Agente Penitenciário - Português - Prova SAP SP 2012

Simulado com questões de prova: Agente Penitenciário - Português - Prova SAP SP 2012. Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
374
Resoluções
76%
Média
Fácil
Dificuldade
publicidade
  • 📖 Texto associado
    Seu Firmino e o STF

         Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
    passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
    um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
    na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
    de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
    levando a meninada para a escola.
         O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
    batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
    com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
    estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
    estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
    a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
    passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
    dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
    volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
    mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
    justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
    uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
    Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
    Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
    detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
    antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
    que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
         Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
    à mão um guarda-chuva.
         Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
    por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
    chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
    sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
    à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
    autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
    leva à convicção.
         O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
    embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
    que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
    programa que apresento na TV.

    (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
    Com a informação contida entre parênteses, no 1.º parágrafo, –… (eram outros tempos)… – o autor refere-se à época em que
  • 📖 Texto associado
    Seu Firmino e o STF

         Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
    passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
    um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
    na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
    de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
    levando a meninada para a escola.
         O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
    batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
    com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
    estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
    estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
    a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
    passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
    dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
    volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
    mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
    justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
    uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
    Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
    Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
    detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
    antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
    que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
         Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
    à mão um guarda-chuva.
         Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
    por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
    chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
    sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
    à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
    autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
    leva à convicção.
         O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
    embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
    que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
    programa que apresento na TV.

    (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
    Sobre Seu Firmino, é correto afirmar que
  • 📖 Texto associado
    Seu Firmino e o STF

         Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
    passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
    um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
    na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
    de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
    levando a meninada para a escola.
         O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
    batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
    com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
    estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
    estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
    a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
    passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
    dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
    volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
    mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
    justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
    uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
    Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
    Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
    detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
    antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
    que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
         Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
    à mão um guarda-chuva.
         Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
    por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
    chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
    sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
    à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
    autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
    leva à convicção.
         O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
    embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
    que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
    programa que apresento na TV.

    (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
    Ao afirmar que – Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho, mas não para escutar o conselho. (2.º parágrafo) – o autor sugere que
  • 📖 Texto associado
    Seu Firmino e o STF

         Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
    passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
    um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
    na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
    de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
    levando a meninada para a escola.
         O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
    batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
    com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
    estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
    estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
    a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
    passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
    dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
    volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
    mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
    justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
    uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
    Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
    Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
    detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
    antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
    que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
         Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
    à mão um guarda-chuva.
         Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
    por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
    chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
    sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
    à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
    autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
    leva à convicção.
         O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
    embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
    que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
    programa que apresento na TV.

    (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
    Assinale a alternativa que apresenta a ligação existente entre a história de Seu Firmino e o comportamento do autor em seus programas na TV.
  • 📖 Texto associado
    Seu Firmino e o STF

         Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
    passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
    um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
    na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
    de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
    levando a meninada para a escola.
         O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
    batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
    com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
    estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
    estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
    a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
    passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
    dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
    volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
    mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
    justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
    uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
    Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
    Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
    detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
    antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
    que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
         Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
    à mão um guarda-chuva.
         Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
    por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
    chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
    sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
    à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
    autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
    leva à convicção.
         O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
    embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
    que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
    programa que apresento na TV.

    (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
    Em – … um português de bigodes e sotaque fartos,… (1.º parágrafo) – o adjetivo fartos refere-se
  • 📖 Texto associado
    Seu Firmino e o STF

         Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
    passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
    um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
    na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
    de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
    levando a meninada para a escola.
         O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
    batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
    com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
    estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
    estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
    a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
    passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
    dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
    volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
    mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
    justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
    uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
    Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
    Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
    detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
    antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
    que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
         Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
    à mão um guarda-chuva.
         Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
    por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
    chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
    sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
    à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
    autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
    leva à convicção.
         O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
    embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
    que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
    programa que apresento na TV.

    (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
    No trecho – Ele me deu um guarda-chuva desses antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.” (2. º parágrafo) – a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração do sentido do texto, por
  • 📖 Texto associado
    Seu Firmino e o STF

         Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
    passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
    um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
    na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
    de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
    levando a meninada para a escola.
         O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
    batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
    com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
    estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
    estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
    a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
    passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
    dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
    volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
    mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
    justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
    uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
    Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
    Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
    detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
    antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
    que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
         Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
    à mão um guarda-chuva.
         Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
    por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
    chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
    sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
    à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
    autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
    leva à convicção.
         O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
    embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
    que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
    programa que apresento na TV.

    (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
    Em –… só repetindo verdades à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! (4.º parágrafo) – substituindo-se a expressão a gente pelo pronome nós, e mantendo-se o mesmo tempo verbal, tem-se o seguinte trecho:
publicidade

COMENTÁRIOS (30)

  • Eder Elias
    Eder Elias
    04/04/2013 • 08:48
    Análise do seu Resultado:
    Você acertou 7 questões de um total de 7.
    O seu aproveitamento foi de 100%
    O seu desempenho foi avaliado como Ótimo - Gabaritado.

    Agora sim! Ontem eu fiz essa prova e estava com as respostas todas erradas. O gabarito que mostrei ao site estava correto. Parabéns Gabarite por corrigir este erro.
  • Leandro Duarte Isidro
    Leandro Duarte Isidro
    08/04/2013 • 21:28
    GABARITADOOO MAIS CONTINUANDO ESTUDANDO...
  • Bull Terrier
    Bull Terrier
    09/04/2013 • 14:07
    Gabaritei,show de bola!!
  • Aurélio Ferreira Migueis
    Aurélio Ferreira Migueis
    13/04/2013 • 14:32
    Ah... se minha prova for como esta!!
  • WESLEY CRISTIANO
    WESLEY CRISTIANO
    19/04/2013 • 12:16
    pow não entendi a questão 05, alguém pode explicar ?
  • Gustavo Vaz
    Gustavo Vaz
    29/04/2013 • 16:56
    Errei apenas uma. Bons estudos galera
  • Dennis dos santos melo
    Dennis dos santos melo
    01/05/2013 • 00:38
    O senhor e meu pastor e nada me faltara uso sempre essa frase e sempre me da força e gara para vencer gabaritado pmsp 2013
  • ATOS CAVALCANTE
    ATOS CAVALCANTE
    02/05/2013 • 20:19
    Estudar,estudar e estudar...
  • elton tiago dos santos
    elton tiago dos santos
    02/05/2013 • 22:06
    Você acertou 7 questões de um total de 7. Aproveitamento de 100%
    O seu desempenho foi avaliado como Ótimo - Gabaritado.
  • Cezar Arcangelo Gallo de Souza
    Cezar Arcangelo Gallo de Souza
    07/05/2013 • 22:15
    Gabarítei, mas estudar sempre pra passar. Vamos lá para o serviço público!!!
  • Priscila Bastos
    Priscila Bastos
    13/06/2013 • 17:20
    Quase gabaritei, errei apenas 01...
    Mas vou em frente, desistir nunca...
  • Tamiris Damiao Machado
    Tamiris Damiao Machado
    25/06/2013 • 02:53
    Gabaritei, foi fácil, mas msm assi prefiro matematica
  • leonildo de oliveira bargas
    leonildo de oliveira bargas
    05/07/2013 • 09:24
    bom para ir treinando.
  • veronica santos nunes
    veronica santos nunes
    20/07/2013 • 12:03
    tomar doce de crianças
  • Fabiane Brito Furtado
    Fabiane Brito Furtado
    26/08/2013 • 15:12
    Quase gabaritei!
    Errei uma questão.
  • ALEX J. R. OLIVEIRA
    ALEX J. R. OLIVEIRA
    07/09/2013 • 00:02
    Opa, gabaritada!! Estudar mais...
  • Fabiana Gomes Soares Fortunato
    Fabiana Gomes Soares Fortunato
    11/09/2013 • 09:13
    Gabaritada pra Glória de Deus!
  • saadabreu
    saadabreu
    13/11/2013 • 14:15
    ah se eu tivesse deito esse concurso ou se todos fossem assim...alias, se Deus quiser todos os meus serão
  • walgleidson Leonardo
    walgleidson Leonardo
    14/01/2014 • 10:51
    Por uma não fechei rs, por falta de atenção na ultima
  • marcelo henrique de sousa leal
    marcelo henrique de sousa leal
    07/02/2014 • 11:55
    essa foi mole, errei a ultima por um pouquinho de falta de ateção, Agepen MG me espera. com fé em Deus vou passar
    !
  • MARIA MADALENA GUEDES
    MARIA MADALENA GUEDES
    07/07/2014 • 15:54
    Fiquei na dúvida quanto à ultima questão e errei :(
  • Marcella Oliveira
    Marcella Oliveira
    20/07/2014 • 22:10
    primeira vez que participo !!
  • Diego Silva Da Costa
    Diego Silva Da Costa
    22/07/2014 • 12:14
    gabaritei, ainda com dificuldades nas classes das palavras!
  • PAULA SALGADO
    PAULA SALGADO
    10/11/2014 • 16:02
    Gabaritei :D

    Apenas a última questão engana um pouco, porém não é tão difícil.
  • Ana Cláudia Santos
    Ana Cláudia Santos
    17/11/2014 • 17:10
    Gabaritado! Como muitos tive dúvida na última questão, mas por eliminação acabei acertando.
  • Francisco André Medeiros da Cunha
    Francisco André Medeiros da Cunha
    13/08/2015 • 06:54
    Sem complicações. Simulado bem trivial.
  • Antonio pereira de sousa junior
    Antonio pereira de sousa junior
    25/08/2015 • 17:36
    a última quase pega ,mas só ver q esta no presente
  • William Souza Alves
    William Souza Alves
    28/01/2016 • 09:58
    Muito bom, errei só a 7
    Estudar sempre pessoal.
  • Junia Regina de Camargo
    Junia Regina de Camargo
    21/07/2017 • 08:18
    Gabaritada, tomara que a prova seja assim também!!
  • João José  alves do nascimento
    João José alves do nascimento
    19/10/2019 • 11:13
    Muinto bom errei so a Quinta
🍪

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.