Português – Interpretação – MPE SP – Analista de Promotoria I

Simulado com questões de prova: Português – Interpretação – MPE SP – Analista de Promotoria I. Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
2
Resoluções
80%
Média
Fácil
Dificuldade
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  • 📖 Texto associado

    Leia o texto para responder às questões de números 06 e 07.

    É fácil entender por que os advogados estão aprimorando suas
    técnicas de júri. Enquanto um juiz julga com base no código legal,
    o júri segue convicções pessoais. "Jurados são mais passionais.
    Analisam por consciência, não por ciência", diz Mauro Otávio
    Nacif, criminalista que já trabalhou na defesa de 800 casos, como
    o de Suzane von Richthofen, condenada em 2006 pelo assassinato
    dos pais. Por isso, advogados têm de atingir a razão e também o
    coração dos jurados. Nos EUA, uma indústria se formou só para
    pesquisar como os jurados absorvem explicações e que tecnologias
    dariam mais credibilidade aos argumentos de advogados. Lá,
    processos envolvendo empresas também podem ir a júri, e uma
    decisão passional pode custar indenizações milionárias ao réu.
    Com dinheiro em jogo, os americanos trataram de criar armas
    sofisticadas para influenciar os jurados.

    (Superinteressante, julho de 2010)

    Conforme o texto, o aprimoramento das técnicas de júri está relacionado

  • Leia a tira.

    Imagem 001.jpg

    (Folha de S.Paulo, 23.01.2009)

    Observe as frases produzidas com base no diálogo da tira:

    I. Aceita, Dr. Quirino, um café?
    II. Primeiro, quero ver o paciente.
    III. Quando eu vi ele, estava no quintal, começou a chuva e.
    IV. Puro e com pouco açúcar.

    Apresenta vício de linguagem e, ao mesmo tempo, revela alteração em relação ao sentido da tira apenas o contido em

  • Observe as frases, títulos de matérias da revista, e analise as afirmações.

    Por que o Brasil toma tanto Rivotril
    Cores que enganam seu cérebro


    (Superinteressante, julho de 2010)

    I. Na primeira frase, a figura de linguagem presente é a metonímia, já que o termo Brasil está empregado no lugar de brasileiros.
    >
    II. Na segunda frase, a figura de linguagem presente é a hipérbole, já que o verbo enganar representa uma ação exagerada.

    III. Na primeira frase, sem alteração da ordem dos termos, também estaria correto o uso da forma Por quê.

    Está correto o que se afirma em

  • 📖 Texto associado

    Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.

    Vigilantes não deveriam estar armados em ambientes como
    bancos e supermercados, simplesmente porque seu preparo de
    160 horas e de poucas dezenas de tiros não os habilita a situações
    de estresse, sejam elas assaltos ou conflitos com clientes.

    Mesmo policiais, que recebem um treinamento mais intenso
    e com supervisão altamente profissional, mostram problemas
    de preparo nessas situações. Por um mero jogo de interesses
    comerciais, a obrigatoriedade de vigilância bancária imposta
    pelos governos militares no pacote de medidas "antiterrorismo"
    acabou sendo mantida, e o emprego de vigilantes armados se
    difundiu, com enorme perigo para as pessoas que frequentam
    esses ambientes. Ladrões não evitam locais com vigilantes
    armados, eles apenas chegam em maior número, aumentam o
    perigo de tiroteio e ainda levam a arma do segurança. Em 2006,
    só no estado de São Paulo, os assaltantes roubaram 160armas
    de vigilantes.

    [.]

    A função da segurança privada em proteger patrimônio
    não pode ser exercida com prejuízos à segurança dos cidadãos
    que deve ser preocupação cada vez mais competente das forças
    policiais. Sem uma boa polícia não há salvação para a sociedade.
    E é ela que deve carregar armas; não seguranças privados.

    (Galileu, julho de 2010)

    Assinale a alternativa em que a frase está isenta de vício de linguagem.

  • 📖 Texto associado

    Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.

    Vigilantes não deveriam estar armados em ambientes como
    bancos e supermercados, simplesmente porque seu preparo de
    160 horas e de poucas dezenas de tiros não os habilita a situações
    de estresse, sejam elas assaltos ou conflitos com clientes.

    Mesmo policiais, que recebem um treinamento mais intenso
    e com supervisão altamente profissional, mostram problemas
    de preparo nessas situações. Por um mero jogo de interesses
    comerciais, a obrigatoriedade de vigilância bancária imposta
    pelos governos militares no pacote de medidas "antiterrorismo"
    acabou sendo mantida, e o emprego de vigilantes armados se
    difundiu, com enorme perigo para as pessoas que frequentam
    esses ambientes. Ladrões não evitam locais com vigilantes
    armados, eles apenas chegam em maior número, aumentam o
    perigo de tiroteio e ainda levam a arma do segurança. Em 2006,
    só no estado de São Paulo, os assaltantes roubaram 160armas
    de vigilantes.

    [.]

    A função da segurança privada em proteger patrimônio
    não pode ser exercida com prejuízos à segurança dos cidadãos
    que deve ser preocupação cada vez mais competente das forças
    policiais. Sem uma boa polícia não há salvação para a sociedade.
    E é ela que deve carregar armas; não seguranças privados.

    (Galileu, julho de 2010)

    De acordo com o texto, pode-se concluir que

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