Prova de Temas Educacionais Pedagógicos - SEDUC SP (QM 2018)

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Desempenho Global
20
Resoluções
30%
Média
Difícil
Dificuldade
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  • Pletsch (2014) ressalta que defesas unilaterais que universalizam somente uma possibilidade de educação para pessoas com deficiência intelectual
  • Borges (2020) atenta para o fato de que não se deve reduzir a relevância do atendimento educacional especializado, concebendo-o apenas como um espaço físico, mas que pensemos a ação pedagógica do atendimento como
  • Com análise da literatura da área em relação ao Atendimento Educacional Especializado, Borges (2020) assinala que um apontamento constante nas pesquisas é a necessidade de
  • Joana, professora da sala comum, e Márcia, professora de educação especial, trabalham no modelo de Ensino Colaborativo. Contudo, por vezes, uma tenta impor sua forma de atuação para a outra. Para Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014), essa situação pode prejudicar a proposta do modelo adotado ao
  • Segundo Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014), quando o professor de sala comum e o professor de ensino especial atuam em igualdade quanto à liderança e às responsabilidades educacionais dos alunos, tem-se uma relação de colaboração denominada
  • Ana, professora do 9° ano, muitas vezes nota que o desafio que a inclusão escolar impõe ao professor do ensino comum é muito grande. Nesse sentido, Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam que esse desafio
  • Considerando a inclusão escolar, os autores Coll, Marchesi e Palacios (2004) apontam que é uma característica relevante de um bom docente
  • Segundo Coll, Marchesi e Palacios (2004), um dos fatores de êxito da inclusão escolar ocorre quando essa temática é
  • Em conversa, uma coordenadora do PEB II afirma que alunos com deficiência intelectual devem estudar na escola regular apenas se apresentarem alguns pré-requisitos pedagógicos que os façam conseguir acompanhar o ritmo e as atividades desenvolvidas pelos outros alunos. De acordo com Garghetti, Medeiros e Nuernberg (2013), essa fala representa
  • Para Chtena (2016, citado por Zerbato e Mendes, 2018) um bom ponto de partida para a criação de um ambiente verdadeiramente inclusivo envolve a
  • Uma professora do ensino médio tem se esforçado para conhecer seu aluno com deficiência intelectual, procurando saber de seus interesses pessoais, disciplinas escolares favoritas e quais emoções as atividades escolares despertam nele. Para Rodrigues (2020), essas ações da professora favorecem
  • Nunes e Sobrinho (em Baptista; Caiado e Jesus, 2010) pontuam que, no presente século, o conceito de acessibilidade extrapola as barreiras concretas da sociedade, passando a enfatizar
  • Segundo Coll, Marchesi e Palacios (2004), quando se fala que o aluno com deficiência intelectual possui necessidades educativas especiais, a principal questão alude à necessidade do professor de ofertar uma proposta educacional
  • Para os alunos com baixa visão, o uso de contrastes é benéfico e pode ser utilizado de várias maneiras, dependendo das necessidades visuais específicas de cada um, atendendo suas preferências e o conforto. Um exemplo do uso funcional de contrastes, de acordo com Domingues (2010), é:
  • A baixa visão pode ser causada por dificuldades de campo visual. Domingues (2010) menciona que um aluno com alterações de campo visual periférico poderá ter dificuldades
  • As definições de baixa visão e cegueira podem ser feitas por dois critérios: legal e educacional. Do ponto de vista educacional, é importante observar como o estudante utiliza a visão e quais são os potenciais visuais a serem explorados, bem como quais os recursos adequados para cada caso (Lima, 2018). Nesse contexto, o fator de definição para classificação educacional de cegueira é:
  • Para aprender o braille, “a criança cega tem que analisar com seus dedos (geralmente o indicador) cada uma das letras (ou pontos), separando uma das outras” (Sampaio et al, 2010, p. 396). Portanto, na leitura braille,
  • Assinale a alternativa correta quanto ao Soroban, com base em Sampaio et al (2010).
  • Com base em Sampaio (2010, p. 460), a definição “superfície de piso caracterizado pela diferenciação de textura em relação ao piso adjacente destinado a constituir aviso perceptível por pessoas com deficiência visual (cegos e com baixa visão)” refere-se ao piso
  • Na concepção da autora Masini (2013), para se compreender a pessoa com deficiência visual e sua maneira de se relacionar no mundo que a cerca, há que se considerar ao mesmo tempo sua generalidade e especificidade. Portanto, para essa compreensão, segundo o pensamento da autora, é importante conhecer sobre a pessoa com deficiência visual:
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