Segundo Fierro (In: Coll, Marchesi e Palácios, 2004), quanto maior for o déficit mental do aluno, mais necessária se faz uma metódica intervenção docente voltada ao estabelecimento de comportamentos e hábitos de autonomia desse aluno, relacionados
Segundo Francine Ferland, quando brinca com outros, a criança vivencia a partilha, a rivalidade, a colaboração, o afrontamento, aprende a encontrar o seu lugar e se constitui com ser social. Entre os resultados de pesquisa sobre o brincar de crianças com deficiência física que a autora apresenta, qual item evidencia que os educadores precisariam assumir um papel de mediação para promover a interação entre as crianças nas escola inclusiva?
Segundo Goes (1999), no contexto de uso da língua de sinais, a pessoa com surdez NÃO é considerada
Em 26 de setembro de 1857, o professor surdo francês Hernest Huet fundou
A escola moderna necessita de referências fixas para educar e disciplinar os sujeitos desiguais. Tendo em vista que o surdo é diferente na sua cultura e língua, Lopes (in Skliar, 2005) considera relevante que os educadores comprometidos com a multiplicidade adquiram uma postura
Na visão adotada em Goldfeld (1997) sobre a educação de surdos, língua materna é definida como aquela
Para Lunardi (in Skliar, 2005), a discussão acerca do currículo escolar nos possibilita refletir sobre o multiculturalismo. Define-se educação multicultural como aquela que constrói o currículo
Conforme Goes (1999), a corrente de Comunicação Total propõe o uso de múltiplos meios comunicativos, através de recursos linguísticos e não linguísticos, combinando sinais, oralização, leitura orofacial, gestos, escrita, datilologia, entre outros. É recomendado que esses recursos sejam ajustados às necessidades e possibilidades
O conceito de necessidades educativas especiais, conforme Fierro (In: Coll, Marchesi e Palácios, 2004), tem grande potencial teórico, prático e educativo, pois
Em pesquisa com surdos e ouvintes, Sá (in Skliar, 2005), a respeito de entrevista com surdo, afirma: ...esta abordagem deu um pouco mais de língua de sinais, mas as mãos ainda estavam confusas, muito trancadas... não combinava a fala com as mãos: era um problema. A autora está se referindo
Fierro (In: Coll, Marchesi e Palácios, 2004) afirma que mesmo a pessoa com grave deficiência mental é capaz de aprender e passível de receber atendimento educacional. Sendo assim, as intervenções docentes devem contribuir para incrementar as potencialidades
Atenção: Considere a situação abaixo para responder às questões de números 21 a 35.
Em uma Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo/HTPC, os professores discutiam que o direito de toda criança à educação implica uma série de desafios para os sistemas escolares e suas escolas. Uma professora recém-formada, que pela primeira vez estava atuando em sala de aula, pediu às colegas mais experientes que esclarecessem alguns aspectos que para ela não eram claros. Disse que iria colocar uma série de questões e que ficaria grata se pudesse contar com a resposta das colegas.
Quando foi que se falou, pela primeira vez, em direito à Educação? Foi na
Com base em Brasil (2006), Saberes e Práticas da Inclusão, além da língua de sinais, meio privilegiado de interação simbólica, diferentes formas de comunicação que utilizam outros códigos visuais deverão estar presentes na sala de aula, beneficiando a relação entre professor/aluno surdo e demais alunos. São eles:
I. alfabeto manual, mímica e dramatização.
II. desenhos/ilustrações/fotografia e recursos tecnológicos.
III. língua portuguesa escrita.
IV. língua portuguesa oral/leitura labial.
Está correto o apresentado em
Conforme Fierro (In: Coll, Marchesi e Palácios, 2004), as intervenções educacionais e pedagógicas junto ao aluno com deficiência mental, independentemente de estarem fundamentadas em modelos comportamentais ou cognitivistas, devem orientar-se por alguns princípios, como: