1Questão
Um dos filósofos estudados no livro Filosofando: introdução à filosofia, de Maria Lúcia de Arruda Aranha e
Maria Helena Pires Martins, é Francis Bacon. Dizem
elas: “É conhecido como severo crítico da filosofia medieval, por considerá-la desinteressada e contemplativa,
uma vez que, de acordo com o espírito da nova ciência
moderna, Bacon aspirava a um saber instrumental que
possibilitasse o controle da natureza. (…) Bacon inicia
seu trabalho pela denúncia dos preconceitos e das
noções falsas que dificultam a apreensão da realidade,
aos quais chama de ídolos”.
A crítica do filósofo aos ídolos corresponde à crítica
A crítica do filósofo aos ídolos corresponde à crítica
2Questão
Na Crítica da razão pura, Kant explica a criticidade
presente em sua filosofia: “Em todos os seus empreendimentos deve a razão submeter-se à crítica e não
pode fazer qualquer ataque à liberdade desta, sem se
prejudicar a si mesma e atrair sobre si uma suspeita
desfavorável. Nada há de tão importante, com respeito à
utilidade, nem nada de tão sagrado que possa furtar-se
a esta investigação aprofundada que não faz exceção
para ninguém”.
A criticidade da filosofia kantiana se fundamenta no método que
A criticidade da filosofia kantiana se fundamenta no método que
3Questão
Na Crítica da razão pura, Kant apresenta sua crítica
ao empirismo de Hume. Diz o filósofo: “Hume concluiu
pois, falsamente, da contingência da nossa ação de
determinar segundo a lei, a contingência da própria lei
e confundiu a passagem do conceito de uma coisa à
experiência possível (…) com a síntese dos objetos da
experiência real que, na verdade, é sempre empírica”.
A crítica kantiana mencionada está pautada em sua concepção de causalidade como
A crítica kantiana mencionada está pautada em sua concepção de causalidade como
4Questão
Kant discute a relação entre a razão especulativa e
as ilusões transcendentes na seguinte passagem da
Crítica da razão pura: “Um procedimento desta espécie,
que consiste em submeter ao exame os fatos da razão,
e, segundo o caso, à sua repreensão, pode-se designar
por censura da razão. E incontestável que esta censura
conduz inevitavelmente à dúvida com respeito a todo o
uso transcendental dos princípios. (…) O primeiro passo
nas coisas da razão pura (…) é dogmático. O segundo
passo (…) é cético e testemunha a prudência do juízo
avisado pela experiência. Mas é ainda necessário um
terceiro passo, (…) o qual tem por fundamento máximas
sólidas e de provada universalidade; consiste em submeter a exame não os fatos da razão, mas a própria razão
no que respeita a todo o poder e capacidade de conhecimento puro a priori; já não se trata aqui da censura, mas
da crítica da razão”.
A passagem da “censura” para a “crítica”, mencionada no excerto, implica
A passagem da “censura” para a “crítica”, mencionada no excerto, implica
5Questão
No prefácio da segunda edição da obra Crítica da Razão
Pura, Kant apresenta uma de suas contribuições fundamentais para o desenvolvimento da estética transcendental, como se segue: “Deste modo, a razão especulativa
concede-nos, ainda assim, campo livre para essa extensão, embora o tivesse que deixar vazio, competindo-nos
a nós preenchê-lo, se pudermos, com os dados práticos,
ao que por ela mesmo somos convidados”.
O excerto corresponde
O excerto corresponde
6Questão
Na obra Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia
de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins abordam
a filosofia de Michel Foucault, afirmando que “A extensão progressiva de dispositivos disciplinares ao longo
daqueles séculos e sua multiplicação no corpo social
configuram o que se chama ‘sociedade disciplinar’”.
Para as autoras, “(…) de acordo com uma ‘microfísica
do poder’, Foucault identifica que o poder não se exerce
de um ponto central como qualquer instância do Estado,
mas se encontra disseminado em uma rede de instituições disciplinares”.
Os dois conceitos apresentados em Foucault investigam
Os dois conceitos apresentados em Foucault investigam