Soldado Motorista - Português - Bombeiro RJ 2008 - ii

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    PROJETO ARARA AZUL

    Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de
    desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio
    Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais
    tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas
    hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua
    população.
    Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
    O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os
    primeiros filhotes.
    Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram
    muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente
    é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de
    milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e
    acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da
    Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é
    pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
    (Superinteressante, maio 2000, p. 65)
    Em “... e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio.”, o significado do termo “refúgio” remete à idéia de:
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    PROJETO ARARA AZUL

    Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de
    desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio
    Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais
    tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas
    hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua
    população.
    Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
    O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os
    primeiros filhotes.
    Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram
    muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente
    é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de
    milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e
    acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da
    Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é
    pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
    (Superinteressante, maio 2000, p. 65)
    A razão de as araras se aventurarem nas plantações de milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia, é:
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    PROJETO ARARA AZUL

    Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de
    desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio
    Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais
    tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas
    hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua
    população.
    Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
    O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os
    primeiros filhotes.
    Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram
    muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente
    é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de
    milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e
    acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da
    Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é
    pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
    (Superinteressante, maio 2000, p. 65)
    Observe os vocábulos relacionados. A alternativa que foge ao processo de formação vocabular por prefixação é que contém o termo:
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    PROJETO ARARA AZUL

    Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de
    desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio
    Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais
    tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas
    hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua
    população.
    Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
    O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os
    primeiros filhotes.
    Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram
    muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente
    é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de
    milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e
    acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da
    Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é
    pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
    (Superinteressante, maio 2000, p. 65)
    O texto informa que, possivelmente:
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    PROJETO ARARA AZUL

    Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de
    desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio
    Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais
    tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas
    hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua
    população.
    Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
    O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os
    primeiros filhotes.
    Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram
    muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente
    é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de
    milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e
    acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da
    Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é
    pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
    (Superinteressante, maio 2000, p. 65)
    No fragmento “Antônio Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais tarde, muitas vezes usou como refúgio”, a expressão contida entre os travessões indica:
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    PROJETO ARARA AZUL

    Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de
    desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio
    Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais
    tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas
    hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua
    população.
    Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
    O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os
    primeiros filhotes.
    Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram
    muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente
    é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de
    milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e
    acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da
    Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é
    pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
    (Superinteressante, maio 2000, p. 65)
    O texto trata, principalmente:
  • 📖 Texto associado
    PROJETO ARARA AZUL

    Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de
    desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio
    Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais
    tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas
    hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua
    população.
    Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
    O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os
    primeiros filhotes.
    Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram
    muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente
    é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de
    milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e
    acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da
    Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é
    pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
    (Superinteressante, maio 2000, p. 65)
    O artigo “Projeto arara azul”:
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    PROJETO ARARA AZUL

    Em escarpas rochosas a 6 quilômetros da histórica cidade de Canudos, mora uma outra arara-azul sob risco de
    desaparecer, a arara-azul-de-lear. O seu hábitat é uma nascente que, no final do século XIX, Antônio
    Conselheiro considerava sagrada – segundo a tradição, só ele podia beber a água de lá –, e que Lampião, mais
    tarde, muitas vezes usou como refúgio. Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada, mas
    hoje, a caça predatória e a degradação gradual do ambiente natural estão reduzindo drasticamente a sua
    população.
    Só existem 180 animais em liberdade e 22 em cativeiro.
    O Zoológico de São Paulo, que tem onze animais salvos das mãos de traficantes, espera em breve conseguir os
    primeiros filhotes.
    Os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie, mas as queimadas e a criação de cabras pioraram
    muito a situação. É que tanto o fogo quanto o gado prejudicam a reprodução da palmeira licuri, cuja semente
    é a única fonte de comida das araras. Sem o vegetal e loucas de fome, elas se aventuram nas plantações de
    milho da região do Raso da Catarina, no Norte da Bahia. “Com isso, provocam a antipatia dos agricultores e
    acabam sofrendo mais ainda”, conta o biólogo Luiz Sanfilippo, coordenador do Comitê para Conservação da
    Arara-Azul-de-Lear. “Para evitar desastres, estamos tentando integrar os sertanejos ao projeto”. Uma idéia é
    pagar aos agricultores a mesma quantidade de milho devorada pelas aves – o que exige recursos financeiros.
    (Superinteressante, maio 2000, p. 65)
    O termos FILHOTE e CATIVEIRO são igualmente obtidos pelo processo de derivação:
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COMENTÁRIOS (18)

  • Elder Santos Macedo
    Elder Santos Macedo
    14/07/2012 • 00:03
    realmente estava fácil
  • Eliezen Soares
    Eliezen Soares
    28/07/2012 • 09:31
    Só nao concordei com o gabarito da 4, para mim é letra "A"
  • Silma de Araujo Silva
    Silma de Araujo Silva
    03/09/2012 • 00:24
    Ah caracas, por uma questão não gabaritei por causa da questão 4!
    Porém ainda contesto pq na linha 6 afirma "Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada" então não concordo que a letra B seja correta!
  • José Henrique Silveira
    José Henrique Silveira
    03/09/2012 • 17:19
    Concordo com os colegas em relação a questão 4. Para mim a resposta deveria ser a alternativa A, pois claramente esta ideia está subentendida no texto.
  • Fabiano Gallas
    Fabiano Gallas
    07/09/2012 • 22:00
    A questão 4 a resposta correta é letra B. É uma questão de interpretação. Na pergunta diz "POSSIVELMENTE"
  • Ana Cláudia Pereira Paulo Camelo
    Ana Cláudia Pereira Paulo Camelo
    19/10/2012 • 10:40
    A alternativa 4 é a letra B, por causa da palavrinha POSSIVELMENTE, ou seja, uma hipótese!!Gabaritada!!
  • Valéria Aires
    Valéria Aires
    02/12/2012 • 00:15
    Bom, com relação à questão 4, que alguns concurseiros concordam que deveria ser a letra "A", a meu ver não poderia ser porque a linha 10 começa com: "os mercadores de bichos são o maior perigo para a espécie", e não a devastação ambiental. Vejam que a palavra "possivelmente" foi a pegadinha da vez.
  • Milaine Santos Farias
    Milaine Santos Farias
    29/01/2013 • 12:15
    Deixei de gabaritar por não concordar com a questão 4, acredito q há um equívoco de interpretação, mesmo analisando a palavra "possivelmente". Para mim, questão 4 é letra A.
  • RODRIGO FREITAS DE BARROS
    RODRIGO FREITAS DE BARROS
    01/02/2013 • 10:50
    Pow eu acho que está pedindo o "possivelmente", e sobre a degradaçao do lugar ele está afirmando pra mim a questão está correta.
  • EDERSON ARTEIRO
    EDERSON ARTEIRO
    15/02/2013 • 09:43
    Se não fosse a questão 4, tinha gabaritado!
  • Fernando de Freitas
    Fernando de Freitas
    22/02/2013 • 15:16
    Vacilei na 4, o "possivelmente". me pegou rá..!
  • Eder Elias
    Eder Elias
    03/04/2013 • 15:08
    Análise do seu Resultado:
    Você acertou 8 questões de um total de 8.
    O seu aproveitamento foi de 100%
    O seu desempenho foi avaliado como Ótimo - Gabaritado.

    Tomara que a minha prova seja assim como esta, muito fácil.
  • tayane oliveira
    tayane oliveira
    23/04/2013 • 00:12
    fácil muito facil com certeza as provas serão mais difíceis
  • Renato Silva
    Renato Silva
    28/09/2013 • 17:19
    A única que merece um pouco mais de atenção e a questão n 4, por causa da palavra POSSIVELMENTE.
  • RICHAEL ALEXANDRINO BASTOS
    RICHAEL ALEXANDRINO BASTOS
    24/11/2013 • 20:31
    Questão 4 marquei letra A, tenho minhas duvidas sobre a resposta correta letra B!
  • Rodolfo Santos
    Rodolfo Santos
    04/02/2014 • 23:40
    Na questão 4 diz: "O texto informa que, POSSIVELMENTE:" Na letra B "a arara-azul-de-lear esteja ameaçada de extinção desde os tempos de Antônio Conselheiro." Como estamos falando de uma POSSIBILIDADE a resposta certa é B porque o texto não trara disso como se fosse algo certo. Na resposta A "a devastação ambiental esteja acabando com as fontes de alimento das araras-azuis-de-lear." Nesse caso o texto esta falando de um fato, isso realmente esta acontecendo, por isso, apesar de ter errado essa questão, mas acompanhando o raciocínio dos comentários anteriores, repito, A RESPOSTA CERTA É REALMENTE A "B".
  • Izaiane Paes Ribeiro de Sousa
    Izaiane Paes Ribeiro de Sousa
    28/03/2014 • 11:57
    COMO PODE SER A LETRA B NA 4ª QUESTÃO SE A FRENTE FALA O SEGUINTE:Não se sabe se, naquele tempo, a ave azulada já estava ameaçada,...
  • Bruna vitorino
    Bruna vitorino
    29/12/2014 • 14:58
    apesar de ter errado 2, uma eu não sabia mesmo que é a 5 e a 4 que não prestei atenção, mas, foi muito boa.
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