Prova de Geografia Física - Magistério (EsFCEx) – VUNESP
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A compartimentação atual do relevo brasileiro tem fortes ligações genéticas com o soerguimento da plataforma sul-americana e com os processos erosivos que ocorreram principalmente no terciário e se estenderam até o quaternário, em concomitância com o soerguimento da plataforma sul-americana.
(ROSS, J. L. S. (org). Geografia do Brasil, 2019, pg. 52. Adaptado)
Nesse contexto, o relevo brasileiro apresenta três tipos de unidades geomorfológicas, que refletem suas gêneses e que são:
Apresenta região nuclear onde predominam temperaturas médias de 24 a 27 ºC e as chuvas, em geral, superiores a 1700 mm anuais alcançando até 3500 mm em algumas áreas. Mesmo com variações regionais, é considerado o clima mais homogêneo e de ritmo anual habitual mais constante em todo o Brasil intertropical.
(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil:
potencialidades paisagísticas, 2003, p. 67. Adaptado)
O texto apresenta elementos do meio físico característicos do domínio morfoclimático:
Termo utilizado para definir manchas de ecossistemas típicos de outras províncias, porém, presentes no interior de um domínio de natureza totalmente diferente, como é o caso das Caatingas de Macaé-Cabo Frio, rodeadas por grandes contínuos de mata atlântica.
(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003, p. 145. Adaptado)
O texto fornece exemplo do conceito de
É considerado o sistema meteorológico mais importante gerador de precipitação sobre a região equatorial dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico, assim como sobre as áreas continentais adjacentes.
(CAVALCANTI, I. et al. Tempo e clima no Brasil, 2009, p. 25. Adaptado)
O texto faz referência ao conceito de
Os sistemas frontais e os anticiclones que avançam pelo sul do país conseguem deslocar-se meridionalmente e atingir baixas latitudes, ultrapassando inclusive a linha do equador.
(CAVALCANTI, I. et al. Tempo e clima no Brasil, 2009,
p. 151-52. Adaptado)
As incursões de massas polares, até baixas latitudes, incluindo a Amazônia, são localmente conhecidos como
Nada por aqui