Prova de História para Terapeuta Ocupacional - SES DF

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  • Tanto a análise ocupacional, como a análise de atividade são necessárias para a prática efetiva. Ao misturarem esses modelos analíticos, os profissionais podem alcançar uma compreensão dos modos particulares como os clientes se relacionam com suas ocupações e podem, então, utilizar seu conhecimento a respeito da atividade e das teorias de prática para aplicar as atividades ocupacionais para fins terapêuticos. Essa compreensão é alcançada por ambas as formas de análise.  

    Quanto à análise de atividade, julgue o item a seguir.

    A American Occupational Therapy Association (AOTA) compreende a análise de atividade como um elemento direcionado a uma demanda típica de atividade, à amplitude de habilidades envolvidas no seu desempenho e aos diversos significados culturais que podem ser atribuídos para isso.

  • Acerca dos métodos e das técnicas de avaliação em componentes de desempenho, julgue o item a seguir.

    O grau de edema no MMSS somente pode ser quantificado pela medida volumétrica ou circunferencial do segmento do corpo.

  • Acerca dos métodos e das técnicas de avaliação em componentes de desempenho, julgue o item a seguir.

    A avaliação clínica da força muscular examina a contração média de um músculo ou grupo muscular, quando existem fraquezas aparentes ou dificuldades da função.

  •   Benetton (2008) indica que, no Brasil, há um uso indiscriminado dos termos atividade, ocupação e atividade ocupacional, sendo que o “descuido” na adoção do termo ocupação e seus correlatos favorecem uma confusão conceitual. O conceito ocupação, mesmo possuindo inúmeras definições, tem se constituído como termo usual tanto para a Sociedade Internacional de Ciência Ocupacional como para a Federação Mundial de Terapeutas Ocupacionais, sob a consideração de que a “ocupação” propicia significado e sentido para a vida e que, na “ocupação”, se inserem as várias atividades que as pessoas concretizam em seu cotidiano, sejam as voltadas para si, para a família e para as comunidades. 

    FIGUEIREDO, M. de O. et al. A ocupação e a atividade humana em terapia ocupacional: revisão de escopo na literatura nacional. Cad. Bras. Ter. Ocup., São Carlos, v. 28, n. 3, 2020, p. 967-982, com adaptações. 

    Acerca desse assunto e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

    Sabe-se que, internacionalmente, desde o início da profissão, modelos teóricos foram elaborados pautados no conceito da ocupação, sendo incluídos, no decorrer dos anos, a utilização dos termos desempenho ocupacional e, posteriormente, o engajamento em ocupações dentro de diferentes contextos, além de uma série de outras adjetivações que são dadas às ocupações.

  • Tanto a análise ocupacional, como a análise de atividade são necessárias para a prática efetiva. Ao misturarem esses modelos analíticos, os profissionais podem alcançar uma compreensão dos modos particulares como os clientes se relacionam com suas ocupações e podem, então, utilizar seu conhecimento a respeito da atividade e das teorias de prática para aplicar as atividades ocupacionais para fins terapêuticos. Essa compreensão é alcançada por ambas as formas de análise.  

    Quanto à análise de atividade, julgue o item a seguir.

    A análise de atividade foi incluída como prática da terapia ocupacional, quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial.

  • Tanto a análise ocupacional, como a análise de atividade são necessárias para a prática efetiva. Ao misturarem esses modelos analíticos, os profissionais podem alcançar uma compreensão dos modos particulares como os clientes se relacionam com suas ocupações e podem, então, utilizar seu conhecimento a respeito da atividade e das teorias de prática para aplicar as atividades ocupacionais para fins terapêuticos. Essa compreensão é alcançada por ambas as formas de análise.  

    Quanto à análise de atividade, julgue o item a seguir.

    A análise de atividade permite ao terapeuta ocupacional conhecer o potencial intrínseco da atividade, que habilidades são necessárias para desempenhá-la, quais etapas a constituem, quais equipamentos e recursos serão necessários, o tempo usado para executá-la, em que ambiente ela pode ser realizada, quais os efeitos desencadeados, para quem é recomendada, se é possível adaptá-la ou graduá-la e que benefícios são proporcionados; porém, ela não consegue fornecer um histórico evolutivo do sujeito.

  •   Benetton (2008) indica que, no Brasil, há um uso indiscriminado dos termos atividade, ocupação e atividade ocupacional, sendo que o “descuido” na adoção do termo ocupação e seus correlatos favorecem uma confusão conceitual. O conceito ocupação, mesmo possuindo inúmeras definições, tem se constituído como termo usual tanto para a Sociedade Internacional de Ciência Ocupacional como para a Federação Mundial de Terapeutas Ocupacionais, sob a consideração de que a “ocupação” propicia significado e sentido para a vida e que, na “ocupação”, se inserem as várias atividades que as pessoas concretizam em seu cotidiano, sejam as voltadas para si, para a família e para as comunidades. 

    FIGUEIREDO, M. de O. et al. A ocupação e a atividade humana em terapia ocupacional: revisão de escopo na literatura nacional. Cad. Bras. Ter. Ocup., São Carlos, v. 28, n. 3, 2020, p. 967-982, com adaptações. 

    Acerca desse assunto e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

    Historicamente, a terapia ocupacional brasileira utiliza o termo ocupação como constructo que compôs a fundamentação teórica e prática da profissão, acompanhando o modelo canadense.

  •   Benetton (2008) indica que, no Brasil, há um uso indiscriminado dos termos atividade, ocupação e atividade ocupacional, sendo que o “descuido” na adoção do termo ocupação e seus correlatos favorecem uma confusão conceitual. O conceito ocupação, mesmo possuindo inúmeras definições, tem se constituído como termo usual tanto para a Sociedade Internacional de Ciência Ocupacional como para a Federação Mundial de Terapeutas Ocupacionais, sob a consideração de que a “ocupação” propicia significado e sentido para a vida e que, na “ocupação”, se inserem as várias atividades que as pessoas concretizam em seu cotidiano, sejam as voltadas para si, para a família e para as comunidades. 

    FIGUEIREDO, M. de O. et al. A ocupação e a atividade humana em terapia ocupacional: revisão de escopo na literatura nacional. Cad. Bras. Ter. Ocup., São Carlos, v. 28, n. 3, 2020, p. 967-982, com adaptações. 

    Acerca desse assunto e com base nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.

    A atividade humana pode ser considerada como objeto de estudo da profissão, compreendendo-a como produto e meio de construção do próprio ser humano. Dessa forma, a terapia ocupacional, em composição com outras áreas da saúde, buscaria entender as relações que esse ser humano ativo estabelece em sua condição social, de vida e de saúde.

  • Tanto a análise ocupacional, como a análise de atividade são necessárias para a prática efetiva. Ao misturarem esses modelos analíticos, os profissionais podem alcançar uma compreensão dos modos particulares como os clientes se relacionam com suas ocupações e podem, então, utilizar seu conhecimento a respeito da atividade e das teorias de prática para aplicar as atividades ocupacionais para fins terapêuticos. Essa compreensão é alcançada por ambas as formas de análise.  

    Quanto à análise de atividade, julgue o item a seguir.

    Para a realização da análise de atividade, existem roteiros que auxiliam o terapeuta a direcionar essa ação e que enfocam, por vezes, aspectos biomecânicos e psicodinâmicos, e ainda há aqueles que abordam os aspectos ambientais e psicológicos, entre outros.

  • Acerca dos métodos e das técnicas de avaliação em componentes de desempenho, julgue o item a seguir.

    Para registar a amplitude de movimento, podem ser utilizados quatro sistemas de anotação: de 0º a 180 º, de 180º a 0º, de 180º a 360 º e de 360º a 0º.

  • Acerca dos métodos e das técnicas de avaliação em componentes de desempenho, julgue o item a seguir.
    Para medir o arco de movimento das articulações das mãos, são utilizados desde instrumentos simples como uma régua ou uma fita métrica, até os mais sofisticados e tecnológicos, como o TENS ou um densímetro eletrônico.
  • Acerca dos métodos e das técnicas de avaliação em componentes de desempenho, julgue o item a seguir.

    Para se obter uma medida mais precisa na mensuração da força de preensão de pinça, recomenda-se que seja realizada a média de três medições sucessivas com intervalos de 15 minutos entre uma e outra.

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