"O mundo vive promissor momento de paz, em que não há guerras declaradas entre as 190 nações que compõem a ONU". Essa frase é do vice-presidente da República, Marco Maciel, retirada de artigo publicado pelo Jornal de Brasília em 26/9/2000. Como representante oficial do Brasil, o vice-presidente participou da reunião da Cúpula do Milênio, recentemente promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU). A propósito dessa reunião e do contexto em que ocorreu, julgue os seguintes itens.
É correto afirmar, com razoável segurança, que a Cúpula do Milênio foi o último grande encontro de líderes mundiais neste ano, fechando as portas deste contraditório século XX que, apesar dos pesares, foi o menos violento e o mais pacífico entre todos os séculos registrados pela História.
"O mundo vive promissor momento de paz, em que não há guerras declaradas entre as 190 nações que compõem a ONU". Essa frase é do vice-presidente da República, Marco Maciel, retirada de artigo publicado pelo Jornal de Brasília em 26/9/2000. Como representante oficial do Brasil, o vice-presidente participou da reunião da Cúpula do Milênio, recentemente promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU). A propósito dessa reunião e do contexto em que ocorreu, julgue os seguintes itens.
É bastante plausível que uma das razões para a inexistência de guerras formalmente declaradas, neste momento, como constatou o vice-presidente brasileiro, seja o fim da Guerra Fria - com seu quadro de rígida bipolarização ideológica - que, iniciada logo após o término da Segunda Guerra Mundial, marcou profundamente as relações internacionais por cerca de três décadas.
Há poucos anos, um respeitável intelectual brasileiro, Hélio Jaguaribe, afirmou que, "no embate entre as drogas e a civilização, a civilização estava sendo dramaticamente derrotada". A respeito desse tema, cuja crescente importância ultrapassa os limites da vida privada e passa a ser amplamente debatido por autoridades nacionais e mundiais, julgue os itens que se seguem.
A Colômbia é exemplo de um país dilacerado pelo narcotráfico, que convive com autênticos cartéis controladores de todo o processo, que vai da produção à venda da droga; entretanto, não há indício de articulação entre os narcotraficantes colombianos e as guerrilhas que atuam no país.
Há poucos anos, um respeitável intelectual brasileiro, Hélio Jaguaribe, afirmou que, "no embate entre as drogas e a civilização, a civilização estava sendo dramaticamente derrotada". A respeito desse tema, cuja crescente importância ultrapassa os limites da vida privada e passa a ser amplamente debatido por autoridades nacionais e mundiais, julgue os itens que se seguem.
Em um mundo globalizado, também as drogas se disseminaram em escala planetária; a rigor, entre produção, processamento, distribuição e consumo, apenas a Ásia e, em menor escala, a África ainda conseguem ficar à margem do problema, talvez pela fragilidade financeira de seus mercados.
Há poucos anos, um respeitável intelectual brasileiro, Hélio Jaguaribe, afirmou que, "no embate entre as drogas e a civilização, a civilização estava sendo dramaticamente derrotada". A respeito desse tema, cuja crescente importância ultrapassa os limites da vida privada e passa a ser amplamente debatido por autoridades nacionais e mundiais, julgue os itens que se seguem.
Um temor visível entre os países vizinhos, incluindo o Brasil, é que, implantado o Plano Colômbia, tal como anunciado pelo governo norte-americano, guerrilheiros e narcotraficantes colombianos penetrem em seus territórios, ampliando as rotas das drogas e o palco no qual se desenrola a guerra civil colombiana.
"O mundo vive promissor momento de paz, em que não há guerras declaradas entre as 190 nações que compõem a ONU". Essa frase é do vice-presidente da República, Marco Maciel, retirada de artigo publicado pelo Jornal de Brasília em 26/9/2000. Como representante oficial do Brasil, o vice-presidente participou da reunião da Cúpula do Milênio, recentemente promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU). A propósito dessa reunião e do contexto em que ocorreu, julgue os seguintes itens.
O fato de temas como a proteção ambiental e a tipificação de crimes contra a dignidade humana serem discutidos em reuniões como a Cúpula do Milênio permite concluir que o próprio Direito Internacional se transforma, abrindo-se ao debate de questões universais que transcendem os limites e, em certo sentido, a própria soberania dos Estados.
"O mundo vive promissor momento de paz, em que não há guerras declaradas entre as 190 nações que compõem a ONU". Essa frase é do vice-presidente da República, Marco Maciel, retirada de artigo publicado pelo Jornal de Brasília em 26/9/2000. Como representante oficial do Brasil, o vice-presidente participou da reunião da Cúpula do Milênio, recentemente promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU). A propósito dessa reunião e do contexto em que ocorreu, julgue os seguintes itens.
A inexistência de "guerras declaradas entre as 190 nações que compõem a ONU" não pressupõe a ausência de conflitos localizados ou de áreas de elevada tensão, com eventuais escaramuças bélicas; assim é que, no momento em que a Cúpula do Milênio se reunia em Nova Iorque, três funcionários da ONU caíram vítimas de ação militar no Timor.
Há poucos anos, um respeitável intelectual brasileiro, Hélio Jaguaribe, afirmou que, "no embate entre as drogas e a civilização, a civilização estava sendo dramaticamente derrotada". A respeito desse tema, cuja crescente importância ultrapassa os limites da vida privada e passa a ser amplamente debatido por autoridades nacionais e mundiais, julgue os itens que se seguem.
Parece claro que a derrota da civilização, a que alude Hélio Jaguaribe, para além das considerações de ordem moral ou ética, explica-se pelo colossal volume de dinheiro que, a cada dia, o narcotráfico movimenta pelo mundo, fazendo a fortuna dos que o comandam.