Exercícios de Angiologia – Ecografia Vascular com Doppler (EBSERH/FGV)

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Desempenho Global
1
Resoluções
67%
Média
Médio
Dificuldade
  • Uma paciente de 28 anos de idade, sem comorbidades, praticando atividade física regular (5 vezes por semana), IMC: 19 kg/m2 , sem nenhum medicamento de uso regular até então, apresenta início de hipertensão arterial sistêmica (180 x 100 mmHg) e de difícil controle (em uso de quatro medicamentos). Ao exame físico, observou-se a presença de sopro abdominal e em carótidas.
    Esses achados clínicos sugerem o diagnóstico de:
  • A síndrome de quebra-nozes, uma das causas da síndrome de congestão pélvica, é caracterizada pela compressão da veia:
  • A dabigatrana, um inibidor oral direto da trombina utilizado para tratamento do tromboembolismo venoso, é a única droga de sua classe que possui um agente reversor específico que pode ser usado em casos de emergência, como hemorragia, por exemplo.
    O nome desse inibidor é:
  • Um paciente de 69 anos de idade é admitido no pronto atendimento com quadro de oclusão arterial aguda de membro inferior esquerdo.
    Após avaliação inicial pela equipe de plantão, a primeira medicação a ser iniciada é:
  • Em relação aos fluxos arteriais lidos ao doppler, é correto afirmar que:
  • Um paciente de 38 anos relata que estava chegando ao ponto de ônibus e correu por uns dez metros para alcançar o coletivo. No movimento, bateu a perna em algo que não viu e sentiu forte dor na face posterior da perna direita. Foi levado a uma unidade básica de saúde e, após o primeiro atendimento, chega para uma avaliação especializada. Nega diabetes, hipertensão ou tabagismo. O relato da unidade e origem continha a história acima e acrescentava: “Ao exame físico, panturrilha endurecida, empastada, de volume aumentado, muito dolorosa à palpação e à flexão dorsal e plantar do pé. Dor de difícil controle. Conduta: analgesia, repouso absoluto, heparina 5.000 UI IV e avaliação de cirurgia vascular em caráter de emergência. HD.: TVP?” Ao examinar o caso, o especialista de plantão não consegue caracterizar empastamento, mas o volume da panturrilha realmente está muito aumentado em relação à esquerda. A dor é intensa e independe do toque. Há equimose na pele ao redor. Pulsos distais, perfusão e enchimento capilar são normais.
    Ao receber esse paciente em sua unidade, o plantonista deve:
  • Uma paciente feminina de 65 anos, assintomática, portadora de hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, foi submetida a um exame de ultrassonografia Doppler de carótidas e vertebrais. Durante o exame, foi observada presença de placas calcificadas localizada na artéria carótida interna esquerda. Na avaliação das velocidades de fluxo ao Doppler espectral, evidenciou-se uma velocidade de pico sistólico (VPS) da artéria carótida interna esquerda de 210 cm/s.
    Segundo o critério primário do valor da velocidade, é apropriado suspeitar de que se trata de um exame com:
  • Um paciente de 74 anos de idade, tabagista, portador de dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e insuficiência renal moderada, apresentou quadro compatível com acidente vascular cerebral isquêmico transitório, que não deixou sequelas, há cerca de 30 dias. Durante a investigação etiológica, observou-se estenose de carótida interna esquerda de 75% no exame de ecodoppler.
    Diante desse quadro, a melhor conduta terapêutica é:
  • Um paciente de 57 anos de idade apresenta síndrome isquêmica crônica de membros inferiores incapacitante. Durante o preparativo, foi solicitada uma angiotomografia de aorta e artérias de membros inferiores, na qual se observou uma oclusão segmentar de artéria poplítea, sem calcificação e circulação colateral divergente, com aspecto de saca-rolha.
    Esses achados sugerem o diagnóstico de:

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