Investigador Policial - Português - Polícia Civil RJ

Simulado com questões de prova: Investigador Policial - Português - Polícia Civil RJ . Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
1.032
Resoluções
44%
Média
Difícil
Dificuldade
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  • 📖 Texto associado
    Texto I
         Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
    temos, como brasileiros, de achar um foco para
    nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
    (...)
         Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
    remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
    vida ao espevitado e contraditório personagem
    Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
    já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
    que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
    desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
    dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
    “E não seria esta alegria – além da mestiçagem
    alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
    desgarramento classista – uma das características
    distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
    à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
    lhe impõem?”
         Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
    O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
    Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
    que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
    hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
    a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
    imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
    samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
    Aliás, será que somos isso mesmo? (...)

    SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
    A respeito da temática do Texto I, é correto afirmar que se trata da:
  • 📖 Texto associado
    Texto I
         Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
    temos, como brasileiros, de achar um foco para
    nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
    (...)
         Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
    remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
    vida ao espevitado e contraditório personagem
    Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
    já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
    que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
    desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
    dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
    “E não seria esta alegria – além da mestiçagem
    alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
    desgarramento classista – uma das características
    distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
    à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
    lhe impõem?”
         Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
    O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
    Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
    que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
    hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
    a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
    imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
    samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
    Aliás, será que somos isso mesmo? (...)

    SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
    O período “Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade temos, como brasileiros, de achar um foco para nossa imagem.’’(l.1-3), no Texto I, caracteriza-se pela idéia de:
  • 📖 Texto associado
    Texto I
         Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
    temos, como brasileiros, de achar um foco para
    nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
    (...)
         Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
    remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
    vida ao espevitado e contraditório personagem
    Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
    já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
    que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
    desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
    dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
    “E não seria esta alegria – além da mestiçagem
    alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
    desgarramento classista – uma das características
    distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
    à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
    lhe impõem?”
         Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
    O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
    Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
    que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
    hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
    a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
    imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
    samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
    Aliás, será que somos isso mesmo? (...)

    SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
    Para Sérgio Buarque de Holanda, o que faz do brasileiro um brasileiro é a(o):
  • 📖 Texto associado
    Texto I
         Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
    temos, como brasileiros, de achar um foco para
    nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
    (...)
         Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
    remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
    vida ao espevitado e contraditório personagem
    Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
    já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
    que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
    desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
    dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
    “E não seria esta alegria – além da mestiçagem
    alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
    desgarramento classista – uma das características
    distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
    à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
    lhe impõem?”
         Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
    O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
    Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
    que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
    hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
    a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
    imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
    samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
    Aliás, será que somos isso mesmo? (...)

    SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
    Na frase do Texto I “Aliás, será que somos isso mesmo?” (l. 27), o termo destacado introduz um(a):
  • 📖 Texto associado
    Texto I
         Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
    temos, como brasileiros, de achar um foco para
    nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
    (...)
         Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
    remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
    vida ao espevitado e contraditório personagem
    Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
    já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
    que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
    desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
    dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
    “E não seria esta alegria – além da mestiçagem
    alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
    desgarramento classista – uma das características
    distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
    à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
    lhe impõem?”
         Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
    O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
    Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
    que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
    hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
    a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
    imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
    samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
    Aliás, será que somos isso mesmo? (...)

    SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
    Dentre as palavras abaixo, assinale a que segue regra de acentuação distinta das demais.
  • 📖 Texto associado
    Texto I
         Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
    temos, como brasileiros, de achar um foco para
    nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
    (...)
         Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
    remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
    vida ao espevitado e contraditório personagem
    Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
    já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
    que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
    desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
    dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
    “E não seria esta alegria – além da mestiçagem
    alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
    desgarramento classista – uma das características
    distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
    à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
    lhe impõem?”
         Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
    O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
    Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
    que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
    hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
    a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
    imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
    samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
    Aliás, será que somos isso mesmo? (...)

    SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
    Na passagem do Texto I “... deu vida ao espevitado e contraditório personagem ...” (l. 6-7), a palavra em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por: (
  • 📖 Texto associado
    Texto I
         Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
    temos, como brasileiros, de achar um foco para
    nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
    (...)
         Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
    remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
    vida ao espevitado e contraditório personagem
    Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
    já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
    que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
    desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
    dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
    “E não seria esta alegria – além da mestiçagem
    alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
    desgarramento classista – uma das características
    distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
    à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
    lhe impõem?”
         Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
    O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
    Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
    que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
    hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
    a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
    imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
    samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
    Aliás, será que somos isso mesmo? (...)

    SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
    Assinale a frase em que está INCORRETO o uso do acento grave.
  • 📖 Texto associado
    Texto I
         Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
    temos, como brasileiros, de achar um foco para
    nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
    (...)
         Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
    remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
    vida ao espevitado e contraditório personagem
    Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
    já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
    que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
    desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
    dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
    “E não seria esta alegria – além da mestiçagem
    alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
    desgarramento classista – uma das características
    distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
    à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
    lhe impõem?”
         Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
    O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
    Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
    que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
    hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
    a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
    imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
    samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
    Aliás, será que somos isso mesmo? (...)

    SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
    De acordo com o Texto I, no final dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro:
  • 📖 Texto associado
    Texto I
         Quanto mais nos vemos no espelho, mais dificuldade
    temos, como brasileiros, de achar um foco para
    nossa imagem. Pelo menos, nossa imagem como povo.
    (...)
         Nossa identidade é assunto polêmico desde tempos
    remotos. Quando o escritor Mário de Andrade deu
    vida ao espevitado e contraditório personagem
    Macunaíma, em 1928, nosso herói sem nenhum caráter
    já andava desesperadamente à procura dela. Ele sabia
    que havia algo de brasileiro no ar e foi buscar indícios
    desses traços na riqueza da cultura popular. (...) No final
    dos anos 80, o antropólogo Darcy Ribeiro continuava indagando:
    “E não seria esta alegria – além da mestiçagem
    alvoroçada, da espantosa uniformidade cultural e do brutal
    desgarramento classista – uma das características
    distintivas dos brasileiros? Seria a compensação dialética
    à que o povo se dá da vida azarosa, famélica e triste que
    lhe impõem?”
         Ninguém ainda respondeu a contento à questão.
    O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do
    Brasil (1936), foi buscar na origem portuguesa os traços
    que fazem do brasileiro um brasileiro: o estilo cordial,
    hospitaleiro, pacato e resignado, em um povo que herdou
    a bagunça lusa. Mas será que todo brasileiro vê essa
    imagem no espelho? Ser apenas o povo do futebol, do
    samba e das mais belas mulheres do mundo basta?
    Aliás, será que somos isso mesmo? (...)

    SCAVONE, Míriam. In: Porto Seguro Brasil. Conteúdo fornecido e produzido pela Editora Abril S.A. (SP).
    No Texto I, o trecho atribuído a Darcy Ribeiro (l. 11-18) se caracteriza por:
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COMENTÁRIOS (9)

  • Nadir Mendonca
    Nadir Mendonca
    10/07/2011 • 18:40
    Apesar de ter gabaritado, um bom nivel de prova...
  • anderson gervasio
    anderson gervasio
    18/07/2011 • 18:07
    eu nao estou preparado mas ainda acertei bastante
  • Gabaritador
    Gabaritador
    17/03/2012 • 00:45
    errei a 4 6 9, mas pelo menos eu quase que marco as corretas.
  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    21/12/2012 • 14:39
    Questões de alto nível, requerem bastante atenção.

    Deu pra gabaritar essa!
  • EDERSON ARTEIRO
    EDERSON ARTEIRO
    03/02/2013 • 16:47
    Bom nível, acertei 7 das 9 questões.
  • Eder Elias
    Eder Elias
    01/06/2013 • 10:02
    Você acertou 8 de 9 questões. Aproveitamento de 89%
    O seu desempenho foi avaliado como Muito bom.

    errei 1.
  • Tamiris Damiao Machado
    Tamiris Damiao Machado
    17/04/2014 • 13:13
    Ótimo simulado,mas a questão 6 foi meio confusa.
  • Kellenn Pinheiro
    Kellenn Pinheiro
    11/09/2014 • 22:58
    Vacilei em uma questão! Mas ta valendo...rs
  • Ronaldo Alves
    Ronaldo Alves
    20/02/2015 • 00:35
    achei difícil as questões, mas bem elaboradas.
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