Agente Administrativo - Português - MPE RS 2010

Simulado com questões de prova: Agente Administrativo - Português - MPE RS 2010 . Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
159
Resoluções
49%
Média
Difícil
Dificuldade
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  • 📖 Texto associado
    Atenção: As questões baseiam-se no texto abaixo.

    Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
    o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
    texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
    encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
    brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
    with our brains, um livro instrutivo e provocativo, que dosa
    linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
    disseminação científica.

    Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
    As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
    científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
    fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
    estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
    sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
    internet está provocando danos em partes do cérebro que
    constituem a base do que entendemos como inteligência, além
    de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão
    e piedade.

    O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
    incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
    pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
    caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
    ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
    nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
    sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
    depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
    diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
    sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
    autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
    que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
    aprendizado superficial."

    A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
    para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
    utilizamos, estimulados pela carga gigantesca de informações,
    imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
    não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
    substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
    vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

    (Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
    com adaptações)
    O assunto do texto está corretamente resumido em:
  • 📖 Texto associado
    Atenção: As questões baseiam-se no texto abaixo.

    Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
    o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
    texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
    encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
    brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
    with our brains, um livro instrutivo e provocativo, que dosa
    linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
    disseminação científica.

    Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
    As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
    científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
    fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
    estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
    sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
    internet está provocando danos em partes do cérebro que
    constituem a base do que entendemos como inteligência, além
    de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão
    e piedade.

    O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
    incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
    pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
    caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
    ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
    nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
    sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
    depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
    diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
    sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
    autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
    que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
    aprendizado superficial."

    A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
    para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
    utilizamos, estimulados pela carga gigantesca de informações,
    imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
    não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
    substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
    vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

    (Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
    com adaptações)
    Em relação à estrutura textual, está correta a afirmativa:
  • 📖 Texto associado
    Atenção: As questões baseiam-se no texto abaixo.

    Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
    o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
    texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
    encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
    brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
    with our brains, um livro instrutivo e provocativo, que dosa
    linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
    disseminação científica.

    Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
    As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
    científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
    fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
    estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
    sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
    internet está provocando danos em partes do cérebro que
    constituem a base do que entendemos como inteligência, além
    de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão
    e piedade.

    O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
    incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
    pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
    caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
    ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
    nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
    sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
    depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
    diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
    sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
    autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
    que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
    aprendizado superficial."

    A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
    para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
    utilizamos, estimulados pela carga gigantesca de informações,
    imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
    não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
    substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
    vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

    (Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
    com adaptações)
    O segmento inteiramente denotativo é:
  • 📖 Texto associado
    Atenção: As questões baseiam-se no texto abaixo.

    Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
    o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
    texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
    encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
    brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
    with our brains, um livro instrutivo e provocativo, que dosa
    linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
    disseminação científica.

    Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
    As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
    científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
    fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
    estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
    sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
    internet está provocando danos em partes do cérebro que
    constituem a base do que entendemos como inteligência, além
    de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão
    e piedade.

    O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
    incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
    pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
    caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
    ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
    nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
    sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
    depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
    diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
    sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
    autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
    que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
    aprendizado superficial."

    A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
    para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
    utilizamos, estimulados pela carga gigantesca de informações,
    imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
    não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
    substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
    vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

    (Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
    com adaptações)
    Essa dispersão da atenção vem à custa da capacidade de
    concentração e de reflexão.
    (final do texto)

    O segmento grifado estabelece na frase relação de ......, e
    pode ser substituído, sem alteração do sentido original,
    por .......

    As lacunas acima estarão corretamente preenchidas por:
  • 📖 Texto associado
    Atenção: As questões baseiam-se no texto abaixo.

    Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic,
    o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O
    texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação,
    encontra-se entre os mais lidos de seu website. O autor nos
    brinda agora com The Shallows: What the internet is doing
    with our brains, um livro instrutivo e provocativo, que dosa
    linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de
    disseminação científica.

    Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo.
    As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos
    científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros
    fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito
    estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos
    sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a
    internet está provocando danos em partes do cérebro que
    constituem a base do que entendemos como inteligência, além
    de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão
    e piedade.

    O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
    incessantes estímulos, adestra nossa habilidade de tomar
    pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um
    caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse
    ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar
    nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais
    sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós,
    depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
    diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos
    sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o
    autor, quando navegamos na rede, "entramos em um ambiente
    que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um
    aprendizado superficial."

    A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa
    para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a
    utilizamos, estimulados pela carga gigantesca de informações,
    imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E
    não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças
    substanciais físicas e funcionais. Essa dispersão da atenção
    vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão.

    (Thomaz Wood Jr. Carta capital, 27 de outubro de 2010, p. 72,
    com adaptações)
    Carr menciona a dificuldade que muitos de nós, depois de
    anos de exposição à internet, agora experimentam diante
    de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência ...
    (3o parágrafo)

    Considere as afirmativas seguintes:

    I. A concordância verbal estaria inteiramente respeitada,
    com o verbo experimentar flexionado na 1a
    pessoa do plural, experimentamos.

    II. A presença do sinal de crase é facultativa, pois
    internet é palavra originária do inglês, adaptada ao
    nosso idioma.

    III. O segmento introduzido pelos dois pontos explica a
    dificuldade
    decorrente da acentuada exposição à
    internet.

    Está correto o que se afirma em:
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COMENTÁRIOS (25)

  • samuel augusto souza freitas
    samuel augusto souza freitas
    20/07/2011 • 15:06
    Gabaritei, mas achei difícil bem elaborado!
  • Ramon Lira dos Anjos
    Ramon Lira dos Anjos
    20/07/2011 • 15:20
    Demorei muito tempo para resolver, mas gabaritei! :D
  • RUTE COELHO DA SILVA
    RUTE COELHO DA SILVA
    26/07/2011 • 16:54
    Muito bem elaborado, Parabéns!!
  • Ivani Miranda Rosa
    Ivani Miranda Rosa
    27/07/2011 • 11:41
    Gostei,achei boas as questões.
  • sandra costa
    sandra costa
    05/08/2011 • 22:52
    Acho que Nicholas Carr tem uma certa razão...
  • Mariana Pereira da Costa
    Mariana Pereira da Costa
    19/09/2011 • 22:27
    Quase quebrei a cabeça!!!!
  • Nadja cunha
    Nadja cunha
    22/09/2011 • 00:51
    acertei 3...mais assim que é interessante,o grau de dificuldade.
  • ANA CRISTINA REINALDO
    ANA CRISTINA REINALDO
    22/09/2011 • 15:31
    tem razão,o Google tá me deixando mais lenta....rsrsrs
  • thiago severo nunes
    thiago severo nunes
    07/12/2011 • 19:45
    Gostei, e concordo com Carr.
  • lina martins
    lina martins
    14/12/2011 • 20:28
    achei bem elaborado, e não há pegadinhas.
  • JÚLIO CÉSAR FEIJÃO MATOS
    JÚLIO CÉSAR FEIJÃO MATOS
    21/01/2012 • 10:16
    Bem elaborada! Porém, com atenção e conhecimentos prévios de Língua portuguesa, é possível responder.
  • argemiro pinto
    argemiro pinto
    25/01/2012 • 02:06
    Estou iniciando....!!!
  • ernani
    ernani
    26/01/2012 • 13:41
    mto bom gabaritei, rumo ao inss 2012!!!
  • josiane mendes geraldo
    josiane mendes geraldo
    21/03/2012 • 14:45
    muit falta da minha atençao
  • Tangerina Silva
    Tangerina Silva
    21/03/2012 • 18:48
    "muitos de nós, depois de anos de exposição à internet, agora experimentam
    diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de
    impaciência e de sonolência" Adorei a metalinguagem.
  • suelen salles
    suelen salles
    14/04/2012 • 19:25
    nossa me surpreendi quando corrigi e vi que tinha gabaritado...
    :) só tive um pouco de duvida na ultima questão
  • edvania mendes de souza
    edvania mendes de souza
    15/04/2012 • 20:35
    acertei 4 vou estudar mais.
  • Elaine França de Camargo
    Elaine França de Camargo
    19/11/2012 • 22:12
    Demorei muito para responder e fiquei em dúvida em várias... mas gabaritei! o/
  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    19/11/2012 • 23:11
    Acertei quatro - não foi dessa vez!
  • Jileno
    Jileno
    20/02/2013 • 19:22
    Gostei do texto e das questões. Fui bem.
  • Eder Elias
    Eder Elias
    02/04/2013 • 18:19
    Errei 1... já estou cansado.
  • Rubsmércio Correia Francelino da Silva
    Rubsmércio Correia Francelino da Silva
    03/04/2013 • 14:00
    como faz pontos no ranking?????
  • Mauricio Mazza
    Mauricio Mazza
    17/02/2015 • 11:39
    Tirei o dedo! Gabaritei pela primeira vez, com minha neném de 3 anos chorando no colo!

    kkkk... É comof azer apoios de frente com um peso nas costas.

    Caveira! kkkk...
  • Luiz Alberto
    Luiz Alberto
    31/08/2015 • 16:55
    fiz rápido... porem errei uma, presta mais atenção na próxima.
  • Vitor Oliveira Kulman
    Vitor Oliveira Kulman
    07/02/2016 • 21:44
    Demorei um monte para responder as questões e errei 3, fui mto mal, fazer oque... Vou deixar comentada as questões
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