Fiscal de Vigilância Sanitária - Português - Prova Prefeitura de Serra - ES

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Desempenho Global
199
Resoluções
43%
Média
Difícil
Dificuldade
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

    O número 1 do mundo

           O ano de 2010 foi extraordinário para os
    transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
    realizadas no período representam um aumento
    de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
    mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
    uma ideia, os transplantes de coração e de
    pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
    Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
    Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
    (Abto), o mais recente e completo levantamento
    do gênero no país. Dos 47 cent ros
    transplantadores de fígado, espalhados por onze
    estados, um merece destaque especial. O
    Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
    198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
    mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
    Ficou à frente de centros de referência
    internacionais nesse tipo de procedimento, como
    os das universidades da Califórnia, nos Estados
    Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
          A supremacia do hospital paulistano é
    resultado de uma série de condutas adotadas na
    última década. A primeira delas foi aprimorar a
    técnica de abordagem dos parentes do doador – a
    etapa mais delicada de qualquer programa de
    transplantes. Logo depois da morte de um
    eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
    família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
    trata de um momento doloroso e a abordagem
    costuma ser desajeitada, a probabilidade de
    recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
    Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
    Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
    dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
    com os parentes do paciente morto. Em parceria
    com a Secretaria de Saúde do Estado de São
    Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
    quais cada um deles trabalharia. Os centros
    escolhidos foram aqueles com os mais baixos
    índices de doadores, apesar da grande
    quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
    principal causa de morte encefálica, condição
    clínica que permite a doação de órgãos. Em três
    anos, o número de doações nesses locais deu um
    salto de 200% – o que representou um aumento de
    10% no total de órgãos disponíveis em todo o
    estado de São Paulo, incluindo os que se
    destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
    há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
    Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
    captador tem de ter paciência e ser um bom
    ouvinte.”
    (...)
          A cada 100 transplantes realizados no
    Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
    (SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
    restante das cirurgias é financiado por convênios
    médicos ou pelo próprio paciente. O programa
    brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
    acesso aos recursos médicos e também ao tempo
    de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
    milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
    mesmo hospital, por uma mesma equipe e
    submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
    transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
    o paciente em estado mais grave. Além disso, se
    bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
    mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
    pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
    tem de arcar com os custos de toda a operação.
    Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
    servir de exemplo para todas as outras áreas da
    medicina, no que se refere ao atendimento ao
    público”.
    (Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
    “Para se ter uma idéia, os transplantes de coração e de pâncreas registraram quedas da ordem de 20%”. A importância dessa informação, no texto, diz respeito a:
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

    O número 1 do mundo

           O ano de 2010 foi extraordinário para os
    transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
    realizadas no período representam um aumento
    de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
    mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
    uma ideia, os transplantes de coração e de
    pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
    Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
    Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
    (Abto), o mais recente e completo levantamento
    do gênero no país. Dos 47 cent ros
    transplantadores de fígado, espalhados por onze
    estados, um merece destaque especial. O
    Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
    198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
    mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
    Ficou à frente de centros de referência
    internacionais nesse tipo de procedimento, como
    os das universidades da Califórnia, nos Estados
    Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
          A supremacia do hospital paulistano é
    resultado de uma série de condutas adotadas na
    última década. A primeira delas foi aprimorar a
    técnica de abordagem dos parentes do doador – a
    etapa mais delicada de qualquer programa de
    transplantes. Logo depois da morte de um
    eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
    família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
    trata de um momento doloroso e a abordagem
    costuma ser desajeitada, a probabilidade de
    recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
    Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
    Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
    dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
    com os parentes do paciente morto. Em parceria
    com a Secretaria de Saúde do Estado de São
    Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
    quais cada um deles trabalharia. Os centros
    escolhidos foram aqueles com os mais baixos
    índices de doadores, apesar da grande
    quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
    principal causa de morte encefálica, condição
    clínica que permite a doação de órgãos. Em três
    anos, o número de doações nesses locais deu um
    salto de 200% – o que representou um aumento de
    10% no total de órgãos disponíveis em todo o
    estado de São Paulo, incluindo os que se
    destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
    há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
    Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
    captador tem de ter paciência e ser um bom
    ouvinte.”
    (...)
          A cada 100 transplantes realizados no
    Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
    (SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
    restante das cirurgias é financiado por convênios
    médicos ou pelo próprio paciente. O programa
    brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
    acesso aos recursos médicos e também ao tempo
    de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
    milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
    mesmo hospital, por uma mesma equipe e
    submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
    transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
    o paciente em estado mais grave. Além disso, se
    bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
    mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
    pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
    tem de arcar com os custos de toda a operação.
    Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
    servir de exemplo para todas as outras áreas da
    medicina, no que se refere ao atendimento ao
    público”.
    (Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
    Em “Os centros escolhidos foram aqueles com os mais baixos índices de doadores, APESAR da grande quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a principal causa de morte encefálica, condição clínica que permite a doação de órgãos.”, a palavra em destaque expressa, entre o trecho anterior e o posterior, idéia de:
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

    O número 1 do mundo

           O ano de 2010 foi extraordinário para os
    transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
    realizadas no período representam um aumento
    de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
    mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
    uma ideia, os transplantes de coração e de
    pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
    Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
    Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
    (Abto), o mais recente e completo levantamento
    do gênero no país. Dos 47 cent ros
    transplantadores de fígado, espalhados por onze
    estados, um merece destaque especial. O
    Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
    198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
    mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
    Ficou à frente de centros de referência
    internacionais nesse tipo de procedimento, como
    os das universidades da Califórnia, nos Estados
    Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
          A supremacia do hospital paulistano é
    resultado de uma série de condutas adotadas na
    última década. A primeira delas foi aprimorar a
    técnica de abordagem dos parentes do doador – a
    etapa mais delicada de qualquer programa de
    transplantes. Logo depois da morte de um
    eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
    família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
    trata de um momento doloroso e a abordagem
    costuma ser desajeitada, a probabilidade de
    recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
    Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
    Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
    dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
    com os parentes do paciente morto. Em parceria
    com a Secretaria de Saúde do Estado de São
    Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
    quais cada um deles trabalharia. Os centros
    escolhidos foram aqueles com os mais baixos
    índices de doadores, apesar da grande
    quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
    principal causa de morte encefálica, condição
    clínica que permite a doação de órgãos. Em três
    anos, o número de doações nesses locais deu um
    salto de 200% – o que representou um aumento de
    10% no total de órgãos disponíveis em todo o
    estado de São Paulo, incluindo os que se
    destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
    há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
    Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
    captador tem de ter paciência e ser um bom
    ouvinte.”
    (...)
          A cada 100 transplantes realizados no
    Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
    (SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
    restante das cirurgias é financiado por convênios
    médicos ou pelo próprio paciente. O programa
    brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
    acesso aos recursos médicos e também ao tempo
    de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
    milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
    mesmo hospital, por uma mesma equipe e
    submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
    transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
    o paciente em estado mais grave. Além disso, se
    bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
    mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
    pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
    tem de arcar com os custos de toda a operação.
    Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
    servir de exemplo para todas as outras áreas da
    medicina, no que se refere ao atendimento ao
    público”.
    (Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
    No trecho abaixo, o pronome ISSO refere-se: “Isso deveria servir de exemplo para todas as outras áreas da medicina, no que se refere ao atendimento ao público”.
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

    O número 1 do mundo

           O ano de 2010 foi extraordinário para os
    transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
    realizadas no período representam um aumento
    de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
    mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
    uma ideia, os transplantes de coração e de
    pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
    Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
    Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
    (Abto), o mais recente e completo levantamento
    do gênero no país. Dos 47 cent ros
    transplantadores de fígado, espalhados por onze
    estados, um merece destaque especial. O
    Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
    198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
    mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
    Ficou à frente de centros de referência
    internacionais nesse tipo de procedimento, como
    os das universidades da Califórnia, nos Estados
    Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
          A supremacia do hospital paulistano é
    resultado de uma série de condutas adotadas na
    última década. A primeira delas foi aprimorar a
    técnica de abordagem dos parentes do doador – a
    etapa mais delicada de qualquer programa de
    transplantes. Logo depois da morte de um
    eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
    família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
    trata de um momento doloroso e a abordagem
    costuma ser desajeitada, a probabilidade de
    recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
    Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
    Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
    dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
    com os parentes do paciente morto. Em parceria
    com a Secretaria de Saúde do Estado de São
    Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
    quais cada um deles trabalharia. Os centros
    escolhidos foram aqueles com os mais baixos
    índices de doadores, apesar da grande
    quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
    principal causa de morte encefálica, condição
    clínica que permite a doação de órgãos. Em três
    anos, o número de doações nesses locais deu um
    salto de 200% – o que representou um aumento de
    10% no total de órgãos disponíveis em todo o
    estado de São Paulo, incluindo os que se
    destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
    há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
    Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
    captador tem de ter paciência e ser um bom
    ouvinte.”
    (...)
          A cada 100 transplantes realizados no
    Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
    (SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
    restante das cirurgias é financiado por convênios
    médicos ou pelo próprio paciente. O programa
    brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
    acesso aos recursos médicos e também ao tempo
    de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
    milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
    mesmo hospital, por uma mesma equipe e
    submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
    transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
    o paciente em estado mais grave. Além disso, se
    bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
    mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
    pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
    tem de arcar com os custos de toda a operação.
    Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
    servir de exemplo para todas as outras áreas da
    medicina, no que se refere ao atendimento ao
    público”.
    (Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
    De acordo com o texto, pode-se afirmar que:
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

    O número 1 do mundo

           O ano de 2010 foi extraordinário para os
    transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
    realizadas no período representam um aumento
    de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
    mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
    uma ideia, os transplantes de coração e de
    pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
    Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
    Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
    (Abto), o mais recente e completo levantamento
    do gênero no país. Dos 47 cent ros
    transplantadores de fígado, espalhados por onze
    estados, um merece destaque especial. O
    Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
    198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
    mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
    Ficou à frente de centros de referência
    internacionais nesse tipo de procedimento, como
    os das universidades da Califórnia, nos Estados
    Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
          A supremacia do hospital paulistano é
    resultado de uma série de condutas adotadas na
    última década. A primeira delas foi aprimorar a
    técnica de abordagem dos parentes do doador – a
    etapa mais delicada de qualquer programa de
    transplantes. Logo depois da morte de um
    eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
    família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
    trata de um momento doloroso e a abordagem
    costuma ser desajeitada, a probabilidade de
    recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
    Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
    Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
    dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
    com os parentes do paciente morto. Em parceria
    com a Secretaria de Saúde do Estado de São
    Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
    quais cada um deles trabalharia. Os centros
    escolhidos foram aqueles com os mais baixos
    índices de doadores, apesar da grande
    quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
    principal causa de morte encefálica, condição
    clínica que permite a doação de órgãos. Em três
    anos, o número de doações nesses locais deu um
    salto de 200% – o que representou um aumento de
    10% no total de órgãos disponíveis em todo o
    estado de São Paulo, incluindo os que se
    destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
    há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
    Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
    captador tem de ter paciência e ser um bom
    ouvinte.”
    (...)
          A cada 100 transplantes realizados no
    Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
    (SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
    restante das cirurgias é financiado por convênios
    médicos ou pelo próprio paciente. O programa
    brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
    acesso aos recursos médicos e também ao tempo
    de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
    milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
    mesmo hospital, por uma mesma equipe e
    submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
    transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
    o paciente em estado mais grave. Além disso, se
    bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
    mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
    pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
    tem de arcar com os custos de toda a operação.
    Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
    servir de exemplo para todas as outras áreas da
    medicina, no que se refere ao atendimento ao
    público”.
    (Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
    Assinale a opção em que o substantivo é flexionado no plural da mesma forma que órgão/órgãos.
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

    O número 1 do mundo

           O ano de 2010 foi extraordinário para os
    transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
    realizadas no período representam um aumento
    de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
    mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
    uma ideia, os transplantes de coração e de
    pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
    Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
    Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
    (Abto), o mais recente e completo levantamento
    do gênero no país. Dos 47 cent ros
    transplantadores de fígado, espalhados por onze
    estados, um merece destaque especial. O
    Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
    198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
    mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
    Ficou à frente de centros de referência
    internacionais nesse tipo de procedimento, como
    os das universidades da Califórnia, nos Estados
    Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
          A supremacia do hospital paulistano é
    resultado de uma série de condutas adotadas na
    última década. A primeira delas foi aprimorar a
    técnica de abordagem dos parentes do doador – a
    etapa mais delicada de qualquer programa de
    transplantes. Logo depois da morte de um
    eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
    família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
    trata de um momento doloroso e a abordagem
    costuma ser desajeitada, a probabilidade de
    recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
    Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
    Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
    dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
    com os parentes do paciente morto. Em parceria
    com a Secretaria de Saúde do Estado de São
    Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
    quais cada um deles trabalharia. Os centros
    escolhidos foram aqueles com os mais baixos
    índices de doadores, apesar da grande
    quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
    principal causa de morte encefálica, condição
    clínica que permite a doação de órgãos. Em três
    anos, o número de doações nesses locais deu um
    salto de 200% – o que representou um aumento de
    10% no total de órgãos disponíveis em todo o
    estado de São Paulo, incluindo os que se
    destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
    há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
    Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
    captador tem de ter paciência e ser um bom
    ouvinte.”
    (...)
          A cada 100 transplantes realizados no
    Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
    (SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
    restante das cirurgias é financiado por convênios
    médicos ou pelo próprio paciente. O programa
    brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
    acesso aos recursos médicos e também ao tempo
    de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
    milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
    mesmo hospital, por uma mesma equipe e
    submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
    transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
    o paciente em estado mais grave. Além disso, se
    bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
    mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
    pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
    tem de arcar com os custos de toda a operação.
    Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
    servir de exemplo para todas as outras áreas da
    medicina, no que se refere ao atendimento ao
    público”.
    (Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
    Marque a opção em que a classe gramatical das palavras destacadas no trecho abaixo foi correta e
    respectivamente identificada.

    “Logo depois da morte de um eventual DOADOR , enfermeiros tentam convencer
    A família A autorizar A retirada dos órgãos.”
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

    O número 1 do mundo

           O ano de 2010 foi extraordinário para os
    transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
    realizadas no período representam um aumento
    de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
    mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
    uma ideia, os transplantes de coração e de
    pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
    Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
    Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
    (Abto), o mais recente e completo levantamento
    do gênero no país. Dos 47 cent ros
    transplantadores de fígado, espalhados por onze
    estados, um merece destaque especial. O
    Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
    198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
    mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
    Ficou à frente de centros de referência
    internacionais nesse tipo de procedimento, como
    os das universidades da Califórnia, nos Estados
    Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
          A supremacia do hospital paulistano é
    resultado de uma série de condutas adotadas na
    última década. A primeira delas foi aprimorar a
    técnica de abordagem dos parentes do doador – a
    etapa mais delicada de qualquer programa de
    transplantes. Logo depois da morte de um
    eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
    família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
    trata de um momento doloroso e a abordagem
    costuma ser desajeitada, a probabilidade de
    recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
    Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
    Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
    dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
    com os parentes do paciente morto. Em parceria
    com a Secretaria de Saúde do Estado de São
    Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
    quais cada um deles trabalharia. Os centros
    escolhidos foram aqueles com os mais baixos
    índices de doadores, apesar da grande
    quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
    principal causa de morte encefálica, condição
    clínica que permite a doação de órgãos. Em três
    anos, o número de doações nesses locais deu um
    salto de 200% – o que representou um aumento de
    10% no total de órgãos disponíveis em todo o
    estado de São Paulo, incluindo os que se
    destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
    há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
    Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
    captador tem de ter paciência e ser um bom
    ouvinte.”
    (...)
          A cada 100 transplantes realizados no
    Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
    (SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
    restante das cirurgias é financiado por convênios
    médicos ou pelo próprio paciente. O programa
    brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
    acesso aos recursos médicos e também ao tempo
    de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
    milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
    mesmo hospital, por uma mesma equipe e
    submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
    transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
    o paciente em estado mais grave. Além disso, se
    bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
    mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
    pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
    tem de arcar com os custos de toda a operação.
    Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
    servir de exemplo para todas as outras áreas da
    medicina, no que se refere ao atendimento ao
    público”.
    (Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
    No período: “Como se trata de um momento doloroso e a abordagem costuma ser desajeitada, a probabilidade de recusa é alta.”, a conjunção COMO introduz uma oração:
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

    O número 1 do mundo

           O ano de 2010 foi extraordinário para os
    transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
    realizadas no período representam um aumento
    de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
    mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
    uma ideia, os transplantes de coração e de
    pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
    Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
    Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
    (Abto), o mais recente e completo levantamento
    do gênero no país. Dos 47 cent ros
    transplantadores de fígado, espalhados por onze
    estados, um merece destaque especial. O
    Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
    198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
    mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
    Ficou à frente de centros de referência
    internacionais nesse tipo de procedimento, como
    os das universidades da Califórnia, nos Estados
    Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
          A supremacia do hospital paulistano é
    resultado de uma série de condutas adotadas na
    última década. A primeira delas foi aprimorar a
    técnica de abordagem dos parentes do doador – a
    etapa mais delicada de qualquer programa de
    transplantes. Logo depois da morte de um
    eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
    família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
    trata de um momento doloroso e a abordagem
    costuma ser desajeitada, a probabilidade de
    recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
    Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
    Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
    dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
    com os parentes do paciente morto. Em parceria
    com a Secretaria de Saúde do Estado de São
    Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
    quais cada um deles trabalharia. Os centros
    escolhidos foram aqueles com os mais baixos
    índices de doadores, apesar da grande
    quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
    principal causa de morte encefálica, condição
    clínica que permite a doação de órgãos. Em três
    anos, o número de doações nesses locais deu um
    salto de 200% – o que representou um aumento de
    10% no total de órgãos disponíveis em todo o
    estado de São Paulo, incluindo os que se
    destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
    há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
    Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
    captador tem de ter paciência e ser um bom
    ouvinte.”
    (...)
          A cada 100 transplantes realizados no
    Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
    (SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
    restante das cirurgias é financiado por convênios
    médicos ou pelo próprio paciente. O programa
    brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
    acesso aos recursos médicos e também ao tempo
    de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
    milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
    mesmo hospital, por uma mesma equipe e
    submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
    transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
    o paciente em estado mais grave. Além disso, se
    bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
    mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
    pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
    tem de arcar com os custos de toda a operação.
    Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
    servir de exemplo para todas as outras áreas da
    medicina, no que se refere ao atendimento ao
    público”.
    (Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
    Assinale a opção que completa correta e
    respectivamente as lacunas da frase abaixo.

    No momento da comunicação da morte
    encefálica ____ família do possível doador, o
    enfermeiro treinado permanece ao lado do médico
    _____ quem cabe dar _____ notícia e, em
    seguida, convida os parentes ____ se dirigirem
    ______ uma sala reservada.
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

    O número 1 do mundo

           O ano de 2010 foi extraordinário para os
    transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
    realizadas no período representam um aumento
    de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
    mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
    uma ideia, os transplantes de coração e de
    pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
    Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
    Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
    (Abto), o mais recente e completo levantamento
    do gênero no país. Dos 47 cent ros
    transplantadores de fígado, espalhados por onze
    estados, um merece destaque especial. O
    Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
    198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
    mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
    Ficou à frente de centros de referência
    internacionais nesse tipo de procedimento, como
    os das universidades da Califórnia, nos Estados
    Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
          A supremacia do hospital paulistano é
    resultado de uma série de condutas adotadas na
    última década. A primeira delas foi aprimorar a
    técnica de abordagem dos parentes do doador – a
    etapa mais delicada de qualquer programa de
    transplantes. Logo depois da morte de um
    eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
    família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
    trata de um momento doloroso e a abordagem
    costuma ser desajeitada, a probabilidade de
    recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
    Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
    Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
    dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
    com os parentes do paciente morto. Em parceria
    com a Secretaria de Saúde do Estado de São
    Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
    quais cada um deles trabalharia. Os centros
    escolhidos foram aqueles com os mais baixos
    índices de doadores, apesar da grande
    quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
    principal causa de morte encefálica, condição
    clínica que permite a doação de órgãos. Em três
    anos, o número de doações nesses locais deu um
    salto de 200% – o que representou um aumento de
    10% no total de órgãos disponíveis em todo o
    estado de São Paulo, incluindo os que se
    destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
    há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
    Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
    captador tem de ter paciência e ser um bom
    ouvinte.”
    (...)
          A cada 100 transplantes realizados no
    Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
    (SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
    restante das cirurgias é financiado por convênios
    médicos ou pelo próprio paciente. O programa
    brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
    acesso aos recursos médicos e também ao tempo
    de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
    milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
    mesmo hospital, por uma mesma equipe e
    submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
    transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
    o paciente em estado mais grave. Além disso, se
    bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
    mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
    pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
    tem de arcar com os custos de toda a operação.
    Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
    servir de exemplo para todas as outras áreas da
    medicina, no que se refere ao atendimento ao
    público”.
    (Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
    Se passarmos a forma verbal em destaque na
    frase abaixo para a voz ativa, encontraremos a
    seguinte forma:

    “A cada 100 transplantes realizados no Brasil,
    95 SÃO PAGOS pelo Sistema Único de Saúde
    (SUS), ao valor de 68000 reais cada um.”
  • 📖 Texto associado
    Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

    O número 1 do mundo

           O ano de 2010 foi extraordinário para os
    transplantes de fígado no Brasil. As 1313 cirurgias
    realizadas no período representam um aumento
    de 8% em relação a 2009. Pode parecer pouco,
    mas se trata de um avanço enorme. Para se ter
    uma ideia, os transplantes de coração e de
    pâncreas registraram quedas da ordem de 20%.
    Esse é o cenário traçado pelo último relatório da
    Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
    (Abto), o mais recente e completo levantamento
    do gênero no país. Dos 47 cent ros
    transplantadores de fígado, espalhados por onze
    estados, um merece destaque especial. O
    Hospital Albert Einstein, em São Paulo, com suas
    198 cirurgias, assumiu a liderança no ranking
    mundial dos transplantes hepáticos em adultos.
    Ficou à frente de centros de referência
    internacionais nesse tipo de procedimento, como
    os das universidades da Califórnia, nos Estados
    Unidos, e de Birmingham, na Inglaterra.
          A supremacia do hospital paulistano é
    resultado de uma série de condutas adotadas na
    última década. A primeira delas foi aprimorar a
    técnica de abordagem dos parentes do doador – a
    etapa mais delicada de qualquer programa de
    transplantes. Logo depois da morte de um
    eventual doador, enfermeiros tentam convencer a
    família a autorizar a retirada dos órgãos. Como se
    trata de um momento doloroso e a abordagem
    costuma ser desajeitada, a probabilidade de
    recusa é alta.Em2007, o cirurgião Ben-Hur Ferraz
    Neto, chefe da equipe de transplantes do Albert
    Einstein, decidiu treinar quatro enfermeiros que se
    dedicariam exclusivamente à difícil aproximação
    com os parentes do paciente morto. Em parceria
    com a Secretaria de Saúde do Estado de São
    Paulo, foram definidos os quatro hospitais nos
    quais cada um deles trabalharia. Os centros
    escolhidos foram aqueles com os mais baixos
    índices de doadores, apesar da grande
    quantidade de vítimas de traumatismo craniano, a
    principal causa de morte encefálica, condição
    clínica que permite a doação de órgãos. Em três
    anos, o número de doações nesses locais deu um
    salto de 200% – o que representou um aumento de
    10% no total de órgãos disponíveis em todo o
    estado de São Paulo, incluindo os que se
    destinavam aos pacientes do Albert Einstein. “Não
    há fórmula mágica”, diz o enfermeiro João Luis
    Erbs, um dos captadores do hospital. “O bom
    captador tem de ter paciência e ser um bom
    ouvinte.”
    (...)
          A cada 100 transplantes realizados no
    Brasil, 95 são pagos pelo Sistema Único de Saúde
    (SUS), ao valor de 68000 reais cada um. O
    restante das cirurgias é financiado por convênios
    médicos ou pelo próprio paciente. O programa
    brasileiro de transplantes prevê a igualdade de
    acesso aos recursos médicos e também ao tempo
    de espera por um órgão. Ou seja, o empresário
    milionário e o pedreiro podem ser atendidos num
    mesmo hospital, por uma mesma equipe e
    submetidos aos mesmos critérios: no caso dos
    transplantes de fígado, o primeiro da fila é sempre
    o paciente em estado mais grave. Além disso, se
    bancados pelo SUS, um rico e um pobre ocupam o
    mesmo tipo de acomodação – um quarto para dois
    pacientes. Quem quer tratamento diferenciado
    tem de arcar com os custos de toda a operação.
    Diz o cirurgião Ben-Hur Ferraz Neto: “Isso deveria
    servir de exemplo para todas as outras áreas da
    medicina, no que se refere ao atendimento ao
    público”.
    (Adriana Dias Lopes, in Revista Veja, 02/03/2011)
    Em“...o mais recente e completo levantamento do gênero no país.”, os adjetivos RECENTE e COMPLETO foram empregados no grau:

COMENTÁRIOS (8)

  • JÚLIO CÉSAR FEIJÃO MATOS
    JÚLIO CÉSAR FEIJÃO MATOS
    27/03/2012 • 19:28
    Lendo com cuidado e tendo noções gramaticais, é possível gabaritar! Boa sorte!!
  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    19/12/2012 • 16:38
    Errei a única questão que eu não sabia, a última...
  • Eder Elias
    Eder Elias
    21/03/2013 • 15:22
    dificil essa, errei 2 de besteira e a ultima chutei.
  • Luiz Clayton de Sousa
    Luiz Clayton de Sousa
    22/04/2013 • 16:21
    È preciso muita atenção na hora de responder essas quetões
    70% esta bom.
  • Tamiris Damiao Machado
    Tamiris Damiao Machado
    03/07/2013 • 12:44
    80% too indo bem, mas preciso melhorar
  • eduardo cesar da silva
    eduardo cesar da silva
    25/09/2014 • 14:15
    caramba! errei a 3(TERCEIRA)só sendo falta de atenção mesmo, mas valeu a experiência!!!
  • Kelly Cristina
    Kelly Cristina
    23/10/2014 • 17:33
    Bacana... mas essa última uhhhh!!!!!
  • Joaquim Otavio Dias de Souza
    Joaquim Otavio Dias de Souza
    04/11/2014 • 22:19
    90% em estado graça.

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