1Questão
Por que a gente é assim?
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Após a leitura do texto, conclui-se que, sob o ponto
de vista do autor:
2Questão
Por que a gente é assim?
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Diversas vezes no texto, quando o autor usa a
primeira pessoa do plural, busca aproximar-se
dos leitores brasileiros, ressaltando a coincidência
de suas intenções. Porém, isto NÃO é o que
ocorre em:
3Questão
Por que a gente é assim?
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
“No entanto, é evidente que este Brasil está mudando...”
Para indicar a mesma relação de sentido
que o conectivo em destaque explicita,
deve-se empregar a seguinte conjunção:
4Questão
Por que a gente é assim?
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
No texto é mencionado o “jeitinho brasileiro”. A
palavra em destaque é exemplo de uma variedade
de uso da língua, caracterizada por:
5Questão
Por que a gente é assim?
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Já ___ dois anos que o autor _____ comportamentos
e valores que _____ entre os brasileiros. Os
verbos estão flexionados corretamente, de modo a
preencher as lacunas e completar a frase, em:
6Questão
Por que a gente é assim?
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
No uso do pronome relativo, é necessário observar
se há ou não necessidade de colocar-se
antes dele uma preposição. Sob esse aspecto,
está INCORRETA a frase:
7Questão
Por que a gente é assim?
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
As palavras relevância, fotógrafo e país obedecem
às mesmas regras que exigem a acentuação gráfica,
respectivamente, de:
8Questão
Por que a gente é assim?
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
“A questão é que essa pergunta é sempre feita em
relação ao outro, àquele que não é igual a nós.”
No pronome em destaque o sinal grave indica o
fenômeno da crase, que também deve ocorrer em:
9Questão
Por que a gente é assim?
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
“Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam...” O termo destacado, apresentando
grafia idêntica à dessa frase, preenche a
lacuna em:
10Questão
Por que a gente é assim?
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?
Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
A frase que apresenta a regência verbal INCORRETA,
de acordo com a norma culta da língua, é: