Soldado PM de 2ª Classe - Polícia Militar SP - Português - Vunesp

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    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    De acordo com o texto, criticou-se a nomeação da manicure da presidente Gloria Arroyo para um cargo bem remunerado em uma agência governamental porque
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    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    O antônimo do termo Acentua, em destaque no último parágrafo
    do texto, é
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    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    No contexto em que está inserido, o termo delicados, em destaque no último parágrafo do texto, significa
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    A frase – A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito
    às eleições presidenciais de 10 de maio...
    – transposta
    para a voz ativa, assume a seguinte redação:
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    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de parônimos.
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    Assinale a alternativa correta quanto ao emprego dos verbos.
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    De acordo com o texto, os dois macacos preferiam o antigo funcionário porque ele
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    No 2.º quadrinho, passando-se a expressão o analfabeto para o plural, obtém-se:
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    Observe as inversões de termos em expressões do texto:

    I. O novo funcionário / O funcionário novo
    II. Era melhor o analfabeto / Era o melhor analfabeto
    III. que não lia as placas / que as placas não lia
    Houve alteração de sentido com a inversão feita em
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    De acordo com o texto, os lixões
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    O texto deixa claro que a capacidade técnica para administrar adequadamente resíduos tóxicos de origem industrial e doméstica, em São Paulo,
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    Com a frase – É preciso que o poder público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos que já são conhecidos. – no último parágrafo do texto, evidencia-se
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    Sobre o título do texto, afirma-se que

    I. está elaborado em linguagem figurada, reportando ao
    sentido de perigo;
    II. apresenta uma questão cujo enfoque no texto é a cidade
    do Rio de Janeiro;
    III. apresenta uma questão cujos índices dispensam atenção
    mais urgente das autoridades.

    Está correto o que se afirma em
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    _____________ , em 2006, alta concentração de gás metano, com risco de explosão. Por isso, em 2007, não______________ mais a escola,______________ os alunos. Tendo como referência a colocação pronominal, os espaços da frase devem ser preenchidos, correta e respectivamente, com
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    Assinale a alternativa correta quanto à regência verbal.
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal.
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    Assinale a alternativa correta quanto à pontuação.
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
    Em – ... e os alunos, transferidos, "mas" eles ainda estão lá. – o sentido da conjunção destacada é o mesmo que se verifica na conjunção destacada em:
  • 📖 Texto associado
    Presidente filipina nomeia manicure para posto-chave

    A presidente filipina Gloria Arroyo designou a própria manicure para um cargo bem remunerado em uma agência governamental de Habitação, uma decisão criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais por considerá-la própria de uma política do "clientelismo".
    Anita Carpon, manicure da presidente Arroyo e considerada estilista, foi nomeada no conselho de administração de uma agência responsável por financiar as casas dos funcionários, anunciou Gary Olivar, porta-voz da presidência.
    Ela receberá um salário mensal equivalente a 2900 dólares, o dobro do que recebe a presidente Arroyo, segundo a imprensa.
    A nomeação foi muito criticada pelo candidato favorito às eleições presidenciais de 10 de maio, Benigno Aquino, filho da ex-presidente Corazón Aquino.
    "Acentua a cultura do clientelismo político no país ao nomear as pessoas que são leais para postos delicados sem preocupação com a qualificação", disse Butch Abad, diretor da campanha de Aquino.
    (Gazeta do Povo, 22.04.2010)



    Leia o texto para responder às questões de números 11 a 19.

    A bomba-relógio dos lixões

    A escola municipal infantil construída sobre um lixão desativado
    em Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo, e o deslizamento
    do morro do Bumba, em Niterói (RJ), representam só a ponta de
    um iceberg. Não se conhece ao certo a extensão dessa ameaça
    ambiental subterrânea.
    Em décadas passadas, não havia no país capacidade técnica
    para administrar de forma adequada resíduos tóxicos de origem
    industrial e doméstica. O usual era depositá-los a céu aberto, sem
    impermeabilização do solo, em lixões desprovidos de limites
    precisos. Aterrados, ficaram disponíveis para a expansão urbana
    e terminaram ocupados por favelas, parques e até escolas.
    A remediação do problema, no Estado de São Paulo, começou
    para valer só no século 21. Em 2002, a Cetesb – Companhia Estadual
    de Saneamento Ambiental – publicou a primeira relação de
    áreas contaminadas, com 255 locais. Com a identificação paulatina
    de mais e mais terrenos contaminados no passado, em seis anos a
    lista saltava para 2 514 pontos de contaminação.
    Na capital do Estado encontram-se 781 dessas áreas. A grande
    maioria (657) são postos de combustíveis com vazamentos. Mas
    há 21 depósitos de lixo relacionados e nada menos que 11 680
    áreas potenciais de contaminação, cujo risco ainda carece de investigação
    e avaliação – o que em geral ocorre quando se solicita
    à prefeitura uma licença de mudança de uso, por exemplo para
    construção de imóveis.
    Não foi o caso da escola paulistana, inaugurada em 1988. Em
    1999, a área foi oficialmente declarada como contaminada. Em
    2006, medições constataram alta concentração do gás metano, com
    risco de explosão. Em 2007, decidiu-se que a escola seria fechada,
    e os alunos, transferidos, mas eles ainda estão lá.
    Não basta, já se vê, fazer mapeamentos. É preciso que o poder
    público aja de maneira tempestiva para afastar ao menos os riscos
    que já são conhecidos.
    (Folha de S.Paulo, 16.04.2010)
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COMENTÁRIOS (21)

  • joao vitor
    joao vitor
    12/05/2012 • 17:03
    errei uma........... a 7
  • Nubia Pattinson
    Nubia Pattinson
    28/05/2012 • 14:00
    Uma dica, quando marcarem uma questão não mudem, sempre mudamos para a errada. De 20 acertei 18. Ta valendo!
  • ariana de oliveira silva
    ariana de oliveira silva
    31/05/2012 • 16:09
    Mim atrapalhei mto nas questões, achei que elas poderiam ser mais expressivas.
  • LEANDRO DE OLIVEIRA RAMOS
    LEANDRO DE OLIVEIRA RAMOS
    11/06/2012 • 19:20
    devemos prestar muita atençao nos enunciados para não haver erros como foi no meu caso!!!mas acertei metade da prova ..pois preciso melhorar!!
  • Hevelly
    Hevelly
    27/07/2012 • 10:55
    nossa que coisa errei quase todas.............
  • DIEGO GERALDO NASCIMENTO
    DIEGO GERALDO NASCIMENTO
    26/10/2012 • 10:54
    Errei 4, falta de atenção é foda...!!
  • hudson wyatt
    hudson wyatt
    23/11/2012 • 21:10
    vacilei, errei duas.. bora estudar sejus 2012 taeee!
  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    20/12/2012 • 13:48
    Acertei 18 também, faltou pouco!
  • tiago freittas
    tiago freittas
    17/01/2013 • 22:11
    19 mas essa tava fácil...
  • Nando R. Carvalho
    Nando R. Carvalho
    05/02/2013 • 22:18
    intermedeia negociações ...errei feio!
    Quase!
  • Bruno Battistini Maciel
    Bruno Battistini Maciel
    28/02/2013 • 17:46
    Na questao 8, a resposta deveria ser a e)não sabia que as placas eram para o público.

    Explico: O personagem que alimenta e o funcionario do zoologico correto? Se ele ler a placa destinada ao publico, entao nao vai alimentar os animais!
  • EDERSON ARTEIRO
    EDERSON ARTEIRO
    11/03/2013 • 17:31
    errei 2... quase... mas to no caminho certo!
  • SILVANA DA SILVA NUNES
    SILVANA DA SILVA NUNES
    12/03/2013 • 20:01
    tava facil ,mas não fiquei muito atenta e acertei 13 das 20 ta valendo.
  • Eder Elias
    Eder Elias
    23/03/2013 • 18:19
    Análise do seu Resultado:

    Você acertou 20 questões de um total de 20.
    O seu aproveitamento foi de 100%
    O seu desempenho foi avaliado como Ótimo - Gabaritado.

    Embora já esteja cansado, gabaritei-o!
  • Julia Cristina
    Julia Cristina
    30/07/2013 • 12:52
    Preciso estudar um pouco mais
  • GIOVANI JUNIOR DE OLIVEIRA SOUZA
    GIOVANI JUNIOR DE OLIVEIRA SOUZA
    26/11/2014 • 12:23
    Excelente simulado da uma boa base de estudo...
  • FABIO SILVEIRA LUDOVINO SILVA
    FABIO SILVEIRA LUDOVINO SILVA
    08/12/2014 • 13:24
    a questão 8 deveria ser mesmo a letra A.
  • Bruna vitorino
    Bruna vitorino
    14/04/2015 • 15:42
    errei 4, pensei que tava ruim, mas valeeeeeu de mais!
  • Marcelo Lorenzon
    Marcelo Lorenzon
    21/06/2015 • 23:00
    Acertei 14, pensei que tivesse ido melhor.
  • Jean Jefferson Galdino
    Jean Jefferson Galdino
    23/05/2016 • 13:17
    Ola pessoal, espero q tds tenham muito sucesso, quem quer ser um bom policial...ate mais galera...#sorteatds...rsrs
  • Marcos Leandro Guimarães
    Marcos Leandro Guimarães
    11/09/2017 • 21:35
    Acertei 17 de 20, bom para saber que preciso estudar mais (concordância verbal e colocação pronomial). Bons estudos, galera!
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