Tem certos dias em que eu penso em minha gente
E sinto assim todo o meu peito apertar
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E aí me dá uma tristeza no meu peito
Feito um despeito de eu não ter como lutar
E eu, que não creio, peço a Deus por minha gente,
É gente humilde, que vontade de chorar..
(Francisco Buarque de Holanda- Vinícius de Moraes-Garoto)
Nos versos acima, gente humilde necessita que se olhe por ela e que lhe dê dignidade e trabalho. Só é possível recuperar uma criatura se conseguirmos dignificá-la, através da educação e sua preparação para o trabalho para que se sinta valorizada e respeitada por aquilo que consegue e produz. A partir da educação escolarizada, ela percebe que o trabalho:
I- é dignificante quando se ganha bem, caso contrário escraviza, restringindo o direito ao lazer e a convivência familiar;
II- é capaz de operar "milagres", de preencher o vazio deixado pela carência e não aceitação social;
III- é indispensável ao homem como meio de sua subsistência e como meta para fazer seus planos;
IV- confere dignidade às pessoas desde que sejam educadas para ele a partir de sua inserção na infância.
Assinale as afirmativas corretas:
O tema qualidade de ensino pode ser abordado através dos diferentes projetos de sociedade que se pretende atender. Sobre as diferentes formas que se entrelaçam nas tramas educativas, analise as afirmativas a seguir:
I- a construção de identidades monolíticas, cristalizando verdadeiros modelos de cidadãos;
II- a capacidade de a escola absorver e trabalhar as diferenças culturais;
III- a construção de identidades plurais, dinâmicas e híbridas;
IV- a capacidade de a instituição escolar se manter num padrão curricular único;
V- a construção de um processo educativo com uma concepção monocultural.
Estão corretas somente as afirmativas:
Pensar a vida e o que ela representa, qual o seu significado é uma tarefa da Filosofia, como nos ensina Sócrates. Esta também é uma tarefa para a Educação. Assim, o aporte filosófico na Educação busca:
Bourdieu chamou a atenção dos educadores sobre a forma do professor manifestar-se, em sala de aula, em relação à exposição pública do erro do aluno. Ele nos fala da "violência simbólica" quando afirma:
Um novo momento vem se configurando no quadro da produção teórica que discute a relação escola- sociedade – cultura. Neste aspecto, várias dimensões do fenômeno educativo têm sido alvo de reflexões, principalmente os processos sócio-culturais e a construção da personalidade do sujeito. Pode-se dizer que: