Pacientes com DRC em tratamento por hemodiálise ambulatorial podem apresentar hipertensão intradialítica. Na prescrição do anti-hipertensivo para pacientes em HD, o nefrologista deve considerar o fato de o fármaco ser ou não dialisável, com vistas a garantir níveis sanguíneos e teciduais adequados do medicamento.
Nesse sentido, deve-se ter em mente que o seguinte medicamento antihipertensivo é dialisável:
Paciente feminina de 60 anos, com história de infecção urinária de repetição e urolitíase não abordada urologicamente, chegou à emergência apresentando dor lombar, febre de 38,5 °C, urina turva, com odor forte, hematúria macroscópica, piúria maçica, e queda de estado geral. Sua tomografia computadorizada apresentava aumento difuso do rim e cálculo coraliforme em rim direito, com sinal da “pata de urso”.
A conduta correta resultou em intervenção cirúrgica urológica devido ao diagnóstico de:
A doença de Von Hippel-Lindau (VHL) é uma síndrome hereditária autossômica dominante causada por variantes patogênicas da linha germinativa no gene VHL. Dentre as manifestações sistêmicas dos pacientes com doença VHL, estão múltiplos cistos renais e tumores renais.
A presença do gene VHL NÃO pode ser associada à manifestação patológica de:
As clínicas de hemodiálise ambulatorial recebem pacientes portadores de hepatite B, hepatite C e HIV para tratamento de DRC em condições especiais.
O reúso de dialisadores e linhas venosas nesses pacientes segue os seguintes critérios:
Paciente assintomática. Exame de urina coletado durante a menstruação mostrou: EAS: urina turva, densidade: 1012, pH: 6.2, Hb: ++/4+, nitrito: positivo, leucócitos: 39/campo, hemácias: 82/campo, presença de cilindros hemáticos e granulosos, presença de leveduras e bactérias.
A presença de hemácias na urina é secundária a:
Paciente de 61 anos, com dor lombar há 5 dias, realizou exames de urina, que mostraram: relação proteína/creatinina: 1,8 g/g e EAS: urina turva, densidade: 1015, pH: 6,0, nitrito positivo, proteína ausente, Hb ++/4+, leucócitos 20/campo, hemácias 3/campo.
A análise do quadro clínico mostra que se trata de proteinúria:
Paciente saudável, vegana, procura a UPA por apresentar urina sanguinolenta. Exames mostravam: sangue: Hg: 12,8 g/dL, Ht: 38,3%, bilirrubinas: total: 1,4 mg/dL, direta: 0,20 mg/dL, indireta: 1,2 mg/dL e CPK: 216 U/L. Urina: EAS: cor: vermelho claro, densidade: 1016, pH: 5,9, urobilinogênio: +/4+, Hb +/4+, leucócitos 2/campo, hemácias 1/campo, cristais de oxalato de cálcio.
A provável causa da alteração da cor da urina é:
Paciente portador de doença renal crônica (DRC) estágio 5D, de causa indeterminada, em tratamento com hemodiálise. O exame de exoma completo para pesquisa de doenças genéticas mostrou mutações no gene UMOD.
A DRC do paciente é secundária a: