Escrevente Técnico Judiciário - Português - Prova TJ SP VUNESP 2011

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  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    Segundo o texto, é correto afirmar que
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    A palavra que resume a ação do jovem soldado em relação à sua pátria, ao copiar documentos secretos e divulgá-los, é
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    Quanto ao vazamento de informações da WikiLeaks, o autor o considera
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    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    Na passagem do 5.º parágrafo – O serviço dessa turma influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e
    permitiu o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk. – os termos em destaque referem-se
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    Ao se passar para o discurso indireto, sem alteração de sentido, o trecho – Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz durante a guerra.” (6.º parágrafo) – obtém-se:
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    A expressão “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas” (2.º parágrafo), revela acerca do texto que informações menos importantes
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    Assinale a alternativa que apresenta a palavra máquina com o mesmo sentido empregado em – A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas camadas mais secretas da máquina... (2.º parágrafo)
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         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    Em – Tudo indica que 250 mil documentos secretos foram copiados por um jovem soldado num CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. (1.º parágrafo) – a palavra destacada exprime ideia de
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    Em – A falta de modos dos homens da Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo bobagens
    para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora americana. (3.º parágrafo) – a conjunção destacada pode
    ser substituída por
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    O termo omitido na parte destacada do fragmento – O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência do ministro
    Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar.
    O de Jobim era não contar. (4.º parágrafo) – pode ser suprido, sem alteração de sentido, pela palavra
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    Em – (Ele comeu uma maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse é o símbolo da Apple.) (6.º parágrafo) – o uso dos parênteses justifica-se porque
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
     Leia o que segue.

    I. Há bastante motivos para se preocupar com o vazamento
    de informações.
    II. O assessor de Karzai trouxe anexo as encomendas
    solicitadas.
    III. A embaixadora americana apresentou um relatório aos
    diplomatas e ela mesmo criticou o príncipe Edward.
    IV. Winston Churchill e outros líderes que marcaram seus
    nomes na história venceram bastantes batalhas.

    De acordo com a norma padrão da língua, está correto apenas o contido em
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    O termo voluptuosa (4.º parágrafo), pode ser substituído, sem acarretar prejuízo de sentido ao texto, por
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    Considere os enunciados.

    I. O embaixador Clifford Sobel, fez declarações sobre o presidente boliviano.

    II. Aquela declaração, foi dada ao jornal, por Catherine Caughey.

    III. Muammar Gaddafi, presidente da Líbia, possui arsenal nuclear sob seu controle.

    O emprego da vírgula está correto apenas em
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal.
  • 📖 Texto associado
    WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
    Assinale a alternativa cujo emprego do pronome está em conformidade com a norma padrão da língua.

COMENTÁRIOS (20)

  • Cristiano Silveira
    Cristiano Silveira
    10/11/2012 • 21:48
    hehehe, gabaritada boa essa!

    Mas as questões demandam cuidados.
  • Pedro Augusto
    Pedro Augusto
    24/11/2012 • 19:58
    Gabaritei mas nao fiquei muito feliz... Algumas sao fáceis.
  • Bruno
    Bruno
    27/11/2012 • 14:41
    Mas tem que ter atenção.
  • Eliana Maria da Conceição
    Eliana Maria da Conceição
    11/12/2012 • 17:50
    Tenho que estudar um pouco mais, apesar de ter errado apenas duas!
  • EDERSON ARTEIRO
    EDERSON ARTEIRO
    07/02/2013 • 09:28
    errei 4, ainda preciso estudar,estudar,estudar,estudar,estudar e......... estudar!!!
  • Jean Henrique
    Jean Henrique
    02/04/2013 • 22:20
    Errei a 12 porque fiquei em duvida no "bastantes"
  • JÚLIO CÉSAR FEIJÃO MATOS
    JÚLIO CÉSAR FEIJÃO MATOS
    14/04/2013 • 10:40
    Excelente simulado com questões interpretativas e gramática contextualizada!
  • Rafaelle Alves
    Rafaelle Alves
    22/01/2014 • 13:10
    12 em 16.
    Preciso prestar mais atenção, algumas questões demandam uma leitura atenta!
  • Danilo Felipe Ferreira
    Danilo Felipe Ferreira
    03/03/2014 • 21:37
    errei 2, por falta de atençao :(
    otimo teste, muito bom esse site
  • Josias Almeida
    Josias Almeida
    16/06/2014 • 00:48
    Poxa! Errei 5 por querer resolver no menor tempo possível, mas foi boa a experiência. Fiz o meu primeiro simulado aqui com 69% de acerto. Outro colega acertou só 10. Então, estou na frente dele. hehehehe. Preciso Melhorar mais ainda!
  • francisco
    francisco
    15/07/2014 • 15:37
    acertei 12,não gostei do resultado, preciso melhorar, pois. errei questões que no meu nível de conhecimento gramatical não era pra errar. Preciso me concentrar melhor...
  • Angelica Resende Araujo
    Angelica Resende Araujo
    18/07/2014 • 20:00
    Preciso estudar mais, só fico nos 75% e quero chegar aos 100%.
  • Fabiane Brito Furtado
    Fabiane Brito Furtado
    31/07/2014 • 14:31
    Galera que tirou nota boa,aí em cima, parabéns!
    Eu fui razoávelmente bem.
    Infelizmente não consegui gabaritar, mas fica
    como exemplo a
    persistência e nunca a desistência.
  • Guylherme Rodrigues Alves
    Guylherme Rodrigues Alves
    05/11/2014 • 17:23
    Três erradas... Bora estudar mais!!
  • Luan Kleber Dezopi
    Luan Kleber Dezopi
    10/11/2014 • 01:22
    Aproveitamento de 88%. A falta de atenção me comprometeu em duas questões. Preciso melhorar.
  • Gilmara dos Santos Gomes
    Gilmara dos Santos Gomes
    19/11/2014 • 08:44
    94% de acerto...ufa! Errei uma por falta de atenção.
  • Guylherme Rodrigues Alves
    Guylherme Rodrigues Alves
    03/12/2014 • 16:54
    Voltei e gabaritei. Nada além da obrigação.
  • Amanda de Andrade Pereira
    Amanda de Andrade Pereira
    12/02/2015 • 10:45
    Para meu primeiro simulado, 75% tá bom....Voltando para os livros agora!#foco.
  • Jaqueline Pires Dos Santos
    Jaqueline Pires Dos Santos
    13/03/2015 • 17:54
    Ótimo, muito fácil, gabaritei... mas fico preocupada, isso significa que estou pronta ou que devo estudar questões mais difíceis? Bom... de qualquer forma, fiquei muiiiiiiito feliz! Bons estudos aos amigos concurseiros!
  • Sérgio Luís Fernandes Corrêa
    Sérgio Luís Fernandes Corrêa
    16/03/2018 • 15:07
    Bastante quando adverbio não varia porém na questão bastante é adjetivo, bastantes meninos, indicando muitos, quantidade

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