Simulados Filosofia O Sujeito Moderno

Questões de Filosofia: O Sujeito Moderno – SEDUC SP (VUNESP)

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1Q1069945 | Filosofia, O Sujeito Moderno, Filosofia, SEDUC SP, VUNESP, 2025

No livro A utopia, uma das obras mais célebres e influentes do renascimento, Thomas Morus usa de ironia para formular a imagem de um Estado ideal, em que não há propriedade privada, defende a tolerância religiosa, critica o autoritarismo dos reis e da Igreja e favorece a razão e a virtude.

(Marcondes, 2010. Adaptado)

Segundo Danilo Marcondes (2010), Thomas Morus defende
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2Q1069946 | Filosofia, O Sujeito Moderno, Filosofia, SEDUC SP, VUNESP, 2025

Uma relevante consequência da postulação do cogito nas Meditações de René Descartes é o chamado dualismo psicofísico (ou dicotomia corpo-consciência), segundo o qual o ser humano é um ser composto de substância pensante e substância extensa.

(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)

Qual é a principal crítica dirigida ao dualismo psicofísico defendido por René Descartes?
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3Q1069947 | Filosofia, O Sujeito Moderno, Filosofia, SEDUC SP, VUNESP, 2025

A ciência moderna surge quando se torna mais importante salvar os fenômenos e quando a observação, a experimentação e a verificação de hipóteses tornam-se critérios decisivos, suplantando os argumentos metafísicos. Trata-se, no entanto, como quase sempre na história das ideias, de um longo processo de transição, muito mais do que de uma ruptura radical.


(Marcondes, 2010)



Segundo Danilo Marcondes (2010), um exemplo do poder da observação na modernidade é dado pela
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4Q1069961 | Filosofia, O Sujeito Moderno, Filosofia, SEDUC SP, VUNESP, 2025

O ingresso de Jean-Jacques Rousseau na república das letras deu-se com a obtenção do prêmio concedido pela Academia de Dijon, que havia proposto o seguinte tema para dissertação: “O restabelecimento das ciências e das artes teria contribuído para aprimorar os costumes?’’ Ao responder negativamente a essa questão, Rousseau iria marcar uma posição bem diferente do espírito iluminista da época. “Se nossas ciências são inúteis no objeto que se propõem, são ainda mais perigosas pelos efeitos que produzem”. Antes pois de defender o processo de difusão das luzes, impõe-se perguntar sobre que tipo de saber tem norteado a vida dos seres humanos.

(Nascimento, Milton Meira do. In: Weffort, 2006. Adaptado)

A crítica às ciências e às artes, contudo, não significa uma recusa do que seria a verdadeira ciência, a qual, para Rousseau, consiste
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5Q1070387 | Filosofia, O Sujeito Moderno, Filosofia, SEDUC SP, VUNESP, 2025

Danilo Marcondes, na obra Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein afirma: “o uso do termo ‘moderno’ antecede bastante o período que começa no séc. XVII. Duas noções fundamentais estão diretamente relacionadas ao moderno: a ideia de progresso e a valorização da subjetividade, como lugar da certeza”.
Segundo Danilo Marcondes, a mudança no ponto de partida da reflexão filosófica na modernidade é caracterizada pela
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6Q1070388 | Filosofia, O Sujeito Moderno, Filosofia, SEDUC SP, VUNESP, 2025

Danilo Marcondes, na obra Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein, afirma: “A filosofia contemporânea pode ser vista como resultado da crise do pensamento moderno no séc. XIX. O projeto moderno se define pela busca da fundamentação da possibilidade do conhecimento e das teorias científicas na análise da subjetividade, bem como por uma capacidade de ter experiências empíricas sobre o real, tal como encontramos no racionalismo e no empirismo. Esse projeto entra em crise a partir das críticas de Hegel e de Marx”.
De acordo com Danilo Marcondes, na filosofia contemporânea, a concepção moderna de sujeito passa a ser
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7Q1070389 | Filosofia, O Sujeito Moderno, Filosofia, SEDUC SP, VUNESP, 2025

Em seu texto “Hans Jonas: Porque a técnica moderna é um objeto para a ética”, Oswaldo Giacoia Filho explica que: “O ponto relevante aqui é que a ingerência de dimensões remotas, futuras e globais em nossas decisões cotidianas, prático-mundanas é uma novidade ética; e a categoria ética que é principalmente chamada ao primeiro plano por esse novo fato se chama responsabilidade. Inaugura um novo capítulo na história da ética” (Adaptado).
Diante do cenário descrito no excerto, Hans Jonas propõe o “princípio responsabilidade”, que consiste em
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8Q1070394 | Filosofia, O Sujeito Moderno, Filosofia, SEDUC SP, VUNESP, 2025

Em sua obra O outro, Franklin Leopoldo e Silva afirma: “O sujeito é uma contínua construção que depende, sempre e ao mesmo tempo, dele e dos outros; por isso ele é sempre outro, puro processo, e nunca algo consolidado. [...] O sujeito nunca se constituirá totalmente como realidade fechada em si mesma, porque a subjetividade não é mais do que a ação de tornar-se sujeito, constantemente reiterada”.
A partir da análise de Franklin Leopoldo e Silva, o sujeito deve ser compreendido como
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