Teste de Interpretação de Textos – Português (MPE RJ)

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  • 📖 Texto associado

    TEXTO II

    Alcatrazes
    Expedição ao Arquipélago Proibido
    Johnny Mazzilli

    O balanço do barco, o mar instável e a chuva
    puseram parte de nosso efetivo enjoado e cabisbaixo,
    durante as quatro horas de travessia. Com a visibilidade
    prejudicada, avistamos Alcatrazes já relativamente
    próximos, e bastou chegar um pouco mais perto para
    esquecermos qualquer mal estar - a paisagem mudara por
    completo e olhávamos impressionados as falésias
    rochosas com 200, 300 metros verticais assomando
    diretamente das águas e entremeadas por mantos de
    vegetação tropical - muito, muito maiores do que
    imaginávamos.
    Ao contornar a ilha principal em busca do Ninhal das
    Fragatas, nosso ponto de ancoragem, demos de cara com
    a exuberância da fauna, uma espécie de "Galápagos" do
    litoral paulista. Milhares de aves se empoleiravam nos
    arbustos costeiros e centenas voavam gritando acima de
    nós, num cenário que parecia nos remeter ao passado.
    O desembarque é moroso -tudo tem que ser
    transferido para um bote de borracha com motor de popa
    que conduz as tralhas ao costão em sucessivas e lentas
    baldeações. Não há praia ou cais e são necessárias
    seguidas aproximações, recuos e reaproximações com o
    bote, apenas para descer a carga de uma viagem.
    A tralha era extensa - pilhas de mochilas,
    equipamentos de mergulho e fotográfico, cordas, bolsas
    impermeáveis e caixas, muitas caixas com itens para
    pesquisa e coleta de animais. Chovia sem parar enquanto
    subíamos carregados pela encosta rochosa escorregadia
    em direção ao local do acampamento, a 50 metros dali.
    Parou de chover quando montamos o acampamento.
    Precisávamos de tempo para as pesquisas e
    principalmente para a investida na parede rochosa -
    trabalho inédito nas ilhas e que gerou grande expectativa
    entre as equipes. Cada time composto por membros do
    Projeto Tamar, Instituto Butantã, Fundação Florestal,
    Biociências da USP e Projeto Alcatrazes faria, no curto
    prazo de doisdias, suas próprias pesquisas com aves,
    serpentes, répteis e batráquios.

    Revista Planeta, out. 2006, p. 37 (fragmento).

    Compare os trechos "Chovia sem parar enquanto subíamos ... pela encosta escorregadia" (l. 27) e "Parou de chover quando montamos o acampamento" (l. 30). A partir deles pode-se compreender que, no que se refere ao tempo, as ações das equipes de pesquisadores tiveram de se adequar a aspectos apenas meteorológicos e:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO I

    Pronto para outra?
    Ricardo Freire

    Para muita gente, esta é a semana mais difícil do ano.
    Você volta das férias, tenta se adaptar de novo à rotina e
    já pressente as surpresas que vai ter ao receber a conta do
    cartão de crédito. Quando se dá conta, é mais uma vítima
    da depressão pós-viagem. Eu só conheço uma maneira de
    sair dessa: começar a pensar já na próxima. Não, não é
    cedo demais. Nem sintoma de descaso pelo trabalho.
    Acalentar uma viagem é uma maneira segura de manter
    aceso o interesse pelo fato gerador de suas férias: seu
    emprego.
    Além do que, planejar uma viagem com antecedência
    é o melhor jeito de rentabilizar seu investimento. Por que
    se contentar em aproveitar apenas os dias que você passa
    longe de casa, quando dá para começar a viajar muito
    antes de embarcar - e sem pagar nada mais por isso?
    Eu gosto de comparar o planejamento de uma grande
    viagem ao preparo de um desfile de escola de samba no
    Carnaval. Assim como as férias, o Carnaval em si dura
    pouco - mas é o grand finale de um ano inteiro de
    divertida preparação.
    É fácil trazer o know how do samba para suas férias.
    Use os três primeiros meses depois da volta para definir o
    "enredo" de sua próxima viagem.
    Tire os meses seguintes para encomendar guias e
    colecionar as informações que caírem em sua mão -
    revistas, jornais, dicas de quem já foi. Vá montando o
    itinerário mais consistente, descobrindo os meios de
    transporte mais adequados, decidindo quais são os hotéis
    imperdíveis. Quando faltarem quatro meses para a
    partida, tome coragem e reserve a passagem e oshotéis.
    Passe os últimos três meses fazendo a sintonia fina:
    escolhendo restaurantes, decidindo o que merece e o que
    não merece ser visto.
    Depois de tudo isso não tem erro: é partir direto para
    a apoteose.

    Revista Época, 29/01/2007, p. 112 (fragmento).

    Cada uma das séries abaixo se inicia com uma palavra extraída do texto. As demais se relacionam com ela semanticamente, NÃO havendo erro ortográfico apenas em:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO II

    Alcatrazes
    Expedição ao Arquipélago Proibido
    Johnny Mazzilli

    O balanço do barco, o mar instável e a chuva
    puseram parte de nosso efetivo enjoado e cabisbaixo,
    durante as quatro horas de travessia. Com a visibilidade
    prejudicada, avistamos Alcatrazes já relativamente
    próximos, e bastou chegar um pouco mais perto para
    esquecermos qualquer mal estar - a paisagem mudara por
    completo e olhávamos impressionados as falésias
    rochosas com 200, 300 metros verticais assomando
    diretamente das águas e entremeadas por mantos de
    vegetação tropical - muito, muito maiores do que
    imaginávamos.
    Ao contornar a ilha principal em busca do Ninhal das
    Fragatas, nosso ponto de ancoragem, demos de cara com
    a exuberância da fauna, uma espécie de "Galápagos" do
    litoral paulista. Milhares de aves se empoleiravam nos
    arbustos costeiros e centenas voavam gritando acima de
    nós, num cenário que parecia nos remeter ao passado.
    O desembarque é moroso -tudo tem que ser
    transferido para um bote de borracha com motor de popa
    que conduz as tralhas ao costão em sucessivas e lentas
    baldeações. Não há praia ou cais e são necessárias
    seguidas aproximações, recuos e reaproximações com o
    bote, apenas para descer a carga de uma viagem.
    A tralha era extensa - pilhas de mochilas,
    equipamentos de mergulho e fotográfico, cordas, bolsas
    impermeáveis e caixas, muitas caixas com itens para
    pesquisa e coleta de animais. Chovia sem parar enquanto
    subíamos carregados pela encosta rochosa escorregadia
    em direção ao local do acampamento, a 50 metros dali.
    Parou de chover quando montamos o acampamento.
    Precisávamos de tempo para as pesquisas e
    principalmente para a investida na parede rochosa -
    trabalho inédito nas ilhas e que gerou grande expectativa
    entre as equipes. Cada time composto por membros do
    Projeto Tamar, Instituto Butantã, Fundação Florestal,
    Biociências da USP e Projeto Alcatrazes faria, no curto
    prazo de doisdias, suas próprias pesquisas com aves,
    serpentes, répteis e batráquios.

    Revista Planeta, out. 2006, p. 37 (fragmento).

    No segundo parágrafo, o autor emprega a expressão "demos de cara" (l. 13), forma popular que transmite a idéia de que a ação descrita ocorreu:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO I

    Pronto para outra?
    Ricardo Freire

    Para muita gente, esta é a semana mais difícil do ano.
    Você volta das férias, tenta se adaptar de novo à rotina e
    já pressente as surpresas que vai ter ao receber a conta do
    cartão de crédito. Quando se dá conta, é mais uma vítima
    da depressão pós-viagem. Eu só conheço uma maneira de
    sair dessa: começar a pensar já na próxima. Não, não é
    cedo demais. Nem sintoma de descaso pelo trabalho.
    Acalentar uma viagem é uma maneira segura de manter
    aceso o interesse pelo fato gerador de suas férias: seu
    emprego.
    Além do que, planejar uma viagem com antecedência
    é o melhor jeito de rentabilizar seu investimento. Por que
    se contentar em aproveitar apenas os dias que você passa
    longe de casa, quando dá para começar a viajar muito
    antes de embarcar - e sem pagar nada mais por isso?
    Eu gosto de comparar o planejamento de uma grande
    viagem ao preparo de um desfile de escola de samba no
    Carnaval. Assim como as férias, o Carnaval em si dura
    pouco - mas é o grand finale de um ano inteiro de
    divertida preparação.
    É fácil trazer o know how do samba para suas férias.
    Use os três primeiros meses depois da volta para definir o
    "enredo" de sua próxima viagem.
    Tire os meses seguintes para encomendar guias e
    colecionar as informações que caírem em sua mão -
    revistas, jornais, dicas de quem já foi. Vá montando o
    itinerário mais consistente, descobrindo os meios de
    transporte mais adequados, decidindo quais são os hotéis
    imperdíveis. Quando faltarem quatro meses para a
    partida, tome coragem e reserve a passagem e oshotéis.
    Passe os últimos três meses fazendo a sintonia fina:
    escolhendo restaurantes, decidindo o que merece e o que
    não merece ser visto.
    Depois de tudo isso não tem erro: é partir direto para
    a apoteose.

    Revista Época, 29/01/2007, p. 112 (fragmento).

    O texto I defende a tese de que:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO II

    Alcatrazes
    Expedição ao Arquipélago Proibido
    Johnny Mazzilli

    O balanço do barco, o mar instável e a chuva
    puseram parte de nosso efetivo enjoado e cabisbaixo,
    durante as quatro horas de travessia. Com a visibilidade
    prejudicada, avistamos Alcatrazes já relativamente
    próximos, e bastou chegar um pouco mais perto para
    esquecermos qualquer mal estar - a paisagem mudara por
    completo e olhávamos impressionados as falésias
    rochosas com 200, 300 metros verticais assomando
    diretamente das águas e entremeadas por mantos de
    vegetação tropical - muito, muito maiores do que
    imaginávamos.
    Ao contornar a ilha principal em busca do Ninhal das
    Fragatas, nosso ponto de ancoragem, demos de cara com
    a exuberância da fauna, uma espécie de "Galápagos" do
    litoral paulista. Milhares de aves se empoleiravam nos
    arbustos costeiros e centenas voavam gritando acima de
    nós, num cenário que parecia nos remeter ao passado.
    O desembarque é moroso -tudo tem que ser
    transferido para um bote de borracha com motor de popa
    que conduz as tralhas ao costão em sucessivas e lentas
    baldeações. Não há praia ou cais e são necessárias
    seguidas aproximações, recuos e reaproximações com o
    bote, apenas para descer a carga de uma viagem.
    A tralha era extensa - pilhas de mochilas,
    equipamentos de mergulho e fotográfico, cordas, bolsas
    impermeáveis e caixas, muitas caixas com itens para
    pesquisa e coleta de animais. Chovia sem parar enquanto
    subíamos carregados pela encosta rochosa escorregadia
    em direção ao local do acampamento, a 50 metros dali.
    Parou de chover quando montamos o acampamento.
    Precisávamos de tempo para as pesquisas e
    principalmente para a investida na parede rochosa -
    trabalho inédito nas ilhas e que gerou grande expectativa
    entre as equipes. Cada time composto por membros do
    Projeto Tamar, Instituto Butantã, Fundação Florestal,
    Biociências da USP e Projeto Alcatrazes faria, no curto
    prazo de doisdias, suas próprias pesquisas com aves,
    serpentes, répteis e batráquios.

    Revista Planeta, out. 2006, p. 37 (fragmento).

    Na abertura da matéria, Alcatrazes é chamado de "Arquipélago Proibido". A leitura do texto mostra que a adjetivação empregada no subtítulo se deve ao fato de Alcatrazes:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO II

    Alcatrazes
    Expedição ao Arquipélago Proibido
    Johnny Mazzilli

    O balanço do barco, o mar instável e a chuva
    puseram parte de nosso efetivo enjoado e cabisbaixo,
    durante as quatro horas de travessia. Com a visibilidade
    prejudicada, avistamos Alcatrazes já relativamente
    próximos, e bastou chegar um pouco mais perto para
    esquecermos qualquer mal estar - a paisagem mudara por
    completo e olhávamos impressionados as falésias
    rochosas com 200, 300 metros verticais assomando
    diretamente das águas e entremeadas por mantos de
    vegetação tropical - muito, muito maiores do que
    imaginávamos.
    Ao contornar a ilha principal em busca do Ninhal das
    Fragatas, nosso ponto de ancoragem, demos de cara com
    a exuberância da fauna, uma espécie de "Galápagos" do
    litoral paulista. Milhares de aves se empoleiravam nos
    arbustos costeiros e centenas voavam gritando acima de
    nós, num cenário que parecia nos remeter ao passado.
    O desembarque é moroso -tudo tem que ser
    transferido para um bote de borracha com motor de popa
    que conduz as tralhas ao costão em sucessivas e lentas
    baldeações. Não há praia ou cais e são necessárias
    seguidas aproximações, recuos e reaproximações com o
    bote, apenas para descer a carga de uma viagem.
    A tralha era extensa - pilhas de mochilas,
    equipamentos de mergulho e fotográfico, cordas, bolsas
    impermeáveis e caixas, muitas caixas com itens para
    pesquisa e coleta de animais. Chovia sem parar enquanto
    subíamos carregados pela encosta rochosa escorregadia
    em direção ao local do acampamento, a 50 metros dali.
    Parou de chover quando montamos o acampamento.
    Precisávamos de tempo para as pesquisas e
    principalmente para a investida na parede rochosa -
    trabalho inédito nas ilhas e que gerou grande expectativa
    entre as equipes. Cada time composto por membros do
    Projeto Tamar, Instituto Butantã, Fundação Florestal,
    Biociências da USP e Projeto Alcatrazes faria, no curto
    prazo de doisdias, suas próprias pesquisas com aves,
    serpentes, répteis e batráquios.

    Revista Planeta, out. 2006, p. 37 (fragmento).

    O parágrafo inicial do texto II narra uma situação em andamento, sem qualquer introdução. Esse recurso pretende provocar no leitor um efeito de:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO II

    Alcatrazes
    Expedição ao Arquipélago Proibido
    Johnny Mazzilli

    O balanço do barco, o mar instável e a chuva
    puseram parte de nosso efetivo enjoado e cabisbaixo,
    durante as quatro horas de travessia. Com a visibilidade
    prejudicada, avistamos Alcatrazes já relativamente
    próximos, e bastou chegar um pouco mais perto para
    esquecermos qualquer mal estar - a paisagem mudara por
    completo e olhávamos impressionados as falésias
    rochosas com 200, 300 metros verticais assomando
    diretamente das águas e entremeadas por mantos de
    vegetação tropical - muito, muito maiores do que
    imaginávamos.
    Ao contornar a ilha principal em busca do Ninhal das
    Fragatas, nosso ponto de ancoragem, demos de cara com
    a exuberância da fauna, uma espécie de "Galápagos" do
    litoral paulista. Milhares de aves se empoleiravam nos
    arbustos costeiros e centenas voavam gritando acima de
    nós, num cenário que parecia nos remeter ao passado.
    O desembarque é moroso -tudo tem que ser
    transferido para um bote de borracha com motor de popa
    que conduz as tralhas ao costão em sucessivas e lentas
    baldeações. Não há praia ou cais e são necessárias
    seguidas aproximações, recuos e reaproximações com o
    bote, apenas para descer a carga de uma viagem.
    A tralha era extensa - pilhas de mochilas,
    equipamentos de mergulho e fotográfico, cordas, bolsas
    impermeáveis e caixas, muitas caixas com itens para
    pesquisa e coleta de animais. Chovia sem parar enquanto
    subíamos carregados pela encosta rochosa escorregadia
    em direção ao local do acampamento, a 50 metros dali.
    Parou de chover quando montamos o acampamento.
    Precisávamos de tempo para as pesquisas e
    principalmente para a investida na parede rochosa -
    trabalho inédito nas ilhas e que gerou grande expectativa
    entre as equipes. Cada time composto por membros do
    Projeto Tamar, Instituto Butantã, Fundação Florestal,
    Biociências da USP e Projeto Alcatrazes faria, no curto
    prazo de doisdias, suas próprias pesquisas com aves,
    serpentes, répteis e batráquios.

    Revista Planeta, out. 2006, p. 37 (fragmento).

    O texto é predominantemente narrativo e nele prevalecem as passagens que descrevem as ações, como se comprova pelas transcrições abaixo, EXCETO:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO I

    Pronto para outra?
    Ricardo Freire

    Para muita gente, esta é a semana mais difícil do ano.
    Você volta das férias, tenta se adaptar de novo à rotina e
    já pressente as surpresas que vai ter ao receber a conta do
    cartão de crédito. Quando se dá conta, é mais uma vítima
    da depressão pós-viagem. Eu só conheço uma maneira de
    sair dessa: começar a pensar já na próxima. Não, não é
    cedo demais. Nem sintoma de descaso pelo trabalho.
    Acalentar uma viagem é uma maneira segura de manter
    aceso o interesse pelo fato gerador de suas férias: seu
    emprego.
    Além do que, planejar uma viagem com antecedência
    é o melhor jeito de rentabilizar seu investimento. Por que
    se contentar em aproveitar apenas os dias que você passa
    longe de casa, quando dá para começar a viajar muito
    antes de embarcar - e sem pagar nada mais por isso?
    Eu gosto de comparar o planejamento de uma grande
    viagem ao preparo de um desfile de escola de samba no
    Carnaval. Assim como as férias, o Carnaval em si dura
    pouco - mas é o grand finale de um ano inteiro de
    divertida preparação.
    É fácil trazer o know how do samba para suas férias.
    Use os três primeiros meses depois da volta para definir o
    "enredo" de sua próxima viagem.
    Tire os meses seguintes para encomendar guias e
    colecionar as informações que caírem em sua mão -
    revistas, jornais, dicas de quem já foi. Vá montando o
    itinerário mais consistente, descobrindo os meios de
    transporte mais adequados, decidindo quais são os hotéis
    imperdíveis. Quando faltarem quatro meses para a
    partida, tome coragem e reserve a passagem e oshotéis.
    Passe os últimos três meses fazendo a sintonia fina:
    escolhendo restaurantes, decidindo o que merece e o que
    não merece ser visto.
    Depois de tudo isso não tem erro: é partir direto para
    a apoteose.

    Revista Época, 29/01/2007, p. 112 (fragmento).

    "mas é o grand finale de um ano inteiro de divertida preparação" (l. 19). A palavra que inicia essa passagem pode ser substituída, sem alterar o sentido e a estrutura do texto, apenas por:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO II

    Alcatrazes
    Expedição ao Arquipélago Proibido
    Johnny Mazzilli

    O balanço do barco, o mar instável e a chuva
    puseram parte de nosso efetivo enjoado e cabisbaixo,
    durante as quatro horas de travessia. Com a visibilidade
    prejudicada, avistamos Alcatrazes já relativamente
    próximos, e bastou chegar um pouco mais perto para
    esquecermos qualquer mal estar - a paisagem mudara por
    completo e olhávamos impressionados as falésias
    rochosas com 200, 300 metros verticais assomando
    diretamente das águas e entremeadas por mantos de
    vegetação tropical - muito, muito maiores do que
    imaginávamos.
    Ao contornar a ilha principal em busca do Ninhal das
    Fragatas, nosso ponto de ancoragem, demos de cara com
    a exuberância da fauna, uma espécie de "Galápagos" do
    litoral paulista. Milhares de aves se empoleiravam nos
    arbustos costeiros e centenas voavam gritando acima de
    nós, num cenário que parecia nos remeter ao passado.
    O desembarque é moroso -tudo tem que ser
    transferido para um bote de borracha com motor de popa
    que conduz as tralhas ao costão em sucessivas e lentas
    baldeações. Não há praia ou cais e são necessárias
    seguidas aproximações, recuos e reaproximações com o
    bote, apenas para descer a carga de uma viagem.
    A tralha era extensa - pilhas de mochilas,
    equipamentos de mergulho e fotográfico, cordas, bolsas
    impermeáveis e caixas, muitas caixas com itens para
    pesquisa e coleta de animais. Chovia sem parar enquanto
    subíamos carregados pela encosta rochosa escorregadia
    em direção ao local do acampamento, a 50 metros dali.
    Parou de chover quando montamos o acampamento.
    Precisávamos de tempo para as pesquisas e
    principalmente para a investida na parede rochosa -
    trabalho inédito nas ilhas e que gerou grande expectativa
    entre as equipes. Cada time composto por membros do
    Projeto Tamar, Instituto Butantã, Fundação Florestal,
    Biociências da USP e Projeto Alcatrazes faria, no curto
    prazo de doisdias, suas próprias pesquisas com aves,
    serpentes, répteis e batráquios.

    Revista Planeta, out. 2006, p. 37 (fragmento).

    "Milhares de aves se empoleiravam nos arbustos costeiros e centenas delas voavam gritando acima de nós, num cenário que parecia nos remeter ao passado" (l. 15). Nesse trecho, há o emprego da vírgula apenas uma vez. No entanto, caso quisesse, o autor também poderia ter optado pela seguinte redação:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO I

    Pronto para outra?
    Ricardo Freire

    Para muita gente, esta é a semana mais difícil do ano.
    Você volta das férias, tenta se adaptar de novo à rotina e
    já pressente as surpresas que vai ter ao receber a conta do
    cartão de crédito. Quando se dá conta, é mais uma vítima
    da depressão pós-viagem. Eu só conheço uma maneira de
    sair dessa: começar a pensar já na próxima. Não, não é
    cedo demais. Nem sintoma de descaso pelo trabalho.
    Acalentar uma viagem é uma maneira segura de manter
    aceso o interesse pelo fato gerador de suas férias: seu
    emprego.
    Além do que, planejar uma viagem com antecedência
    é o melhor jeito de rentabilizar seu investimento. Por que
    se contentar em aproveitar apenas os dias que você passa
    longe de casa, quando dá para começar a viajar muito
    antes de embarcar - e sem pagar nada mais por isso?
    Eu gosto de comparar o planejamento de uma grande
    viagem ao preparo de um desfile de escola de samba no
    Carnaval. Assim como as férias, o Carnaval em si dura
    pouco - mas é o grand finale de um ano inteiro de
    divertida preparação.
    É fácil trazer o know how do samba para suas férias.
    Use os três primeiros meses depois da volta para definir o
    "enredo" de sua próxima viagem.
    Tire os meses seguintes para encomendar guias e
    colecionar as informações que caírem em sua mão -
    revistas, jornais, dicas de quem já foi. Vá montando o
    itinerário mais consistente, descobrindo os meios de
    transporte mais adequados, decidindo quais são os hotéis
    imperdíveis. Quando faltarem quatro meses para a
    partida, tome coragem e reserve a passagem e oshotéis.
    Passe os últimos três meses fazendo a sintonia fina:
    escolhendo restaurantes, decidindo o que merece e o que
    não merece ser visto.
    Depois de tudo isso não tem erro: é partir direto para
    a apoteose.

    Revista Época, 29/01/2007, p. 112 (fragmento).

    Nas linhas 19 e 21, nota-se a presença de duas expressões em itálico. Esse recurso se deve ao fato de ambas:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO II

    Alcatrazes
    Expedição ao Arquipélago Proibido
    Johnny Mazzilli

    O balanço do barco, o mar instável e a chuva
    puseram parte de nosso efetivo enjoado e cabisbaixo,
    durante as quatro horas de travessia. Com a visibilidade
    prejudicada, avistamos Alcatrazes já relativamente
    próximos, e bastou chegar um pouco mais perto para
    esquecermos qualquer mal estar - a paisagem mudara por
    completo e olhávamos impressionados as falésias
    rochosas com 200, 300 metros verticais assomando
    diretamente das águas e entremeadas por mantos de
    vegetação tropical - muito, muito maiores do que
    imaginávamos.
    Ao contornar a ilha principal em busca do Ninhal das
    Fragatas, nosso ponto de ancoragem, demos de cara com
    a exuberância da fauna, uma espécie de "Galápagos" do
    litoral paulista. Milhares de aves se empoleiravam nos
    arbustos costeiros e centenas voavam gritando acima de
    nós, num cenário que parecia nos remeter ao passado.
    O desembarque é moroso -tudo tem que ser
    transferido para um bote de borracha com motor de popa
    que conduz as tralhas ao costão em sucessivas e lentas
    baldeações. Não há praia ou cais e são necessárias
    seguidas aproximações, recuos e reaproximações com o
    bote, apenas para descer a carga de uma viagem.
    A tralha era extensa - pilhas de mochilas,
    equipamentos de mergulho e fotográfico, cordas, bolsas
    impermeáveis e caixas, muitas caixas com itens para
    pesquisa e coleta de animais. Chovia sem parar enquanto
    subíamos carregados pela encosta rochosa escorregadia
    em direção ao local do acampamento, a 50 metros dali.
    Parou de chover quando montamos o acampamento.
    Precisávamos de tempo para as pesquisas e
    principalmente para a investida na parede rochosa -
    trabalho inédito nas ilhas e que gerou grande expectativa
    entre as equipes. Cada time composto por membros do
    Projeto Tamar, Instituto Butantã, Fundação Florestal,
    Biociências da USP e Projeto Alcatrazes faria, no curto
    prazo de doisdias, suas próprias pesquisas com aves,
    serpentes, répteis e batráquios.

    Revista Planeta, out. 2006, p. 37 (fragmento).

    A vinculação entre o substantivo "tralha" (l. 24) e seu aposto "pilhas de mochilas, equipamentos de mergulho e fotográfico, cordas, bolsas impermeáveis e caixas (...)" mostra que, entre o termo genérico e a enumeração, há:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO I

    Pronto para outra?
    Ricardo Freire

    Para muita gente, esta é a semana mais difícil do ano.
    Você volta das férias, tenta se adaptar de novo à rotina e
    já pressente as surpresas que vai ter ao receber a conta do
    cartão de crédito. Quando se dá conta, é mais uma vítima
    da depressão pós-viagem. Eu só conheço uma maneira de
    sair dessa: começar a pensar já na próxima. Não, não é
    cedo demais. Nem sintoma de descaso pelo trabalho.
    Acalentar uma viagem é uma maneira segura de manter
    aceso o interesse pelo fato gerador de suas férias: seu
    emprego.
    Além do que, planejar uma viagem com antecedência
    é o melhor jeito de rentabilizar seu investimento. Por que
    se contentar em aproveitar apenas os dias que você passa
    longe de casa, quando dá para começar a viajar muito
    antes de embarcar - e sem pagar nada mais por isso?
    Eu gosto de comparar o planejamento de uma grande
    viagem ao preparo de um desfile de escola de samba no
    Carnaval. Assim como as férias, o Carnaval em si dura
    pouco - mas é o grand finale de um ano inteiro de
    divertida preparação.
    É fácil trazer o know how do samba para suas férias.
    Use os três primeiros meses depois da volta para definir o
    "enredo" de sua próxima viagem.
    Tire os meses seguintes para encomendar guias e
    colecionar as informações que caírem em sua mão -
    revistas, jornais, dicas de quem já foi. Vá montando o
    itinerário mais consistente, descobrindo os meios de
    transporte mais adequados, decidindo quais são os hotéis
    imperdíveis. Quando faltarem quatro meses para a
    partida, tome coragem e reserve a passagem e oshotéis.
    Passe os últimos três meses fazendo a sintonia fina:
    escolhendo restaurantes, decidindo o que merece e o que
    não merece ser visto.
    Depois de tudo isso não tem erro: é partir direto para
    a apoteose.

    Revista Época, 29/01/2007, p. 112 (fragmento).

    As férias e o Carnaval são comparados pelo autor na passagem "Assim como as férias, o Carnaval em si dura pouco" (l. 18). As reescrituras abaixo estão coerentes com o que autor expressa nesse trecho, EXCETO em:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO II

    Alcatrazes
    Expedição ao Arquipélago Proibido
    Johnny Mazzilli

    O balanço do barco, o mar instável e a chuva
    puseram parte de nosso efetivo enjoado e cabisbaixo,
    durante as quatro horas de travessia. Com a visibilidade
    prejudicada, avistamos Alcatrazes já relativamente
    próximos, e bastou chegar um pouco mais perto para
    esquecermos qualquer mal estar - a paisagem mudara por
    completo e olhávamos impressionados as falésias
    rochosas com 200, 300 metros verticais assomando
    diretamente das águas e entremeadas por mantos de
    vegetação tropical - muito, muito maiores do que
    imaginávamos.
    Ao contornar a ilha principal em busca do Ninhal das
    Fragatas, nosso ponto de ancoragem, demos de cara com
    a exuberância da fauna, uma espécie de "Galápagos" do
    litoral paulista. Milhares de aves se empoleiravam nos
    arbustos costeiros e centenas voavam gritando acima de
    nós, num cenário que parecia nos remeter ao passado.
    O desembarque é moroso -tudo tem que ser
    transferido para um bote de borracha com motor de popa
    que conduz as tralhas ao costão em sucessivas e lentas
    baldeações. Não há praia ou cais e são necessárias
    seguidas aproximações, recuos e reaproximações com o
    bote, apenas para descer a carga de uma viagem.
    A tralha era extensa - pilhas de mochilas,
    equipamentos de mergulho e fotográfico, cordas, bolsas
    impermeáveis e caixas, muitas caixas com itens para
    pesquisa e coleta de animais. Chovia sem parar enquanto
    subíamos carregados pela encosta rochosa escorregadia
    em direção ao local do acampamento, a 50 metros dali.
    Parou de chover quando montamos o acampamento.
    Precisávamos de tempo para as pesquisas e
    principalmente para a investida na parede rochosa -
    trabalho inédito nas ilhas e que gerou grande expectativa
    entre as equipes. Cada time composto por membros do
    Projeto Tamar, Instituto Butantã, Fundação Florestal,
    Biociências da USP e Projeto Alcatrazes faria, no curto
    prazo de doisdias, suas próprias pesquisas com aves,
    serpentes, répteis e batráquios.

    Revista Planeta, out. 2006, p. 37 (fragmento).

    Para fazer as pesquisas com o registro das aves, serpentes, répteis e batráquios, as equipes teriam o "curto prazo de dois dias" (l. 36). A locução adjetiva usada aqui em "o registro das aves" tem como sinônimo erudito:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO II

    Alcatrazes
    Expedição ao Arquipélago Proibido
    Johnny Mazzilli

    O balanço do barco, o mar instável e a chuva
    puseram parte de nosso efetivo enjoado e cabisbaixo,
    durante as quatro horas de travessia. Com a visibilidade
    prejudicada, avistamos Alcatrazes já relativamente
    próximos, e bastou chegar um pouco mais perto para
    esquecermos qualquer mal estar - a paisagem mudara por
    completo e olhávamos impressionados as falésias
    rochosas com 200, 300 metros verticais assomando
    diretamente das águas e entremeadas por mantos de
    vegetação tropical - muito, muito maiores do que
    imaginávamos.
    Ao contornar a ilha principal em busca do Ninhal das
    Fragatas, nosso ponto de ancoragem, demos de cara com
    a exuberância da fauna, uma espécie de "Galápagos" do
    litoral paulista. Milhares de aves se empoleiravam nos
    arbustos costeiros e centenas voavam gritando acima de
    nós, num cenário que parecia nos remeter ao passado.
    O desembarque é moroso -tudo tem que ser
    transferido para um bote de borracha com motor de popa
    que conduz as tralhas ao costão em sucessivas e lentas
    baldeações. Não há praia ou cais e são necessárias
    seguidas aproximações, recuos e reaproximações com o
    bote, apenas para descer a carga de uma viagem.
    A tralha era extensa - pilhas de mochilas,
    equipamentos de mergulho e fotográfico, cordas, bolsas
    impermeáveis e caixas, muitas caixas com itens para
    pesquisa e coleta de animais. Chovia sem parar enquanto
    subíamos carregados pela encosta rochosa escorregadia
    em direção ao local do acampamento, a 50 metros dali.
    Parou de chover quando montamos o acampamento.
    Precisávamos de tempo para as pesquisas e
    principalmente para a investida na parede rochosa -
    trabalho inédito nas ilhas e que gerou grande expectativa
    entre as equipes. Cada time composto por membros do
    Projeto Tamar, Instituto Butantã, Fundação Florestal,
    Biociências da USP e Projeto Alcatrazes faria, no curto
    prazo de doisdias, suas próprias pesquisas com aves,
    serpentes, répteis e batráquios.

    Revista Planeta, out. 2006, p. 37 (fragmento).

    O emprego do travessão em "O desembarque é moroso - tudo precisa ser transferido para um bote de borracha com motor de popa" (l. 18) é uma alternativa de construção que dispensa o uso do conectivo entre as duas orações. No entanto, o autor poderia ter utilizado uma conjunção em lugar do travessão. Assinale a única alternativa em que a nova redação NÃO mantém coerência com o trecho transcrito:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO I

    Pronto para outra?
    Ricardo Freire

    Para muita gente, esta é a semana mais difícil do ano.
    Você volta das férias, tenta se adaptar de novo à rotina e
    já pressente as surpresas que vai ter ao receber a conta do
    cartão de crédito. Quando se dá conta, é mais uma vítima
    da depressão pós-viagem. Eu só conheço uma maneira de
    sair dessa: começar a pensar já na próxima. Não, não é
    cedo demais. Nem sintoma de descaso pelo trabalho.
    Acalentar uma viagem é uma maneira segura de manter
    aceso o interesse pelo fato gerador de suas férias: seu
    emprego.
    Além do que, planejar uma viagem com antecedência
    é o melhor jeito de rentabilizar seu investimento. Por que
    se contentar em aproveitar apenas os dias que você passa
    longe de casa, quando dá para começar a viajar muito
    antes de embarcar - e sem pagar nada mais por isso?
    Eu gosto de comparar o planejamento de uma grande
    viagem ao preparo de um desfile de escola de samba no
    Carnaval. Assim como as férias, o Carnaval em si dura
    pouco - mas é o grand finale de um ano inteiro de
    divertida preparação.
    É fácil trazer o know how do samba para suas férias.
    Use os três primeiros meses depois da volta para definir o
    "enredo" de sua próxima viagem.
    Tire os meses seguintes para encomendar guias e
    colecionar as informações que caírem em sua mão -
    revistas, jornais, dicas de quem já foi. Vá montando o
    itinerário mais consistente, descobrindo os meios de
    transporte mais adequados, decidindo quais são os hotéis
    imperdíveis. Quando faltarem quatro meses para a
    partida, tome coragem e reserve a passagem e oshotéis.
    Passe os últimos três meses fazendo a sintonia fina:
    escolhendo restaurantes, decidindo o que merece e o que
    não merece ser visto.
    Depois de tudo isso não tem erro: é partir direto para
    a apoteose.

    Revista Época, 29/01/2007, p. 112 (fragmento).

    "Não, não é cedo demais" (l. 6). O uso duplo da palavra negativa nesse trecho tem a finalidade de:

  • 📖 Texto associado

    TEXTO I

    Pronto para outra?
    Ricardo Freire

    Para muita gente, esta é a semana mais difícil do ano.
    Você volta das férias, tenta se adaptar de novo à rotina e
    já pressente as surpresas que vai ter ao receber a conta do
    cartão de crédito. Quando se dá conta, é mais uma vítima
    da depressão pós-viagem. Eu só conheço uma maneira de
    sair dessa: começar a pensar já na próxima. Não, não é
    cedo demais. Nem sintoma de descaso pelo trabalho.
    Acalentar uma viagem é uma maneira segura de manter
    aceso o interesse pelo fato gerador de suas férias: seu
    emprego.
    Além do que, planejar uma viagem com antecedência
    é o melhor jeito de rentabilizar seu investimento. Por que
    se contentar em aproveitar apenas os dias que você passa
    longe de casa, quando dá para começar a viajar muito
    antes de embarcar - e sem pagar nada mais por isso?
    Eu gosto de comparar o planejamento de uma grande
    viagem ao preparo de um desfile de escola de samba no
    Carnaval. Assim como as férias, o Carnaval em si dura
    pouco - mas é o grand finale de um ano inteiro de
    divertida preparação.
    É fácil trazer o know how do samba para suas férias.
    Use os três primeiros meses depois da volta para definir o
    "enredo" de sua próxima viagem.
    Tire os meses seguintes para encomendar guias e
    colecionar as informações que caírem em sua mão -
    revistas, jornais, dicas de quem já foi. Vá montando o
    itinerário mais consistente, descobrindo os meios de
    transporte mais adequados, decidindo quais são os hotéis
    imperdíveis. Quando faltarem quatro meses para a
    partida, tome coragem e reserve a passagem e oshotéis.
    Passe os últimos três meses fazendo a sintonia fina:
    escolhendo restaurantes, decidindo o que merece e o que
    não merece ser visto.
    Depois de tudo isso não tem erro: é partir direto para
    a apoteose.

    Revista Época, 29/01/2007, p. 112 (fragmento).

    Quanto ao emprego do modo imperativo em várias passagens do texto, pode-se interpretá-lo como um recurso usado pelo autor para:

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