MPE RS - FCC: Interpretação de Textos para Agente Administrativo

Simulado com questões de prova: MPE RS - FCC: Interpretação de Textos para Agente Administrativo. Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
2
Resoluções
36%
Média
Difícil
Dificuldade
publicidade
  • 📖 Texto associado

    Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
    o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
    texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
    encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
    brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
    with our brains
    , um livro instrutivo e provocativo, que dosa
    linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
    disseminação científica.

    Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
    As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
    científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
    fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
    estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
    sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
    internet está provocando danos em partes do cérebro que
    constituem a base do que entendemos como inteligência, além
    de nos tornar menos sensíveis a sentimentos comocompaixão
    e piedade.

    O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
    incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
    pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
    caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
    ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
    nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
    sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
    depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
    diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
    sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
    autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
    que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
    aprendizado superficial."

    A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
    para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
    utilizamos, estimulados pela carga gigantescade informações,
    imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
    não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
    substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
    vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

    (Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
    com adaptações)

    Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito estridentes.

    O autor, para embasar a opinião exposta no 2º parágrafo,

  • 📖 Texto associado

    Também nas cidades de porte médio, localizadas nas
    vizinhanças das regiões metropolitanas do Sudeste e do Sul do
    país, as pessoas tendem cada vez mais a optar pelo carro para
    seus deslocamentos diários, como mostram dados do Departamento
    Nacional de Trânsito. Em consequência, congestionamentos,
    acidentes, poluição e altos custos de manutenção da
    malha viária passaram a fazer parte da lista dos principais
    problemas desses municípios.
    Cidades menores, com custo de vida menos elevado que
    o das capitais, baixo índice de desemprego e poder aquisitivo
    mais alto, tiveram suas frotas aumentadas em progressão
    geométrica nos últimos anos. A facilidade de crédito e a isenção
    de impostos são alguns dos elementos que têm colaborado
    para a realização do sonho de ter um carro. E os brasileiros
    desses municípios passaram a utilizar seus carros até para
    percorrer curtas distâncias, mesmo perdendo tempo em
    congestionamentos e apesar dos alertas das autoridades sobre
    osdanos provocados ao meio ambiente pelo aumento da frota.
    Além disso, carro continua a ser sinônimo de status para
    milhões de brasileiros de todas as regiões. A sua necessidade
    vem muitas vezes em segundo lugar. Há 35,3 milhões de
    veículos em todo o país, um crescimento de 66% nos últimos
    nove anos. Não por acaso oito Estados já registram mais
    mortes por acidentes no trânsito do que por homicídios.

    (O Estado de S. Paulo, Notas e Informações, A3, 11 de
    setembro de 2010, com adaptações)

    Não por acaso oito Estados já registram mais mortes por acidentes no trânsito do que por homicídios.

    A afirmativa final do texto surge como

  • 📖 Texto associado

    Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
    o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
    texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
    encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
    brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
    with our brains
    , um livro instrutivo e provocativo, que dosa
    linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
    disseminação científica.

    Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
    As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
    científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
    fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
    estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
    sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
    internet está provocando danos em partes do cérebro que
    constituem a base do que entendemos como inteligência, além
    de nos tornar menos sensíveis a sentimentos comocompaixão
    e piedade.

    O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
    incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
    pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
    caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
    ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
    nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
    sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
    depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
    diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
    sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
    autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
    que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
    aprendizado superficial."

    A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
    para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
    utilizamos, estimulados pela carga gigantescade informações,
    imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
    não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
    substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
    vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

    (Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
    com adaptações)

    Em relação à estrutura textual, está correta a afirmativa:

  • 📖 Texto associado

    Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
    o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
    texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
    encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
    brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
    with our brains
    , um livro instrutivo e provocativo, que dosa
    linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
    disseminação científica.

    Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
    As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
    científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
    fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
    estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
    sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
    internet está provocando danos em partes do cérebro que
    constituem a base do que entendemos como inteligência, além
    de nos tornar menos sensíveis a sentimentos comocompaixão
    e piedade.

    O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
    incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
    pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
    caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
    ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
    nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
    sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
    depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
    diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
    sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
    autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
    que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
    aprendizado superficial."

    A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
    para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
    utilizamos, estimulados pela carga gigantescade informações,
    imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
    não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
    substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
    vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

    (Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
    com adaptações)

    Essa dispersão da atenção vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão. (final do texto)

    O segmento grifado estabelece na frase relação de ......, e pode ser substituído, sem alteração do sentido original, por .......

    As lacunas acima estarão corretamente preenchidas por:

  • 📖 Texto associado

    Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
    o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
    texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
    encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
    brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
    with our brains
    , um livro instrutivo e provocativo, que dosa
    linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
    disseminação científica.

    Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
    As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
    científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
    fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
    estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
    sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
    internet está provocando danos em partes do cérebro que
    constituem a base do que entendemos como inteligência, além
    de nos tornar menos sensíveis a sentimentos comocompaixão
    e piedade.

    O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
    incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
    pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
    caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
    ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
    nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
    sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
    depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
    diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
    sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
    autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
    que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
    aprendizado superficial."

    A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
    para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
    utilizamos, estimulados pela carga gigantescade informações,
    imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
    não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
    substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
    vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

    (Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
    com adaptações)

    O assunto do texto está corretamente resumido em:

  • 📖 Texto associado

    Também nas cidades de porte médio, localizadas nas
    vizinhanças das regiões metropolitanas do Sudeste e do Sul do
    país, as pessoas tendem cada vez mais a optar pelo carro para
    seus deslocamentos diários, como mostram dados do Departamento
    Nacional de Trânsito. Em consequência, congestionamentos,
    acidentes, poluição e altos custos de manutenção da
    malha viária passaram a fazer parte da lista dos principais
    problemas desses municípios.
    Cidades menores, com custo de vida menos elevado que
    o das capitais, baixo índice de desemprego e poder aquisitivo
    mais alto, tiveram suas frotas aumentadas em progressão
    geométrica nos últimos anos. A facilidade de crédito e a isenção
    de impostos são alguns dos elementos que têm colaborado
    para a realização do sonho de ter um carro. E os brasileiros
    desses municípios passaram a utilizar seus carros até para
    percorrer curtas distâncias, mesmo perdendo tempo em
    congestionamentos e apesar dos alertas das autoridades sobre
    osdanos provocados ao meio ambiente pelo aumento da frota.
    Além disso, carro continua a ser sinônimo de status para
    milhões de brasileiros de todas as regiões. A sua necessidade
    vem muitas vezes em segundo lugar. Há 35,3 milhões de
    veículos em todo o país, um crescimento de 66% nos últimos
    nove anos. Não por acaso oito Estados já registram mais
    mortes por acidentes no trânsito do que por homicídios.

    (O Estado de S. Paulo, Notas e Informações, A3, 11 de
    setembro de 2010, com adaptações)

    As ideias mais importantes contidas no 2º parágrafo constam, com lógica e correção, de:

  • 📖 Texto associado

    Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
    o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
    texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
    encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
    brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
    with our brains
    , um livro instrutivo e provocativo, que dosa
    linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
    disseminação científica.

    Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
    As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
    científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
    fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
    estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
    sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
    internet está provocando danos em partes do cérebro que
    constituem a base do que entendemos como inteligência, além
    de nos tornar menos sensíveis a sentimentos comocompaixão
    e piedade.

    O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
    incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
    pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
    caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
    ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
    nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
    sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
    depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
    diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
    sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
    autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
    que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
    aprendizado superficial."

    A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
    para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
    utilizamos, estimulados pela carga gigantescade informações,
    imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
    não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
    substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
    vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

    (Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
    com adaptações)

    O segmento inteiramente denotativo é:

publicidade

COMENTÁRIOS (0)

🍪

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.