Assistente Técnico Administrativo - Português - Prova Multirio 2011

Simulado com questões de prova: Assistente Técnico Administrativo - Português - Prova Multirio 2011 . Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
76
Resoluções
44%
Média
Difícil
Dificuldade
  • 📖 Texto associado
    Por que a gente é assim?

    Quem nunca questionou por que algumas pessoas
    pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
    de total oposição aos nossos pensamentos e
    certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
    feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
    nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
    próprio umbigo: por que a gente é assim?
    Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
    projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
    tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
    comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
    Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
    mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
    num processo de criação colaborativa. No site
    do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
    de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
    sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
    Consumo e Educação. [...]
    Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
    queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
    deixar como sociedade? Em alguns países,
    como os Estados Unidos, esta discussão está mais
    articulada. [...]
    Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
    50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
    brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
    - não sem consequências. No entanto, é evidente
    que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
    vertiginosamente.
    Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
    mostrou que boa regulamentação é possível, além de
    absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
    UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
    Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
    e relevância - sobre a mudança demográfica que
    vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
    um país majoritariamente de classe média. Mas o que
    quer e como se comporta esta classe média? Com
    mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
    os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
    Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
    pública, ou manteremos um regime de “reserva
    de mercado” ao deixarmos grande parte da população
    alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
    que as pessoas não são discriminadas por conta
    da sua classe social, da sua origem geográfica e
    da cor de sua pele?
    Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
    tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
    acreditamos merecer. O que queremos de nós?

    Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
    [adaptado]
    Após a leitura do texto, conclui-se que, sob o ponto de vista do autor:
  • 📖 Texto associado
    Por que a gente é assim?

    Quem nunca questionou por que algumas pessoas
    pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
    de total oposição aos nossos pensamentos e
    certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
    feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
    nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
    próprio umbigo: por que a gente é assim?
    Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
    projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
    tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
    comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
    Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
    mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
    num processo de criação colaborativa. No site
    do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
    de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
    sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
    Consumo e Educação. [...]
    Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
    queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
    deixar como sociedade? Em alguns países,
    como os Estados Unidos, esta discussão está mais
    articulada. [...]
    Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
    50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
    brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
    - não sem consequências. No entanto, é evidente
    que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
    vertiginosamente.
    Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
    mostrou que boa regulamentação é possível, além de
    absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
    UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
    Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
    e relevância - sobre a mudança demográfica que
    vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
    um país majoritariamente de classe média. Mas o que
    quer e como se comporta esta classe média? Com
    mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
    os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
    Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
    pública, ou manteremos um regime de “reserva
    de mercado” ao deixarmos grande parte da população
    alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
    que as pessoas não são discriminadas por conta
    da sua classe social, da sua origem geográfica e
    da cor de sua pele?
    Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
    tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
    acreditamos merecer. O que queremos de nós?

    Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
    [adaptado]
    Diversas vezes no texto, quando o autor usa a primeira pessoa do plural, busca aproximar-se dos leitores brasileiros, ressaltando a coincidência de suas intenções. Porém, isto NÃO é o que ocorre em:
  • 📖 Texto associado
    Por que a gente é assim?

    Quem nunca questionou por que algumas pessoas
    pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
    de total oposição aos nossos pensamentos e
    certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
    feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
    nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
    próprio umbigo: por que a gente é assim?
    Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
    projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
    tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
    comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
    Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
    mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
    num processo de criação colaborativa. No site
    do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
    de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
    sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
    Consumo e Educação. [...]
    Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
    queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
    deixar como sociedade? Em alguns países,
    como os Estados Unidos, esta discussão está mais
    articulada. [...]
    Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
    50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
    brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
    - não sem consequências. No entanto, é evidente
    que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
    vertiginosamente.
    Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
    mostrou que boa regulamentação é possível, além de
    absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
    UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
    Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
    e relevância - sobre a mudança demográfica que
    vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
    um país majoritariamente de classe média. Mas o que
    quer e como se comporta esta classe média? Com
    mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
    os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
    Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
    pública, ou manteremos um regime de “reserva
    de mercado” ao deixarmos grande parte da população
    alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
    que as pessoas não são discriminadas por conta
    da sua classe social, da sua origem geográfica e
    da cor de sua pele?
    Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
    tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
    acreditamos merecer. O que queremos de nós?

    Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
    [adaptado]
    “No entanto, é evidente que este Brasil está mudando...” Para indicar a mesma relação de sentido que o conectivo em destaque explicita, deve-se empregar a seguinte conjunção:
  • 📖 Texto associado
    Por que a gente é assim?

    Quem nunca questionou por que algumas pessoas
    pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
    de total oposição aos nossos pensamentos e
    certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
    feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
    nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
    próprio umbigo: por que a gente é assim?
    Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
    projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
    tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
    comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
    Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
    mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
    num processo de criação colaborativa. No site
    do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
    de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
    sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
    Consumo e Educação. [...]
    Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
    queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
    deixar como sociedade? Em alguns países,
    como os Estados Unidos, esta discussão está mais
    articulada. [...]
    Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
    50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
    brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
    - não sem consequências. No entanto, é evidente
    que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
    vertiginosamente.
    Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
    mostrou que boa regulamentação é possível, além de
    absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
    UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
    Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
    e relevância - sobre a mudança demográfica que
    vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
    um país majoritariamente de classe média. Mas o que
    quer e como se comporta esta classe média? Com
    mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
    os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
    Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
    pública, ou manteremos um regime de “reserva
    de mercado” ao deixarmos grande parte da população
    alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
    que as pessoas não são discriminadas por conta
    da sua classe social, da sua origem geográfica e
    da cor de sua pele?
    Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
    tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
    acreditamos merecer. O que queremos de nós?

    Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
    [adaptado]
    No texto é mencionado o “jeitinho brasileiro”. A palavra em destaque é exemplo de uma variedade de uso da língua, caracterizada por:
  • 📖 Texto associado
    Por que a gente é assim?

    Quem nunca questionou por que algumas pessoas
    pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
    de total oposição aos nossos pensamentos e
    certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
    feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
    nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
    próprio umbigo: por que a gente é assim?
    Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
    projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
    tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
    comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
    Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
    mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
    num processo de criação colaborativa. No site
    do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
    de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
    sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
    Consumo e Educação. [...]
    Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
    queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
    deixar como sociedade? Em alguns países,
    como os Estados Unidos, esta discussão está mais
    articulada. [...]
    Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
    50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
    brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
    - não sem consequências. No entanto, é evidente
    que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
    vertiginosamente.
    Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
    mostrou que boa regulamentação é possível, além de
    absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
    UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
    Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
    e relevância - sobre a mudança demográfica que
    vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
    um país majoritariamente de classe média. Mas o que
    quer e como se comporta esta classe média? Com
    mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
    os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
    Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
    pública, ou manteremos um regime de “reserva
    de mercado” ao deixarmos grande parte da população
    alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
    que as pessoas não são discriminadas por conta
    da sua classe social, da sua origem geográfica e
    da cor de sua pele?
    Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
    tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
    acreditamos merecer. O que queremos de nós?

    Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
    [adaptado]
    Já ___ dois anos que o autor _____ comportamentos e valores que _____ entre os brasileiros. Os verbos estão flexionados corretamente, de modo a preencher as lacunas e completar a frase, em:
  • 📖 Texto associado
    Por que a gente é assim?

    Quem nunca questionou por que algumas pessoas
    pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
    de total oposição aos nossos pensamentos e
    certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
    feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
    nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
    próprio umbigo: por que a gente é assim?
    Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
    projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
    tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
    comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
    Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
    mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
    num processo de criação colaborativa. No site
    do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
    de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
    sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
    Consumo e Educação. [...]
    Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
    queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
    deixar como sociedade? Em alguns países,
    como os Estados Unidos, esta discussão está mais
    articulada. [...]
    Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
    50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
    brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
    - não sem consequências. No entanto, é evidente
    que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
    vertiginosamente.
    Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
    mostrou que boa regulamentação é possível, além de
    absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
    UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
    Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
    e relevância - sobre a mudança demográfica que
    vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
    um país majoritariamente de classe média. Mas o que
    quer e como se comporta esta classe média? Com
    mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
    os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
    Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
    pública, ou manteremos um regime de “reserva
    de mercado” ao deixarmos grande parte da população
    alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
    que as pessoas não são discriminadas por conta
    da sua classe social, da sua origem geográfica e
    da cor de sua pele?
    Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
    tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
    acreditamos merecer. O que queremos de nós?

    Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
    [adaptado]
    No uso do pronome relativo, é necessário observar se há ou não necessidade de colocar-se antes dele uma preposição. Sob esse aspecto, está INCORRETA a frase:
  • 📖 Texto associado
    Por que a gente é assim?

    Quem nunca questionou por que algumas pessoas
    pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
    de total oposição aos nossos pensamentos e
    certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
    feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
    nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
    próprio umbigo: por que a gente é assim?
    Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
    projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
    tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
    comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
    Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
    mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
    num processo de criação colaborativa. No site
    do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
    de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
    sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
    Consumo e Educação. [...]
    Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
    queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
    deixar como sociedade? Em alguns países,
    como os Estados Unidos, esta discussão está mais
    articulada. [...]
    Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
    50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
    brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
    - não sem consequências. No entanto, é evidente
    que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
    vertiginosamente.
    Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
    mostrou que boa regulamentação é possível, além de
    absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
    UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
    Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
    e relevância - sobre a mudança demográfica que
    vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
    um país majoritariamente de classe média. Mas o que
    quer e como se comporta esta classe média? Com
    mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
    os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
    Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
    pública, ou manteremos um regime de “reserva
    de mercado” ao deixarmos grande parte da população
    alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
    que as pessoas não são discriminadas por conta
    da sua classe social, da sua origem geográfica e
    da cor de sua pele?
    Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
    tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
    acreditamos merecer. O que queremos de nós?

    Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
    [adaptado]
    As palavras relevância, fotógrafo e país obedecem às mesmas regras que exigem a acentuação gráfica, respectivamente, de:
  • 📖 Texto associado
    Por que a gente é assim?

    Quem nunca questionou por que algumas pessoas
    pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
    de total oposição aos nossos pensamentos e
    certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
    feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
    nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
    próprio umbigo: por que a gente é assim?
    Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
    projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
    tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
    comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
    Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
    mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
    num processo de criação colaborativa. No site
    do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
    de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
    sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
    Consumo e Educação. [...]
    Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
    queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
    deixar como sociedade? Em alguns países,
    como os Estados Unidos, esta discussão está mais
    articulada. [...]
    Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
    50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
    brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
    - não sem consequências. No entanto, é evidente
    que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
    vertiginosamente.
    Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
    mostrou que boa regulamentação é possível, além de
    absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
    UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
    Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
    e relevância - sobre a mudança demográfica que
    vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
    um país majoritariamente de classe média. Mas o que
    quer e como se comporta esta classe média? Com
    mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
    os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
    Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
    pública, ou manteremos um regime de “reserva
    de mercado” ao deixarmos grande parte da população
    alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
    que as pessoas não são discriminadas por conta
    da sua classe social, da sua origem geográfica e
    da cor de sua pele?
    Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
    tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
    acreditamos merecer. O que queremos de nós?

    Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
    [adaptado]
    “A questão é que essa pergunta é sempre feita em relação ao outro, àquele que não é igual a nós.” No pronome em destaque o sinal grave indica o fenômeno da crase, que também deve ocorrer em:
  • 📖 Texto associado
    Por que a gente é assim?

    Quem nunca questionou por que algumas pessoas
    pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
    de total oposição aos nossos pensamentos e
    certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
    feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
    nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
    próprio umbigo: por que a gente é assim?
    Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
    projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
    tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
    comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
    Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
    mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
    num processo de criação colaborativa. No site
    do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
    de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
    sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
    Consumo e Educação. [...]
    Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
    queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
    deixar como sociedade? Em alguns países,
    como os Estados Unidos, esta discussão está mais
    articulada. [...]
    Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
    50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
    brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
    - não sem consequências. No entanto, é evidente
    que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
    vertiginosamente.
    Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
    mostrou que boa regulamentação é possível, além de
    absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
    UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
    Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
    e relevância - sobre a mudança demográfica que
    vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
    um país majoritariamente de classe média. Mas o que
    quer e como se comporta esta classe média? Com
    mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
    os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
    Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
    pública, ou manteremos um regime de “reserva
    de mercado” ao deixarmos grande parte da população
    alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
    que as pessoas não são discriminadas por conta
    da sua classe social, da sua origem geográfica e
    da cor de sua pele?
    Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
    tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
    acreditamos merecer. O que queremos de nós?

    Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
    [adaptado]
    “Quem nunca questionou por que algumas pessoas pensam...” O termo destacado, apresentando grafia idêntica à dessa frase, preenche a lacuna em:
  • 📖 Texto associado
    Por que a gente é assim?

    Quem nunca questionou por que algumas pessoas
    pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
    de total oposição aos nossos pensamentos e
    certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
    feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
    nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
    próprio umbigo: por que a gente é assim?
    Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
    projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
    tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
    comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
    Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
    mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
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    do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
    de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
    sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
    Consumo e Educação. [...]
    Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
    queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
    deixar como sociedade? Em alguns países,
    como os Estados Unidos, esta discussão está mais
    articulada. [...]
    Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
    50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
    brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
    - não sem consequências. No entanto, é evidente
    que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
    vertiginosamente.
    Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
    mostrou que boa regulamentação é possível, além de
    absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
    UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
    Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
    e relevância - sobre a mudança demográfica que
    vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
    um país majoritariamente de classe média. Mas o que
    quer e como se comporta esta classe média? Com
    mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
    os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
    Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
    pública, ou manteremos um regime de “reserva
    de mercado” ao deixarmos grande parte da população
    alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
    que as pessoas não são discriminadas por conta
    da sua classe social, da sua origem geográfica e
    da cor de sua pele?
    Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
    tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
    acreditamos merecer. O que queremos de nós?

    Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
    [adaptado]
    A frase que apresenta a regência verbal INCORRETA, de acordo com a norma culta da língua, é:

COMENTÁRIOS (11)

  • Roberto Cezar Amorim de Castro
    Roberto Cezar Amorim de Castro
    26/03/2012 • 16:26
    A última questão (10) está errada. Ela não trata de Regência - como consta no seu enunciado - mas, sim, de Colocação Pronominal. Quanto à resposta, o item B não é o correto, haja vista que o pronome que deveria acompanhar o verbo é "los", e, não, lhes: "solucioná-los". Sendo assim, o item D é o correto, já que o verbo da oração não possui nenhuma palavra atrativa, o que faria com que fosse usada a ênclise - o pronome antes do verbo.
  • Rita Joplin
    Rita Joplin
    29/03/2012 • 00:58
    60% de aproveitamento pra quem não estuda há 14 anos???? Até que eu to bem...
  • Erika Barbosa de Andrade
    Erika Barbosa de Andrade
    26/04/2012 • 11:00
    Gabaritadooo,,, porém tive dúvidas em algumas.
  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    20/12/2012 • 14:01
    Aê, gabaritada!
  • JULIO CESAR CARDOSO COSTA
    JULIO CESAR CARDOSO COSTA
    07/01/2013 • 19:46
    Errei só a 9. Pegando o jeito da coisa.
  • Marcelo Santos Macedo
    Marcelo Santos Macedo
    19/01/2013 • 11:45
    Bom,mas posso e devo melhorar.
  • EDERSON ARTEIRO
    EDERSON ARTEIRO
    11/03/2013 • 18:19
    80%.Errei a 4 por ter interpretado de maneira diferente e a 10 foi por PURO desatenção. Mas estou no caminho certo. Vou chegar lá! Avante!!
  • Eder Elias
    Eder Elias
    09/04/2013 • 09:01
    Análise do seu Resultado:
    Você acertou 10 questões de um total de 10.
    O seu aproveitamento foi de 100%
    O seu desempenho foi avaliado como Ótimo - Gabaritado.

    Já avisto a minha vitória!
  • Carlos Eduardo Macedo dos Santos
    Carlos Eduardo Macedo dos Santos
    20/04/2013 • 20:57
    80%...droga!

    cezaramor,... não sei se voce viu...mas a 10 pede justamente a alternativa errada...

    abraço!!
  • Leonardo Dos Santos Geronimo
    Leonardo Dos Santos Geronimo
    16/05/2013 • 17:11
    gabaritado,porém não ta fácil não!!
  • eduardo cesar da silva
    eduardo cesar da silva
    15/06/2014 • 14:06
    Você acertou 8 de 10 questões. Muito bom. NÃO GABARITEI POR CAUSA DA PÉSSIMA ELABORÇÃO DA ÚLTIMA QUESTÃO E TBM POR CAUSA QUE EU NÃO VOLTEI AO TEXTO PARA RESOLVER PRIMEIRA QUESTÃO, VACILOOOOO!

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