1Q1063528 | Engenharia Civil, Estradas e Transporte, Engenheiro Civil, TJ SC, FGV, 2024Na execução de um segmento rodoviário, no eixo em tangente, projetado conforme o “Manual de implantação básica de rodovia” (Publicação 742) do DNIT, a equipe de topografia do construtor constatou um erro executivo. O volume de um corte situado entre as estacas 100, 101 e 102 (três seções transversais em forma de trapézio isósceles de bases constantes e alturas variáveis), estimado pela fórmula da média das áreas, deveria ser igual a 2600 m3 . No entanto, a equipe realizou um cálculo de cubação utilizando a mesma fórmula com os dados de campo e constatou um volume de corte de 2300 m3 . No terreno, todas as bases das três seções transversais (15 m no topo e 5 m no fundo) foram conferidas e estavam corretas, bem como as alturas das seções transversais localizadas nas estacas 101 (8 m) e 102 (4 m). Considerando que a diferença entre os volumes de corte previsto e executado foi devida a erros de execução, é correto afirmar que, na seção transversal da estaca 100, a equipe executora: ✂️ a) cortou 1 m a mais que o previsto em altura; ✂️ b) cortou 2 m a mais que o previsto em altura; ✂️ c) cortou 2 m a menos que o previsto em altura; ✂️ d) cortou 3 m a mais que o previsto em altura; ✂️ e) cortou 3 m a menos que o previsto em altura. 2Q1063529 | Engenharia Civil, Estradas e Transporte, Engenheiro Civil, TJ SC, FGV, 2024Pretende-se projetar uma curva circular com transição em clotoide de uma pista simples, com giro em torno do eixo, no âmbito de um projeto geométrico rodoviário, amparado pelo “Manual de projeto geométrico de rodovias rurais” (Publicação 706) do DNIT. Essa curva possui um raio de 140 m, um comprimento de transição de 60 m, uma superlargura de 1 m (metade para cada lado da pista) e uma superelevação de 6%. Sabe-se, também, que a largura da faixa de rolamento é de 3,5 m e, na tangente, a pista possui uma inclinação transversal de 2%, simétrica em relação ao eixo. Se determinado ponto do greide da estrada possui cota de 800,000 m e é coincidente com o ponto TS (tangente-espiral), a cota do bordo externo nesse ponto será de: ✂️ a) 799,920 m; ✂️ b) 799,930 m; ✂️ c) 800,000 m; ✂️ d) 800,210 m; ✂️ e) 800,240 m. 3Q1063530 | Engenharia Civil, Estradas e Transporte, Engenheiro Civil, TJ SC, FGV, 2024No dimensionamento de um pavimento flexível, resolveu-se adotar o Método do DNER previsto no “Manual de pavimentação” (Publicação 719) do DNIT. Pretende-se utilizar apenas materiais granulares oriundos de jazidas, sem mistura, nas camadas abaixo do revestimento. Para tal, foram levantados os seguintes dados dos materiais: • Número N: 108 ; • Revestimento: espessura = 12,5 cm e coeficiente de equivalência estrutural = 2; • Jazida #1 (base): CBR = 83% e coeficiente de equivalência estrutural = 1; • Jazida #2 (sub-base): CBR = 13% e coeficiente de equivalência estrutural = 1; • Jazida #3 (sub-base): CBR = 25% e coeficiente de equivalência estrutural = 1; • Subleito: CBR = 7% e coeficiente de equivalência estrutural = 1. Em estudo preliminar, sabe-se que não é necessário empregar camada de reforço do subleito para esse caso. Também foram levantadas as espessuras totais de pavimento (Hm) necessárias para proteger um material com CBR = m para esse tráfego: • H20 = 31 cm; • H13 = 41 cm; • H7 = 59 cm. Utilizando a jazida de sub-base que atenda aos mínimos requisitos técnicos e econômicos, a menor espessura de sub-base possível a ser adotada é de: ✂️ a) 11 cm; ✂️ b) 15 cm; ✂️ c) 18 cm; ✂️ d) 19 cm; ✂️ e) 28 cm. 4Q1063532 | Engenharia Civil, Estradas e Transporte, Engenheiro Civil, TJ SC, FGV, 2024As publicações 719 (Manual de pavimentação) e 724 (Manual de drenagem de rodovias) do DNIT são referências importantes para o norteamento dos projetos de drenagem de rodovias. Segundo essas referências: ✂️ a) a adoção de uma camada do pavimento é possível para conduzir as águas que penetram pelo revestimento para fora da estrutura; ✂️ b) os drenos profundos, escavados e enterrados no leito estradal, devem ser mais profundos nos aterros e mais rasos nos cortes, dadas as características de percolação da água nesses ambientes; ✂️ c) meio-fio e banquetas de aterros, apesar de ajudarem a desviar a água da plataforma, não são considerados dispositivos de drenagem; ✂️ d) as sarjetas de corte são abertas junto à crista do talude, conduzindo longitudinalmente a água e impedindo que ela chegue à plataforma; ✂️ e) as saídas d’água são obras de drenagem destinadas, mediante a dissipação de energia, a diminuir a velocidade da água quando esta passa de um dispositivo de drenagem superficial qualquer para o terreno natural. 5Q1063533 | Engenharia Civil, Estradas e Transporte, Engenheiro Civil, TJ SC, FGV, 2024Em qualquer empreendimento rodoviário, as atividades devem ser submetidas ao adequado tratamento ambiental. Nas obras federais a cargo do DNIT, a publicação 729 (Diretrizes básicas para elaboração de estudos e programas ambientais rodoviários) define e especifica a sistemática a ser adotada na elaboração e nos estudos sobre o tema. Nesse contexto, é correto afirmar que: ✂️ a) a fase de operação da rodovia fica a cargo do futuro órgão operador e não é concebida no tratamento ambiental inicial; ✂️ b) o Relatório Preliminar de Avaliação Ambiental (RPAA) possui caráter facultativo, já que os órgãos ambientais não o exigem como documentação obrigatória no primeiro momento; ✂️ c) os impactos positivos não são considerados no tratamento ambiental, pois já são descritos na etapa de monitoramento ambiental; ✂️ d) uma das etapas da elaboração do Plano Básico Ambiental é a identificação e caracterização de ações impactantes das atividades relativas à execução do empreendimento; ✂️ e) a etapa de monitoramento ambiental compreende a elaboração do Relatório Informativo e dos Programas Ambientais, guardando correspondência com as medidas de caráter ambiental definidas no Estudo de Impacto Ambiental. 6Q1063535 | Engenharia Civil, Estradas e Transporte, Engenheiro Civil, TJ SC, FGV, 2024O microrrevestimento asfáltico é um serviço de pavimentação previsto pelo DNIT em sua norma 035/2018-ES. De acordo com esse documento, o ligante asfáltico a ser utilizado deve ser: ✂️ a) emulsão asfáltica de ruptura controlada e modificada por polímero elastomérico; ✂️ b) emulsão asfáltica de ruptura lenta; ✂️ c) cimento asfáltico de petróleo modificado por polímero elastomérico; ✂️ d) cimento asfáltico de petróleo dos tipos 30/45, 50/70 ou 85/100, a depender da temperatura da região; ✂️ e) emulsão asfáltica do tipo EAI. Corrigir o simulado 🖨️ Baixar PDF