A correção dessa anemia deve ser feita com:
Uma paciente portadora de beta-talassemia major cujo tratamento consiste em transfusões regulares, a cada 3 a 4 semanas, visando a manter a dosagem de hemoglobina acima de 10 g/dL, apresenta sobrecarga de ferro e aloimunização antieritrocitária.
Para a prevenção dessas complicações, é obrigatória a utilização das seguintes estratégias:
A hipótese que explica esse resultado é:
Um paciente portador de leucemia mieloide aguda foi submetido a um transplante de medula óssea alogênico. Três semanas após, quando já havia ocorrido a “pega” do transplante, começa a apresentar rash cutâneo não pruriginoso generalizado e diarreia sanguinolenta. As provas de função hepática mostravam aumento significativo de ALT, AST e bilirrubinas. No hemograma – que três dias antes estava próximo da normalidade, com anemia leve (10 g/dL de hemoglobina, trombocitopenia moderada (80.000 plaquetas/µL) e neutrófilos de 1.200 /µL – houve piora da anemia (hemogoblina: 7 g/dL) e da trombocitopenia (30.000 plaquetas/µL).
Diante desse quadro, o diagnóstico mais provável é:
Uma paciente de 18 anos de idade tem o diagnóstico de anemia aplástica confirmado pela biópsia de medula óssea, que mostrou uma celularidade inferior a 15%, com células hematológicas residuais inferiores a 20%. Seu hemograma de internação mostra hemoglobina de 5 g/dL, contagem de granulócitos de 180/µL, contagem de plaquetas de 8.000/µL e reticulócitos inferiores a 20.000/µL.
O tratamento de primeira linha dessa paciente deve ser feito com:
As recomendações atuais em relação aos hemocomponentes a serem enviados para a ressuscitação hemoterápica preveem o envio de:
Um paciente de 39 anos, sexo masculino, é submetido a alguns exames de rotina, em que foi encontrada uma dosagem de ferritina de 800 ng/dL. A dosagem de hemoglobina era de 15g/dL. Foi solicitada pesquisa das mutações genéticas C282Y, e H63D, cujos resultados foram:
• C282Y: positiva, em homozigose;
• H63D: positiva, em heterozigose.
Com esses resultados, o tratamento dessa condição deve ser feito com:
• anti-HBc: positivo; • HBsAg: negativo; • HBV (NAT individual): negativo; • anti-HBsAg: positivo (> 10UI/mL).
Com esses resultados, é correto concluir que o doador:
O tratamento da hemorragia deve ser feito com:
Uma jovem de 19 anos, altura 1,58 m e peso 51 kg, faz a sua primeira doação de sangue. Pouco antes de a coleta do sangue se completar, ela começa a suar e a ficar pálida, e diz estar tonta e com muito enjoo. A doação é interrompida, e se constata que a doadora apresenta hipotensão e bradicardia. Ela melhorou após ser colocada em posição de Trendelenburg.
Esse conjunto de sinais e sintomas é característico do seguinte tipo de reação adversa à doação de sangue:
Os elementos essenciais que esse TCLE deve conter são:
O diagnóstico mais provável para esse caso é:
Além de antibióticos, analgésicos potentes, oxigenioterapia e hidratação vigorosa, o tratamento de escolha dessa complicação é:
Nesse caso específico, a ação da plasmaférese consiste em:
Uma paciente de 50 anos de idade, submetida a cirurgia bariátrica (bypass gástrico com Roux em Y), feita dois anos antes, foi encaminha pelo cirurgião para um hematologista, a fim de tratar a anemia que ela vem apresentando há cerca de 1 ano, quando parou de tomar suplemento multivitamínico. Os exames complementares mostraram:
• Hemoglobina: 7,8 g/dL;
• Leucócitos e plaquetas: normais;
• VCM: 72 fL; • Contagem de reticulócitos: 0,8%;
• Dosagem de ferritina: 8 µg/dL;
• Dosagem de vitamina B12: 450 ng/L;
• Dosagem de ácido fólico: 16 ng/mL;
• Teste de Coombs direto: negativo.
As condutas a serem tomadas para a correção imediata da anemia e para que a anemia não volte a ocorrer são, respectivamente: