Agente de Segurança - Prova Metrô SP 2010 - Português parte I

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    Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
    O texto deixa claro que
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    Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
    Segundo o texto, os vitrais
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    Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
    A afirmativa correta, de acordo com o texto, é:
  • 📖 Texto associado
    Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
    Nos 2o, 3o e 4o parágrafos, a autora
  • 📖 Texto associado
    Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
    No último parágrafo do texto há referência explícita
  • 📖 Texto associado
    Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
    A expressão cujo sentido está transcrito com outras palavras, sem alteração do sentido original, é:
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    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
    Produtos materiais de cultura, parte de nosso patrimônio
    histórico e objetos de fruição de beleza ...
    (final do texto)

    A expressão grifada acima
  • 📖 Texto associado
    Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
    ... quando as pinturas sobre vidro, juntamente com os
    afrescos e as miniaturas, constituíam as principais técnicas
    de pintura utilizadas pelo homem.
    (1o parágrafo)

    O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se
    encontra o grifado acima está na frase:
  • 📖 Texto associado
    Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
    O verbo entre parênteses no final de cada frase deverá ser corretamente flexionado no singular para preencher a lacuna da frase:

COMENTÁRIOS (15)

  • Elaine França de Camargo
    Elaine França de Camargo
    14/11/2012 • 22:58
    Gabaritei! o/
    É preciso reler várias vezes, mas vale a pena!
  • eron gomes
    eron gomes
    21/12/2012 • 18:58
    Errei a última, mas muito bom o texto.
  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    26/12/2012 • 18:49
    Putz, finalmente uma gabaritada hoje!

    Avante companheiros, avante!!!
  • EDERSON ARTEIRO
    EDERSON ARTEIRO
    06/02/2013 • 14:16
    FIZ COM MUITA CALMA E GABARITEI!!!
  • francisco jackson lira
    francisco jackson lira
    08/03/2013 • 09:11
    Errei uma. Há um mês e alguns dias estudando dedicado todos os dias, já sinto a diferença. Li apenas uma vez o texto e errei a questão 6.
  • Leonardo Dos Santos Geronimo
    Leonardo Dos Santos Geronimo
    21/05/2013 • 11:36
    GABARITADO

    3 DE 3 HOJE
  • lucrecia matrins da costa
    lucrecia matrins da costa
    06/08/2013 • 16:01
    gabaritei,mas tenhe que ler bastante...
  • Fabiane Brito Furtado
    Fabiane Brito Furtado
    04/09/2013 • 10:55
    Tive dificuldades.
    Só acertei 56%.
    Estudar mais!!
  • paulo jose rodrigues
    paulo jose rodrigues
    21/01/2014 • 23:54
    estou na média não manjo nada de flexão de verbo.
  • paulo jose da Silva
    paulo jose da Silva
    27/05/2014 • 18:43
    Só acertei 56% mais nada de desânimo, dias melhores virão; eu creio!
  • Barbara Maria Melo de Oliveira
    Barbara Maria Melo de Oliveira
    09/08/2014 • 00:53
    Não há coisa que mais me deixe triste do que errar questões por falta de atenção. Errei 4, podendo ter errado 2
  • Kelly Cristina
    Kelly Cristina
    24/11/2014 • 22:07
    89% errei uma de interpretação por falta de paciência .... :(
  • Bruna vitorino
    Bruna vitorino
    05/01/2015 • 22:25
    78% de aproveitamento, fiz apressada e o resultado saio melhor que os outros!!
  • Marcos Antonio Costa Aguiar
    Marcos Antonio Costa Aguiar
    19/02/2015 • 16:21
    Errei duas de flexão verbal sendo uma de vacilo, mas está bom acertei 8 de 10 creio que estou caminhando na direção correta!
  • Marcos Fontana
    Marcos Fontana
    16/10/2015 • 21:58
    Uhuuullll, Gabaritei!
    Mas se não ficar atento nos detalhes, é facílimo escorregar!

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