1Questão
Maria Tereza Sadek, na obra organizada por Francisco
Weffort Os clássicos da política, explica que: “o maquiavelismo serve a todos os ódios, metamorfoseia-se de
acordo com os acontecimentos, já que pode ser apropriado por todos os envolvidos em disputa. É uma forma de desqualificar o inimigo, apresentando-o sempre
como a encarnação do mal. Personificando a imoralidade, o jogo sujo e sem escrúpulos, o “maquiavelismo”,
ou melhor, o “antimaquiavelismo” tornou-se mais forte
do que Maquiavel.”
(Sadek, M.T.In: Welfort, 2006. Adaptado)
Ressalta Maria Tereza Sadek que, efetivamente, o chamado “antimaquiavelismo” é concebido como
(Sadek, M.T.In: Welfort, 2006. Adaptado)
Ressalta Maria Tereza Sadek que, efetivamente, o chamado “antimaquiavelismo” é concebido como
2Questão
Em carta dirigida a F. Vettori, Maquiavel escreve: “Minha
missão é falar sobre o Estado”. Este trecho da carta revela sua “predestinação” inarredável: falar sobre o Estado.
De fato, sua preocupação em todas as suas obras é o
Estado. Não o melhor Estado, aquele tantas vezes imaginado, mas que nunca existiu. Mas o Estado real, capaz
de impor a ordem. Maquiavel rejeita a tradição idealista
de Platão, Aristóteles e Tomás de Aquino e segue a trilha inaugurada pelos historiadores antigos, como Tácito,
Políbio e Tito Lívio. Seu ponto de partida e de chegada é
a realidade concreta.
(Sadek, M. T. In: Weffort, 2006. Adaptado)
Maria Tereza Sadek indica que, em suas obras, Maquiavel enfatiza
(Sadek, M. T. In: Weffort, 2006. Adaptado)
Maria Tereza Sadek indica que, em suas obras, Maquiavel enfatiza
3Questão
Na coletânea intitulada Os clássicos da política, Renato
Janine Ribeiro aponta que a concepção de estado de
natureza do ser humano é fundamental para compreender o pensamento de Thomas Hobbes: “Todo ser humano
é opaco aos olhos de seu semelhante – eu não sei o que
o outro deseja, e por isso tenho que fazer uma suposição
de qual será a sua atitude mais prudente. Como ele também não sabe o que quero, também é forçado a supor o
que farei”.
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Devido à opacidade intrínseca do ser humano, Hobbes defende que
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Devido à opacidade intrínseca do ser humano, Hobbes defende que
4Questão
No capítulo intitulado John Locke e o individualismo
liberal, Leonel Itaussu Almeida Mello afirma:
“Para John Locke o estado de natureza era um estado de relativa paz, concórdia e harmonia. Nesse estado pacífico, os seres humanos já eram dotados de razão e desfrutavam da propriedade na acepção tradicional, em sentido estrito, significava especificamente a posse de bens móveis ou imóveis.”
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
John Locke também propôs uma acepção geral da noção de “propriedade” referindo-se
“Para John Locke o estado de natureza era um estado de relativa paz, concórdia e harmonia. Nesse estado pacífico, os seres humanos já eram dotados de razão e desfrutavam da propriedade na acepção tradicional, em sentido estrito, significava especificamente a posse de bens móveis ou imóveis.”
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
John Locke também propôs uma acepção geral da noção de “propriedade” referindo-se
5Questão
Em coletânea organizada por Francisco Weffort, intitulada Os clássicos da política, J. A. Guilhon Albuquerque
esclarece que, para Montesquieu: “Tal como é possível
estabelecer as leis que regem os corpos físicos a partir
das relações entre massa e movimento, também as leis
que regem os costumes e as instituições são relações
que derivam da natureza das coisas. Mas aqui se trata de massa e movimento de outra ordem, a massa e o
movimento próprios da política, que poderiam corresponder, se precisássemos levar adiante a metáfora, a quem
exerce o poder e como ele é exercido.
(In: Weffort. 2006. Adaptado)
Ao estabelecer esse paralelo entre leis naturais e leis políticas, Montesquieu está dialogando com
(In: Weffort. 2006. Adaptado)
Ao estabelecer esse paralelo entre leis naturais e leis políticas, Montesquieu está dialogando com
6Questão
Analisando a obra filosófica de John Stuart Mill, Elizabeth
Balbachevsky esclarece: “Com Mill, o liberalismo despe-
-se de seu ranço conservador, defensor do voto censitário e da cidadania restrita, para incorporar em sua agenda todo um elenco de reformas que vão desde o voto
universal até a emancipação da mulher. Na obra de Mill
podemos acompanhar um esforço articulado e coerente
para enquadrar e responder as demandas do movimento
operário inglês”.
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Dessa forma, como indicado no excerto, a obra de Stuart Mill expressa
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Dessa forma, como indicado no excerto, a obra de Stuart Mill expressa