Simulado PF - Perito Criminal (Eng. Civil) - Planejamento de Obras

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  • Na medição de um serviço de pintura, cujo contrato foi por empreitada por preço unitário, o fiscal descontou todas as aberturas da área a ser pintada — algumas com dimensões de até 0,7 m² e outras superiores a 2 m² —, o que foi questionado pela contratada. Por outro lado, a empresa de pintura pleiteou um acréscimo de valor, alegando que a produtividade real da mão de obra alocada no serviço foi inferior à prevista em sua composição de custos unitários do orçamento de referência (SINAPI), gerando a necessidade de contratar mais pintores para concluir a empreitada no prazo.

    Nessa situação hipotética,

    a diferença entre a produtividade real da mão de obra e a prevista no orçamento de referência não é justificativa suficiente para pleitear acréscimo de valor, pois a contratada deve orçar o serviço adotando suas produtividades próprias.

  • Um engenheiro recebeu um orçamento da obra de construção de um prédio público para analisar se havia sobrepreço em algum serviço. Com pouco tempo disponível para análise, ele adotou o princípio de Pareto na escolha dos serviços que teriam suas composições examinadas com maior rigor e, além disso, solicitou a cotação de preços de insumos de serviços não previstos no SINAPI adotada pelo orçamentista, bem como as condições de fornecimento constantes na consulta.

    A respeito dos procedimentos adotados nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

    O engenheiro agiu de forma cuidadosa em suas solicitações, pois, na cotação de preços de insumos para compor o preço de serviços a serem executados, a quantidade a ser adquirida e a forma de fornecimento são condições que afetam o valor final da obra.
  • Durante o pleito contratual de uma obra pública em que não houve acréscimo de serviços, a contratada solicitou dilação de prazo com acréscimo de valores de administração local. As justificativas apresentadas para alteração do cronograma atendiam às exigências legais. Entretanto, ao justificar o acréscimo de valor, a contratada alegou que, independentemente da classificação de custos, toda dilação de prazo gera o acréscimo da administração local.

    Nessa situação hipotética,

    haja vista que a dilação de prazo se dará sem acréscimo de serviços, será inadequado aceitar o aumento do valor da administração local, pois esses possíveis acréscimos de custos devem estar previstos na taxa de risco de BDI.
  • Considerando que, ao se orçar uma obra rodoviária, foram levantados, entre outros, os custos com administração local e os custos com mobilização e desmobilização, julgue os itens subsequentes, a respeito da classificação desses custos de acordo com o SICRO 2. Para se evitar uma dupla remuneração, a desmobilização de equipamentos e instalações não deve ser considerada no orçamento da obra.
  • Na medição de um serviço de pintura, cujo contrato foi por empreitada por preço unitário, o fiscal descontou todas as aberturas da área a ser pintada — algumas com dimensões de até 0,7 m² e outras superiores a 2 m² —, o que foi questionado pela contratada. Por outro lado, a empresa de pintura pleiteou um acréscimo de valor, alegando que a produtividade real da mão de obra alocada no serviço foi inferior à prevista em sua composição de custos unitários do orçamento de referência (SINAPI), gerando a necessidade de contratar mais pintores para concluir a empreitada no prazo.

    Nessa situação hipotética,

    se houve menor produtividade real, o coeficiente de produtividade da mão de obra alocada no serviço é menor do que o coeficiente previsto na ficha de composição de custos unitários do SINAPI.
  • Um engenheiro recebeu um orçamento da obra de construção de um prédio público para analisar se havia sobrepreço em algum serviço. Com pouco tempo disponível para análise, ele adotou o princípio de Pareto na escolha dos serviços que teriam suas composições examinadas com maior rigor e, além disso, solicitou a cotação de preços de insumos de serviços não previstos no SINAPI adotada pelo orçamentista, bem como as condições de fornecimento constantes na consulta.

    A respeito dos procedimentos adotados nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

    Ao adotar o princípio de Pareto, o engenheiro deverá analisar a faixa A da curva ABC de serviços do orçamento, garantindo assim a verificação da faixa que engloba a maior quantidade de serviços da obra a ser contratada.
  • Considerando que, ao se orçar uma obra rodoviária, foram levantados, entre outros, os custos com administração local e os custos com mobilização e desmobilização, julgue os itens subsequentes, a respeito da classificação desses custos de acordo com o SICRO 2. Os custos locais que não forem considerados na composição de custos diretos dos serviços a serem executados, como seguros e garantias de obrigações contratuais, devem compor os custos de administração local.
  • Um engenheiro recebeu um orçamento da obra de construção de um prédio público para analisar se havia sobrepreço em algum serviço. Com pouco tempo disponível para análise, ele adotou o princípio de Pareto na escolha dos serviços que teriam suas composições examinadas com maior rigor e, além disso, solicitou a cotação de preços de insumos de serviços não previstos no SINAPI adotada pelo orçamentista, bem como as condições de fornecimento constantes na consulta.

    A respeito dos procedimentos adotados nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

    O cuidado do engenheiro na análise de sobrepreço em obras públicas é importante, pois, caso esses valores sejam pagos durante a execução da obra, ficará caracterizado o superfaturamento.
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