Questões de Português – Interpretação – Concurso Nutricionista Fiscal

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       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    De acordo com o texto, o maior consumo de produtos de origem animal implica preocupação do consumidor com o meio ambiente.
  • 📖 Texto associado
       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item.
    Na linha 1, a forma “por que” pode, também, ser escrita como porque, sem prejuízo para a correção gramatical.
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       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    Depreende?se do texto uma relação entre os motivos explicitados no primeiro parágrafo e o equilíbrio alimentar, derivado da importância da alimentação na manutenção da saúde e do ambiente físico.
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       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    O texto veicula informações relacionadas à promoção da alimentação adequada e saudável, presentes no Guia Alimentar para a População Brasileira.
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       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    Na linha 11, o elemento “Isso” retoma toda a sentença que o antecede, motivo pelo qual pode ser substituído por O que.
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       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    O texto tem caráter eminentemente narrativo e apresenta explicações referentes a variados pratos típicos de muitas regiões do globo terrestre.
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       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    Do texto se deduz que as razões sociais e ambientais refletem a busca pela qualidade e pelo valor nutricional da alimentação de origem vegetal e, também, a preferência pelo consumo desses alimentos em detrimento de alimentos de origem animal, estimulada pela consciência ecológica.
  • 📖 Texto associado
       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    Conforme o texto, para ter saúde plena, é necessário ingerir alimentos ricos em gordura animal, que contêm o teor de nutrientes requerido pelo organismo humano.
  • 📖 Texto associado
       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    Mantém a correção gramatical a substituição, por sinal de dois?pontos, do ponto continuativo empregado na linha 4, anteriormente a “Alimentos” (linha 5), com o devido ajuste de letra maiúscula inicial para minúscula.
  • 📖 Texto associado
       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    Na linha 3, o elemento “tais”, que antecede “alimentos”, é empregado para se referir a “alimentos in natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal” (linhas 1 e 2).
  • 📖 Texto associado
       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    O sentido original do texto é mantido com a inserção, entre “vários” e “tipos” (linha 23), da palavra outros.
  • 📖 Texto associado
       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    No texto, a expressão “Por sua vez” (linha 8) relaciona?se com o período iniciado na linha 5, qual seja, “Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas”, e pode ser substituída por Por seu turno, sem prejuízo gramatical.
  • 📖 Texto associado
       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    Fica mantida a correção gramatical, ainda que possa haver alteração de sentidos do texto, caso se suprima o termo “características” (linha 7), além da vírgula que o antecede.
  • 📖 Texto associado
       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    Na linha 25, a forma verbal “contribuindo” pode ser flexionada no infinitivo — contribuir —, caso em que passaria a se relacionar com “formas solidárias de viver e produzir”.
  • 📖 Texto associado
       Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
    natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
       No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
    de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
    Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
    mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
    (saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
       Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
    calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
    necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
    proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
    evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
    sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
    complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
    presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
    presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
    tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
    Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
    Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
    base alimentos oriundos de vegetais.
       Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
    de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
    o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
    legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
    assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
    produção e distribuição dos alimentos.
       A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
    planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
    consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
    a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
    de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
    Em relação às ideias do texto, julgue o item.
    No trecho da linha 16, a expressão “[mistura] de raízes tuberosas com leguminosas” sugere se tratar de farinha de mandioca com feijão, ingredientes que compõem o famoso “tutu” (linha 17).

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