Há referências no texto que nos permitem identificar as
datas da chegada dos celulares ao Rio de Janeiro e da
segunda ida da narradora ao Maracanã. Essas datas são,
respectivamente,
“Olhei para o céu recortado pela moldura do estádio e
para as cadeiras coloridas, passei a mão na grama (mais
dura do que eu imaginava), percorri com o dedo um trecho
dos traços brancos que marcam o campo.” (L. 47-51)
No parágrafo acima, a narradora registra impressões
“Pode ser que todos já saibam, mas aceito o risco de chover
no molhado:” (L. 63-64)
“O risco de chover no molhado” significa, de acordo com o
contexto, dar uma informação absolutamente
De acordo com o texto, considere as afirmações a seguir.
I – A narração e a descrição frequentemente se misturam
no texto.
II – A curiosidade da cronista em relação aos quero-
-queros do estádio deve-se ao fato de eles conseguirem
viver num ambiente incompatível com sua
necessidade de segurança.
III – Apenas na primeira vez em que esteve no Maracanã,
a cronista se deixou envolver pela emoção do
estádio.
“Ainda hoje, tanto tempo depois, evocar essa lembrança
me dá um frio automático na barriga.”(L. 35-37)
A palavra “automático” no texto tem o mesmo sentido que
Observe a oração a seguir.
“...e, ainda na área dos vestiários, já se ouvia a gritaria
das arquibancadas.” (L. 23-24)
O sujeito da oração acima tem como núcleo
I - Proibida a entrada de visitantes – avisava a placa.
II - As pessoas estavam meias apressadas ao entrar.
III - Holofotes e palco gigantescos impressionavam o
público.
Conforme o registro formal da língua, está(ão) correta(s) APENAS a(s) frase(s)
I – Tenho IPOD e celular, este é mais importante para
mim do que aquele.
II – A gritaria das arquibancadas lhes perturbava o
sono.
III – O jardineiro veio até eu para cumprimentar-me.
De acordo com a norma culta da língua, os pronomes
estão corretamente empregados APENAS na(s) frase(s)