Técnico Administrativo - Português - Ministério Público da União MPU - IV

Simulado com questões de prova: Técnico Administrativo - Português - Ministério Público da União MPU - IV . Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
277
Resoluções
41%
Média
Difícil
Dificuldade
  • 📖 Texto associado
    A verdadeira revolução

         Qualquer pessoa da década de 60 sabe: os
    anos 60 foram os melhores do século. A gente
    nunca ouve alguém dizer que é “da década de
    80” ou qualquer outra. Só o pessoal dos anos 60
    viveu um decênio inteiro de uma vez. É
    verdade que uma pá de novidades apareceu lá
    nos anos 60, mas também não vamos exagerar:
    eu tinha um estilingue, mas se pudesse optar
    teria preferido um videogame. E só pulava mura
    para comer goiabas no pé porque as redes de
    fast food ainda não tinham chegado ao Brasil.
          De uma coisa eu nunca tive dúvida: foi na
    década de 60 que aconteceu a transição entre o
    velho e o novo estilo de convivência
    corporativa. Também foi lá que os empregados
    se deram conta de que “carreira” poderia ser
    uma questão de escolha, que tudo provia sem
    admitir réplicas nem súplicas.
          Foi nessa fase de ruptura que eu consegui
    meu primeiro emprego. Pude observar as
    mudanças sem influir nelas, de uma posição no
    rodapé do organograma, a de aprendiz de
    arquivista (Office boy seria mais charmoso.
    Mas o título só surgiu na década de 70). E hoje
    acredito que as grandes mudanças no cotidiano
    dos empregados nada tiveram a ver com teorias
    revolucionárias ou com novas técnicas de
    administração de pessoal. Tudo isso foi apenas
    o efeito. As verdadeiras causas foram às
    pequenas mudanças às quais ninguém deu
    muita importância:
          Diploma de datilografia – Durante
    décadas, para alguém ser admitido no
    escritório, o único requisito era “ser
    alfabetizado” (um enorme plus curricular em
    um país de analfabetos). Depois veio a
    obrigatoriedade de ser diplomado em
    datilografia. Mas foi nos anos 60 que se
    introduziu a exigência do “algo mais”: o
    Certificado de Proficiência Datilográfica. Ele
    era concedido aos poucos capazes de bater 150
    toques por minuto, com os dedos certos nas
    teclas certas. Nas décadas seguintes, os
    certificados de proficiência foram sendo
    gradativamente substituídos por outros
    símbolos mais alegóricos de “algo mais”, sendo
    que o atualmente em moda se chama
    MBA.(continua)

    (Max Gebringer. In: Exame – com adaptações).
    De acordo com as idéias do texto, assinale a opção correta acerca da década de 60.
  • 📖 Texto associado
    A verdadeira revolução

         Qualquer pessoa da década de 60 sabe: os
    anos 60 foram os melhores do século. A gente
    nunca ouve alguém dizer que é “da década de
    80” ou qualquer outra. Só o pessoal dos anos 60
    viveu um decênio inteiro de uma vez. É
    verdade que uma pá de novidades apareceu lá
    nos anos 60, mas também não vamos exagerar:
    eu tinha um estilingue, mas se pudesse optar
    teria preferido um videogame. E só pulava mura
    para comer goiabas no pé porque as redes de
    fast food ainda não tinham chegado ao Brasil.
          De uma coisa eu nunca tive dúvida: foi na
    década de 60 que aconteceu a transição entre o
    velho e o novo estilo de convivência
    corporativa. Também foi lá que os empregados
    se deram conta de que “carreira” poderia ser
    uma questão de escolha, que tudo provia sem
    admitir réplicas nem súplicas.
          Foi nessa fase de ruptura que eu consegui
    meu primeiro emprego. Pude observar as
    mudanças sem influir nelas, de uma posição no
    rodapé do organograma, a de aprendiz de
    arquivista (Office boy seria mais charmoso.
    Mas o título só surgiu na década de 70). E hoje
    acredito que as grandes mudanças no cotidiano
    dos empregados nada tiveram a ver com teorias
    revolucionárias ou com novas técnicas de
    administração de pessoal. Tudo isso foi apenas
    o efeito. As verdadeiras causas foram às
    pequenas mudanças às quais ninguém deu
    muita importância:
          Diploma de datilografia – Durante
    décadas, para alguém ser admitido no
    escritório, o único requisito era “ser
    alfabetizado” (um enorme plus curricular em
    um país de analfabetos). Depois veio a
    obrigatoriedade de ser diplomado em
    datilografia. Mas foi nos anos 60 que se
    introduziu a exigência do “algo mais”: o
    Certificado de Proficiência Datilográfica. Ele
    era concedido aos poucos capazes de bater 150
    toques por minuto, com os dedos certos nas
    teclas certas. Nas décadas seguintes, os
    certificados de proficiência foram sendo
    gradativamente substituídos por outros
    símbolos mais alegóricos de “algo mais”, sendo
    que o atualmente em moda se chama
    MBA.(continua)

    (Max Gebringer. In: Exame – com adaptações).
    Ainda com relação às idéias do texto, assinale a opção correta.
  • 📖 Texto associado
    A verdadeira revolução

         Qualquer pessoa da década de 60 sabe: os
    anos 60 foram os melhores do século. A gente
    nunca ouve alguém dizer que é “da década de
    80” ou qualquer outra. Só o pessoal dos anos 60
    viveu um decênio inteiro de uma vez. É
    verdade que uma pá de novidades apareceu lá
    nos anos 60, mas também não vamos exagerar:
    eu tinha um estilingue, mas se pudesse optar
    teria preferido um videogame. E só pulava mura
    para comer goiabas no pé porque as redes de
    fast food ainda não tinham chegado ao Brasil.
          De uma coisa eu nunca tive dúvida: foi na
    década de 60 que aconteceu a transição entre o
    velho e o novo estilo de convivência
    corporativa. Também foi lá que os empregados
    se deram conta de que “carreira” poderia ser
    uma questão de escolha, que tudo provia sem
    admitir réplicas nem súplicas.
          Foi nessa fase de ruptura que eu consegui
    meu primeiro emprego. Pude observar as
    mudanças sem influir nelas, de uma posição no
    rodapé do organograma, a de aprendiz de
    arquivista (Office boy seria mais charmoso.
    Mas o título só surgiu na década de 70). E hoje
    acredito que as grandes mudanças no cotidiano
    dos empregados nada tiveram a ver com teorias
    revolucionárias ou com novas técnicas de
    administração de pessoal. Tudo isso foi apenas
    o efeito. As verdadeiras causas foram às
    pequenas mudanças às quais ninguém deu
    muita importância:
          Diploma de datilografia – Durante
    décadas, para alguém ser admitido no
    escritório, o único requisito era “ser
    alfabetizado” (um enorme plus curricular em
    um país de analfabetos). Depois veio a
    obrigatoriedade de ser diplomado em
    datilografia. Mas foi nos anos 60 que se
    introduziu a exigência do “algo mais”: o
    Certificado de Proficiência Datilográfica. Ele
    era concedido aos poucos capazes de bater 150
    toques por minuto, com os dedos certos nas
    teclas certas. Nas décadas seguintes, os
    certificados de proficiência foram sendo
    gradativamente substituídos por outros
    símbolos mais alegóricos de “algo mais”, sendo
    que o atualmente em moda se chama
    MBA.(continua)

    (Max Gebringer. In: Exame – com adaptações).
    De acordo com o emprego das classes de palavras, é correto afirmar que:
  • 📖 Texto associado
    A verdadeira revolução

         Qualquer pessoa da década de 60 sabe: os
    anos 60 foram os melhores do século. A gente
    nunca ouve alguém dizer que é “da década de
    80” ou qualquer outra. Só o pessoal dos anos 60
    viveu um decênio inteiro de uma vez. É
    verdade que uma pá de novidades apareceu lá
    nos anos 60, mas também não vamos exagerar:
    eu tinha um estilingue, mas se pudesse optar
    teria preferido um videogame. E só pulava mura
    para comer goiabas no pé porque as redes de
    fast food ainda não tinham chegado ao Brasil.
          De uma coisa eu nunca tive dúvida: foi na
    década de 60 que aconteceu a transição entre o
    velho e o novo estilo de convivência
    corporativa. Também foi lá que os empregados
    se deram conta de que “carreira” poderia ser
    uma questão de escolha, que tudo provia sem
    admitir réplicas nem súplicas.
          Foi nessa fase de ruptura que eu consegui
    meu primeiro emprego. Pude observar as
    mudanças sem influir nelas, de uma posição no
    rodapé do organograma, a de aprendiz de
    arquivista (Office boy seria mais charmoso.
    Mas o título só surgiu na década de 70). E hoje
    acredito que as grandes mudanças no cotidiano
    dos empregados nada tiveram a ver com teorias
    revolucionárias ou com novas técnicas de
    administração de pessoal. Tudo isso foi apenas
    o efeito. As verdadeiras causas foram às
    pequenas mudanças às quais ninguém deu
    muita importância:
          Diploma de datilografia – Durante
    décadas, para alguém ser admitido no
    escritório, o único requisito era “ser
    alfabetizado” (um enorme plus curricular em
    um país de analfabetos). Depois veio a
    obrigatoriedade de ser diplomado em
    datilografia. Mas foi nos anos 60 que se
    introduziu a exigência do “algo mais”: o
    Certificado de Proficiência Datilográfica. Ele
    era concedido aos poucos capazes de bater 150
    toques por minuto, com os dedos certos nas
    teclas certas. Nas décadas seguintes, os
    certificados de proficiência foram sendo
    gradativamente substituídos por outros
    símbolos mais alegóricos de “algo mais”, sendo
    que o atualmente em moda se chama
    MBA.(continua)

    (Max Gebringer. In: Exame – com adaptações).
    Assinale a opção gramaticalmente correta.

COMENTÁRIOS (14)

  • Marcos Luiz Moraes de Oliveira
    Marcos Luiz Moraes de Oliveira
    29/11/2011 • 12:21
    Sou um excelente "interpretador de textos" mas tenho que q dizem..
    ô textinho maldito ! cança q é uma beleza :O
  • antonio luis
    antonio luis
    21/08/2012 • 09:26
    so errei a questao de nº2
  • Ana Cláudia Pereira Paulo Camelo
    Ana Cláudia Pereira Paulo Camelo
    20/10/2012 • 12:01
    Gente de alguém encontrar o erro da B da 4, mostrem-me porque estou cega!!
  • mary ane alves macedo
    mary ane alves macedo
    21/03/2013 • 23:44
    Só 50%!!!!
    Eita textinho chato heim!
  • oziel cordeiro
    oziel cordeiro
    04/04/2013 • 18:16
    Bom mas tenho que dedicar muito mais o meu potêncial nas provas !!!
  • Andréa Seixas Ribeiro da Silva
    Andréa Seixas Ribeiro da Silva
    08/04/2013 • 23:04
    Boa... mas só fico satisfeita quando conseguir acertar todas... seguidas de 10. rsrs
  • Jennyfer Mayze
    Jennyfer Mayze
    21/07/2013 • 11:40
    Textinho horroroso!!!
  • Jeck Ferraz
    Jeck Ferraz
    20/09/2013 • 13:08
    Você acertou 4 de 4 questões. Gabaritado
  • Higor Ricardo
    Higor Ricardo
    08/10/2013 • 23:45
    O que tornou difícil a interpretação deste texto foi a má formatação em que foi postado. É melhor postar os textos em .gif (ou .jpg) do que postar desta maneira e agente não conseguir distinguir um parágrafo do outro. Fica a dica.
  • Rafael Ielaudio Teixeira
    Rafael Ielaudio Teixeira
    31/10/2013 • 15:07
    Complicadinha né???

    Acertei todas, mas a última foi basicamente no "chute".

    Alguém identificou o erro das demais alternativas na questão 4?
  • Aline Alves
    Aline Alves
    23/02/2014 • 16:58
    Alguém saberia informar os erros da questão 4?
  • eduardo cesar da silva
    eduardo cesar da silva
    29/06/2014 • 14:12
    DROGA! MARQUEI A CERTA NA 4 QUESTÃO E TIREI, POR ISSO NÃO GABARITEI...HUM
  • Francisca Patricia Santiago
    Francisca Patricia Santiago
    08/03/2016 • 09:54
    A questão 4 ele afirma que: "a diversão era subir no pé de goiaba porque não havia chegado fast food", no texto não menciona a palavra "diversão" o entendimento do texto é que ele "comia" goiaba mais se tivesse fast food, comeria comidas do fast food e não as goiabas. diferença sútil de comer para divertir-se.
  • Antonio a. Soares da Silva
    Antonio a. Soares da Silva
    02/08/2017 • 19:33
    Acertei as quatro. eu disse que erraria todas,e errei mesmo.

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