Agente de Segurança - Prova Metrô SP 2010 - Português parte II

Simulado com questões de prova: Agente de Segurança - Prova Metrô SP 2010 - Português parte II . Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


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Médio
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  • 📖 Texto associado
       Atenção: As questões de números 16 a 20 baseiam-se no
    texto abaixo.

       A narrativa bíblica da Torre de Babel conta que Deus se
    enfureceu ao notar que os homens sonhavam com o reino dos
    céus e construíam uma torre para alcançá-lo. Resolveu, então,
    puni-los por sua arrogância. Logo, cada um dos homens
    começou a falar uma língua diferente e, com a comunicação
    comprometida, a construção foi cancelada. Se na Bíblia a
    pluralidade linguística era uma condenação, para a história é
    uma bênção, pois mostra a riqueza da humanidade. Os idiomas
    guardam a alma de um povo, sua história, seus costumes e
    conhecimentos, passados de geração em geração.
       O Atlas das línguas do mundo em perigo de
    desaparecer 2009
    , divulgado pela Unesco, contempla a
    situação de 155 países e divide os idiomas na categoria extinta
    e em outras quatro de risco. Ele apresenta a situação de 190
    línguas brasileiras, todas indígenas. Dessas, 12 desapareceram
    e as demais estão em risco. Segundo o americano Denny
    Moore, antropólogo, linguista colaborador do Iphan (Instituto do
    Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e coordenador da área
    de linguística do Museu Emílio Goeldi, em Belém, o documento
    deixou de fora os dialetos de descendentes de imigrantes e de
    grupos afrobrasileiros por falta de dados sistematizados sobre
    eles − estima-se que sejam 20 línguas. Para ele, as
    informações sobre o Brasil devem ser vistas com cautela −
    muitas das línguas citadas são extremamente parecidas e
    inteligíveis entre si e poderiam ser consideradas pelos linguistas
    como o mesmo idioma.
       Com o objetivo de entender melhor nosso universo
    linguístico, o Iphan montou o Grupo de Trabalho da Diversidade
    Linguística do Brasil (GTDL), que se dedica à criação de um
    inventário de línguas brasileiras. Hoje, o governo reconhece a
    importância de preservar esse patrimônio imaterial, mas nem
    sempre foi assim. Segundo historiadores, em 1500 eram faladas
    1.078 línguas indígenas. Para colonizar o país e catequizar os
    povos indígenas, os descobridores forçaram o aprendizado do
    português. Durante o governo Getúlio Vargas defendeu-se a
    nacionalização do ensino, e os idiomas falados por descendentes
    de estrangeiros simbolizavam falta de patriotismo. Por
    isso, caíram em desuso.
       Mas por que as línguas desaparecem? Por diversos
    motivos, como a morte de seu último falante. Em tempos de
    globalização, é comum também que um idioma mais forte, com
    mais pessoas que o utilizam em grandes centros, sufoque um
    mais fraco.

    (Cláudia Jordão. Istoé, 11/3/2009, pp.60-62, com adaptações)
    É correto perceber no texto a
  • 📖 Texto associado
       Atenção: As questões de números 16 a 20 baseiam-se no
    texto abaixo.

       A narrativa bíblica da Torre de Babel conta que Deus se
    enfureceu ao notar que os homens sonhavam com o reino dos
    céus e construíam uma torre para alcançá-lo. Resolveu, então,
    puni-los por sua arrogância. Logo, cada um dos homens
    começou a falar uma língua diferente e, com a comunicação
    comprometida, a construção foi cancelada. Se na Bíblia a
    pluralidade linguística era uma condenação, para a história é
    uma bênção, pois mostra a riqueza da humanidade. Os idiomas
    guardam a alma de um povo, sua história, seus costumes e
    conhecimentos, passados de geração em geração.
       O Atlas das línguas do mundo em perigo de
    desaparecer 2009
    , divulgado pela Unesco, contempla a
    situação de 155 países e divide os idiomas na categoria extinta
    e em outras quatro de risco. Ele apresenta a situação de 190
    línguas brasileiras, todas indígenas. Dessas, 12 desapareceram
    e as demais estão em risco. Segundo o americano Denny
    Moore, antropólogo, linguista colaborador do Iphan (Instituto do
    Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e coordenador da área
    de linguística do Museu Emílio Goeldi, em Belém, o documento
    deixou de fora os dialetos de descendentes de imigrantes e de
    grupos afrobrasileiros por falta de dados sistematizados sobre
    eles − estima-se que sejam 20 línguas. Para ele, as
    informações sobre o Brasil devem ser vistas com cautela −
    muitas das línguas citadas são extremamente parecidas e
    inteligíveis entre si e poderiam ser consideradas pelos linguistas
    como o mesmo idioma.
       Com o objetivo de entender melhor nosso universo
    linguístico, o Iphan montou o Grupo de Trabalho da Diversidade
    Linguística do Brasil (GTDL), que se dedica à criação de um
    inventário de línguas brasileiras. Hoje, o governo reconhece a
    importância de preservar esse patrimônio imaterial, mas nem
    sempre foi assim. Segundo historiadores, em 1500 eram faladas
    1.078 línguas indígenas. Para colonizar o país e catequizar os
    povos indígenas, os descobridores forçaram o aprendizado do
    português. Durante o governo Getúlio Vargas defendeu-se a
    nacionalização do ensino, e os idiomas falados por descendentes
    de estrangeiros simbolizavam falta de patriotismo. Por
    isso, caíram em desuso.
       Mas por que as línguas desaparecem? Por diversos
    motivos, como a morte de seu último falante. Em tempos de
    globalização, é comum também que um idioma mais forte, com
    mais pessoas que o utilizam em grandes centros, sufoque um
    mais fraco.

    (Cláudia Jordão. Istoé, 11/3/2009, pp.60-62, com adaptações)
    Segundo o especialista americano citado no texto,
  • 📖 Texto associado
       Atenção: As questões de números 16 a 20 baseiam-se no
    texto abaixo.

       A narrativa bíblica da Torre de Babel conta que Deus se
    enfureceu ao notar que os homens sonhavam com o reino dos
    céus e construíam uma torre para alcançá-lo. Resolveu, então,
    puni-los por sua arrogância. Logo, cada um dos homens
    começou a falar uma língua diferente e, com a comunicação
    comprometida, a construção foi cancelada. Se na Bíblia a
    pluralidade linguística era uma condenação, para a história é
    uma bênção, pois mostra a riqueza da humanidade. Os idiomas
    guardam a alma de um povo, sua história, seus costumes e
    conhecimentos, passados de geração em geração.
       O Atlas das línguas do mundo em perigo de
    desaparecer 2009
    , divulgado pela Unesco, contempla a
    situação de 155 países e divide os idiomas na categoria extinta
    e em outras quatro de risco. Ele apresenta a situação de 190
    línguas brasileiras, todas indígenas. Dessas, 12 desapareceram
    e as demais estão em risco. Segundo o americano Denny
    Moore, antropólogo, linguista colaborador do Iphan (Instituto do
    Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e coordenador da área
    de linguística do Museu Emílio Goeldi, em Belém, o documento
    deixou de fora os dialetos de descendentes de imigrantes e de
    grupos afrobrasileiros por falta de dados sistematizados sobre
    eles − estima-se que sejam 20 línguas. Para ele, as
    informações sobre o Brasil devem ser vistas com cautela −
    muitas das línguas citadas são extremamente parecidas e
    inteligíveis entre si e poderiam ser consideradas pelos linguistas
    como o mesmo idioma.
       Com o objetivo de entender melhor nosso universo
    linguístico, o Iphan montou o Grupo de Trabalho da Diversidade
    Linguística do Brasil (GTDL), que se dedica à criação de um
    inventário de línguas brasileiras. Hoje, o governo reconhece a
    importância de preservar esse patrimônio imaterial, mas nem
    sempre foi assim. Segundo historiadores, em 1500 eram faladas
    1.078 línguas indígenas. Para colonizar o país e catequizar os
    povos indígenas, os descobridores forçaram o aprendizado do
    português. Durante o governo Getúlio Vargas defendeu-se a
    nacionalização do ensino, e os idiomas falados por descendentes
    de estrangeiros simbolizavam falta de patriotismo. Por
    isso, caíram em desuso.
       Mas por que as línguas desaparecem? Por diversos
    motivos, como a morte de seu último falante. Em tempos de
    globalização, é comum também que um idioma mais forte, com
    mais pessoas que o utilizam em grandes centros, sufoque um
    mais fraco.

    (Cláudia Jordão. Istoé, 11/3/2009, pp.60-62, com adaptações)
    Por isso, caíram em desuso. (3o parágrafo)

    A expressão grifada na frase acima
  • 📖 Texto associado
       Atenção: As questões de números 16 a 20 baseiam-se no
    texto abaixo.

       A narrativa bíblica da Torre de Babel conta que Deus se
    enfureceu ao notar que os homens sonhavam com o reino dos
    céus e construíam uma torre para alcançá-lo. Resolveu, então,
    puni-los por sua arrogância. Logo, cada um dos homens
    começou a falar uma língua diferente e, com a comunicação
    comprometida, a construção foi cancelada. Se na Bíblia a
    pluralidade linguística era uma condenação, para a história é
    uma bênção, pois mostra a riqueza da humanidade. Os idiomas
    guardam a alma de um povo, sua história, seus costumes e
    conhecimentos, passados de geração em geração.
       O Atlas das línguas do mundo em perigo de
    desaparecer 2009
    , divulgado pela Unesco, contempla a
    situação de 155 países e divide os idiomas na categoria extinta
    e em outras quatro de risco. Ele apresenta a situação de 190
    línguas brasileiras, todas indígenas. Dessas, 12 desapareceram
    e as demais estão em risco. Segundo o americano Denny
    Moore, antropólogo, linguista colaborador do Iphan (Instituto do
    Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e coordenador da área
    de linguística do Museu Emílio Goeldi, em Belém, o documento
    deixou de fora os dialetos de descendentes de imigrantes e de
    grupos afrobrasileiros por falta de dados sistematizados sobre
    eles − estima-se que sejam 20 línguas. Para ele, as
    informações sobre o Brasil devem ser vistas com cautela −
    muitas das línguas citadas são extremamente parecidas e
    inteligíveis entre si e poderiam ser consideradas pelos linguistas
    como o mesmo idioma.
       Com o objetivo de entender melhor nosso universo
    linguístico, o Iphan montou o Grupo de Trabalho da Diversidade
    Linguística do Brasil (GTDL), que se dedica à criação de um
    inventário de línguas brasileiras. Hoje, o governo reconhece a
    importância de preservar esse patrimônio imaterial, mas nem
    sempre foi assim. Segundo historiadores, em 1500 eram faladas
    1.078 línguas indígenas. Para colonizar o país e catequizar os
    povos indígenas, os descobridores forçaram o aprendizado do
    português. Durante o governo Getúlio Vargas defendeu-se a
    nacionalização do ensino, e os idiomas falados por descendentes
    de estrangeiros simbolizavam falta de patriotismo. Por
    isso, caíram em desuso.
       Mas por que as línguas desaparecem? Por diversos
    motivos, como a morte de seu último falante. Em tempos de
    globalização, é comum também que um idioma mais forte, com
    mais pessoas que o utilizam em grandes centros, sufoque um
    mais fraco.

    (Cláudia Jordão. Istoé, 11/3/2009, pp.60-62, com adaptações)
    Hoje, o governo reconhece a importância de preservar esse patrimônio imaterial ... (3o parágrafo)

    A expressão grifada acima estabelece relação de sentido com a afirmativa de que:
  • 📖 Texto associado
       Atenção: As questões de números 16 a 20 baseiam-se no
    texto abaixo.

       A narrativa bíblica da Torre de Babel conta que Deus se
    enfureceu ao notar que os homens sonhavam com o reino dos
    céus e construíam uma torre para alcançá-lo. Resolveu, então,
    puni-los por sua arrogância. Logo, cada um dos homens
    começou a falar uma língua diferente e, com a comunicação
    comprometida, a construção foi cancelada. Se na Bíblia a
    pluralidade linguística era uma condenação, para a história é
    uma bênção, pois mostra a riqueza da humanidade. Os idiomas
    guardam a alma de um povo, sua história, seus costumes e
    conhecimentos, passados de geração em geração.
       O Atlas das línguas do mundo em perigo de
    desaparecer 2009
    , divulgado pela Unesco, contempla a
    situação de 155 países e divide os idiomas na categoria extinta
    e em outras quatro de risco. Ele apresenta a situação de 190
    línguas brasileiras, todas indígenas. Dessas, 12 desapareceram
    e as demais estão em risco. Segundo o americano Denny
    Moore, antropólogo, linguista colaborador do Iphan (Instituto do
    Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e coordenador da área
    de linguística do Museu Emílio Goeldi, em Belém, o documento
    deixou de fora os dialetos de descendentes de imigrantes e de
    grupos afrobrasileiros por falta de dados sistematizados sobre
    eles − estima-se que sejam 20 línguas. Para ele, as
    informações sobre o Brasil devem ser vistas com cautela −
    muitas das línguas citadas são extremamente parecidas e
    inteligíveis entre si e poderiam ser consideradas pelos linguistas
    como o mesmo idioma.
       Com o objetivo de entender melhor nosso universo
    linguístico, o Iphan montou o Grupo de Trabalho da Diversidade
    Linguística do Brasil (GTDL), que se dedica à criação de um
    inventário de línguas brasileiras. Hoje, o governo reconhece a
    importância de preservar esse patrimônio imaterial, mas nem
    sempre foi assim. Segundo historiadores, em 1500 eram faladas
    1.078 línguas indígenas. Para colonizar o país e catequizar os
    povos indígenas, os descobridores forçaram o aprendizado do
    português. Durante o governo Getúlio Vargas defendeu-se a
    nacionalização do ensino, e os idiomas falados por descendentes
    de estrangeiros simbolizavam falta de patriotismo. Por
    isso, caíram em desuso.
       Mas por que as línguas desaparecem? Por diversos
    motivos, como a morte de seu último falante. Em tempos de
    globalização, é comum também que um idioma mais forte, com
    mais pessoas que o utilizam em grandes centros, sufoque um
    mais fraco.

    (Cláudia Jordão. Istoé, 11/3/2009, pp.60-62, com adaptações)
    ... estima-se que sejam 20 línguas. (2o parágrafo)

    O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima está na frase:

COMENTÁRIOS (11)

  • Rafael Brito
    Rafael Brito
    16/08/2012 • 21:47
    errei uma por falta de atenção
  • Andressa maia menzes
    Andressa maia menzes
    27/09/2012 • 16:45
    eu também..kkkk
  • cleber severo
    cleber severo
    25/11/2012 • 22:53
    Achei médio,mas gabarieiiiii,realmente estou evoluindo.Não desistão.
  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    24/12/2012 • 12:39
    Errei a última também!
  • Dhaniel di Oliveira
    Dhaniel di Oliveira
    11/03/2013 • 19:00
    Achei difícil para os principiantes. Tenho q melhorar
  • Felipe Appolinario
    Felipe Appolinario
    22/03/2013 • 05:07
    errei a ultima e uma outra por falta de atenção
  • Eder Elias
    Eder Elias
    26/03/2013 • 15:13
    Análise do seu Resultado:
    Você acertou 5 questões de um total de 5.
    O seu aproveitamento foi de 100%
    O seu desempenho foi avaliado como Ótimo - Gabaritado.

    Estou cada vez mais pronto para batalha!!
  • josé Valente
    josé Valente
    29/04/2013 • 22:12
    ler com atenção... esse é o segredo.
  • Leonardo Dos Santos Geronimo
    Leonardo Dos Santos Geronimo
    21/05/2013 • 10:25
    GABARITADO.. MAS NÃO TA FÁCIL
  • siscilian
    siscilian
    23/03/2014 • 19:20
    errei a ultima.... alguem pode esclarecer??
  • eduardo cesar da silva
    eduardo cesar da silva
    15/06/2014 • 13:43
    NUNCA VI MAIS FÁCIL! E OLHA QUE HJ TÕ MEIO DOENTE.gabaritadíssimo.

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