SEAP MG - Português - Agente de Segurança Socioeducativo

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Desempenho Global
614
Resoluções
58%
Média
Médio
Dificuldade
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  • 📖 Texto associado
    Cidadão
    (Zé Ramalho)
    Compositor: Lúcio Barbosa

    Tá vendo aquele edifício, moço?
    Ajudei a levantar
    Foi um tempo de aflição
    Eram quatro condução
    Duas pra ir, duas pra voltar

    Hoje depois dele pronto
    Olho pra cima e fico tonto
    Mas me vem um cidadão
    E me diz desconfiado
    “Tu tá aí admirado?
    Ou tá querendo roubar?”
    Meu domingo tá perdido
    Vou pra casa entristecido
    Dá vontade de beber
    E pra aumentar meu tédio
    Eu nem posso olhar pro prédio
    Que eu ajudei a fazer

    Tá vendo aquele colégio, moço?
    Eu também trabalhei lá
    Lá eu quase me arrebento
    Fiz a massa, pus cimento
    Ajudei a rebocar

    Minha filha inocente
    Vem pra mim toda contente
    “Pai, vou me matricular”
    Mas me diz um cidadão
    “Criança de pé no chão
    Aqui não pode estudar”

    Essa dor doeu mais forte
    Por que é que eu deixei o norte?
    Eu me pus a me dizer
    Lá a seca castigava
    Mas o pouco que eu plantava
    Tinha direito a comer

    Tá vendo aquela igreja, moço?
    Onde o padre diz amém
    Pus o sino e o badalo
    Enchi minha mão de calo
    Lá eu trabalhei também

    Lá foi que valeu a pena
    Tem quermesse, tem novena
    E o padre me deixa entrar
    Foi lá que Cristo me disse
    “Rapaz deixe de tolice
    Não se deixe amedrontar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar”
    O desvio de concordância, presente na primeira estrofe do texto, revela:
  • 📖 Texto associado
    Cidadão
    (Zé Ramalho)
    Compositor: Lúcio Barbosa

    Tá vendo aquele edifício, moço?
    Ajudei a levantar
    Foi um tempo de aflição
    Eram quatro condução
    Duas pra ir, duas pra voltar

    Hoje depois dele pronto
    Olho pra cima e fico tonto
    Mas me vem um cidadão
    E me diz desconfiado
    “Tu tá aí admirado?
    Ou tá querendo roubar?”
    Meu domingo tá perdido
    Vou pra casa entristecido
    Dá vontade de beber
    E pra aumentar meu tédio
    Eu nem posso olhar pro prédio
    Que eu ajudei a fazer

    Tá vendo aquele colégio, moço?
    Eu também trabalhei lá
    Lá eu quase me arrebento
    Fiz a massa, pus cimento
    Ajudei a rebocar

    Minha filha inocente
    Vem pra mim toda contente
    “Pai, vou me matricular”
    Mas me diz um cidadão
    “Criança de pé no chão
    Aqui não pode estudar”

    Essa dor doeu mais forte
    Por que é que eu deixei o norte?
    Eu me pus a me dizer
    Lá a seca castigava
    Mas o pouco que eu plantava
    Tinha direito a comer

    Tá vendo aquela igreja, moço?
    Onde o padre diz amém
    Pus o sino e o badalo
    Enchi minha mão de calo
    Lá eu trabalhei também

    Lá foi que valeu a pena
    Tem quermesse, tem novena
    E o padre me deixa entrar
    Foi lá que Cristo me disse
    “Rapaz deixe de tolice
    Não se deixe amedrontar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar”
    O vocábulo “entristecido”, presente na terceira estrofe, é um exemplo de:
  • 📖 Texto associado
    Cidadão
    (Zé Ramalho)
    Compositor: Lúcio Barbosa

    Tá vendo aquele edifício, moço?
    Ajudei a levantar
    Foi um tempo de aflição
    Eram quatro condução
    Duas pra ir, duas pra voltar

    Hoje depois dele pronto
    Olho pra cima e fico tonto
    Mas me vem um cidadão
    E me diz desconfiado
    “Tu tá aí admirado?
    Ou tá querendo roubar?”
    Meu domingo tá perdido
    Vou pra casa entristecido
    Dá vontade de beber
    E pra aumentar meu tédio
    Eu nem posso olhar pro prédio
    Que eu ajudei a fazer

    Tá vendo aquele colégio, moço?
    Eu também trabalhei lá
    Lá eu quase me arrebento
    Fiz a massa, pus cimento
    Ajudei a rebocar

    Minha filha inocente
    Vem pra mim toda contente
    “Pai, vou me matricular”
    Mas me diz um cidadão
    “Criança de pé no chão
    Aqui não pode estudar”

    Essa dor doeu mais forte
    Por que é que eu deixei o norte?
    Eu me pus a me dizer
    Lá a seca castigava
    Mas o pouco que eu plantava
    Tinha direito a comer

    Tá vendo aquela igreja, moço?
    Onde o padre diz amém
    Pus o sino e o badalo
    Enchi minha mão de calo
    Lá eu trabalhei também

    Lá foi que valeu a pena
    Tem quermesse, tem novena
    E o padre me deixa entrar
    Foi lá que Cristo me disse
    “Rapaz deixe de tolice
    Não se deixe amedrontar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar”
    No verso “Essa dor doeu mais forte”, pode-se perceber a presença de uma figura de linguagem denominada:
  • 📖 Texto associado
    Cidadão
    (Zé Ramalho)
    Compositor: Lúcio Barbosa

    Tá vendo aquele edifício, moço?
    Ajudei a levantar
    Foi um tempo de aflição
    Eram quatro condução
    Duas pra ir, duas pra voltar

    Hoje depois dele pronto
    Olho pra cima e fico tonto
    Mas me vem um cidadão
    E me diz desconfiado
    “Tu tá aí admirado?
    Ou tá querendo roubar?”
    Meu domingo tá perdido
    Vou pra casa entristecido
    Dá vontade de beber
    E pra aumentar meu tédio
    Eu nem posso olhar pro prédio
    Que eu ajudei a fazer

    Tá vendo aquele colégio, moço?
    Eu também trabalhei lá
    Lá eu quase me arrebento
    Fiz a massa, pus cimento
    Ajudei a rebocar

    Minha filha inocente
    Vem pra mim toda contente
    “Pai, vou me matricular”
    Mas me diz um cidadão
    “Criança de pé no chão
    Aqui não pode estudar”

    Essa dor doeu mais forte
    Por que é que eu deixei o norte?
    Eu me pus a me dizer
    Lá a seca castigava
    Mas o pouco que eu plantava
    Tinha direito a comer

    Tá vendo aquela igreja, moço?
    Onde o padre diz amém
    Pus o sino e o badalo
    Enchi minha mão de calo
    Lá eu trabalhei também

    Lá foi que valeu a pena
    Tem quermesse, tem novena
    E o padre me deixa entrar
    Foi lá que Cristo me disse
    “Rapaz deixe de tolice
    Não se deixe amedrontar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar”
    Na última parte do texto, estabelece-se uma importante comparação entre:
  • 📖 Texto associado
    Cidadão
    (Zé Ramalho)
    Compositor: Lúcio Barbosa

    Tá vendo aquele edifício, moço?
    Ajudei a levantar
    Foi um tempo de aflição
    Eram quatro condução
    Duas pra ir, duas pra voltar

    Hoje depois dele pronto
    Olho pra cima e fico tonto
    Mas me vem um cidadão
    E me diz desconfiado
    “Tu tá aí admirado?
    Ou tá querendo roubar?”
    Meu domingo tá perdido
    Vou pra casa entristecido
    Dá vontade de beber
    E pra aumentar meu tédio
    Eu nem posso olhar pro prédio
    Que eu ajudei a fazer

    Tá vendo aquele colégio, moço?
    Eu também trabalhei lá
    Lá eu quase me arrebento
    Fiz a massa, pus cimento
    Ajudei a rebocar

    Minha filha inocente
    Vem pra mim toda contente
    “Pai, vou me matricular”
    Mas me diz um cidadão
    “Criança de pé no chão
    Aqui não pode estudar”

    Essa dor doeu mais forte
    Por que é que eu deixei o norte?
    Eu me pus a me dizer
    Lá a seca castigava
    Mas o pouco que eu plantava
    Tinha direito a comer

    Tá vendo aquela igreja, moço?
    Onde o padre diz amém
    Pus o sino e o badalo
    Enchi minha mão de calo
    Lá eu trabalhei também

    Lá foi que valeu a pena
    Tem quermesse, tem novena
    E o padre me deixa entrar
    Foi lá que Cristo me disse
    “Rapaz deixe de tolice
    Não se deixe amedrontar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar”
    Em “ eu trabalhei também”, o termo em destaque pode ser classificado, sintaticamente, como:
  • 📖 Texto associado
    Cidadão
    (Zé Ramalho)
    Compositor: Lúcio Barbosa

    Tá vendo aquele edifício, moço?
    Ajudei a levantar
    Foi um tempo de aflição
    Eram quatro condução
    Duas pra ir, duas pra voltar

    Hoje depois dele pronto
    Olho pra cima e fico tonto
    Mas me vem um cidadão
    E me diz desconfiado
    “Tu tá aí admirado?
    Ou tá querendo roubar?”
    Meu domingo tá perdido
    Vou pra casa entristecido
    Dá vontade de beber
    E pra aumentar meu tédio
    Eu nem posso olhar pro prédio
    Que eu ajudei a fazer

    Tá vendo aquele colégio, moço?
    Eu também trabalhei lá
    Lá eu quase me arrebento
    Fiz a massa, pus cimento
    Ajudei a rebocar

    Minha filha inocente
    Vem pra mim toda contente
    “Pai, vou me matricular”
    Mas me diz um cidadão
    “Criança de pé no chão
    Aqui não pode estudar”

    Essa dor doeu mais forte
    Por que é que eu deixei o norte?
    Eu me pus a me dizer
    Lá a seca castigava
    Mas o pouco que eu plantava
    Tinha direito a comer

    Tá vendo aquela igreja, moço?
    Onde o padre diz amém
    Pus o sino e o badalo
    Enchi minha mão de calo
    Lá eu trabalhei também

    Lá foi que valeu a pena
    Tem quermesse, tem novena
    E o padre me deixa entrar
    Foi lá que Cristo me disse
    “Rapaz deixe de tolice
    Não se deixe amedrontar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar”
    Os versos “Lá a seca castigava/ Mas o pouco que eu plantava” são relacionados por um conectivo que apresenta sentido de:
  • 📖 Texto associado
    Cidadão
    (Zé Ramalho)
    Compositor: Lúcio Barbosa

    Tá vendo aquele edifício, moço?
    Ajudei a levantar
    Foi um tempo de aflição
    Eram quatro condução
    Duas pra ir, duas pra voltar

    Hoje depois dele pronto
    Olho pra cima e fico tonto
    Mas me vem um cidadão
    E me diz desconfiado
    “Tu tá aí admirado?
    Ou tá querendo roubar?”
    Meu domingo tá perdido
    Vou pra casa entristecido
    Dá vontade de beber
    E pra aumentar meu tédio
    Eu nem posso olhar pro prédio
    Que eu ajudei a fazer

    Tá vendo aquele colégio, moço?
    Eu também trabalhei lá
    Lá eu quase me arrebento
    Fiz a massa, pus cimento
    Ajudei a rebocar

    Minha filha inocente
    Vem pra mim toda contente
    “Pai, vou me matricular”
    Mas me diz um cidadão
    “Criança de pé no chão
    Aqui não pode estudar”

    Essa dor doeu mais forte
    Por que é que eu deixei o norte?
    Eu me pus a me dizer
    Lá a seca castigava
    Mas o pouco que eu plantava
    Tinha direito a comer

    Tá vendo aquela igreja, moço?
    Onde o padre diz amém
    Pus o sino e o badalo
    Enchi minha mão de calo
    Lá eu trabalhei também

    Lá foi que valeu a pena
    Tem quermesse, tem novena
    E o padre me deixa entrar
    Foi lá que Cristo me disse
    “Rapaz deixe de tolice
    Não se deixe amedrontar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar”
    As aspas, na segunda estrofe, foram utilizadas para:
  • 📖 Texto associado
    Cidadão
    (Zé Ramalho)
    Compositor: Lúcio Barbosa

    Tá vendo aquele edifício, moço?
    Ajudei a levantar
    Foi um tempo de aflição
    Eram quatro condução
    Duas pra ir, duas pra voltar

    Hoje depois dele pronto
    Olho pra cima e fico tonto
    Mas me vem um cidadão
    E me diz desconfiado
    “Tu tá aí admirado?
    Ou tá querendo roubar?”
    Meu domingo tá perdido
    Vou pra casa entristecido
    Dá vontade de beber
    E pra aumentar meu tédio
    Eu nem posso olhar pro prédio
    Que eu ajudei a fazer

    Tá vendo aquele colégio, moço?
    Eu também trabalhei lá
    Lá eu quase me arrebento
    Fiz a massa, pus cimento
    Ajudei a rebocar

    Minha filha inocente
    Vem pra mim toda contente
    “Pai, vou me matricular”
    Mas me diz um cidadão
    “Criança de pé no chão
    Aqui não pode estudar”

    Essa dor doeu mais forte
    Por que é que eu deixei o norte?
    Eu me pus a me dizer
    Lá a seca castigava
    Mas o pouco que eu plantava
    Tinha direito a comer

    Tá vendo aquela igreja, moço?
    Onde o padre diz amém
    Pus o sino e o badalo
    Enchi minha mão de calo
    Lá eu trabalhei também

    Lá foi que valeu a pena
    Tem quermesse, tem novena
    E o padre me deixa entrar
    Foi lá que Cristo me disse
    “Rapaz deixe de tolice
    Não se deixe amedrontar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar”
    O texto propõe uma refexão e, em sua análise global, evidencia-se uma crítica em relação:
  • 📖 Texto associado
    Cidadão
    (Zé Ramalho)
    Compositor: Lúcio Barbosa

    Tá vendo aquele edifício, moço?
    Ajudei a levantar
    Foi um tempo de aflição
    Eram quatro condução
    Duas pra ir, duas pra voltar

    Hoje depois dele pronto
    Olho pra cima e fico tonto
    Mas me vem um cidadão
    E me diz desconfiado
    “Tu tá aí admirado?
    Ou tá querendo roubar?”
    Meu domingo tá perdido
    Vou pra casa entristecido
    Dá vontade de beber
    E pra aumentar meu tédio
    Eu nem posso olhar pro prédio
    Que eu ajudei a fazer

    Tá vendo aquele colégio, moço?
    Eu também trabalhei lá
    Lá eu quase me arrebento
    Fiz a massa, pus cimento
    Ajudei a rebocar

    Minha filha inocente
    Vem pra mim toda contente
    “Pai, vou me matricular”
    Mas me diz um cidadão
    “Criança de pé no chão
    Aqui não pode estudar”

    Essa dor doeu mais forte
    Por que é que eu deixei o norte?
    Eu me pus a me dizer
    Lá a seca castigava
    Mas o pouco que eu plantava
    Tinha direito a comer

    Tá vendo aquela igreja, moço?
    Onde o padre diz amém
    Pus o sino e o badalo
    Enchi minha mão de calo
    Lá eu trabalhei também

    Lá foi que valeu a pena
    Tem quermesse, tem novena
    E o padre me deixa entrar
    Foi lá que Cristo me disse
    “Rapaz deixe de tolice
    Não se deixe amedrontar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar
    Fui eu quem criou a terra
    Enchi o rio, fiz a serra
    Não deixei nada faltar
    Hoje o homem criou asas
    E na maioria das casas
    Eu também não posso entrar”
    Ao observar a concordância verbal em “Fui eu quem criou a terra”, conclui-se que:
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