Interpretação de Textos – TRT 3ª Região (FCC) – Técnico Judiciário

Simulado com questões de prova: Interpretação de Textos – TRT 3ª Região (FCC) – Técnico Judiciário. Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
0
Resoluções
0%
Média
N/D
Dificuldade
  • 📖 Texto associado

    Escuta a hora formidável do almoço
    na cidade. Os escritórios, num passe, esvaziam-se.
    As bocas sugam um rio de carne, legumes e tortas
    vitaminosas.

    Salta depressa do mar a bandeja de peixes argênteos!
    Os subterrâneos da fome choram caldo de sopa,
    olhos líquidos de cão através do vidro devoram teu
    osso.

    Come, braço mecânico, alimenta-te, mão de papel, é
    tempo de comida,
    mais tarde será o de amor.
    Lentamente os escritórios se recuperam, e os negócios,
    forma indecisa, evoluem.
    O esplêndido negócio insinua-se no tráfego.
    Multidões que o cruzam não veem. É sem cor e sem
    cheiro.

    Está dissimulado no bonde, por trás da brisa do sul,
    vem na areia, no telefone, na batalha de aviões,
    toma conta de tua alma e dela extrai uma porcentagem.

    Escuta a hora espandongada da volta.
    Homem depois de homem, mulher, criança, homem,
    roupa, cigarro, chapéu, roupa, roupa, roupa,
    homem, homem, mulher, homem, mulher, roupa, homem
    imaginam esperarqualquer coisa,e se quedam mudos, escoam-se passo a passo, sentam-
    se,últimos servos do negócio, imaginam voltar para casa,
    já noite, entre muros apagados, numa suposta cidade,
    imaginam.

    (Carlos Drummond de Andrade. Nosso tempo, in Poesia
    completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 128)

    É correto perceber que o poeta

    I. se dirige a alguém - que pode ser um eventual leitor - tratando-o pela 2º pessoa verbal.

    II. se coloca como mais um elemento anônimo na multidão que se mistura aos trabalhadores nas ruas.

    III. deixa implícito que os sentimentos pessoais - como, por exemplo, o amor - foram sobrepujados pela preocupação mercantil.

    Está correto o que se afirma em

  • 📖 Texto associado

    Escuta a hora formidável do almoço
    na cidade. Os escritórios, num passe, esvaziam-se.
    As bocas sugam um rio de carne, legumes e tortas
    vitaminosas.

    Salta depressa do mar a bandeja de peixes argênteos!
    Os subterrâneos da fome choram caldo de sopa,
    olhos líquidos de cão através do vidro devoram teu
    osso.

    Come, braço mecânico, alimenta-te, mão de papel, é
    tempo de comida,
    mais tarde será o de amor.
    Lentamente os escritórios se recuperam, e os negócios,
    forma indecisa, evoluem.
    O esplêndido negócio insinua-se no tráfego.
    Multidões que o cruzam não veem. É sem cor e sem
    cheiro.

    Está dissimulado no bonde, por trás da brisa do sul,
    vem na areia, no telefone, na batalha de aviões,
    toma conta de tua alma e dela extrai uma porcentagem.

    Escuta a hora espandongada da volta.
    Homem depois de homem, mulher, criança, homem,
    roupa, cigarro, chapéu, roupa, roupa, roupa,
    homem, homem, mulher, homem, mulher, roupa, homem
    imaginam esperarqualquer coisa,e se quedam mudos, escoam-se passo a passo, sentam-
    se,últimos servos do negócio, imaginam voltar para casa,
    já noite, entre muros apagados, numa suposta cidade,
    imaginam.

    (Carlos Drummond de Andrade. Nosso tempo, in Poesia
    completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 128)

    Considere o verso É sem cor e sem cheiro. (1º estrofe)

    A afirmativa INCORRETA que se faz a respeito é:

  • 📖 Texto associado

    Escuta a hora formidável do almoço
    na cidade. Os escritórios, num passe, esvaziam-se.
    As bocas sugam um rio de carne, legumes e tortas
    vitaminosas.

    Salta depressa do mar a bandeja de peixes argênteos!
    Os subterrâneos da fome choram caldo de sopa,
    olhos líquidos de cão através do vidro devoram teu
    osso.

    Come, braço mecânico, alimenta-te, mão de papel, é
    tempo de comida,
    mais tarde será o de amor.
    Lentamente os escritórios se recuperam, e os negócios,
    forma indecisa, evoluem.
    O esplêndido negócio insinua-se no tráfego.
    Multidões que o cruzam não veem. É sem cor e sem
    cheiro.

    Está dissimulado no bonde, por trás da brisa do sul,
    vem na areia, no telefone, na batalha de aviões,
    toma conta de tua alma e dela extrai uma porcentagem.

    Escuta a hora espandongada da volta.
    Homem depois de homem, mulher, criança, homem,
    roupa, cigarro, chapéu, roupa, roupa, roupa,
    homem, homem, mulher, homem, mulher, roupa, homem
    imaginam esperarqualquer coisa,e se quedam mudos, escoam-se passo a passo, sentam-
    se,últimos servos do negócio, imaginam voltar para casa,
    já noite, entre muros apagados, numa suposta cidade,
    imaginam.

    (Carlos Drummond de Andrade. Nosso tempo, in Poesia
    completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 128)

    O esplêndido negócio insinua-se no tráfego. (v. 10, 1º estrofe)

    O verso que reitera a ideia contida no que está transcrito acima é:

  • 📖 Texto associado

    Escuta a hora formidável do almoço
    na cidade. Os escritórios, num passe, esvaziam-se.
    As bocas sugam um rio de carne, legumes e tortas
    vitaminosas.

    Salta depressa do mar a bandeja de peixes argênteos!
    Os subterrâneos da fome choram caldo de sopa,
    olhos líquidos de cão através do vidro devoram teu
    osso.

    Come, braço mecânico, alimenta-te, mão de papel, é
    tempo de comida,
    mais tarde será o de amor.
    Lentamente os escritórios se recuperam, e os negócios,
    forma indecisa, evoluem.
    O esplêndido negócio insinua-se no tráfego.
    Multidões que o cruzam não veem. É sem cor e sem
    cheiro.

    Está dissimulado no bonde, por trás da brisa do sul,
    vem na areia, no telefone, na batalha de aviões,
    toma conta de tua alma e dela extrai uma porcentagem.

    Escuta a hora espandongada da volta.
    Homem depois de homem, mulher, criança, homem,
    roupa, cigarro, chapéu, roupa, roupa, roupa,
    homem, homem, mulher, homem, mulher, roupa, homem
    imaginam esperarqualquer coisa,e se quedam mudos, escoam-se passo a passo, sentam-
    se,últimos servos do negócio, imaginam voltar para casa,
    já noite, entre muros apagados, numa suposta cidade,
    imaginam.

    (Carlos Drummond de Andrade. Nosso tempo, in Poesia
    completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 128)

    A afirmativa correta, de acordo com o poema, é:

  • 📖 Texto associado

    Escuta a hora formidável do almoço
    na cidade. Os escritórios, num passe, esvaziam-se.
    As bocas sugam um rio de carne, legumes e tortas
    vitaminosas.

    Salta depressa do mar a bandeja de peixes argênteos!
    Os subterrâneos da fome choram caldo de sopa,
    olhos líquidos de cão através do vidro devoram teu
    osso.

    Come, braço mecânico, alimenta-te, mão de papel, é
    tempo de comida,
    mais tarde será o de amor.
    Lentamente os escritórios se recuperam, e os negócios,
    forma indecisa, evoluem.
    O esplêndido negócio insinua-se no tráfego.
    Multidões que o cruzam não veem. É sem cor e sem
    cheiro.

    Está dissimulado no bonde, por trás da brisa do sul,
    vem na areia, no telefone, na batalha de aviões,
    toma conta de tua alma e dela extrai uma porcentagem.

    Escuta a hora espandongada da volta.
    Homem depois de homem, mulher, criança, homem,
    roupa, cigarro, chapéu, roupa, roupa, roupa,
    homem, homem, mulher, homem, mulher, roupa, homem
    imaginam esperar qualquer coisa,e se quedam mudos, escoam-se passo a passo, sentam-
    se,últimos servos do negócio, imaginam voltar para casa,
    já noite, entre muros apagados, numa suposta cidade,
    imaginam.

    (Carlos Drummond de Andrade. Nosso tempo, in Poesia
    completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 128)

    A sequência nos versos 2, 3 e 4 da 2º estrofe reflete
  • 📖 Texto associado

    Escuta a hora formidável do almoço
    na cidade. Os escritórios, num passe, esvaziam-se.
    As bocas sugam um rio de carne, legumes e tortas
    vitaminosas.

    Salta depressa do mar a bandeja de peixes argênteos!
    Os subterrâneos da fome choram caldo de sopa,
    olhos líquidos de cão através do vidro devoram teu
    osso.

    Come, braço mecânico, alimenta-te, mão de papel, é
    tempo de comida,
    mais tarde será o de amor.
    Lentamente os escritórios se recuperam, e os negócios,
    forma indecisa, evoluem.
    O esplêndido negócio insinua-se no tráfego.
    Multidões que o cruzam não veem. É sem cor e sem
    cheiro.

    Está dissimulado no bonde, por trás da brisa do sul,
    vem na areia, no telefone, na batalha de aviões,
    toma conta de tua alma e dela extrai uma porcentagem.

    Escuta a hora espandongada da volta.
    Homem depois de homem, mulher, criança, homem,
    roupa, cigarro, chapéu, roupa, roupa, roupa,
    homem, homem, mulher, homem, mulher, roupa, homem
    imaginam esperar qualquer coisa,e se quedam mudos, escoam-se passo a passo, sentam-
    se,últimos servos do negócio, imaginam voltar para casa,
    já noite, entre muros apagados, numa suposta cidade,
    imaginam.

    (Carlos Drummond de Andrade. Nosso tempo, in Poesia
    completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 128)

    Identifica-se no poema oposição entre
  • 📖 Texto associado

    Escuta a hora formidável do almoço
    na cidade. Os escritórios, num passe, esvaziam-se.
    As bocas sugam um rio de carne, legumes e tortas
    vitaminosas.

    Salta depressa do mar a bandeja de peixes argênteos!
    Os subterrâneos da fome choram caldo de sopa,
    olhos líquidos de cão através do vidro devoram teu
    osso.

    Come, braço mecânico, alimenta-te, mão de papel, é
    tempo de comida,
    mais tarde será o de amor.
    Lentamente os escritórios se recuperam, e os negócios,
    forma indecisa, evoluem.
    O esplêndido negócio insinua-se no tráfego.
    Multidões que o cruzam não veem. É sem cor e sem
    cheiro.

    Está dissimulado no bonde, por trás da brisa do sul,
    vem na areia, no telefone, na batalha de aviões,
    toma conta de tua alma e dela extrai uma porcentagem.

    Escuta a hora espandongada da volta.
    Homem depois de homem, mulher, criança, homem,
    roupa, cigarro, chapéu, roupa, roupa, roupa,
    homem, homem, mulher, homem, mulher, roupa, homem
    imaginam esperar qualquer coisa,e se quedam mudos, escoam-se passo a passo, sentam-
    se,últimos servos do negócio, imaginam voltar para casa,
    já noite, entre muros apagados, numa suposta cidade,
    imaginam.

    (Carlos Drummond de Andrade. Nosso tempo, in Poesia
    completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 128)

    O assunto do poema estaria corretamente exposto em:
  • 📖 Texto associado

    Escuta a hora formidável do almoço
    na cidade. Os escritórios, num passe, esvaziam-se.
    As bocas sugam um rio de carne, legumes e tortas
    vitaminosas.

    Salta depressa do mar a bandeja de peixes argênteos!
    Os subterrâneos da fome choram caldo de sopa,
    olhos líquidos de cão através do vidro devoram teu
    osso.

    Come, braço mecânico, alimenta-te, mão de papel, é
    tempo de comida,
    mais tarde será o de amor.
    Lentamente os escritórios se recuperam, e os negócios,
    forma indecisa, evoluem.
    O esplêndido negócio insinua-se no tráfego.
    Multidões que o cruzam não veem. É sem cor e sem
    cheiro.

    Está dissimulado no bonde, por trás da brisa do sul,
    vem na areia, no telefone, na batalha de aviões,
    toma conta de tua alma e dela extrai uma porcentagem.

    Escuta a hora espandongada da volta.
    Homem depois de homem, mulher, criança, homem,
    roupa, cigarro, chapéu, roupa, roupa, roupa,
    homem, homem, mulher, homem, mulher, roupa, homem
    imaginam esperar qualquer coisa,e se quedam mudos, escoam-se passo a passo, sentam-
    se,últimos servos do negócio, imaginam voltar para casa,
    já noite, entre muros apagados, numa suposta cidade,
    imaginam.

    (Carlos Drummond de Andrade. Nosso tempo, in Poesia
    completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p. 128)

    Considere o verso É sem cor e sem cheiro. (3º estrofe)

    A afirmativa INCORRETA que se faz a respeito é:

COMENTÁRIOS (0)

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência. Política de Privacidade.