Simulados Pedagogia Temas Educacionais Ped...

Prova de Pedagogia: Questões de Temas Educacionais (Licenciatura)

Simulado com questões de prova: Prova de Pedagogia: Questões de Temas Educacionais (Licenciatura). Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!

✅ 20 questões
😐 n/d
👥 2
🏆 0
📈 38%

1Q1089280 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Em uma escola localizada em território quilombola, as turmas do Ensino Médio estavam envolvidas com a festividade de Santo Antônio, padroeiro da comunidade. Um professor de História, aproveitando a situação, convidou professores de outras áreas para realizarem atividades pedagógicas sobre a representatividade da festa para o Inventário Cultural Quilombola. Com a mobilização das áreas, foi proposta uma reflexão sobre a autonomia e a identidade escolar presentes no Projeto Político Pedagógico da escola.

Com base no cenário apresentado, uma intervenção didática que considera a colaboração entre escola e comunidade quilombola é aquela que
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

2Q1089283 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Li uma história de um pesquisador europeu no começo do século XX que estava nos EUA e chegou a um território dos hopi. Ele tinha pedido que alguém daquela aldeia facilitasse o encontro dele com uma anciã que ele queria entrevistar. Quando foi encontrá-la, ela estava parada perto de uma rocha. Estava conversando com a irmã dela: uma pedra. Assim como aquela senhora hopi que conversava com a pedra, sua irmã, tem um monte de gente que fala com montanhas.
Por que essas narrativas não nos entusiasmam? Por que elas vão sendo esquecidas e apagadas em favor de uma narrativa globalizante, superficial, que quer contar a mesma história para a gente?
KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2020 (adaptado).

Para contemplar a reflexão de Ailton Krenak, os professores da Educação Básica devem considerar na elaboração de um plano de ensino os conhecimentos
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

3Q1089286 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

TEXTO 1

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino destinada a pessoas que não estão inseridas na educação regular por motivos diversos. Nesse contexto educacional, esse estudante possui uma história de vida, sobretudo por ser, efetivamente, um sujeito ativo nas esferas sociais.
PEREIRA, P. F.; REINALDO, M. A. G. Ensino-aprendizagem de charge na EJA: uma experiência no contexto de estágio supervisionado. III CINTED (adaptado).

TEXTO 2
As concepções restritas veem a EJA apenas em seu caráter marginal e secundário, camuflando os aspectos políticos, culturais e pedagógicos. Sob uma abordagem sistêmica, a EJA é tratada como parte da história da educação do país e, como tal, uma modalidade importante no processo de democratização do direito à educação.
ALMEIDA, A. EJA: uma educação para o trabalho ou para a classe trabalhadora?
Revista Brasileira de Educação de Jovens e Adultos, 2016 (adaptado).

Considerando os textos 1 e 2, a alternativa que apresenta uma ação pedagógica condizente com a abordagem sistêmica da EJA é
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

4Q1089287 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

O letramento científico representa uma competência essencial no contexto educacional e tem como finalidade proporcionar que os indivíduos compreendam, apliquem e sejam críticos ao conhecimento científico a ser utilizado em suas vidas cotidianas.
SOUSA, L. Q.; ABREU, K. F. Análise de Estudos e Pesquisas sobre Letramento Científico.
Cadernos Cajuína, n. 4, 2024.

Considerando o que representa o letramento científico, a equipe gestora de uma escola planeja organizar uma palestra com o objetivo de conscientizar a comunidade escolar de que a ciência
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

5Q1089290 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Um professor, diante de questionamentos acerca da eficácia das vacinas na comunidade, propõe aos estudantes a realização de práticas pedagógicas sobre a relação entre o aumento da ocorrência de doenças que haviam sido erradicadas e o baixo índice de vacinação referente aos imunizantes do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Considerando o papel da escola como espaço de promoção do letramento científico, o professor inicia um projeto de conscientização da comunidade escolar quanto à importância da atualização das carteiras vacinais e do combate à desinformação. A fim de atender aos objetivos do projeto, foi elaborada uma proposta de prática pedagógica.

Para que essa proposta promova o letramento científico, o professor deve
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

6Q1089291 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

O espaço escolar é um lugar de convívio. Nele encontramos não apenas as relações das pessoas com o conhecimento, mas também o aprendizado de como as pessoas se relacionam entre si e com o restante do mundo. Exatamente por isso os conflitos aparecem, e a gestão da escola deve saber como lidar com eles. Por reproduzir as lógicas sociais, encontramos, também na escola, relações que desvalorizam o que é entendido como contra-hegemônico nas culturas. E isso impacta negativamente nas pessoas negras e nas praticantes das Religiões de Matrizes Africanas. Talvez os signos de Exu e de Ogum sejam boas pistas sobre como lidar com a escola na busca de espaços menos opressivos. Essas duas divindades do panteão iorubano são vinculadas aos caminhos, à comunicação, à política, aos conflitos e, de algum modo, à própria educação. Exu e Ogum nos ensinam que a convivência não precisa de uma suposição de que todas e todos pensem do mesmo modo, desejem do mesmo modo, caminhem pelos mesmos caminhos. Mas ensinam que o mundo é criado coletivamente e que, entre conflitos e andanças, devemos preservar as diferenças.

NASCIMENTO, W. F. As religiões de matrizes africanas, resistência
e contexto escolar: entre encruzilhadas. In: Memórias do
Baobá II. Fortaleza: Editora UFC, 2017 (adaptado).

Com base no texto e nas ações de enfrentamento ao racismo religioso no espaço escolar, é correto afirmar que a
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

7Q1089539 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.

Um professor de Língua Portuguesa do Ensino Médio elaborou um plano de aula cujo fragmento pode ser lido a seguir.

Plano de Aula



Tema: Explorando a ordem das palavras no português


Série: 2ª série do Ensino Médio


Componente Curricular: Língua Portuguesa


Conteúdo: Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro


Objetivo: Reconhecer a ordem preferencial dos constituintes Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro


Metodologia:


Exploração dos conhecimentos prévios dos estudantes sobre o assunto.


Leitura de exemplos: “carta eu uma escrevi.”; “comprou minha pão mãe o.”; “bola chutou a Pedro.”; e “aposta ela uma fez.”


Debate sobre a posição dos constituintes Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro com base nosexemplos citados.


Reflexão sobre a ordem das palavras a partir dos exemplos apresentados pelo professor.


Reconhecimento da ordem preferencial da estrutura oracional do português brasileiro, reorganizando os exemplos no quadro.



Durante a execução do plano, o professor explicou: “No português brasileiro, a ordem mais comum dos constituintes é Sujeito – Verbo – Objeto (SVO). Vocês se lembram desses termos estudados nas aulas anteriores? Geralmente, colocamos o sujeito primeiro, depois o verbo e, por fim, o objeto. Essa organização é tão comum que remete a estruturas linguísticas fundamentais internalizadas na cognição do falante do português brasileiro. Quando alteramos essa ordem, a frase pode parecer confusa ou estranha. Isso mostra que o conhecimento da estrutura SVO faz parte do modo como usamos o português brasileiro, sem precisar pensar nela conscientemente”.


Com base nesse fragmento do plano de aula, qual alternativa caracteriza a relação entre a concepção de linguagem implícita no plano e os pressupostos da abordagem behaviorista de aquisição da linguagem?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

8Q1089548 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.

Um professor de Língua Portuguesa do 8º ano, em uma escola pública localizada em uma cidade brasileira de fronteira, recebe, no início do ano letivo, alguns alunos migrantes hispanofalantes que chegaram recentemente ao Brasil. Enquanto alguns já demonstram certa desenvoltura em português, outros têm o contato com o idioma pela primeira vez.


Alejandro, um dos estudantes, compreende o português em nível básico, mas ainda se comunica majoritariamente em espanhol e apresenta dificuldades tanto na oralidade quanto na escrita.


Durante uma atividade em sala, ao perguntar sobre os desejos e sonhos dos estudantes, o professor ouve Alejandro, visivelmente emocionado, tentar se expressar:


— Eu quiero una casa.


Parte da turma ri e um dos estudantes comenta:


— Ele disse que quer uma caça? Tipo ir caçar?


Percebendo o mal-entendido e a intenção de ridicularizar o colega, o professor intervém com gentileza:


— Esperem um pouco, pessoal. Acho que houve um equívoco aqui.


Voltando-se para o estudante migrante, pergunta com calma:


— Você quis dizer que gostaria de ter uma casa, um lugar para morar, certo?


Alejandro balança a cabeça, confirmando.



Considerando o contexto do texto, que envolve estudantes migrantes hispanofalantes em situação de crise humanitária, qual perspectiva teórica, alinhada à prática pedagógica do português como língua de acolhimento, se mostra adequada?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

9Q1089550 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.

TEXTO 1



Iracema Tabajara


Sou Auritha Tabajara,


Nascida longe da praia,


Fascinada pelas rimas


E melodia da jandaia.


No Ceará foi a festa,


Meu leito foi a floresta


Nas folhas de samambaia.


A minha essência ancestral


Me encontra cordelizando,


Faz me existir resistindo,


Ao mundo eu vou contando;


Que minha forma de amar


Ninguém vai colonizar,


Da arte sempre vou me armando.


[...]


Eu não sou como Iracema


A de José de Alencar,


Sou do povo TABAJARA


Onde canta o sabiá


Minha aldeia tem imburana


Minha terra é soberana


Pelo toque do maracá.

TABAJARA, A. Disponível em: www.sescsp.org.br.

Acesso em: 12 maio 2025 (fragmento).







TEXTO 2



Pankararu


Sabem, meus filhos...


Nós somos marginais das famílias


Somos marginais das cidades


Marginais das palhoças...


E da história?



Não somos daqui


Nem de acolá


Estamos sempre ENTRE


Entre este ou aquele


Entre isto ou aquilo!



Até onde aguentaremos, meus filhos?...

POTIGUARA, E. Disponível em: www.tyrannusmelancholicus.com.br.

Acesso em: 12 maio 2025.

O professor de uma turma da 1ª série do Ensino Médio planeja uma sequência didática com base na leitura dos poemas indígenas intitulados Iracema Tabajara, de Auritha Tabajara, e Pankararu, de Eliane Potiguara, explorando seus elementos simbólicos relacionados à ancestralidade e à resistência de povos originários. Como atividade de culminância a ser realizada em grupo, propõe curadoria orientada de materiais indígenas autênticos em diferentes linguagens, como registros de grafismos corporais, de cantos tradicionais, de artefatos culturais, que dialoguem com os sentidos produzidos pelos textos lidos. Esses materiais devem compor um painel digital que articule texto, imagem e som.

Considerando a perspectiva de uma pedagogia intercultural crítica e os domínios cognitivos esperados para estudantes no Ensino Médio, assinale a alternativa que justifica o caráter formativo dessa proposta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

10Q1089555 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.

TEXTO 1

Era uma vez uma princesa muito boazinha e bem-comportada. Boazinha até demais, sabe? Obedecia a tudo. Concordava com todos. Uma verdadeira maria vai com as outras.


[...]


Ainda bem que isso não durou muito, porque senão a gente não ia ter história. Ou só ia ter uma história muito chata, sem graça nenhuma.


Mas a sorte é que um dia ela disse:


— Desculpe, mas acho que não.


Todo mundo se espantou muito.


A mãe, que também era boazinha demais, quase desmaiou de susto.


O pai dela, que era todo metido a mandachuva, ficou furioso. Ele era do tipo que achava que príncipe serve para andar a cavalo, enfrentar gigantes e matar dragões, mas que princesa só serve para ficar aprendendo a ser linda e boazinha, enquanto seu príncipe não vem. Então resolveu botar a princesinha de castigo.


— Vai ficar trancada na torre! Só sai de lá quando voltar a ser boazinha.


MACHADO, A. M. A princesa que escolhia.

Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.



TEXTO 2


— Quer ajuda, Tetê? — ofereceu Valentina, toda dissimulada.


— Não, obrigada.


— Eu tenho uma camiseta que trago para colocar depois da aula de Educação Física. Até te emprestaria, mas certamente não cabe em você. Sou P e você deve ser GG – ela fez questão de falar para jogar na minha cara. — Na maioria das lojas eu sou M... — disse, tímida, triste, com raiva, com tudo de ruim corroendo meu peito ao mesmo tempo.


Desgraçada. Será que ia começar tudo de novo nessa escola? Será que meu pesadelo ia ter início novamente?


É... Estava tudo indo bem demais para ser verdade mesmo. [...]


“Aprendi também que a nossa história fortalece a gente. Tudo muda o tempo todo, já cantou o Lulu. E muda quando menos esperamos. Um dia, quando a menina que mora em mim, que se sentiu por muito tempo excluída, tiver coragem de mostrar em palavras o que passou e se isso ajudar alguém, nem que seja só uma pessoa, já vai ter valido a pena, como diz meu maravilhoso namorado, Dudu.”



REBOUÇAS, T. Confissões de uma garota excluída, mal-amada

e (um pouco) dramática. São Paulo: Arqueiro, 2016.




Com base na leitura das obras A princesa que escolhia, de Ana Maria Machado, e Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática, de Thalita Rebouças, uma professora solicitou aos estudantes, inicialmente, a escrita de um diário de leitura em que articulassem as narrativas lidas a vivências individuais e coletivas. Em seguida, como atividade avaliativa, demandou a escrita de uma autobiografia do leitor, para que pudessem apontar como os textos literários contribuíram para os modos de perceber a si mesmos.


Considerando o papel social da literatura infantojuvenil no processo de formação de leitor crítico, essa proposta pedagógica
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

11Q1089556 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.

TEXTO 1

Era uma vez uma princesa muito boazinha e bem-comportada. Boazinha até demais, sabe? Obedecia a tudo. Concordava com todos. Uma verdadeira maria vai com as outras.


[...]


Ainda bem que isso não durou muito, porque senão a gente não ia ter história. Ou só ia ter uma história muito chata, sem graça nenhuma.


Mas a sorte é que um dia ela disse:


— Desculpe, mas acho que não.


Todo mundo se espantou muito.


A mãe, que também era boazinha demais, quase desmaiou de susto.


O pai dela, que era todo metido a mandachuva, ficou furioso. Ele era do tipo que achava que príncipe serve para andar a cavalo, enfrentar gigantes e matar dragões, mas que princesa só serve para ficar aprendendo a ser linda e boazinha, enquanto seu príncipe não vem. Então resolveu botar a princesinha de castigo.


— Vai ficar trancada na torre! Só sai de lá quando voltar a ser boazinha.


MACHADO, A. M. A princesa que escolhia.

Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.



TEXTO 2


— Quer ajuda, Tetê? — ofereceu Valentina, toda dissimulada.


— Não, obrigada.


— Eu tenho uma camiseta que trago para colocar depois da aula de Educação Física. Até te emprestaria, mas certamente não cabe em você. Sou P e você deve ser GG – ela fez questão de falar para jogar na minha cara. — Na maioria das lojas eu sou M... — disse, tímida, triste, com raiva, com tudo de ruim corroendo meu peito ao mesmo tempo.


Desgraçada. Será que ia começar tudo de novo nessa escola? Será que meu pesadelo ia ter início novamente?


É... Estava tudo indo bem demais para ser verdade mesmo. [...]


“Aprendi também que a nossa história fortalece a gente. Tudo muda o tempo todo, já cantou o Lulu. E muda quando menos esperamos. Um dia, quando a menina que mora em mim, que se sentiu por muito tempo excluída, tiver coragem de mostrar em palavras o que passou e se isso ajudar alguém, nem que seja só uma pessoa, já vai ter valido a pena, como diz meu maravilhoso namorado, Dudu.”



REBOUÇAS, T. Confissões de uma garota excluída, mal-amada

e (um pouco) dramática. São Paulo: Arqueiro, 2016.




Com base nas obras de literatura infantojuvenil A princesa que escolhia, de Ana Maria Machado, e Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática, de Thalita Rebouças, uma professora dos Anos Finais do Ensino Fundamental propõe a produção, em grupo, de podcasts com o objetivo de refletir sobre temas sociais relevantes à formação cidadã, como invisibilidade social, machismo, imposição de padrões de beleza e empoderamento feminino, partindo das vivências das duas personagens femininas retratadas.

A proposta didática da professora apresenta abordagem metodológica que
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

12Q1089561 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.
O ciclo de lobolo começou com a Ju. Foi com dinheiro e não com gado. Lobolou-se a mãe, com muito dinheiro, num lobolo- -casamento. As crianças foram legalmente reconhecidas, mas não tinham sido apresentadas aos espíritos da família. Era preciso trazê-las do teto da mãe para a sombra do patriarcal num ato de lobolo pelo filho, uma forma de legitimá-las uma vez que nasceram fora das regras de jogo de uma família polígamo. Depois fez-se lobolo da Lu e dos filhos. As nortenhas espantaram-se. Essa história de lobolo era nova para elas, mas envolve muito dinheiro. Dinheiro para os pais, elas, e os filhos. Dinheiro que faz falta para comer, para viver, para investir. Quando se trata de benesses, qualquer cultura serve. Elas esqueceram o matriarcado e disseram sim à tradição patriarcal. Passamos três meses a andar de festa em festa. Era importante que todos os lobolos fossem feitos numa rajada antes que o Tony mudasse de ideias.

CHIZIANE, P. Niketche: uma história de poligamia.
São Paulo: Cia. das Letras, 2004.
Ao planejar aulas com base no trecho do romance, da escritora moçambicana Paulina Chiziane, um professor do Ensino Médio pretende considerar, no processo de mediação leitora, a reflexão em torno dos estudos literários e culturais em prol do desenvolvimento da construção de conhecimentos e da autonomia discente.

Partindo desse propósito e do potencial da obra de literatura africana Niketche: uma história de poligamia, qual prática docente é coerente com uma perspectiva emancipatória?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

13Q1089610 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.

In a high school EFL 50-minute lesson, the teacher selects a short authentic news article on climate change to introduce some reading strategies. The teacher begins by activating students’ background knowledge through a quick discussion in English about environmental issues. Then, she explains two key reading strategies — skimming and scanning — using visual aids and simple English definitions.


Students are first asked to skim the text in pairs to get the main idea, take some notes, and discuss the overall topic. Then, they scan the article to answer questions such as “What year was the article published?” or “Which countries are mentioned?”. The teacher monitors the group work, encouraging students to interact in English and supporting them when needed. Afterwards, the class discusses the purpose of each strategy and how they help understand texts more efficiently.

Considering the teaching situation, we can affirm that the lesson is based on the
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

14Q1089614 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.
Garcia (2009) é quem expande o conceito de translinguagem, que parte de uma visão heteroglóssica, em que o sujeito possui um único repertório linguístico e suas práticas linguísticas e dinâmicas semióticas são superiores às línguas convencionais de países e estados. Liberali (2013) defende esta perspectiva e enfatiza a necessidade de termos que considerar o currículo da educação multi/bilíngue a partir das atividades e práticas sociais e permitir aos alunos expandirem seu repertório e suas formas de participação. A educação bilíngue consiste em um programa educacional formal que se faz presente pelo aprendizado de componentes curriculares pela instrução em duas línguas e não manter o foco apenas no aprendizado da língua. Aqui no Brasil, podemos distinguir a educação bilíngue em dois grandes grupos: dominante (educação bilíngue de línguas de prestígio, frequentemente de escolas particulares de elite em que se objetiva o aprendizado de uma segunda língua, como o inglês) e minoritários (educação indígena, migrantes de crise, educação em regiões de fronteiras, educação de surdos).

Projeto-piloto: escola bilíngue com adequações. Disponível em: www.ibipora.pr.gov.br. Acesso em: 2 maio 2025 (adaptado).
Which interdisciplinary project reflects the bilingual approach described in the text?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

15Q1089624 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.
One could imagine that using digital tools was an additional learning experience for the students in itself. Recent literature has also shown that being able to recognize what can be improved requires being trained to do so. As such, students watching themselves on video could not yield possible improvements that could be made, because noticing them also requires a learning process. It could also be hypothesized that compared to university students, elementary school students are less able to seize the benefit of video recording as a peer and self-evaluation tool. In addition, they had to manage their image, which was an extra effort as well, due to intimidation and possible lack of confidence in front of the camera, although students may have a positive attitude toward videos. One could therefore claim, but obviously without being certain, that a related form of learning took place: the management of technologies for learning, and the management of one’s image.


BOBKINA, J.; DOMÍNGUEZ ROMERO, E. The Role of Video Technology in Supporting Young Learners’
Oral Skills in English as Foreign Language Classrooms. Computers and Education, 2023.

While completing a supervised practicum in a public school, a pre-service teacher reads the text and begins to consider the pedagogical use of video in oral language development. What reflects an informed approach to using video in this context?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

16Q1089625 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.
Some authors deepen the understanding of scaffolding from the perspective of sociocultural learning theories, highlighting it as a form of dialogic and adaptive mediation that emerges through interaction between learners and more experienced interlocutors. Scaffolding is presented as an essential pedagogical tool that enables learners to perform linguistic tasks that are not yet within their autonomous reach, as long as they fall within the Zone of Proximal Development (ZPD). The support provided is responsive to the learner’s momentary needs and should be gradually withdrawn as the learner becomes more competent.

What distinguishes these authors’ approach is their view of scaffolding not as mere assisted instruction, but as a dynamic process of co-constructing meaning in socially situated contexts. They emphasize that in order to foster genuine linguistic development, teaching must go beyond the transmission of grammatical rules and actively create opportunities for authentic language use, where error and negotiation are integral to the learning process. Thus, scaffolding becomes a link between participation, interaction, and development, enabling learners to appropriate language as a cultural tool.

LANTOLF, J. P.; POEHNER, M. E.; THORNE, S. L. Sociocultural Theory and L2 Development. In: VANPATTEN, B.; KEATING, G.;
WULFF, S. (Eds.). Theories in Second Language Acquisition: An Introduction. New York: Routledge, 2020 (adapted).
Considering the learning theory presented in the text, a pedagogically grounded proposal for application in the school context involves the
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

17Q1089626 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.
Some authors deepen the understanding of scaffolding from the perspective of sociocultural learning theories, highlighting it as a form of dialogic and adaptive mediation that emerges through interaction between learners and more experienced interlocutors. Scaffolding is presented as an essential pedagogical tool that enables learners to perform linguistic tasks that are not yet within their autonomous reach, as long as they fall within the Zone of Proximal Development (ZPD). The support provided is responsive to the learner’s momentary needs and should be gradually withdrawn as the learner becomes more competent.

What distinguishes these authors’ approach is their view of scaffolding not as mere assisted instruction, but as a dynamic process of co-constructing meaning in socially situated contexts. They emphasize that in order to foster genuine linguistic development, teaching must go beyond the transmission of grammatical rules and actively create opportunities for authentic language use, where error and negotiation are integral to the learning process. Thus, scaffolding becomes a link between participation, interaction, and development, enabling learners to appropriate language as a cultural tool.

LANTOLF, J. P.; POEHNER, M. E.; THORNE, S. L. Sociocultural Theory and L2 Development. In: VANPATTEN, B.; KEATING, G.;
WULFF, S. (Eds.). Theories in Second Language Acquisition: An Introduction. New York: Routledge, 2020 (adapted).
A teacher in middle school wishes to promote the linguistic development of their students based on the learning theory underlying the text. In this sense, it is coherent for them to develop as a pedagogical practice
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

18Q1089627 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.
Some authors deepen the understanding of scaffolding from the perspective of sociocultural learning theories, highlighting it as a form of dialogic and adaptive mediation that emerges through interaction between learners and more experienced interlocutors. Scaffolding is presented as an essential pedagogical tool that enables learners to perform linguistic tasks that are not yet within their autonomous reach, as long as they fall within the Zone of Proximal Development (ZPD). The support provided is responsive to the learner’s momentary needs and should be gradually withdrawn as the learner becomes more competent.

What distinguishes these authors’ approach is their view of scaffolding not as mere assisted instruction, but as a dynamic process of co-constructing meaning in socially situated contexts. They emphasize that in order to foster genuine linguistic development, teaching must go beyond the transmission of grammatical rules and actively create opportunities for authentic language use, where error and negotiation are integral to the learning process. Thus, scaffolding becomes a link between participation, interaction, and development, enabling learners to appropriate language as a cultural tool.

LANTOLF, J. P.; POEHNER, M. E.; THORNE, S. L. Sociocultural Theory and L2 Development. In: VANPATTEN, B.; KEATING, G.;
WULFF, S. (Eds.). Theories in Second Language Acquisition: An Introduction. New York: Routledge, 2020 (adapted).
Based on the concept of learning presented in the text, the pedagogical intervention which promotes curricular accessibility for students with disabilities is the one that
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

19Q1089635 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.
O letramento literário configura a existência de um repertório textual, a posse de habilidades de trabalho linguístico-formal, o conhecimento de estratégias de construção de texto e de mundo que permitem a emersão do imaginário no campo simbólico.


PAULINO, G. et al. A formação de professores leitores literários: uma ligação entre infância e idade adulta?
Educação em Revista, n. 30, dez. 1999.
Com base no conceito de letramento literário apresentado no texto, qual alternativa apresenta uma atividade de leitura adequada para promover a construção da autonomia do estudante da Educação Básica?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

20Q1089640 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Licenciatura, PND, INEP, 2025

Texto associado.


TEXTO 1


Letramento é o estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita.


SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 1998.



TEXTO 2


Hoje, como antes, o termo “multiletramentos” remete a duas ordens de significação: a da multimodalidade e a das diferenças socioculturais. Isso quer dizer: estamos diante de um conceito que não se traduz diretamente. Multiletramentos = muitos tipos de letramentos que poderiam estar ligados à recepção e produção de textos/discursos em diversas modalidades de linguagem, mas que remetem a duas caraterísticas de produção e circulação dos textos/discursos hoje – a multissemiose ou multimodalidade, devidas em grande parte às novas tecnologias digitais e à diversidade de contextos e culturas em que esses textos/discursos circulam.



ROJO, R. H. R.; MOURA, E. Letramentos, mídias, linguagens. São Paulo: Parábola, 2019.

Considerando os textos 1 e 2, avalie as propostas e identifique aquela que representa uma prática inclusiva de estudantes com deficiência.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

🖨️ Baixar PDF

Deixe seu comentário

Participe, faça um comentário.

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.