Simulado: Prova SEDUC SP - Temas Educacionais Pedagógicos (QM 2022)

prepare-se com cadernos de questões focados na sua aprovação.

Ensino Superior
20 questões
1
Questão
Segundo Zerbato e Mendes (2018), um dos princípios do Desenho Universal para a Aprendizagem aponta os caminhos que podem ser oferecidos aos alunos para que acessem conhecimentos prévios, ideias, conceitos e temas atuais a partir de informações apresentadas e, ao mesmo tempo, pode fornecer suporte para decodificar essas informações. Trata-se do princípio
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Questão
Durante uma reunião pedagógica, a equipe docente de uma escola debateu o plano de ensino para um estudante com deficiência intelectual. Um dos professores sugeriu que não valeria a pena insistir em novos conteúdos, pois “a capacidade de aprendizagem do aluno já havia chegado ao limite”, sugerindo a certificação de terminalidade específica.
Considerando os apontamentos de Pletsch (2014) sobre o tema, é correto afirmar que
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Questão
As autoras Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam que, para Lehr (1999), um dos fatores cruciais para o sucesso do trabalho no modelo de coensino é:
4
Questão
Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam que uma sugestão proposta pelos próprios professores especializados, para vencer a resistência inicial e ganhar confiança do professor do ensino comum na perspectiva do coensino, é considerar a importância
5
Questão
De acordo com Coll, Palacios e Marchesi (2004), uma intervenção básica em pessoas com deficiência intelectual (à época do texto, referida como deficiência mental)
6
Questão
Durante a reorganização dos espaços e recursos pedagógicos de uma escola, a equipe técnica optou por seguir os princípios do Desenho Universal, conforme proposto por Mace (2005; citado por Nunes e Sobrinho em Baptista, Caiado e Jesus, 2010). Uma das decisões envolveu disponibilizar recursos ajustáveis, que permitam diferentes formas de uso, conforme as necessidades de cada estudante. Tal decisão está mais diretamente relacionada ao princípio
7
Questão
Smith (2008) ressalta que, ao tentarmos ser politicamente corretos, às vezes podemos utilizar uma linguagem ofensiva ao nos dirigirmos a uma pessoa com deficiência. Uma forma de ser cuidadoso quanto a isso é levar em consideração regras básicas, como
8
Questão
Com base em Lima (2018) e Domingues (2010), assinale a alternativa que se refere corretamente ao programa com síntese de voz JAWS (Job Access With Speech) como recurso tecnológico para alunos com deficiência visual.
9
Questão
João tem 6 anos de idade e foi matriculado na 1ª série. Sua mãe apresentou um laudo do oftalmologista atestando que João tem hipermetropia em ambos os olhos, os quais são mais curtos do que o normal para o padrão da idade. Também apresenta a curvatura de ambas as córneas mais plana e necessita usar os óculos prescritos para as atividades em classe.
Com base em Lima, em O aluno com deficiência visual: cegueira e baixa visão (2018), e de acordo com esses dados, é possível inferir que João tem dificuldade para enxergar
10
Questão
Lima, em O aluno com deficiência visual: cegueira e baixa visão (2018), afirma que a audiodescrição é a arte de transformar aquilo que é visto em palavras, o que se configura como um poderoso recurso na inclusão escolar e acadêmica, na medida em que possibilita referência e compreensão do ambiente.
Assinale a alternativa que corretamente descreve uma forma de como o professor pode fazer a audiodescrição, na perspectiva da autora.
11
Questão
Márcia, de 12 anos de idade, tem diagnóstico de baixa visão por déficit de acuidade, é sensível a diferentes níveis de luz e tem desconforto para luz intensa e brilhos refletidos. Para melhor eficiência visual nas atividades de leitura, ela precisa do controle de iluminação, da diminuição da luz refletida no papel, bem como do aumento de contraste.
Com base em Sampaio et al., em Baixa Visão e Cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), a sugestão de um auxílio não óptico para leitura, no caso de Márcia, seria
12
Questão
A autora Elcie Masini, na publicação O perceber de quem está na escola sem dispor da visão (2013), assinala que uma criança que nunca enxergou tem uma experiência diferente daquela que ficou cega nos primeiros anos de vida.
Para a autora, na experiência perceptiva, estão compreendidos muito mais do que fatores perceptivo-cognitivos e fisiológicos, pois também estão envolvidos os fatores que dizem respeito
13
Questão
Para Celma Domingues et al., na publicação A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira (2010), a criança com cegueira congênita, durante seu desenvolvimento, pode apresentar a tendência de emitir palavras, expressões ou termos descontextualizados, sem nexo, desprovidos de sentido e de significado, porque a falta de visão colabora para que a criança use as palavras para substituir aquilo que não enxerga.
Na concepção das autoras, essa definição refere-se à manifestação
14
Questão
Na perspectiva de Celma Domingues et al., em A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira (2010), uma criança com cegueira levará mais tempo para conhecer ou reconhecer as coisas e os objetos porque os manuseia e analisa palmo a palmo, enquanto a criança que enxerga percebe a totalidade dos objetos de uma só vez. ,,Nessa relação tato – visão, é correto afirmar que
15
Questão
Leia o trecho a seguir:
A alfabetização de crianças com cegueira depende de um ambiente favorável que deve provocar a exploração dos sentidos remanescentes porque estas crianças não têm as mesmas possibilidades de entrar em contato direto, casual e espontâneo com a leitura e escrita. No entanto, a alfabetização não depende unicamente de integração dos sentidos.
(Celma Domingues et al., A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira, 2010).
De acordo com as autoras, é correto afirmar que as dificuldades de compreensão, de formação de conceitos ou de construção do conhecimento das crianças com cegueira
16
Questão
O ensino do soroban na escola corresponde a uma complementação curricular para o aluno com deficiência visual, e para o seu efetivo uso é necessário verificar se o aluno coloca corretamente as mãos sobre o instrumento.
De acordo com Sampaio et al. em Baixa Visão e Cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), o dedo indicador é usado no soroban para
17
Questão
As pessoas com baixa visão necessitam da ampliação das imagens, de perto e longe, para conseguir enxergar melhor, e essa ampliação pode ser feita tanto por meio de recursos ópticos como não ópticos e tecnológicos.
Assinale a alternativa que menciona dois recursos de ampliação não ópticos, com base em Lima em O aluno com deficiência visual: cegueira e baixa visão (2018).
18
Questão
Os auxílios não ópticos para pessoas com baixa visão podem ser diferentes para as atividades de escrita e as atividades de leitura.
De acordo com Sampaio et al. em Baixa visão e cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), assinale a alternativa que menciona um auxílio para a escrita que favorece tanto a ampliação das letras quanto o aumento do contraste.
19
Questão
Caroline Borges, em Atendimento educacional especializado na escola comum como ação pedagógica favorecedora da educação inclusiva (2020), ressalta que o atendimento educacional na sala de aula e na sala de recursos multifuncionais deve contribuir com o processo de ensinar e aprender na escola, sobretudo na sala de aula comum.
Nessa premissa, há que se considerar que as atividades desenvolvidas em sala comum e na sala de recursos multifuncionais sejam
20
Questão
De acordo com com Alves e Amorim em A criança cega vai à escola: preparando para a alfabetização (2008), a aprendizagem da criança cega acontece por meio da interação com pessoas e objetos que a rodeiam, com o uso dos sentidos remanescentes, pela movimentação corpórea e pela motivação frente a novas experiências.
Assinale a alternativa correta sobre a funcionalidade dos sentidos remanescentes no desenvolvimento da criança cega na perspectiva de Alves e Amorim (2008).