MPU - Simulado Ginecologia e Obstetrícia - Ginecologia

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  • Sobre os tipos de pelve na mulher, é correto afirmar que:
  • Paciente com 39 anos procura atendimento ginecológico com queixa de sangramento vaginal de pequena quantidade e corrimento escuro. Realiza exame genital onde são encontrados pequenos nódulos sangrantes no colo uterino. É realizada a biópsia dessas lesões e o laudo descreve deciduose.


    Diante desses achados, a conclusão mais correta é que:

  • Sobre a anatomia dos órgãos genitais femininos, é correto afirmar que:
  • Uma paciente tem atraso menstrual de 7 semanas. A sua dosagem de beta-HCG é de 2000mUI/mL. Ao realizar ultrassonografia, é encontrado útero com cavidade pouco espessada e ecogênica, sem saco gestacional em seu interior. Em região paraovariana esquerda é encontrada massa heterogênea com anel ecogênico e conteúdo anecoico e discreta vascularização ao seu redor. Não havia líquido livre na pelve. A paciente encontra-se assintomática e não possui comorbidades.
    Dentre as condutas abaixo, a mais adequada para esse caso é:
  • Uma paciente com gestação de 10 semanas teve sangramento vaginal e realizou ultrassonografia. O exame observou gestação tópica, com feto apresentando malformações e placenta espessada com múltiplas imagens anecoicas em seu interior. A dosagem de beta-HCG foi de 500.000 mUI/mL.
    Ao ser coletado o cariótipo desse feto, o resultado será:
  • Uma grávida com 35 semanas, Gesta IV para III (cesarianas), após um episódio de sangramento vaginal, procurou uma emergência obstétrica. O plantonista realiza exame especular evidenciando sangramento em pequena quantidade pelo orifício cervical. Solicita uma ultrassonografia que evidencia placenta anterior baixa, recobrindo o colo uterino.
    Nessa situação, a melhor conduta é:
  • Ao realizar uma ultrassonografia obstétrica com 15 semanas, o examinador observa uma gestação gemelar monocoriônica diamniótica com um feto malformado, não sendo identificada atividade cardíaca e tendo fluxo reverso em sua artéria umbilical. O outro feto tem a morfologia sem alterações e fluxos normais em seus vasos ao Doppler.
    Esse achado é compatível com o seguinte diagnóstico:
  • Uma paciente com gestação gemelar de 37 semanas procura uma maternidade em trabalho de parto inicial. Ao exame, é identificado o primeiro feto em apresentação pélvica e com peso estimado de 2800g e o segundo em apresentação cefálica com peso estimado de 3200g.
    Nesse caso, a melhor via de parto é:
  • Chega ao plantão da maternidade uma gestante com 31 semanas com membranas rotas em trabalho de parto, com 6 cm de dilatação, apresentação fetal cefálica e contrações uterinas frequentes e intensas. Realizada cardiotocografia, sendo evidenciada boa vitalidade fetal.
    Entre as boas práticas, nesse caso, estão:
  • Em consulta de pré-natal, é atendida uma gestante sem comorbidades prévias, com 26 semanas, que realizou o teste de tolerância oral à glicose de 75g com o seguinte resultado: jejum: 99mg/dl, 1h: 139mg/dl e 2h: 148mg/dl.
    Diante desse achado, a conduta inicial mais correta é:
  • Uma gestante realiza ultrassonografia morfológica de 2º trimestre e é identificada massa hiperecoica no hemitórax direito do feto, que recebe vascularização por uma artéria que sai direto da aorta.
    Tal achado é compatível com o seguinte diagnóstico fetal:
  • Ultrassonografia evidencia um feto com 26 semanas com ascite, derrame pleural, edema de tecido celular subcutâneo e polidrâmnio. Não foram encontrados sinais de anemia fetal grave ao Doppler da artéria cerebral média.
    Tem que fazer parte da propedêutica, nesse caso:
  • Paciente inicia quadro de hemorragia pós-parto. O médico assistente opta por usar o balão de tampão intrauterino.
    O seu uso seria justificado na seguinte situação:
  • Uma primigesta, com diagnóstico de obesidade e diabetes gestacional com controle glicêmico adequado com dieta, trouxe exames laboratoriais de rotina e o resultado do TSH foi de 9,5 mUI/L.
    Diante desse resultado, dentre as condutas abaixo, a mais adequada para esse caso é:
  • Gestante de 21 semanas, com diabetes gestacional, realiza ultrassonografia morfológica de 2º trimestre que encontra uma massa cística na fossa posterior do cérebro fetal. O ultrassonografista informa que se trata de um remanescente embrionário constituído por uma membrana localizada abaixo do vermis cerebelar e que comumente tem um desenvolvimento neurológico normal.
    Diante dessa descrição, o diagnóstico mais provável é de:
  • Uma paciente é encaminhada ao serviço de medicina fetal com diagnóstico de mielomeningocele fetal com 22 semanas. A lesão tem seu limite superior em L5. O feto tem movimentação dos membros inferiores normal e não tem ventriculomegalia.
    Sobre a possibilidade de tratamento nesse caso, é correto afirmar que:
  • Paciente com gestação gemelar com 19 semanas procura atendimento devido a aumento importante do fundo uterino. Realiza ultrassonografia que identifica gestação monocoriônica diamniótica com um feto com polidrâmnio e Doppler do ducto venoso alterado, e o outro em adramnia, bexiga não visualizada e Doppler da artéria umbilical com diástole zero.
    Diante desses achados, o diagnóstico mais provável e a conduta são:
  • Uma gestante realiza ultrassonografia com 17 semanas que evidencia um feto com distensão da bexiga e da uretra (bexiga em formato de “raquete”) e oligodramnia.
    Esse achado é característico de:
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