Auxiliar de Promotoria I (Administrativo)- Português - MP SP - i

Simulado com questões de prova: Auxiliar de Promotoria I (Administrativo)- Português - MP SP - i. Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
592
Resoluções
48%
Média
Difícil
Dificuldade
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  • 📖 Texto associado
    Para as questões de 1 a 5, leia o texto abaixo, de Gilberto Dimenstein.

    A lição do menino milionário

    Um garoto inglês fez um trabalho escolar para resolver um problema comum: saber quem está tocando a campainha de sua casa mesmo que a pessoa esteja fora. Solução: a campainha aciona o celular (o detalhamento está no www.catracalivre.com.br). A invenção ganhou vida, o produto vai ser comercializado em setembro próximo --e o garoto até o próximo ano, a julgar pelas encomendas, será um dos milionários mais novos do mundo.
    Esse é um bom jeito de se encarar o futuro da educação. Há cada vez mais acesso a informação fora da escola, que não consegue acompanhar o ritmo das descobertas. A maioria dos professores se sente intimidada com o ritmo do conhecimento, distanciando-se dos seus alunos.

    Além disso, as novas gerações aprendem coisas na base da tentativa e erro. Uma experiência na Índia (também detalhada no Catraca Livre) mostra bem isso: deixaram o computador livre numa área da escola, sem nenhum professor ou tutor. Logo se viu como os meninos e meninas aprendiam sozinhas.
    Vejo aqui em Harvard, uma usina de quase adolescentes que viram milionários com seus projetos (pessoal do Facebook, por exemplo). Muita gente nem espera acabar o curso porque já está criando uma empresa. Dois exemplos: Bill Gates e Steve Jobs.

    Saber como responder a essa velocidade é um dos maiores desafios da educação. A resposta para mim passa pelo seguinte: a escola é parte da resposta. O essencial é que o jovem viva numa comunidade de aprendizagem em que possa experimentar e aprender em diferentes lugares.
    Portanto, um dos mais importantes papéis da escola, além de ajudar o estudante a se guiar pelas possibilidades de aprendizagem nos mais diferentes lugares (a começar dos virtuais) é desenvolver o prazer do empreendedorismo.
    Considere as afirmações que seguem.

    I. De acordo com o autor, as escolas são desnecessárias, pois as crianças e jovens são capazes de aprender tudo sem a presença de professor.

    II. De acordo com o autor, as novas gerações são mais inteligentes do que as anteriores.
    Está correto o que se afirma em:
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    Para as questões de 1 a 5, leia o texto abaixo, de Gilberto Dimenstein.

    A lição do menino milionário

    Um garoto inglês fez um trabalho escolar para resolver um problema comum: saber quem está tocando a campainha de sua casa mesmo que a pessoa esteja fora. Solução: a campainha aciona o celular (o detalhamento está no www.catracalivre.com.br). A invenção ganhou vida, o produto vai ser comercializado em setembro próximo --e o garoto até o próximo ano, a julgar pelas encomendas, será um dos milionários mais novos do mundo.
    Esse é um bom jeito de se encarar o futuro da educação. Há cada vez mais acesso a informação fora da escola, que não consegue acompanhar o ritmo das descobertas. A maioria dos professores se sente intimidada com o ritmo do conhecimento, distanciando-se dos seus alunos.

    Além disso, as novas gerações aprendem coisas na base da tentativa e erro. Uma experiência na Índia (também detalhada no Catraca Livre) mostra bem isso: deixaram o computador livre numa área da escola, sem nenhum professor ou tutor. Logo se viu como os meninos e meninas aprendiam sozinhas.
    Vejo aqui em Harvard, uma usina de quase adolescentes que viram milionários com seus projetos (pessoal do Facebook, por exemplo). Muita gente nem espera acabar o curso porque já está criando uma empresa. Dois exemplos: Bill Gates e Steve Jobs.

    Saber como responder a essa velocidade é um dos maiores desafios da educação. A resposta para mim passa pelo seguinte: a escola é parte da resposta. O essencial é que o jovem viva numa comunidade de aprendizagem em que possa experimentar e aprender em diferentes lugares.
    Portanto, um dos mais importantes papéis da escola, além de ajudar o estudante a se guiar pelas possibilidades de aprendizagem nos mais diferentes lugares (a começar dos virtuais) é desenvolver o prazer do empreendedorismo.
    Considere as afirmações que seguem.

    I. O menino inglês a que o título faz referência ficou milionário porque inventou uma nova campainha.

    II. De acordo com o autor, muitos professores distanciam- se dos alunos porque não adaptam suficientemente às características da época atual.
    Está correto o que se afirma em:
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    Para as questões de 1 a 5, leia o texto abaixo, de Gilberto Dimenstein.

    A lição do menino milionário

    Um garoto inglês fez um trabalho escolar para resolver um problema comum: saber quem está tocando a campainha de sua casa mesmo que a pessoa esteja fora. Solução: a campainha aciona o celular (o detalhamento está no www.catracalivre.com.br). A invenção ganhou vida, o produto vai ser comercializado em setembro próximo --e o garoto até o próximo ano, a julgar pelas encomendas, será um dos milionários mais novos do mundo.
    Esse é um bom jeito de se encarar o futuro da educação. Há cada vez mais acesso a informação fora da escola, que não consegue acompanhar o ritmo das descobertas. A maioria dos professores se sente intimidada com o ritmo do conhecimento, distanciando-se dos seus alunos.

    Além disso, as novas gerações aprendem coisas na base da tentativa e erro. Uma experiência na Índia (também detalhada no Catraca Livre) mostra bem isso: deixaram o computador livre numa área da escola, sem nenhum professor ou tutor. Logo se viu como os meninos e meninas aprendiam sozinhas.
    Vejo aqui em Harvard, uma usina de quase adolescentes que viram milionários com seus projetos (pessoal do Facebook, por exemplo). Muita gente nem espera acabar o curso porque já está criando uma empresa. Dois exemplos: Bill Gates e Steve Jobs.

    Saber como responder a essa velocidade é um dos maiores desafios da educação. A resposta para mim passa pelo seguinte: a escola é parte da resposta. O essencial é que o jovem viva numa comunidade de aprendizagem em que possa experimentar e aprender em diferentes lugares.
    Portanto, um dos mais importantes papéis da escola, além de ajudar o estudante a se guiar pelas possibilidades de aprendizagem nos mais diferentes lugares (a começar dos virtuais) é desenvolver o prazer do empreendedorismo.
    Considere as afirmações que seguem.

    I. Pode-se inferir que o autor considera Harvard uma boa universidade.

    II. De acordo com o texto, a Índia está mais desenvolvida do que o Brasil porque investe no uso de computadores para os jovens.

    Está correto o que se afirma em:
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    Para as questões de 1 a 5, leia o texto abaixo, de Gilberto Dimenstein.

    A lição do menino milionário

    Um garoto inglês fez um trabalho escolar para resolver um problema comum: saber quem está tocando a campainha de sua casa mesmo que a pessoa esteja fora. Solução: a campainha aciona o celular (o detalhamento está no www.catracalivre.com.br). A invenção ganhou vida, o produto vai ser comercializado em setembro próximo --e o garoto até o próximo ano, a julgar pelas encomendas, será um dos milionários mais novos do mundo.
    Esse é um bom jeito de se encarar o futuro da educação. Há cada vez mais acesso a informação fora da escola, que não consegue acompanhar o ritmo das descobertas. A maioria dos professores se sente intimidada com o ritmo do conhecimento, distanciando-se dos seus alunos.

    Além disso, as novas gerações aprendem coisas na base da tentativa e erro. Uma experiência na Índia (também detalhada no Catraca Livre) mostra bem isso: deixaram o computador livre numa área da escola, sem nenhum professor ou tutor. Logo se viu como os meninos e meninas aprendiam sozinhas.
    Vejo aqui em Harvard, uma usina de quase adolescentes que viram milionários com seus projetos (pessoal do Facebook, por exemplo). Muita gente nem espera acabar o curso porque já está criando uma empresa. Dois exemplos: Bill Gates e Steve Jobs.

    Saber como responder a essa velocidade é um dos maiores desafios da educação. A resposta para mim passa pelo seguinte: a escola é parte da resposta. O essencial é que o jovem viva numa comunidade de aprendizagem em que possa experimentar e aprender em diferentes lugares.
    Portanto, um dos mais importantes papéis da escola, além de ajudar o estudante a se guiar pelas possibilidades de aprendizagem nos mais diferentes lugares (a começar dos virtuais) é desenvolver o prazer do empreendedorismo.
    No trecho “uma experiência na Índia (também detalhada no Catraca Livre) mostra bem isso” , o pronome destacado refere-se:
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    Para as questões de 1 a 5, leia o texto abaixo, de Gilberto Dimenstein.

    A lição do menino milionário

    Um garoto inglês fez um trabalho escolar para resolver um problema comum: saber quem está tocando a campainha de sua casa mesmo que a pessoa esteja fora. Solução: a campainha aciona o celular (o detalhamento está no www.catracalivre.com.br). A invenção ganhou vida, o produto vai ser comercializado em setembro próximo --e o garoto até o próximo ano, a julgar pelas encomendas, será um dos milionários mais novos do mundo.
    Esse é um bom jeito de se encarar o futuro da educação. Há cada vez mais acesso a informação fora da escola, que não consegue acompanhar o ritmo das descobertas. A maioria dos professores se sente intimidada com o ritmo do conhecimento, distanciando-se dos seus alunos.

    Além disso, as novas gerações aprendem coisas na base da tentativa e erro. Uma experiência na Índia (também detalhada no Catraca Livre) mostra bem isso: deixaram o computador livre numa área da escola, sem nenhum professor ou tutor. Logo se viu como os meninos e meninas aprendiam sozinhas.
    Vejo aqui em Harvard, uma usina de quase adolescentes que viram milionários com seus projetos (pessoal do Facebook, por exemplo). Muita gente nem espera acabar o curso porque já está criando uma empresa. Dois exemplos: Bill Gates e Steve Jobs.

    Saber como responder a essa velocidade é um dos maiores desafios da educação. A resposta para mim passa pelo seguinte: a escola é parte da resposta. O essencial é que o jovem viva numa comunidade de aprendizagem em que possa experimentar e aprender em diferentes lugares.
    Portanto, um dos mais importantes papéis da escola, além de ajudar o estudante a se guiar pelas possibilidades de aprendizagem nos mais diferentes lugares (a começar dos virtuais) é desenvolver o prazer do empreendedorismo.
    Assinale a alternativa em que a substituição do termo destacado pelo pronome está adequada.
    “além de ajudar o estudante a se guiar pelas possibilidades de aprendizagem nos mais diferentes lugares (a começar dos virtuais) é desenvolver o prazer do empreendedorismo.”
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    Para as questões de 1 a 5, leia o texto abaixo, de Gilberto Dimenstein.

    A lição do menino milionário

    Um garoto inglês fez um trabalho escolar para resolver um problema comum: saber quem está tocando a campainha de sua casa mesmo que a pessoa esteja fora. Solução: a campainha aciona o celular (o detalhamento está no www.catracalivre.com.br). A invenção ganhou vida, o produto vai ser comercializado em setembro próximo --e o garoto até o próximo ano, a julgar pelas encomendas, será um dos milionários mais novos do mundo.
    Esse é um bom jeito de se encarar o futuro da educação. Há cada vez mais acesso a informação fora da escola, que não consegue acompanhar o ritmo das descobertas. A maioria dos professores se sente intimidada com o ritmo do conhecimento, distanciando-se dos seus alunos.

    Além disso, as novas gerações aprendem coisas na base da tentativa e erro. Uma experiência na Índia (também detalhada no Catraca Livre) mostra bem isso: deixaram o computador livre numa área da escola, sem nenhum professor ou tutor. Logo se viu como os meninos e meninas aprendiam sozinhas.
    Vejo aqui em Harvard, uma usina de quase adolescentes que viram milionários com seus projetos (pessoal do Facebook, por exemplo). Muita gente nem espera acabar o curso porque já está criando uma empresa. Dois exemplos: Bill Gates e Steve Jobs.

    Saber como responder a essa velocidade é um dos maiores desafios da educação. A resposta para mim passa pelo seguinte: a escola é parte da resposta. O essencial é que o jovem viva numa comunidade de aprendizagem em que possa experimentar e aprender em diferentes lugares.
    Portanto, um dos mais importantes papéis da escola, além de ajudar o estudante a se guiar pelas possibilidades de aprendizagem nos mais diferentes lugares (a começar dos virtuais) é desenvolver o prazer do empreendedorismo.
    Assinale a alternativa que indica corretamente a relação estabelecida pela conjunção destacada no período abaixo.
    Queria falar, e a voz não saiu.
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    Para as questões de 1 a 5, leia o texto abaixo, de Gilberto Dimenstein.

    A lição do menino milionário

    Um garoto inglês fez um trabalho escolar para resolver um problema comum: saber quem está tocando a campainha de sua casa mesmo que a pessoa esteja fora. Solução: a campainha aciona o celular (o detalhamento está no www.catracalivre.com.br). A invenção ganhou vida, o produto vai ser comercializado em setembro próximo --e o garoto até o próximo ano, a julgar pelas encomendas, será um dos milionários mais novos do mundo.
    Esse é um bom jeito de se encarar o futuro da educação. Há cada vez mais acesso a informação fora da escola, que não consegue acompanhar o ritmo das descobertas. A maioria dos professores se sente intimidada com o ritmo do conhecimento, distanciando-se dos seus alunos.

    Além disso, as novas gerações aprendem coisas na base da tentativa e erro. Uma experiência na Índia (também detalhada no Catraca Livre) mostra bem isso: deixaram o computador livre numa área da escola, sem nenhum professor ou tutor. Logo se viu como os meninos e meninas aprendiam sozinhas.
    Vejo aqui em Harvard, uma usina de quase adolescentes que viram milionários com seus projetos (pessoal do Facebook, por exemplo). Muita gente nem espera acabar o curso porque já está criando uma empresa. Dois exemplos: Bill Gates e Steve Jobs.

    Saber como responder a essa velocidade é um dos maiores desafios da educação. A resposta para mim passa pelo seguinte: a escola é parte da resposta. O essencial é que o jovem viva numa comunidade de aprendizagem em que possa experimentar e aprender em diferentes lugares.
    Portanto, um dos mais importantes papéis da escola, além de ajudar o estudante a se guiar pelas possibilidades de aprendizagem nos mais diferentes lugares (a começar dos virtuais) é desenvolver o prazer do empreendedorismo.
    Assinale a alternativa que completa adequadamente a lacuna, de acordo com a norma culta. Se ele ____________ um bom acordo com a empresa, ficaria rico.
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    A lição do menino milionário

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    Esse é um bom jeito de se encarar o futuro da educação. Há cada vez mais acesso a informação fora da escola, que não consegue acompanhar o ritmo das descobertas. A maioria dos professores se sente intimidada com o ritmo do conhecimento, distanciando-se dos seus alunos.

    Além disso, as novas gerações aprendem coisas na base da tentativa e erro. Uma experiência na Índia (também detalhada no Catraca Livre) mostra bem isso: deixaram o computador livre numa área da escola, sem nenhum professor ou tutor. Logo se viu como os meninos e meninas aprendiam sozinhas.
    Vejo aqui em Harvard, uma usina de quase adolescentes que viram milionários com seus projetos (pessoal do Facebook, por exemplo). Muita gente nem espera acabar o curso porque já está criando uma empresa. Dois exemplos: Bill Gates e Steve Jobs.

    Saber como responder a essa velocidade é um dos maiores desafios da educação. A resposta para mim passa pelo seguinte: a escola é parte da resposta. O essencial é que o jovem viva numa comunidade de aprendizagem em que possa experimentar e aprender em diferentes lugares.
    Portanto, um dos mais importantes papéis da escola, além de ajudar o estudante a se guiar pelas possibilidades de aprendizagem nos mais diferentes lugares (a começar dos virtuais) é desenvolver o prazer do empreendedorismo.
    Considere o período abaixo e as afirmações que seguem.

    Houveram muitas pessoas que não obedeceram as recomendações dos organizadores do evento.

    I. Há um erro de concordância verbal, pois o correto seria “houve”.

    II. Há um erro de regência verbal, pois o verbo obedecer é transitivo indireto.
    Está correto o que se afirma em:
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    Esse é um bom jeito de se encarar o futuro da educação. Há cada vez mais acesso a informação fora da escola, que não consegue acompanhar o ritmo das descobertas. A maioria dos professores se sente intimidada com o ritmo do conhecimento, distanciando-se dos seus alunos.

    Além disso, as novas gerações aprendem coisas na base da tentativa e erro. Uma experiência na Índia (também detalhada no Catraca Livre) mostra bem isso: deixaram o computador livre numa área da escola, sem nenhum professor ou tutor. Logo se viu como os meninos e meninas aprendiam sozinhas.
    Vejo aqui em Harvard, uma usina de quase adolescentes que viram milionários com seus projetos (pessoal do Facebook, por exemplo). Muita gente nem espera acabar o curso porque já está criando uma empresa. Dois exemplos: Bill Gates e Steve Jobs.

    Saber como responder a essa velocidade é um dos maiores desafios da educação. A resposta para mim passa pelo seguinte: a escola é parte da resposta. O essencial é que o jovem viva numa comunidade de aprendizagem em que possa experimentar e aprender em diferentes lugares.
    Portanto, um dos mais importantes papéis da escola, além de ajudar o estudante a se guiar pelas possibilidades de aprendizagem nos mais diferentes lugares (a começar dos virtuais) é desenvolver o prazer do empreendedorismo.
    Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

    I. O rapaz ___________ na discussão.

    II. É necessário que tu ________ a versão dele.
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    Para as questões de 1 a 5, leia o texto abaixo, de Gilberto Dimenstein.

    A lição do menino milionário

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    Esse é um bom jeito de se encarar o futuro da educação. Há cada vez mais acesso a informação fora da escola, que não consegue acompanhar o ritmo das descobertas. A maioria dos professores se sente intimidada com o ritmo do conhecimento, distanciando-se dos seus alunos.

    Além disso, as novas gerações aprendem coisas na base da tentativa e erro. Uma experiência na Índia (também detalhada no Catraca Livre) mostra bem isso: deixaram o computador livre numa área da escola, sem nenhum professor ou tutor. Logo se viu como os meninos e meninas aprendiam sozinhas.
    Vejo aqui em Harvard, uma usina de quase adolescentes que viram milionários com seus projetos (pessoal do Facebook, por exemplo). Muita gente nem espera acabar o curso porque já está criando uma empresa. Dois exemplos: Bill Gates e Steve Jobs.

    Saber como responder a essa velocidade é um dos maiores desafios da educação. A resposta para mim passa pelo seguinte: a escola é parte da resposta. O essencial é que o jovem viva numa comunidade de aprendizagem em que possa experimentar e aprender em diferentes lugares.
    Portanto, um dos mais importantes papéis da escola, além de ajudar o estudante a se guiar pelas possibilidades de aprendizagem nos mais diferentes lugares (a começar dos virtuais) é desenvolver o prazer do empreendedorismo.
    Assinale a alternativa que apresenta a palavra que deve ser obrigatoriamente acentuada.
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COMENTÁRIOS (26)

  • alain braga
    alain braga
    05/11/2011 • 10:37
    Essa prova não serve de base para avaliar o nível em relação a outra bancas renomadas....
  • j.w.s
    j.w.s
    16/11/2011 • 23:15
    A ultima está errada, pois todas as palavras proparoxítonas são acentuadas:
    pú-bli-co, a-ná-li-se.
    (in-flu-ên-cia e cor-res-pon-dên-cia são paroxítonas terminadas em ditongo).
  • Ana Paula Felix Costa
    Ana Paula Felix Costa
    18/11/2011 • 08:18
    Pegadinha:

    No caso não diz se as palavras são substantivos, verbos, adjetivos...

    ex:

    ...que ele "analise" essas questões...
    Arnoldo "publica" questões novas...
    ...então ele "influencia" outras pessoas...
    ESSAS PALAVRAS NÃO RECEBEM ACENTO

    Só se for isso, alguém concorda ou discorda?
  • Marcos Luiz Moraes de Oliveira
    Marcos Luiz Moraes de Oliveira
    29/11/2011 • 11:48
    algumas questões tirei de letra,mas algumas senti dificuldades por intermédio de pegadinhas :(
    preciso me focar mais em alguns assuntos..
    mas foi um bom teste
  • ITACY DE SOUSA CASTRO
    ITACY DE SOUSA CASTRO
    11/12/2011 • 18:55
    Bem, eu concordo com o willan127 e muitos dos comentaristas e espero que vocês melhorem a qualidade desse simulado.
  • Rafael Fernandes
    Rafael Fernandes
    16/04/2012 • 20:44
    Simulado fácil , porém com questões que costumam cair muito , ainda bem que fui bem : )
  • José Omar Barbosa da Fonseca
    José Omar Barbosa da Fonseca
    26/04/2012 • 11:07
    A última questão está correta, pois as três primeiras palavras não necessariamente devem ser acentuadas, visto que tais palavras podem ser classificadas como verbos conjugados.
  • Danilo Alves da Silva
    Danilo Alves da Silva
    23/05/2012 • 16:54
    Por que eu posso inferir que o autor considera Harvard uma boa universidade?
  • Maíra Souza
    Maíra Souza
    19/07/2012 • 17:02
    Questões básicas.
  • Leandro de Oliveira Leal
    Leandro de Oliveira Leal
    09/10/2012 • 13:31
    Acertei 9, errei apenas a 8 porque a hora que li "houve" no lugar de "houveram" achei absurdo, mas depois vi que estava errado

    Mas o simulado foi bem fácil
  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    27/12/2012 • 17:34
    A última questão requer muita análise.
    Embora eu tenha gabaritado, é maldade colocar uma questão dessas numa prova.
  • Eder Elias
    Eder Elias
    04/04/2013 • 14:43
    Errei 2 e foi na parte de interpretação. Não foi dessa vez...
  • elton tiago dos santos
    elton tiago dos santos
    04/05/2013 • 22:16
    Levando em consideração que as questões são de um concurso de nível fundamental, elas estavam bem difíceis.
  • Graziella Pereira Santos
    Graziella Pereira Santos
    28/05/2013 • 18:31
    As questoes sao boas mas infelizmente errei 4
    a última foi por falta de atençao minha mas isso n vai me desmotivar
  • Fabiane Brito Furtado
    Fabiane Brito Furtado
    19/09/2013 • 11:44
    Gostei mas, não foi dessa vez.
  • JOEUMA SOUZA MARIANO SALDANHA
    JOEUMA SOUZA MARIANO SALDANHA
    04/11/2013 • 23:15
    Pública é um proparoxítono.....deve ser acentuado
  • Allan Warley Barreto da Silva
    Allan Warley Barreto da Silva
    11/11/2013 • 22:07
    Creio que podemos inferir que o autor considera Harvard uma boa universidade porque ele está resaltando o fato de que lá eles dão a oportunidade de os alunos terem liberdade para aprenderem sozinhos...e sendo assim acabam formando vários milhonários sem nem se quer terminarem o curso, pelo menos eu entendi assim kk
  • Sidnei de Oliveira
    Sidnei de Oliveira
    26/03/2014 • 21:05
    Como meu objetivo era gabaritar, achei difícil pois não consegui.
  • Caroline Ribeiro
    Caroline Ribeiro
    06/04/2014 • 23:51
    Meu Deus, não consegui gabaritar como queria ter feito. Realmente complicado!
  • rodrigo caires porto
    rodrigo caires porto
    08/04/2014 • 12:11
    Ótimas perguntas, entretanto, a ultima questão, demonstra alguma dificuldade, tendo em vista que possui mais de uma palavra que necessite de acento.
  • FABI
    FABI
    15/04/2014 • 20:45
    ta pedindo ensino fundamental.questoes dificeis para nivel fundamental.
  • neiva lucia moreira
    neiva lucia moreira
    23/04/2014 • 23:07
    vocês deveriam colocar provas de nível superior, seria um modo de nos esforçarmos mais.

    obrigada, gostei muito
  • jeferson da silva dos santos
    jeferson da silva dos santos
    27/06/2014 • 09:07
    não consigo sair da média entre 50 e 70%! mais é isso aí vamo qui vamo!
  • MASTERSON FALCÃO DE MORAIS COSTA
    MASTERSON FALCÃO DE MORAIS COSTA
    14/09/2014 • 01:43
    Bem tranquila, bom exercício!
  • Ana Cláudia Santos
    Ana Cláudia Santos
    11/11/2014 • 15:06
    Você acertou 9 de 10 questões. Muito bom

    Por uma não gabaritei...
  • Rose Braz
    Rose Braz
    28/03/2015 • 11:32
    A última questão é uma ótima pegadinha.
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