1Questão
Segundo Zerbato e Mendes (2018), um dos princípios
do Desenho Universal para a Aprendizagem aponta os
caminhos que podem ser oferecidos aos alunos para
que acessem conhecimentos prévios, ideias, conceitos
e temas atuais a partir de informações apresentadas e,
ao mesmo tempo, pode fornecer suporte para decodificar
essas informações. Trata-se do princípio
2Questão
Durante uma reunião pedagógica, a equipe docente de
uma escola debateu o plano de ensino para um estudante com deficiência intelectual. Um dos professores
sugeriu que não valeria a pena insistir em novos conteúdos, pois “a capacidade de aprendizagem do aluno
já havia chegado ao limite”, sugerindo a certificação de
terminalidade específica.
Considerando os apontamentos de Pletsch (2014) sobre o tema, é correto afirmar que
Considerando os apontamentos de Pletsch (2014) sobre o tema, é correto afirmar que
3Questão
As autoras Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam
que, para Lehr (1999), um dos fatores cruciais para o
sucesso do trabalho no modelo de coensino é:
4Questão
Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam que uma
sugestão proposta pelos próprios professores especializados, para vencer a resistência inicial e ganhar
confiança do professor do ensino comum na perspectiva
do coensino, é considerar a importância
5Questão
De acordo com Coll, Palacios e Marchesi (2004), uma intervenção básica em pessoas com deficiência intelectual
(à época do texto, referida como deficiência mental)
6Questão
Durante a reorganização dos espaços e recursos pedagógicos de uma escola, a equipe técnica optou por
seguir os princípios do Desenho Universal, conforme
proposto por Mace (2005; citado por Nunes e Sobrinho
em Baptista, Caiado e Jesus, 2010). Uma das decisões
envolveu disponibilizar recursos ajustáveis, que permitam diferentes formas de uso, conforme as necessidades
de cada estudante. Tal decisão está mais diretamente
relacionada ao princípio
7Questão
Smith (2008) ressalta que, ao tentarmos ser politicamente corretos, às vezes podemos utilizar uma linguagem
ofensiva ao nos dirigirmos a uma pessoa com deficiência.
Uma forma de ser cuidadoso quanto a isso é levar em
consideração regras básicas, como
8Questão
Com base em Lima (2018) e Domingues (2010), assinale
a alternativa que se refere corretamente ao programa com
síntese de voz JAWS (Job Access With Speech) como
recurso tecnológico para alunos com deficiência visual.
9Questão
João tem 6 anos de idade e foi matriculado na 1ª
série.
Sua mãe apresentou um laudo do oftalmologista atestando que João tem hipermetropia em ambos os olhos, os
quais são mais curtos do que o normal para o padrão
da idade. Também apresenta a curvatura de ambas as
córneas mais plana e necessita usar os óculos prescritos
para as atividades em classe.
Com base em Lima, em O aluno com deficiência visual: cegueira e baixa visão (2018), e de acordo com esses dados, é possível inferir que João tem dificuldade para enxergar
Com base em Lima, em O aluno com deficiência visual: cegueira e baixa visão (2018), e de acordo com esses dados, é possível inferir que João tem dificuldade para enxergar
10Questão
Lima, em O aluno com deficiência visual: cegueira e baixa visão (2018), afirma que a audiodescrição é a arte
de transformar aquilo que é visto em palavras, o que se
configura como um poderoso recurso na inclusão escolar
e acadêmica, na medida em que possibilita referência e
compreensão do ambiente.
Assinale a alternativa que corretamente descreve uma forma de como o professor pode fazer a audiodescrição, na perspectiva da autora.
Assinale a alternativa que corretamente descreve uma forma de como o professor pode fazer a audiodescrição, na perspectiva da autora.
11Questão
Márcia, de 12 anos de idade, tem diagnóstico de baixa
visão por déficit de acuidade, é sensível a diferentes
níveis de luz e tem desconforto para luz intensa e brilhos
refletidos. Para melhor eficiência visual nas atividades
de leitura, ela precisa do controle de iluminação, da diminuição da luz refletida no papel, bem como do aumento
de contraste.
Com base em Sampaio et al., em Baixa Visão e Cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), a sugestão de um auxílio não óptico para leitura, no caso de Márcia, seria
Com base em Sampaio et al., em Baixa Visão e Cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), a sugestão de um auxílio não óptico para leitura, no caso de Márcia, seria
12Questão
A autora Elcie Masini, na publicação O perceber de quem
está na escola sem dispor da visão (2013), assinala que
uma criança que nunca enxergou tem uma experiência
diferente daquela que ficou cega nos primeiros anos
de vida.
Para a autora, na experiência perceptiva, estão compreendidos muito mais do que fatores perceptivo-cognitivos e fisiológicos, pois também estão envolvidos os fatores que dizem respeito
Para a autora, na experiência perceptiva, estão compreendidos muito mais do que fatores perceptivo-cognitivos e fisiológicos, pois também estão envolvidos os fatores que dizem respeito
13Questão
Para Celma Domingues et al., na publicação A Educação
Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos
com deficiência visual: baixa visão e cegueira (2010), a
criança com cegueira congênita, durante seu desenvolvimento, pode apresentar a tendência de emitir palavras,
expressões ou termos descontextualizados, sem nexo,
desprovidos de sentido e de significado, porque a falta de
visão colabora para que a criança use as palavras para
substituir aquilo que não enxerga.
Na concepção das autoras, essa definição refere-se à manifestação
Na concepção das autoras, essa definição refere-se à manifestação
14Questão
Na perspectiva de Celma Domingues et al., em A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os
alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira
(2010), uma criança com cegueira levará mais tempo
para conhecer ou reconhecer as coisas e os objetos
porque os manuseia e analisa palmo a palmo, enquanto
a criança que enxerga percebe a totalidade dos objetos
de uma só vez. ,,Nessa relação tato – visão, é correto afirmar que
15Questão
Leia o trecho a seguir:
A alfabetização de crianças com cegueira depende de um ambiente favorável que deve provocar a exploração dos sentidos remanescentes porque estas crianças não têm as mesmas possibilidades de entrar em contato direto, casual e espontâneo com a leitura e escrita. No entanto, a alfabetização não depende unicamente de integração dos sentidos.
(Celma Domingues et al., A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira, 2010).
De acordo com as autoras, é correto afirmar que as dificuldades de compreensão, de formação de conceitos ou de construção do conhecimento das crianças com cegueira
A alfabetização de crianças com cegueira depende de um ambiente favorável que deve provocar a exploração dos sentidos remanescentes porque estas crianças não têm as mesmas possibilidades de entrar em contato direto, casual e espontâneo com a leitura e escrita. No entanto, a alfabetização não depende unicamente de integração dos sentidos.
(Celma Domingues et al., A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira, 2010).
De acordo com as autoras, é correto afirmar que as dificuldades de compreensão, de formação de conceitos ou de construção do conhecimento das crianças com cegueira
16Questão
O ensino do soroban na escola corresponde a uma complementação curricular para o aluno com deficiência visual,
e para o seu efetivo uso é necessário verificar se o aluno
coloca corretamente as mãos sobre o instrumento.
De acordo com Sampaio et al. em Baixa Visão e Cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), o dedo indicador é usado no soroban para
De acordo com Sampaio et al. em Baixa Visão e Cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), o dedo indicador é usado no soroban para
17Questão
As pessoas com baixa visão necessitam da ampliação
das imagens, de perto e longe, para conseguir enxergar
melhor, e essa ampliação pode ser feita tanto por meio de
recursos ópticos como não ópticos e tecnológicos.
Assinale a alternativa que menciona dois recursos de ampliação não ópticos, com base em Lima em O aluno com deficiência visual: cegueira e baixa visão (2018).
Assinale a alternativa que menciona dois recursos de ampliação não ópticos, com base em Lima em O aluno com deficiência visual: cegueira e baixa visão (2018).
18Questão
Os auxílios não ópticos para pessoas com baixa visão
podem ser diferentes para as atividades de escrita e as
atividades de leitura.
De acordo com Sampaio et al. em Baixa visão e cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), assinale a alternativa que menciona um auxílio para a escrita que favorece tanto a ampliação das letras quanto o aumento do contraste.
De acordo com Sampaio et al. em Baixa visão e cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão (2010), assinale a alternativa que menciona um auxílio para a escrita que favorece tanto a ampliação das letras quanto o aumento do contraste.
19Questão
Caroline Borges, em Atendimento educacional especializado na escola comum como ação pedagógica favorecedora da educação inclusiva (2020), ressalta que o
atendimento educacional na sala de aula e na sala de
recursos multifuncionais deve contribuir com o processo
de ensinar e aprender na escola, sobretudo na sala de
aula comum.
Nessa premissa, há que se considerar que as atividades desenvolvidas em sala comum e na sala de recursos multifuncionais sejam
Nessa premissa, há que se considerar que as atividades desenvolvidas em sala comum e na sala de recursos multifuncionais sejam
20Questão
De acordo com com Alves e Amorim em A criança cega
vai à escola: preparando para a alfabetização (2008),
a aprendizagem da criança cega acontece por meio da
interação com pessoas e objetos que a rodeiam, com o
uso dos sentidos remanescentes, pela movimentação
corpórea e pela motivação frente a novas experiências.
Assinale a alternativa correta sobre a funcionalidade dos sentidos remanescentes no desenvolvimento da criança cega na perspectiva de Alves e Amorim (2008).
Assinale a alternativa correta sobre a funcionalidade dos sentidos remanescentes no desenvolvimento da criança cega na perspectiva de Alves e Amorim (2008).