Um menino de dez anos de idade, com membro superior esquerdo amputado devido a osteossarcoma no um terço médio do úmero esquerdo, apresentava metástase pulmonar. Foi admitido na terapia intensiva após a ressecção dos nódulos pulmonares em uso de dreno de tórax. Respira espontaneamente em oxigenoterapia por máscara do tipo Venturi com FIO2 40% e SpO2 96%. Relata dor à inspiração profunda com pontuação de seis pela escala visual de dor.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
A oxigenoterapia utilizada é de baixo fluxo.Há mais ou menos dois anos, paciente do sexo masculino, com quarenta e um anos de idade, teve um acidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico na região parietal. Sua pressão chegou a 235 mmHg × 110 mmHg, ficou em coma por três semanas e, quando acordou, relatou fraqueza generalizada no hemicorpo D, indicando uma sequela do AVE. Após sete meses da lesão, sua hipotonia foi substituída por uma forte espasticidade em membro superior direito (bíceps braquial e flexores do punho) e membro inferior direito (flexores plantares e quadríceps). Atualmente, sua principal queixa é dificuldade de deambulação e incapacidade de realizar atividades funcionais com o membro superior direito.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens subsecutivos.
O fortalecimento muscular não é recomendado no caso em questão, porque aumenta a espasticidade e reforça movimentos anormais do paciente.Um paciente de cinquenta e dois anos de idade, com 180 cm de altura e 75 kg, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica, está internado no ambulatório de clínica médica com grave pneumonia adquirida na comunidade, o que lhe tem gerado dificuldade de manter ventilação espontânea. Na avaliação, o paciente apresentava-se consciente no leito e com volume respiratório de 2,5 L/min. Destacam-se, ainda, a presença de uma grande cicatriz em região da testa, com fios da sutura à mostra, e o histórico de uma anastomose de esôfago, recente. Nesse momento, a equipe de fisioterapia considera a realização do suporte ventilatório não invasivo e invasivo para o tratamento do paciente.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
O quadro clínico descrito é compatível com insuficiência respiratória alveolocapilar.Um paciente de sessenta e cinco anos de idade foi internado na UTI com diagnóstico de exacerbação de DPOC. Na admissão o paciente encontrava-se em respiração espontânea com suporte de oxigênio sob sistema de Venturi (válvula laranja, fluxo a 15 L/min) e, após meia hora usando o sistema, a frequência respiratória registrada foi de 30 incursões por minuto, SaO2 de 81%. O paciente apresentou, uma hora após a admissão, os seguintes parâmetros relativos à gasometria: pH = 7,31; PaCO2 = 72 mmHg; PaO2 = 50 mmHg; HCO3 = 30 mMol/L; BE = 5 mMol/L. A análise prévia da força dos músculos respiratórios mostrou valor de PImáx = +80 cmH2O e PEmáx = 120 cmH2O.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
A oxigenoterapia adotada na admissão do paciente consiste de um sistema de alto fluxo no qual a concentração de oxigênio oferecida foi de 50%.Há mais ou menos dois anos, paciente do sexo masculino, com quarenta e um anos de idade, teve um acidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico na região parietal. Sua pressão chegou a 235 mmHg × 110 mmHg, ficou em coma por três semanas e, quando acordou, relatou fraqueza generalizada no hemicorpo D, indicando uma sequela do AVE. Após sete meses da lesão, sua hipotonia foi substituída por uma forte espasticidade em membro superior direito (bíceps braquial e flexores do punho) e membro inferior direito (flexores plantares e quadríceps). Atualmente, sua principal queixa é dificuldade de deambulação e incapacidade de realizar atividades funcionais com o membro superior direito.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens subsecutivos.
Nesse caso, é possível utilizar técnicas de modulação e controle da espasticidade nos músculos flexores de cotovelo e punho, por meio de crioterapia e estimulação elétrica neuromuscular aplicadas diretamente nesses grupos musculares.Uma mulher de vinte e nove anos de idade, tabagista, com 1,72 m, massa corporal de 125 kg, e histórico de diabetes melito e hipertensão arterial sistêmica, relata ter aceitado realizar a cirurgia bariátrica depois de ter fracassado com outros tratamentos clínicos convencionais. Na internação hospitalar, a equipe de fisioterapia recebeu a paciente, avaliou-a, orientou-a e planejou as intervenções a serem realizadas no pré- e no pós-operatório.
Em relação a esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
O planejamento fisioterapêutico pré-operatório deve incluir, prioritariamente, técnicas de expansão pulmonar forçada.Um paciente de sessenta e cinco anos de idade foi internado na UTI com diagnóstico de exacerbação de DPOC. Na admissão o paciente encontrava-se em respiração espontânea com suporte de oxigênio sob sistema de Venturi (válvula laranja, fluxo a 15 L/min) e, após meia hora usando o sistema, a frequência respiratória registrada foi de 30 incursões por minuto, SaO2 de 81%. O paciente apresentou, uma hora após a admissão, os seguintes parâmetros relativos à gasometria: pH = 7,31; PaCO2 = 72 mmHg; PaO2 = 50 mmHg; HCO3 = 30 mMol/L; BE = 5 mMol/L. A análise prévia da força dos músculos respiratórios mostrou valor de PImáx = +80 cmH2O e PEmáx = 120 cmH2O.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
O quadro sugere insuficiência respiratória mista.Um homem de setenta e dois anos de idade foi internado na clínica cirúrgica de um hospital com histórico de queda da própria altura. Ele relatava dor intensa na região inguinal à direita que se irradiava para a coxa. Ao exame físico, foi observado encurtamento do membro acometido e, no exame de imagem, observou-se fratura completa do colo femoral direito, sem desvio. No exame radiológico de controle, do lado esquerdo, não foram observados sinais de lesão, apenas uma angulação do colo femoral de 110º. O paciente foi submetido à artroplastia do quadril com a colocação de uma prótese parcial e, em seguida, encaminhado para a reabilitação fisioterapêutica.
A respeito do quadro clínico precedente, julgue os itens a seguir.
De acordo com a classificação clássica de Garden, trata-se de uma fratura do tipo II.