1 Q58692 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica Nas amputações abaixo do joelho em membros não isquêmicos, a cada 30 cm de altura corpórea devemos manter pelo menos a) 3,0cm de tíbia. ✂️ b) 3,5cm de tíbia. ✂️ c) 4,5cm de tíbia. ✂️ d) 2,5cm de tíbia. ✂️ e) 4,0cm de tíbia. ✂️
2 Q58693 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica A localização mais comum do fibroma condromixóide é a) na tíbia proximal. ✂️ b) no rádio distal. ✂️ c) no fêmur distal. ✂️ d) na tíbia distal. ✂️ e) no rádio proximal. ✂️
3 Q58694 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica A artéria de Adamkiewicz está comumente localizada entre a) T1 e T3. ✂️ b) T7 e T9. ✂️ c) T9 e T11. ✂️ d) T3 e T5. ✂️ e) T5 e T7. ✂️
4 Q58695 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica Na classificação de Blauth e Borisch para pé em fenda, o tipo III apresenta a) 2 metatarsais. ✂️ b) 3 metatarsais. ✂️ c) 1 metatarsal. ✂️ d) 5 metatarsais. ✂️ e) 4 metatarsais. ✂️
5 Q58696 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica No sinal de Galeazzi em crianças com displasia do quadril, observamos a) o encurtamento aparente do fêmur. ✂️ b) a limitação da adução do quadril. ✂️ c) a limitação da adução e abdução do quadril. ✂️ d) a assimetria das pregas inguinais. ✂️ e) a limitação da abdução do quadril. ✂️
6 Q58697 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica O teste de rotação descrito por Trevino e Kodros avalia a articulação a) subtalar. ✂️ b) de Lisfranc. ✂️ c) tibiotársica. ✂️ d) calcaneocuboidea. ✂️ e) calcaneonavicular. ✂️
7 Q58698 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica O crescimento do úmero ocorre a) com distribuição equivalente na fise proximal e distal. ✂️ b) principalmente na fise distal, aproximadamente 80%. ✂️ c) principalmente na fise proximal, aproximadamente 80%. ✂️ d) principalmente na fise proximal, aproximadamente 60%. ✂️ e) principalmente na fise distal, aproximadamente 60%. ✂️
8 Q58699 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica O contato da porção média da patela com a tróclea se inicia com aproximadamente a) 20° de flexão do joelho. ✂️ b) 60° de flexão do joelho. ✂️ c) 40° de flexão do joelho. ✂️ d) 100° de flexão do joelho. ✂️ e) 80° de flexão do joelho. ✂️
9 Q58700 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica A bossa carpometacarpal está relacionada a inserção do tendão do músculo a) abdutor longo do polegar. ✂️ b) extensor ulnar do carpo. ✂️ c) flexor radial do carpo. ✂️ d) extensor radial curto do carpo. ✂️ e) flexor ulnar do carpo. ✂️
10 Q58701 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica Na artroplastia total do quadril, a via de acesso posterolateral fornece acesso restrito ao aspecto a) anterior do acetábulo, não compromete o mecanismo abdutor e apresenta maior risco de luxação. ✂️ b) lateral do acetábulo, não compromete o mecanismo abdutor e apresenta menor risco de luxação. ✂️ c) anterior do acetábulo, compromete o mecanismo abdutor e apresenta risco de luxação semelhante a outras técnicas. ✂️ d) anterior do acetábulo, não compromete o mecanismo abdutor e apresenta menor risco de luxação. ✂️ e) lateral do acetábulo, compromete o mecanismo abdutor e apresenta maior risco de luxação. ✂️
11 Q58702 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica No tratamento cirúrgico da doença de Dupuytren, a técnica de Hueston para pacientes jovens com fatores de mau prognóstico envolve a a) fasciectomia total. ✂️ b) fasciectomia parcial. ✂️ c) fasciotomia seguida da fasciectomia (2 estágios). ✂️ d) fasciotomia percutânea. ✂️ e) fasciectomia com enxerto de pele. ✂️
12 Q58703 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica Na fratura da falange média a deformidade característica apresenta angulação a) volar e desvio dorsal independente do local da fratura. ✂️ b) dorsal e desvio volar se a fratura for distal à inserção do tendão flexor superficial dos dedos. ✂️ c) volar e desvio dorsal se a fratura for proximal à inserção do tendão flexor superficial dos dedos. ✂️ d) volar e desvio dorsal se a fratura for distal à inserção do tendão flexor superficial dos dedos. ✂️ e) dorsal e desvio volar independente do local da fratura. ✂️
13 Q58704 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica Na fratura intra-articular da base do primeiro osso metacarpal descrita por Bennett, a diáfise é deslocada a) lateralmente pela tração do abdutor longo do polegar. ✂️ b) lateralmente pela tração do abdutor curto do polegar. ✂️ c) lateralmente pela tração do adutor do polegar. ✂️ d) medialmente pela tração do abdutor longo do polegar. ✂️ e) medialmente pela tração do abdutor curto do polegar. ✂️
14 Q58705 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica A ruptura mais comum após a fratura do rádio distal é do tendão do músculo a) flexor longo do polegar. ✂️ b) extensor longo do polegar. ✂️ c) extensor curto do polegar. ✂️ d) flexor profundo dos dedos. ✂️ e) extensor dos dedos. ✂️
15 Q58706 • Medicina • Cirurgia da Mão • CONSESP • UNIFESP • Residência Médica A associação de instabilidade e artrose da articulação radioulnar distal pode ser tratada com artrodese pela técnica de a) Watson. ✂️ b) Darrach. ✂️ c) Darrach-Dingman. ✂️ d) Bowers. ✂️ e) Sauvé–Kapandji. ✂️