AL SP - Português - Agente Técnico Legislativo Especializado

Simulado com questões de prova: AL SP - Português - Agente Técnico Legislativo Especializado. Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
179
Resoluções
48%
Média
Difícil
Dificuldade
publicidade
  • 📖 Texto associado
    Representatividade ética

         Costuma-se repetir à exaustão, e com as consequências
    características do abuso de frases feitas e lugares-comuns, que
    as esferas do poder público são o reflexo direto das melhores
    qualidades e dos piores defeitos do povo do país. Na esteira
    dessa convicção geral, afirma-se que as casas legislativas brasileiras
    espelham fielmente os temperamentos e os interesses
    dos eleitores brasileiros. É o caso de se perguntar: mesmo que
    seja assim, deve ser assim? Pois uma vez aceita essa correspondência
    mecânica, ela acaba se tornando um oportuno álibi
    para quem deseja inocentar de plano a classe política, atribuindo
    seus deslizes a vocações disseminadas pela nação inteira...
    Perguntariam os cínicos se não seria o caso, então, de não
    mais delegar o poder apenas a uns poucos, mas buscar reparti-lo
    entre todos, numa grande e festiva anarquia, eliminando-se
    os intermediários. O velho e divertido Barão de Itararé já reivindicava,
    com a acidez típica de seu humor: "Restaure-se a
    moralidade, ou então nos locupletemos todos!".
         As casas legislativas, cujos membros são todos eleitos
    pelo voto direto, não podem ser vistas como uma síntese
    cristalizada da índole de toda uma sociedade, incluindo-se aí as
    perversões, os interesses escusos, as distorções de valor. A
    chancela da representatividade, que legitima os legisladores,
    não os autoriza em hipótese alguma a duplicar os vícios sociais;
    de fato, tal representação deve ser considerada, entre outras
    coisas, como um compromisso firmado para a eliminação
    dessas mazelas. O poder conferido aos legisladores deriva,
    obviamente, das postulações positivas e construtivas de uma
    determinada ordem social, que se pretende cada vez mais justa
    e equilibrada.
         Combater a circulação dessas frases feitas e lugares comuns
    que pretendem abonar situações injuriosas é uma
    forma de combater a estagnação crítica ? essa oportunista aliada
    dos que maliciosamente se agarram ao fatalismo das "fraquezas
    humanas" para tentar justificar os desvios de conduta do
    homem público. Entre as tarefas do legislador, está a de fazer
    acreditar que nenhuma sociedade está condenada a ser uma
    comprovação de teses derrotistas.

    (Demétrio Saraiva, inédito)
    Pareceu necessário, ao autor, empregar o adjetivo ética, no título do texto, porque o conceito de representatividade costuma ser
  • 📖 Texto associado
    Representatividade ética

         Costuma-se repetir à exaustão, e com as consequências
    características do abuso de frases feitas e lugares-comuns, que
    as esferas do poder público são o reflexo direto das melhores
    qualidades e dos piores defeitos do povo do país. Na esteira
    dessa convicção geral, afirma-se que as casas legislativas brasileiras
    espelham fielmente os temperamentos e os interesses
    dos eleitores brasileiros. É o caso de se perguntar: mesmo que
    seja assim, deve ser assim? Pois uma vez aceita essa correspondência
    mecânica, ela acaba se tornando um oportuno álibi
    para quem deseja inocentar de plano a classe política, atribuindo
    seus deslizes a vocações disseminadas pela nação inteira...
    Perguntariam os cínicos se não seria o caso, então, de não
    mais delegar o poder apenas a uns poucos, mas buscar reparti-lo
    entre todos, numa grande e festiva anarquia, eliminando-se
    os intermediários. O velho e divertido Barão de Itararé já reivindicava,
    com a acidez típica de seu humor: "Restaure-se a
    moralidade, ou então nos locupletemos todos!".
         As casas legislativas, cujos membros são todos eleitos
    pelo voto direto, não podem ser vistas como uma síntese
    cristalizada da índole de toda uma sociedade, incluindo-se aí as
    perversões, os interesses escusos, as distorções de valor. A
    chancela da representatividade, que legitima os legisladores,
    não os autoriza em hipótese alguma a duplicar os vícios sociais;
    de fato, tal representação deve ser considerada, entre outras
    coisas, como um compromisso firmado para a eliminação
    dessas mazelas. O poder conferido aos legisladores deriva,
    obviamente, das postulações positivas e construtivas de uma
    determinada ordem social, que se pretende cada vez mais justa
    e equilibrada.
         Combater a circulação dessas frases feitas e lugares comuns
    que pretendem abonar situações injuriosas é uma
    forma de combater a estagnação crítica ? essa oportunista aliada
    dos que maliciosamente se agarram ao fatalismo das "fraquezas
    humanas" para tentar justificar os desvios de conduta do
    homem público. Entre as tarefas do legislador, está a de fazer
    acreditar que nenhuma sociedade está condenada a ser uma
    comprovação de teses derrotistas.

    (Demétrio Saraiva, inédito)
    Atente paras as seguintes afirmações:

    I. No 1º parágrafo, a pergunta dos cínicos e a frase do Barão de Itararé consideram a possibilidade da universalização de vantagens inescrupulosamente obtidas.

    II. No 2º parágrafo, o autor expressa sua convicção de que é fatal, na esfera do poder legislativo, a disseminação das mesmas mazelas que afetam o conjunto da sociedade.

    III. No 3º parágrafo, o combate aos lugares-comuns e às frases feitas é considerado um recurso válido para quem considera banal a disseminação dos vícios sociais.

    Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em
     
  • 📖 Texto associado
    Representatividade ética

         Costuma-se repetir à exaustão, e com as consequências
    características do abuso de frases feitas e lugares-comuns, que
    as esferas do poder público são o reflexo direto das melhores
    qualidades e dos piores defeitos do povo do país. Na esteira
    dessa convicção geral, afirma-se que as casas legislativas brasileiras
    espelham fielmente os temperamentos e os interesses
    dos eleitores brasileiros. É o caso de se perguntar: mesmo que
    seja assim, deve ser assim? Pois uma vez aceita essa correspondência
    mecânica, ela acaba se tornando um oportuno álibi
    para quem deseja inocentar de plano a classe política, atribuindo
    seus deslizes a vocações disseminadas pela nação inteira...
    Perguntariam os cínicos se não seria o caso, então, de não
    mais delegar o poder apenas a uns poucos, mas buscar reparti-lo
    entre todos, numa grande e festiva anarquia, eliminando-se
    os intermediários. O velho e divertido Barão de Itararé já reivindicava,
    com a acidez típica de seu humor: "Restaure-se a
    moralidade, ou então nos locupletemos todos!".
         As casas legislativas, cujos membros são todos eleitos
    pelo voto direto, não podem ser vistas como uma síntese
    cristalizada da índole de toda uma sociedade, incluindo-se aí as
    perversões, os interesses escusos, as distorções de valor. A
    chancela da representatividade, que legitima os legisladores,
    não os autoriza em hipótese alguma a duplicar os vícios sociais;
    de fato, tal representação deve ser considerada, entre outras
    coisas, como um compromisso firmado para a eliminação
    dessas mazelas. O poder conferido aos legisladores deriva,
    obviamente, das postulações positivas e construtivas de uma
    determinada ordem social, que se pretende cada vez mais justa
    e equilibrada.
         Combater a circulação dessas frases feitas e lugares comuns
    que pretendem abonar situações injuriosas é uma
    forma de combater a estagnação crítica ? essa oportunista aliada
    dos que maliciosamente se agarram ao fatalismo das "fraquezas
    humanas" para tentar justificar os desvios de conduta do
    homem público. Entre as tarefas do legislador, está a de fazer
    acreditar que nenhuma sociedade está condenada a ser uma
    comprovação de teses derrotistas.

    (Demétrio Saraiva, inédito)
    O velho e divertido Barão de Itararé já reivindicava (...): "Restaure-se a moralidade, ou então nos locupletemos todos!".

    Transpondo-se adequadamente o trecho acima para o discurso indireto, ele ficará: O velho e divertido Barão de Itararé já reivindicava que
  • 📖 Texto associado
    Representatividade ética

         Costuma-se repetir à exaustão, e com as consequências
    características do abuso de frases feitas e lugares-comuns, que
    as esferas do poder público são o reflexo direto das melhores
    qualidades e dos piores defeitos do povo do país. Na esteira
    dessa convicção geral, afirma-se que as casas legislativas brasileiras
    espelham fielmente os temperamentos e os interesses
    dos eleitores brasileiros. É o caso de se perguntar: mesmo que
    seja assim, deve ser assim? Pois uma vez aceita essa correspondência
    mecânica, ela acaba se tornando um oportuno álibi
    para quem deseja inocentar de plano a classe política, atribuindo
    seus deslizes a vocações disseminadas pela nação inteira...
    Perguntariam os cínicos se não seria o caso, então, de não
    mais delegar o poder apenas a uns poucos, mas buscar reparti-lo
    entre todos, numa grande e festiva anarquia, eliminando-se
    os intermediários. O velho e divertido Barão de Itararé já reivindicava,
    com a acidez típica de seu humor: "Restaure-se a
    moralidade, ou então nos locupletemos todos!".
         As casas legislativas, cujos membros são todos eleitos
    pelo voto direto, não podem ser vistas como uma síntese
    cristalizada da índole de toda uma sociedade, incluindo-se aí as
    perversões, os interesses escusos, as distorções de valor. A
    chancela da representatividade, que legitima os legisladores,
    não os autoriza em hipótese alguma a duplicar os vícios sociais;
    de fato, tal representação deve ser considerada, entre outras
    coisas, como um compromisso firmado para a eliminação
    dessas mazelas. O poder conferido aos legisladores deriva,
    obviamente, das postulações positivas e construtivas de uma
    determinada ordem social, que se pretende cada vez mais justa
    e equilibrada.
         Combater a circulação dessas frases feitas e lugares comuns
    que pretendem abonar situações injuriosas é uma
    forma de combater a estagnação crítica ? essa oportunista aliada
    dos que maliciosamente se agarram ao fatalismo das "fraquezas
    humanas" para tentar justificar os desvios de conduta do
    homem público. Entre as tarefas do legislador, está a de fazer
    acreditar que nenhuma sociedade está condenada a ser uma
    comprovação de teses derrotistas.

    (Demétrio Saraiva, inédito)
    Uma nova e correta redação da frase do Barão de Itararé, citada no texto, que preserva o sentido original é:
  • 📖 Texto associado
    Representatividade ética

         Costuma-se repetir à exaustão, e com as consequências
    características do abuso de frases feitas e lugares-comuns, que
    as esferas do poder público são o reflexo direto das melhores
    qualidades e dos piores defeitos do povo do país. Na esteira
    dessa convicção geral, afirma-se que as casas legislativas brasileiras
    espelham fielmente os temperamentos e os interesses
    dos eleitores brasileiros. É o caso de se perguntar: mesmo que
    seja assim, deve ser assim? Pois uma vez aceita essa correspondência
    mecânica, ela acaba se tornando um oportuno álibi
    para quem deseja inocentar de plano a classe política, atribuindo
    seus deslizes a vocações disseminadas pela nação inteira...
    Perguntariam os cínicos se não seria o caso, então, de não
    mais delegar o poder apenas a uns poucos, mas buscar reparti-lo
    entre todos, numa grande e festiva anarquia, eliminando-se
    os intermediários. O velho e divertido Barão de Itararé já reivindicava,
    com a acidez típica de seu humor: "Restaure-se a
    moralidade, ou então nos locupletemos todos!".
         As casas legislativas, cujos membros são todos eleitos
    pelo voto direto, não podem ser vistas como uma síntese
    cristalizada da índole de toda uma sociedade, incluindo-se aí as
    perversões, os interesses escusos, as distorções de valor. A
    chancela da representatividade, que legitima os legisladores,
    não os autoriza em hipótese alguma a duplicar os vícios sociais;
    de fato, tal representação deve ser considerada, entre outras
    coisas, como um compromisso firmado para a eliminação
    dessas mazelas. O poder conferido aos legisladores deriva,
    obviamente, das postulações positivas e construtivas de uma
    determinada ordem social, que se pretende cada vez mais justa
    e equilibrada.
         Combater a circulação dessas frases feitas e lugares comuns
    que pretendem abonar situações injuriosas é uma
    forma de combater a estagnação crítica ? essa oportunista aliada
    dos que maliciosamente se agarram ao fatalismo das "fraquezas
    humanas" para tentar justificar os desvios de conduta do
    homem público. Entre as tarefas do legislador, está a de fazer
    acreditar que nenhuma sociedade está condenada a ser uma
    comprovação de teses derrotistas.

    (Demétrio Saraiva, inédito)
    A chancela da representatividade, que legitima os legisladores, não os autoriza em hipótese alguma a duplicar os vícios sociais (...).

    Nessa frase, são exemplos de uma mesma função sintática os termos
  • 📖 Texto associado
    Representatividade ética

         Costuma-se repetir à exaustão, e com as consequências
    características do abuso de frases feitas e lugares-comuns, que
    as esferas do poder público são o reflexo direto das melhores
    qualidades e dos piores defeitos do povo do país. Na esteira
    dessa convicção geral, afirma-se que as casas legislativas brasileiras
    espelham fielmente os temperamentos e os interesses
    dos eleitores brasileiros. É o caso de se perguntar: mesmo que
    seja assim, deve ser assim? Pois uma vez aceita essa correspondência
    mecânica, ela acaba se tornando um oportuno álibi
    para quem deseja inocentar de plano a classe política, atribuindo
    seus deslizes a vocações disseminadas pela nação inteira...
    Perguntariam os cínicos se não seria o caso, então, de não
    mais delegar o poder apenas a uns poucos, mas buscar reparti-lo
    entre todos, numa grande e festiva anarquia, eliminando-se
    os intermediários. O velho e divertido Barão de Itararé já reivindicava,
    com a acidez típica de seu humor: "Restaure-se a
    moralidade, ou então nos locupletemos todos!".
         As casas legislativas, cujos membros são todos eleitos
    pelo voto direto, não podem ser vistas como uma síntese
    cristalizada da índole de toda uma sociedade, incluindo-se aí as
    perversões, os interesses escusos, as distorções de valor. A
    chancela da representatividade, que legitima os legisladores,
    não os autoriza em hipótese alguma a duplicar os vícios sociais;
    de fato, tal representação deve ser considerada, entre outras
    coisas, como um compromisso firmado para a eliminação
    dessas mazelas. O poder conferido aos legisladores deriva,
    obviamente, das postulações positivas e construtivas de uma
    determinada ordem social, que se pretende cada vez mais justa
    e equilibrada.
         Combater a circulação dessas frases feitas e lugares comuns
    que pretendem abonar situações injuriosas é uma
    forma de combater a estagnação crítica ? essa oportunista aliada
    dos que maliciosamente se agarram ao fatalismo das "fraquezas
    humanas" para tentar justificar os desvios de conduta do
    homem público. Entre as tarefas do legislador, está a de fazer
    acreditar que nenhuma sociedade está condenada a ser uma
    comprovação de teses derrotistas.

    (Demétrio Saraiva, inédito)
    Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
publicidade

COMENTÁRIOS (0)

🍪

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.