Agente de Segurança Patrimonial - Português - Eletrobrás

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Desempenho Global
109
Resoluções
32%
Média
Difícil
Dificuldade
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  • 📖 Texto associado
    SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

    O teste definitivo para você saber se você está ou não
    integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
    você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
    máquina.
    Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
    eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
    apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
    é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
    máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
    funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
    pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
    secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
    estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
    que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
    a mensagem.
    É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
    telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
    gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
    travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
    Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
    - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
    O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
    medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
    volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
    Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
    eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
    precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
    mensagem porque errou a colocação do pronome.
    Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
    limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
    - De Augustín Lara...
    E gravam um bolero.
    Talvez seja a única atitude sensata.
    “O teste definitivo para você saber...”; o vocábulo
    definitivo, nesse contexto, corresponde ao seguinte sinônimo::
  • 📖 Texto associado
    SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

    O teste definitivo para você saber se você está ou não
    integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
    você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
    máquina.
    Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
    eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
    apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
    é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
    máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
    funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
    pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
    secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
    estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
    que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
    a mensagem.
    É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
    telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
    gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
    travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
    Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
    - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
    O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
    medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
    volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
    Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
    eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
    precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
    mensagem porque errou a colocação do pronome.
    Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
    limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
    - De Augustín Lara...
    E gravam um bolero.
    Talvez seja a única atitude sensata.
    O item que mostra um desenvolvimento INADEQUADO do segmento em NEGRITO é:
  • 📖 Texto associado
    SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

    O teste definitivo para você saber se você está ou não
    integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
    você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
    máquina.
    Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
    eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
    apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
    é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
    máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
    funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
    pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
    secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
    estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
    que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
    a mensagem.
    É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
    telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
    gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
    travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
    Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
    - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
    O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
    medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
    volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
    Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
    eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
    precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
    mensagem porque errou a colocação do pronome.
    Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
    limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
    - De Augustín Lara...
    E gravam um bolero.
    Talvez seja a única atitude sensata.
    “O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica”; a forma de reescrever-se esse segmento do texto que ALTERA o seu sentido original é:
  • 📖 Texto associado
    SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

    O teste definitivo para você saber se você está ou não
    integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
    você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
    máquina.
    Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
    eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
    apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
    é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
    máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
    funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
    pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
    secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
    estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
    que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
    a mensagem.
    É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
    telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
    gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
    travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
    Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
    - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
    O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
    medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
    volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
    Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
    eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
    precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
    mensagem porque errou a colocação do pronome.
    Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
    limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
    - De Augustín Lara...
    E gravam um bolero.
    Talvez seja a única atitude sensata.
    O item em que o vocábulo "para" tem significado diferente de todos os demais é:
  • 📖 Texto associado
    SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

    O teste definitivo para você saber se você está ou não
    integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
    você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
    máquina.
    Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
    eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
    apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
    é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
    máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
    funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
    pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
    secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
    estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
    que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
    a mensagem.
    É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
    telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
    gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
    travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
    Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
    - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
    O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
    medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
    volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
    Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
    eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
    precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
    mensagem porque errou a colocação do pronome.
    Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
    limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
    - De Augustín Lara...
    E gravam um bolero.
    Talvez seja a única atitude sensata.
    A frase do texto em que há claramente a personificação da secretária eletrônica por meio de uma ação humana que lhe é atribuída é:
  • 📖 Texto associado
    SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

    O teste definitivo para você saber se você está ou não
    integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
    você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
    máquina.
    Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
    eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
    apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
    é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
    máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
    funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
    pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
    secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
    estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
    que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
    a mensagem.
    É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
    telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
    gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
    travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
    Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
    - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
    O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
    medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
    volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
    Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
    eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
    precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
    mensagem porque errou a colocação do pronome.
    Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
    limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
    - De Augustín Lara...
    E gravam um bolero.
    Talvez seja a única atitude sensata.
    O item em que o termo DESTACADO apresenta um significado que é específico, ao contrário dos demais, em que é vagamente geral, é:
  • 📖 Texto associado
    SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

    O teste definitivo para você saber se você está ou não
    integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
    você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
    máquina.
    Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
    eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
    apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
    é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
    máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
    funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
    pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
    secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
    estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
    que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
    a mensagem.
    É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
    telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
    gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
    travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
    Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
    - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
    O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
    medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
    volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
    Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
    eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
    precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
    mensagem porque errou a colocação do pronome.
    Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
    limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
    - De Augustín Lara...
    E gravam um bolero.
    Talvez seja a única atitude sensata.
    “O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina”. O comentário correto sobre o vocábulo "O", colocado ao início desse período do texto, é que se trata de:
  • 📖 Texto associado
    SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

    O teste definitivo para você saber se você está ou não
    integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
    você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
    máquina.
    Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
    eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
    apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
    é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
    máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
    funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
    pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
    secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
    estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
    que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
    a mensagem.
    É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
    telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
    gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
    travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
    Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
    - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
    O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
    medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
    volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
    Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
    eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
    precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
    mensagem porque errou a colocação do pronome.
    Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
    limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
    - De Augustín Lara...
    E gravam um bolero.
    Talvez seja a única atitude sensata.
    “O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina”. Nesse segundo período do texto, os elementos que estão em oposição semântica são:
  • 📖 Texto associado
    SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

    O teste definitivo para você saber se você está ou não
    integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
    você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
    máquina.
    Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
    eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
    apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
    é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
    máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
    funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
    pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
    secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
    estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
    que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
    a mensagem.
    É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
    telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
    gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
    travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
    Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
    - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
    O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
    medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
    volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
    Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
    eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
    precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
    mensagem porque errou a colocação do pronome.
    Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
    limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
    - De Augustín Lara...
    E gravam um bolero.
    Talvez seja a única atitude sensata.
    A frase abaixo que representa uma linguagem coloquial é:
  • 📖 Texto associado
    SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

    O teste definitivo para você saber se você está ou não
    integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
    você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
    máquina.
    Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
    eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
    apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
    é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
    máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
    funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
    pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
    secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
    estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
    que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
    a mensagem.
    É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
    telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
    gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
    travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
    Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
    - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
    O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
    medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
    volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
    Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
    eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
    precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
    mensagem porque errou a colocação do pronome.
    Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
    limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
    - De Augustín Lara...
    E gravam um bolero.
    Talvez seja a única atitude sensata.
    O item em que a figura de linguagem presente no segmento destacado NÃO está corretamente identificada, é:
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COMENTÁRIOS (6)

  • luana maiandi
    luana maiandi
    27/07/2012 • 20:06
    Achei mto difícil...
    Aproveitamento: 70%
  • denis aires da silva
    denis aires da silva
    29/07/2012 • 17:44
    FIZ 90%, MAS ACHEI DIFÍCIL, PRINCIPLMENTE, A QUE EU ERREI: A QUESTÃO DO "O".
  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    18/12/2012 • 18:05
    Fiz 70 também, complicado...
  • Norberto Pastori Junior
    Norberto Pastori Junior
    21/09/2013 • 09:53
    Prova do tipo "pareçe mas não é" 50coentão!aff
  • Fabiane Brito Furtado
    Fabiane Brito Furtado
    28/07/2014 • 10:51
    Muito complicado!
    Infelizmente tirei 40%
  • eduardo cesar da silva
    eduardo cesar da silva
    12/08/2014 • 16:09
    fiz 80%. errei duas de bobeira droga.
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