Multiprofissional Cuidados Paliativos - SES DF - Psicologia da Saúde

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Desempenho Global
42
Resoluções
70%
Média
Médio
Dificuldade
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  • A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

    O psicólogo, no contexto de cuidados paliativos, deve buscar compreender a dinâmica familiar e o respectivo modo de organização para o tratamento, para então elaborar um plano de apoio tanto para a internação como para o contexto de cuidados domiciliares.

  • Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

    É papel do psicólogo buscar combater os sintomas estressores e angustiantes que atinjam os pacientes em cuidados paliativos e, assim, fornecer os meios para que haja manutenção da dignidade da pessoa em qualquer condição, mesmo que se manifestem preocupações com a morte.

  • A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

    O hospital geral, na condição de campo de atuação do psicólogo, compõe um cenário de diferentes demandas que se estendem do início ao fim da vida. Inserido em uma equipe multidisciplinar, o psicólogo hospitalar tem, como elementos indissociáveis de suas intervenções, a interação com profissionais de outras áreas, exceto o hospital como instituição.

  • Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

    Tendo em vista a responsabilidade dos familiares do paciente em cuidados paliativos, é importante que os profissionais sigam o posicionamento da família quanto à decisão de comunicar ou não o diagnóstico ao paciente.

  • Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

    É função da psicologia conter familiares que manifestem insatisfações com a prestação de cuidados paliativos, uma vez que tais tipos de manifestações se constituem preditores do desenvolvimento de morbidade psicológica.

  • A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

    Para o paciente terminal, uma questão refere-se ao domínio da dor, pois a dor física pode levar o ser humano a desejar a morte. Alguns pacientes terminais sofrem antes de morrer, mas outros, que são cuidados adequadamente, morrem lúcidos e em paz junto aos próprios familiares. O que o paciente pode estar realmente desejando é um tratamento mais pessoal ou, meramente, mais solidariedade humana.

  • Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

    É relevante ter clareza de que, ao se optar por implementar uma abordagem de cuidados centrada na família - particularmente em contextos de fim de vida -, se aumenta o risco de desenvolvimento de respostas desajustadas pré e pós-morte do doente.

  • Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

    Considerando a interdependência do doente e da respectiva família na adaptação à iminência da morte, ao se garantir o bem-estar dos familiares, aumenta-se a probabilidade de se assegurar também o bem-estar do doente e, por conseguinte, a dignidade no processo de morte, objetivo fundamental dos cuidados em fim de vida, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS).

  • Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.

    De acordo com a OMS o doente terminal e a respectiva família precisam constituir uma só unidade de cuidados, em que se deve garantir que as necessidades dos familiares, como suporte emocional, sejam satisfeitas pelos profissionais de saúde.

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