Auxiliar Judiciário - Português - TRF

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    Instruções: As questões de números 1 a 10 baseiam-se no
    texto apresentado abaixo.

    "A batalha para alimentar a humanidade acabou.
    Centenas de milhões vão morrer nas próximas décadas, apesar
    de todos os programas contra a fome", escreveu o biólogo
    americano Paul Ehrlich em seu livro A bomba populacional, de
    1968. Não era à toa. O número de pessoas no mundo chegava
    a assustadores 3,5 bilhões e, de fato, não existia terra suficiente
    para alimentar todas elas.

    Mas Ehrlich errou. Ele não acreditava que um daqueles
    programas contra a fome daria certo. Era a Revolução Verde,
    um movimento que começou nos anos 40. O revolucionário ali
    foi dotar a agricultura de duas novidades. A primeira foram os
    fertilizantes de laboratório. Criados no começo do século XX,
    esses compostos químicos permitiam maior crescimento das
    plantas, com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e
    fósforo. A segunda novidade eram os pesticidas e herbicidas
    químicos, capazes de destruir insetos, fungos e outros inimigos
    das lavouras com uma eficiência inédita.

    E o resultado não poderia ter sido melhor: com essa dupla,
    a produtividade das lavouras cresceu exponencialmente.
    Tanto que, hoje, dá para alimentar uma pessoa com o que cresce
    em 2 mil metros quadrados; antes, eram necessários 20 mil.

    A química salvou a humanidade da fome. Mas cobrou
    seu preço. Os restos de fertilizantes, por exemplo, tendem a
    escapar para rios e lagos próximos às plantações e chegar à
    vegetação aquática. As algas se multiplicam a rodo e, quando
    finalmente morrem, sua decomposição consome o oxigênio da
    água, sufocando os peixes. Com os pesticidas é pior ainda. Eles
    não são terríveis só contra os insetos que destroem lavouras,
    mas também contra borboletas, pássaros e outras formas de
    vida. A biodiversidade ao redor das fazendas fica minguada e,
    quando os agricultores exageram na dose, sobram resíduos nos
    alimentos, toxinas que causam danos à saúde das pessoas.
    Diante disso, muitos consumidores partiram para uma alternativa:
    os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e
    fertilizantes químicos em nome de integrar a lavoura à natureza.

    (Adaptado de Ana Gonzaga. Superinteressante, novembro
    2006, p.90-92)
    De acordo com o texto,
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    Instruções: As questões de números 1 a 10 baseiam-se no
    texto apresentado abaixo.

    "A batalha para alimentar a humanidade acabou.
    Centenas de milhões vão morrer nas próximas décadas, apesar
    de todos os programas contra a fome", escreveu o biólogo
    americano Paul Ehrlich em seu livro A bomba populacional, de
    1968. Não era à toa. O número de pessoas no mundo chegava
    a assustadores 3,5 bilhões e, de fato, não existia terra suficiente
    para alimentar todas elas.

    Mas Ehrlich errou. Ele não acreditava que um daqueles
    programas contra a fome daria certo. Era a Revolução Verde,
    um movimento que começou nos anos 40. O revolucionário ali
    foi dotar a agricultura de duas novidades. A primeira foram os
    fertilizantes de laboratório. Criados no começo do século XX,
    esses compostos químicos permitiam maior crescimento das
    plantas, com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e
    fósforo. A segunda novidade eram os pesticidas e herbicidas
    químicos, capazes de destruir insetos, fungos e outros inimigos
    das lavouras com uma eficiência inédita.

    E o resultado não poderia ter sido melhor: com essa dupla,
    a produtividade das lavouras cresceu exponencialmente.
    Tanto que, hoje, dá para alimentar uma pessoa com o que cresce
    em 2 mil metros quadrados; antes, eram necessários 20 mil.

    A química salvou a humanidade da fome. Mas cobrou
    seu preço. Os restos de fertilizantes, por exemplo, tendem a
    escapar para rios e lagos próximos às plantações e chegar à
    vegetação aquática. As algas se multiplicam a rodo e, quando
    finalmente morrem, sua decomposição consome o oxigênio da
    água, sufocando os peixes. Com os pesticidas é pior ainda. Eles
    não são terríveis só contra os insetos que destroem lavouras,
    mas também contra borboletas, pássaros e outras formas de
    vida. A biodiversidade ao redor das fazendas fica minguada e,
    quando os agricultores exageram na dose, sobram resíduos nos
    alimentos, toxinas que causam danos à saúde das pessoas.
    Diante disso, muitos consumidores partiram para uma alternativa:
    os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e
    fertilizantes químicos em nome de integrar a lavoura à natureza.

    (Adaptado de Ana Gonzaga. Superinteressante, novembro
    2006, p.90-92)
    Segundo o texto, a Revolução Verde
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    texto apresentado abaixo.

    "A batalha para alimentar a humanidade acabou.
    Centenas de milhões vão morrer nas próximas décadas, apesar
    de todos os programas contra a fome", escreveu o biólogo
    americano Paul Ehrlich em seu livro A bomba populacional, de
    1968. Não era à toa. O número de pessoas no mundo chegava
    a assustadores 3,5 bilhões e, de fato, não existia terra suficiente
    para alimentar todas elas.

    Mas Ehrlich errou. Ele não acreditava que um daqueles
    programas contra a fome daria certo. Era a Revolução Verde,
    um movimento que começou nos anos 40. O revolucionário ali
    foi dotar a agricultura de duas novidades. A primeira foram os
    fertilizantes de laboratório. Criados no começo do século XX,
    esses compostos químicos permitiam maior crescimento das
    plantas, com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e
    fósforo. A segunda novidade eram os pesticidas e herbicidas
    químicos, capazes de destruir insetos, fungos e outros inimigos
    das lavouras com uma eficiência inédita.

    E o resultado não poderia ter sido melhor: com essa dupla,
    a produtividade das lavouras cresceu exponencialmente.
    Tanto que, hoje, dá para alimentar uma pessoa com o que cresce
    em 2 mil metros quadrados; antes, eram necessários 20 mil.

    A química salvou a humanidade da fome. Mas cobrou
    seu preço. Os restos de fertilizantes, por exemplo, tendem a
    escapar para rios e lagos próximos às plantações e chegar à
    vegetação aquática. As algas se multiplicam a rodo e, quando
    finalmente morrem, sua decomposição consome o oxigênio da
    água, sufocando os peixes. Com os pesticidas é pior ainda. Eles
    não são terríveis só contra os insetos que destroem lavouras,
    mas também contra borboletas, pássaros e outras formas de
    vida. A biodiversidade ao redor das fazendas fica minguada e,
    quando os agricultores exageram na dose, sobram resíduos nos
    alimentos, toxinas que causam danos à saúde das pessoas.
    Diante disso, muitos consumidores partiram para uma alternativa:
    os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e
    fertilizantes químicos em nome de integrar a lavoura à natureza.

    (Adaptado de Ana Gonzaga. Superinteressante, novembro
    2006, p.90-92)
    A conjunção que introduz, no contexto, a noção de oposição ao que foi afirmado anteriormente está grifada na frase:
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    texto apresentado abaixo.

    "A batalha para alimentar a humanidade acabou.
    Centenas de milhões vão morrer nas próximas décadas, apesar
    de todos os programas contra a fome", escreveu o biólogo
    americano Paul Ehrlich em seu livro A bomba populacional, de
    1968. Não era à toa. O número de pessoas no mundo chegava
    a assustadores 3,5 bilhões e, de fato, não existia terra suficiente
    para alimentar todas elas.

    Mas Ehrlich errou. Ele não acreditava que um daqueles
    programas contra a fome daria certo. Era a Revolução Verde,
    um movimento que começou nos anos 40. O revolucionário ali
    foi dotar a agricultura de duas novidades. A primeira foram os
    fertilizantes de laboratório. Criados no começo do século XX,
    esses compostos químicos permitiam maior crescimento das
    plantas, com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e
    fósforo. A segunda novidade eram os pesticidas e herbicidas
    químicos, capazes de destruir insetos, fungos e outros inimigos
    das lavouras com uma eficiência inédita.

    E o resultado não poderia ter sido melhor: com essa dupla,
    a produtividade das lavouras cresceu exponencialmente.
    Tanto que, hoje, dá para alimentar uma pessoa com o que cresce
    em 2 mil metros quadrados; antes, eram necessários 20 mil.

    A química salvou a humanidade da fome. Mas cobrou
    seu preço. Os restos de fertilizantes, por exemplo, tendem a
    escapar para rios e lagos próximos às plantações e chegar à
    vegetação aquática. As algas se multiplicam a rodo e, quando
    finalmente morrem, sua decomposição consome o oxigênio da
    água, sufocando os peixes. Com os pesticidas é pior ainda. Eles
    não são terríveis só contra os insetos que destroem lavouras,
    mas também contra borboletas, pássaros e outras formas de
    vida. A biodiversidade ao redor das fazendas fica minguada e,
    quando os agricultores exageram na dose, sobram resíduos nos
    alimentos, toxinas que causam danos à saúde das pessoas.
    Diante disso, muitos consumidores partiram para uma alternativa:
    os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e
    fertilizantes químicos em nome de integrar a lavoura à natureza.

    (Adaptado de Ana Gonzaga. Superinteressante, novembro
    2006, p.90-92)
    ... os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e fertilizantes químicos "em nome de integrar a lavoura à natureza". (final do texto) O segmento DESTACADO está reescrito com outras palavras e sem alteração do sentido original em:
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    texto apresentado abaixo.

    "A batalha para alimentar a humanidade acabou.
    Centenas de milhões vão morrer nas próximas décadas, apesar
    de todos os programas contra a fome", escreveu o biólogo
    americano Paul Ehrlich em seu livro A bomba populacional, de
    1968. Não era à toa. O número de pessoas no mundo chegava
    a assustadores 3,5 bilhões e, de fato, não existia terra suficiente
    para alimentar todas elas.

    Mas Ehrlich errou. Ele não acreditava que um daqueles
    programas contra a fome daria certo. Era a Revolução Verde,
    um movimento que começou nos anos 40. O revolucionário ali
    foi dotar a agricultura de duas novidades. A primeira foram os
    fertilizantes de laboratório. Criados no começo do século XX,
    esses compostos químicos permitiam maior crescimento das
    plantas, com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e
    fósforo. A segunda novidade eram os pesticidas e herbicidas
    químicos, capazes de destruir insetos, fungos e outros inimigos
    das lavouras com uma eficiência inédita.

    E o resultado não poderia ter sido melhor: com essa dupla,
    a produtividade das lavouras cresceu exponencialmente.
    Tanto que, hoje, dá para alimentar uma pessoa com o que cresce
    em 2 mil metros quadrados; antes, eram necessários 20 mil.

    A química salvou a humanidade da fome. Mas cobrou
    seu preço. Os restos de fertilizantes, por exemplo, tendem a
    escapar para rios e lagos próximos às plantações e chegar à
    vegetação aquática. As algas se multiplicam a rodo e, quando
    finalmente morrem, sua decomposição consome o oxigênio da
    água, sufocando os peixes. Com os pesticidas é pior ainda. Eles
    não são terríveis só contra os insetos que destroem lavouras,
    mas também contra borboletas, pássaros e outras formas de
    vida. A biodiversidade ao redor das fazendas fica minguada e,
    quando os agricultores exageram na dose, sobram resíduos nos
    alimentos, toxinas que causam danos à saúde das pessoas.
    Diante disso, muitos consumidores partiram para uma alternativa:
    os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e
    fertilizantes químicos em nome de integrar a lavoura à natureza.

    (Adaptado de Ana Gonzaga. Superinteressante, novembro
    2006, p.90-92)
    ... com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e fósforo. (2o parágrafo) Os dois-pontos introduzem, no contexto,
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    texto apresentado abaixo.

    "A batalha para alimentar a humanidade acabou.
    Centenas de milhões vão morrer nas próximas décadas, apesar
    de todos os programas contra a fome", escreveu o biólogo
    americano Paul Ehrlich em seu livro A bomba populacional, de
    1968. Não era à toa. O número de pessoas no mundo chegava
    a assustadores 3,5 bilhões e, de fato, não existia terra suficiente
    para alimentar todas elas.

    Mas Ehrlich errou. Ele não acreditava que um daqueles
    programas contra a fome daria certo. Era a Revolução Verde,
    um movimento que começou nos anos 40. O revolucionário ali
    foi dotar a agricultura de duas novidades. A primeira foram os
    fertilizantes de laboratório. Criados no começo do século XX,
    esses compostos químicos permitiam maior crescimento das
    plantas, com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e
    fósforo. A segunda novidade eram os pesticidas e herbicidas
    químicos, capazes de destruir insetos, fungos e outros inimigos
    das lavouras com uma eficiência inédita.

    E o resultado não poderia ter sido melhor: com essa dupla,
    a produtividade das lavouras cresceu exponencialmente.
    Tanto que, hoje, dá para alimentar uma pessoa com o que cresce
    em 2 mil metros quadrados; antes, eram necessários 20 mil.

    A química salvou a humanidade da fome. Mas cobrou
    seu preço. Os restos de fertilizantes, por exemplo, tendem a
    escapar para rios e lagos próximos às plantações e chegar à
    vegetação aquática. As algas se multiplicam a rodo e, quando
    finalmente morrem, sua decomposição consome o oxigênio da
    água, sufocando os peixes. Com os pesticidas é pior ainda. Eles
    não são terríveis só contra os insetos que destroem lavouras,
    mas também contra borboletas, pássaros e outras formas de
    vida. A biodiversidade ao redor das fazendas fica minguada e,
    quando os agricultores exageram na dose, sobram resíduos nos
    alimentos, toxinas que causam danos à saúde das pessoas.
    Diante disso, muitos consumidores partiram para uma alternativa:
    os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e
    fertilizantes químicos em nome de integrar a lavoura à natureza.

    (Adaptado de Ana Gonzaga. Superinteressante, novembro
    2006, p.90-92)
    Eles "não" são terríveis "só" contra os insetos que destroem lavouras, "mas também" contra borboletas, pássaros e outras formas de vida. (4o parágrafo)

    A seqüência DESTACADA na frase acima assinala, considerando-se o contexto, a noção de
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    texto apresentado abaixo.

    "A batalha para alimentar a humanidade acabou.
    Centenas de milhões vão morrer nas próximas décadas, apesar
    de todos os programas contra a fome", escreveu o biólogo
    americano Paul Ehrlich em seu livro A bomba populacional, de
    1968. Não era à toa. O número de pessoas no mundo chegava
    a assustadores 3,5 bilhões e, de fato, não existia terra suficiente
    para alimentar todas elas.

    Mas Ehrlich errou. Ele não acreditava que um daqueles
    programas contra a fome daria certo. Era a Revolução Verde,
    um movimento que começou nos anos 40. O revolucionário ali
    foi dotar a agricultura de duas novidades. A primeira foram os
    fertilizantes de laboratório. Criados no começo do século XX,
    esses compostos químicos permitiam maior crescimento das
    plantas, com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e
    fósforo. A segunda novidade eram os pesticidas e herbicidas
    químicos, capazes de destruir insetos, fungos e outros inimigos
    das lavouras com uma eficiência inédita.

    E o resultado não poderia ter sido melhor: com essa dupla,
    a produtividade das lavouras cresceu exponencialmente.
    Tanto que, hoje, dá para alimentar uma pessoa com o que cresce
    em 2 mil metros quadrados; antes, eram necessários 20 mil.

    A química salvou a humanidade da fome. Mas cobrou
    seu preço. Os restos de fertilizantes, por exemplo, tendem a
    escapar para rios e lagos próximos às plantações e chegar à
    vegetação aquática. As algas se multiplicam a rodo e, quando
    finalmente morrem, sua decomposição consome o oxigênio da
    água, sufocando os peixes. Com os pesticidas é pior ainda. Eles
    não são terríveis só contra os insetos que destroem lavouras,
    mas também contra borboletas, pássaros e outras formas de
    vida. A biodiversidade ao redor das fazendas fica minguada e,
    quando os agricultores exageram na dose, sobram resíduos nos
    alimentos, toxinas que causam danos à saúde das pessoas.
    Diante disso, muitos consumidores partiram para uma alternativa:
    os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e
    fertilizantes químicos em nome de integrar a lavoura à natureza.

    (Adaptado de Ana Gonzaga. Superinteressante, novembro
    2006, p.90-92)
    ... esses compostos químicos permitiam maior crescimento das plantas... (2o parágrafo)

    O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o do verbo grifado acima está na frase:
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    "A batalha para alimentar a humanidade acabou.
    Centenas de milhões vão morrer nas próximas décadas, apesar
    de todos os programas contra a fome", escreveu o biólogo
    americano Paul Ehrlich em seu livro A bomba populacional, de
    1968. Não era à toa. O número de pessoas no mundo chegava
    a assustadores 3,5 bilhões e, de fato, não existia terra suficiente
    para alimentar todas elas.

    Mas Ehrlich errou. Ele não acreditava que um daqueles
    programas contra a fome daria certo. Era a Revolução Verde,
    um movimento que começou nos anos 40. O revolucionário ali
    foi dotar a agricultura de duas novidades. A primeira foram os
    fertilizantes de laboratório. Criados no começo do século XX,
    esses compostos químicos permitiam maior crescimento das
    plantas, com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e
    fósforo. A segunda novidade eram os pesticidas e herbicidas
    químicos, capazes de destruir insetos, fungos e outros inimigos
    das lavouras com uma eficiência inédita.

    E o resultado não poderia ter sido melhor: com essa dupla,
    a produtividade das lavouras cresceu exponencialmente.
    Tanto que, hoje, dá para alimentar uma pessoa com o que cresce
    em 2 mil metros quadrados; antes, eram necessários 20 mil.

    A química salvou a humanidade da fome. Mas cobrou
    seu preço. Os restos de fertilizantes, por exemplo, tendem a
    escapar para rios e lagos próximos às plantações e chegar à
    vegetação aquática. As algas se multiplicam a rodo e, quando
    finalmente morrem, sua decomposição consome o oxigênio da
    água, sufocando os peixes. Com os pesticidas é pior ainda. Eles
    não são terríveis só contra os insetos que destroem lavouras,
    mas também contra borboletas, pássaros e outras formas de
    vida. A biodiversidade ao redor das fazendas fica minguada e,
    quando os agricultores exageram na dose, sobram resíduos nos
    alimentos, toxinas que causam danos à saúde das pessoas.
    Diante disso, muitos consumidores partiram para uma alternativa:
    os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e
    fertilizantes químicos em nome de integrar a lavoura à natureza.

    (Adaptado de Ana Gonzaga. Superinteressante, novembro
    2006, p.90-92)
    A segunda novidade "eram" os pesticidas e herbicidas químicos... (2o parágrafo)

    O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o verbo destacado acima está na frase:
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    "A batalha para alimentar a humanidade acabou.
    Centenas de milhões vão morrer nas próximas décadas, apesar
    de todos os programas contra a fome", escreveu o biólogo
    americano Paul Ehrlich em seu livro A bomba populacional, de
    1968. Não era à toa. O número de pessoas no mundo chegava
    a assustadores 3,5 bilhões e, de fato, não existia terra suficiente
    para alimentar todas elas.

    Mas Ehrlich errou. Ele não acreditava que um daqueles
    programas contra a fome daria certo. Era a Revolução Verde,
    um movimento que começou nos anos 40. O revolucionário ali
    foi dotar a agricultura de duas novidades. A primeira foram os
    fertilizantes de laboratório. Criados no começo do século XX,
    esses compostos químicos permitiam maior crescimento das
    plantas, com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e
    fósforo. A segunda novidade eram os pesticidas e herbicidas
    químicos, capazes de destruir insetos, fungos e outros inimigos
    das lavouras com uma eficiência inédita.

    E o resultado não poderia ter sido melhor: com essa dupla,
    a produtividade das lavouras cresceu exponencialmente.
    Tanto que, hoje, dá para alimentar uma pessoa com o que cresce
    em 2 mil metros quadrados; antes, eram necessários 20 mil.

    A química salvou a humanidade da fome. Mas cobrou
    seu preço. Os restos de fertilizantes, por exemplo, tendem a
    escapar para rios e lagos próximos às plantações e chegar à
    vegetação aquática. As algas se multiplicam a rodo e, quando
    finalmente morrem, sua decomposição consome o oxigênio da
    água, sufocando os peixes. Com os pesticidas é pior ainda. Eles
    não são terríveis só contra os insetos que destroem lavouras,
    mas também contra borboletas, pássaros e outras formas de
    vida. A biodiversidade ao redor das fazendas fica minguada e,
    quando os agricultores exageram na dose, sobram resíduos nos
    alimentos, toxinas que causam danos à saúde das pessoas.
    Diante disso, muitos consumidores partiram para uma alternativa:
    os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e
    fertilizantes químicos em nome de integrar a lavoura à natureza.

    (Adaptado de Ana Gonzaga. Superinteressante, novembro
    2006, p.90-92)
    Considerando-se ortografia, acentuação gráfica e sinal de crase, a frase inteiramente correta é:
  • 📖 Texto associado
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    texto apresentado abaixo.

    "A batalha para alimentar a humanidade acabou.
    Centenas de milhões vão morrer nas próximas décadas, apesar
    de todos os programas contra a fome", escreveu o biólogo
    americano Paul Ehrlich em seu livro A bomba populacional, de
    1968. Não era à toa. O número de pessoas no mundo chegava
    a assustadores 3,5 bilhões e, de fato, não existia terra suficiente
    para alimentar todas elas.

    Mas Ehrlich errou. Ele não acreditava que um daqueles
    programas contra a fome daria certo. Era a Revolução Verde,
    um movimento que começou nos anos 40. O revolucionário ali
    foi dotar a agricultura de duas novidades. A primeira foram os
    fertilizantes de laboratório. Criados no começo do século XX,
    esses compostos químicos permitiam maior crescimento das
    plantas, com três nutrientes fundamentais: nitrogênio, potássio e
    fósforo. A segunda novidade eram os pesticidas e herbicidas
    químicos, capazes de destruir insetos, fungos e outros inimigos
    das lavouras com uma eficiência inédita.

    E o resultado não poderia ter sido melhor: com essa dupla,
    a produtividade das lavouras cresceu exponencialmente.
    Tanto que, hoje, dá para alimentar uma pessoa com o que cresce
    em 2 mil metros quadrados; antes, eram necessários 20 mil.

    A química salvou a humanidade da fome. Mas cobrou
    seu preço. Os restos de fertilizantes, por exemplo, tendem a
    escapar para rios e lagos próximos às plantações e chegar à
    vegetação aquática. As algas se multiplicam a rodo e, quando
    finalmente morrem, sua decomposição consome o oxigênio da
    água, sufocando os peixes. Com os pesticidas é pior ainda. Eles
    não são terríveis só contra os insetos que destroem lavouras,
    mas também contra borboletas, pássaros e outras formas de
    vida. A biodiversidade ao redor das fazendas fica minguada e,
    quando os agricultores exageram na dose, sobram resíduos nos
    alimentos, toxinas que causam danos à saúde das pessoas.
    Diante disso, muitos consumidores partiram para uma alternativa:
    os alimentos orgânicos, que ignoram os pesticidas e
    fertilizantes químicos em nome de integrar a lavoura à natureza.

    (Adaptado de Ana Gonzaga. Superinteressante, novembro
    2006, p.90-92)
    A concordância nominal e verbal está inteiramente correta na frase:
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COMENTÁRIOS (20)

  • clésia
    clésia
    16/06/2010 • 13:37
    Não consigo responder as questões 4 e 6,pois a frase não está grifada.Como dizem as questões.Obrigada.
  • Nadir Mendonca
    Nadir Mendonca
    21/07/2011 • 15:32
    Me surpreendi..as provas de nivel fundamental são faceis mas nem tanto...
  • João Batista Xavier
    João Batista Xavier
    25/07/2011 • 15:00
    Isso não tem nada de Ensino Fundamental!!! Errei duas... 7 e 8...
  • Bruno Matos Menezes
    Bruno Matos Menezes
    31/10/2011 • 18:09
    Estudar e estudar!
    Errei 8° e 9°.
  • narcelio brito
    narcelio brito
    10/11/2011 • 21:06
    Gabaritei... mas não foi fácil
  • Anderson Cruz
    Anderson Cruz
    20/11/2011 • 10:02
    Errei uma por falta de atenção. As questões de gramática e sintaxe estão muito fáceis.
  • Lana Santos
    Lana Santos
    26/01/2012 • 14:27
    Errei a 8ª por falta de atenção.
  • andre pinheiro
    andre pinheiro
    28/02/2012 • 11:49
    Acertei 9. Mas convenhamos! Isso não é para nível fundamental. Alguem poderia colocar quais seriam as regências de cada opção da questão 7?
  • JÚLIO CÉSAR FEIJÃO MATOS
    JÚLIO CÉSAR FEIJÃO MATOS
    28/02/2012 • 20:15
    Para os que ficaram com dúvida acerca das regências dos verbos na questão Nº 07. Quando falamos em regência temos que ter noção que existe um termo REGENTE e um termo REGIDO. Assim sendo, quando nos deparamos com frases verbais o termo regente é o verbo e o regido os seus possíveis complementos.
    Ex: "Ele fez um bom trabalho." Ele fez (o quê) um bom trabalho (Obj direto).
    No enunciado tem o verbo permitir que é VTD, pois pede um OB.Direto. Logo ele quer que você assinale o item com VTD e Ob Diret
  • Sandro Silva
    Sandro Silva
    27/03/2012 • 19:48
    Também não achei muito fácil não!!!!
  • Vivian Cristine Assunção  Alfredo
    Vivian Cristine Assunção Alfredo
    07/04/2012 • 16:59
    Foi difícil cara.
  • Danilo Alves da Silva
    Danilo Alves da Silva
    23/05/2012 • 16:45
    Difícil, especialmente os verbos.
  • Amanda Baptista
    Amanda Baptista
    10/09/2012 • 17:05
    Errei 1 por pura falta de atenção!!Aff..
  • Leandro de Oliveira Leal
    Leandro de Oliveira Leal
    22/09/2012 • 11:15
    Apesar de ter acertado 8, achei médio pois a 7 não estava tão clara a pergunta e a última não consegui identificar a frase correta...
  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    28/11/2012 • 00:00
    Você acertou 9 questões de um total de 10.
    O seu aproveitamento foi de 90%
    O seu desempenho foi avaliado como Muito bom.


    Errei uma, caramba!
  • IANA MARA DE CARAVALHO SILVA
    IANA MARA DE CARAVALHO SILVA
    08/01/2013 • 11:29
    Mais uma! É só ter atenção!
  • João Pedro
    João Pedro
    23/05/2013 • 11:23
    fácil essa! dava pra se complicar na questão 8 (pois o verbo "ser" é irregular) mas pelas próprias alternativas se deduz qual é correta. Gabaritado! Próximo!
  • Eder Elias
    Eder Elias
    01/06/2013 • 13:22
    Você acertou 10 de 10 questões. Aproveitamento de 100%
    O seu desempenho foi avaliado como Ótimo - Gabaritado.
    Parabéns! Você acabou de fazer 10 pontos no Ranking de Gabaritadas.

    Prova fácil, galera! Vamos parar de chorar e estudar mais.
  • Bruna vitorino
    Bruna vitorino
    29/01/2015 • 20:04
    errei a 2, não sei qual o meu problema? quando vou fazer as questões que todo mundo acha fácil, eu erro quase tudo, quando vou fazer as que todo mundo acha difícil, acerto quase tudo AFF :(
  • Felipe ferreira santiago
    Felipe ferreira santiago
    15/04/2016 • 22:54
    Prova bacana , errei as mesma de todos abaixo , pura falta de atenção . vamo que vamo
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