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto.
    Recebemos um telefonema? Não respondemos.
    Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você
    me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”.
    O paradoxo do grande vício do século XXI é que
    estamos presos ao celular, mas temos fobia das
    ligações telefônicas.
    A ligação telefônica - que, até não
    muito tempo atrás, esperávamos com alegria
    ou tolerávamos com resignação, mas nunca
    evitávamos com uma rejeição universal - se
    tornou uma presença intrusiva e incômoda,
    perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das
    razões é que quando recebemos uma ligação,
    ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou
    simplesmente não temos vontade de falar nesse
    momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez.
    “Por outro lado, também exige de nós uma
    resposta imediata, ao contrário do que ocorre
    na comunicação escrita, que nos permite pensar
    bem no que queremos dizer. E a terceira razão
    seria o fato de não poder saber de antemão qual
    será a duração do telefonema”, acrescenta.
    Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019
    Assinale a alternativa que apresenta a reescrita adequada, sintática e semanticamente, para o seguinte excerto: “O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.”.
  • 📖 Texto associado
    TEXTO I
    O último paradoxo da vida moderna: por que
    ficamos presos ao celular, mas odiamos falar
    por telefone?
    Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa
    e confusa série de mensagens de WhatsApp
    SILVIA LÓPEZ
    Para iniciar um texto, Hemingway dizia
    a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira
    que você conhece”. Neste caso, seria: a
    psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu
    por meio de mensagens de áudio às perguntas
    que lhe enviamos por email. Essa curiosidade
    metajornalística não tem importância, não
    altera a qualidade de suas respostas, só ilustra
    a variedade e fluidez de opções com as quais
    podemos nos comunicar hoje. Recebemos um
    email? Respondemos com um áudio. Chegou um
    áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto.
    Recebemos um telefonema? Não respondemos.
    Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você
    me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”.
    O paradoxo do grande vício do século XXI é que
    estamos presos ao celular, mas temos fobia das
    ligações telefônicas.
    A ligação telefônica - que, até não
    muito tempo atrás, esperávamos com alegria
    ou tolerávamos com resignação, mas nunca
    evitávamos com uma rejeição universal - se
    tornou uma presença intrusiva e incômoda,
    perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das
    razões é que quando recebemos uma ligação,
    ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou
    simplesmente não temos vontade de falar nesse
    momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez.
    “Por outro lado, também exige de nós uma
    resposta imediata, ao contrário do que ocorre
    na comunicação escrita, que nos permite pensar
    bem no que queremos dizer. E a terceira razão
    seria o fato de não poder saber de antemão qual
    será a duração do telefonema”, acrescenta.
    Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019
    A repetição de “esperamos”, em “Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: [...]”,
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